Nós somos filhos da Terra, porque tem história”. Com essas palavras, Lúcio Flávio Maxakali, primeiro indígena Tikmũ’ũn a ingressar na UFMG e a defender uma dissertação em língua materna, resume a essência da luta de seu povo na I Pré-Jornada do Território Maxakali-Tikmũ’ũn.
Posts by PinteLute Florianópolis
Com concentração na Rua Hermes Guedes da Fonseca, 555, em Florianópolis, o ato foi deliberado em uma reunião realizada na comunidade na última terça-feira (27/05), com presença de mais de 40 moradores.
🔗 Leia a matéria completa em:
reporterpopular.com.br/comunidade-d...
Cartaz do ato: Salve a Armação! 7 pavimentos aqui não! Neste sábado, 07/06 as 15h. Concentração Rua Hermes Guedes da Fonseca número 555.
🟧 Comunidade da Armação convoca ato contra liberação de prédios altos no bairro em Florianópolis (SC)
Neste sábado (07), às 15h, ocorrerá a manifestação “Salve a Armação, 7 pavimentos aqui não!”, convocada pelo Fórum Popular do Distrito do Pântano do Sul.
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Com concentração na Rua Hermes Guedes da Fonseca, 555, em Florianópolis, o ato foi deliberado em uma reunião realizada na comunidade na última terça-feira (27/05), com presença de mais de 40 moradores.
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reporterpopular.com.br/comunidade-d...
Cartaz do ato: Salve a Armação! 7 pavimentos aqui não! Neste sábado, 07/06 as 15h. Concentração Rua Hermes Guedes da Fonseca número 555.
🟧 Comunidade da Armação convoca ato contra liberação de prédios altos no bairro em Florianópolis (SC)
Neste sábado (07), às 15h, ocorrerá a manifestação “Salve a Armação, 7 pavimentos aqui não!”, convocada pelo Fórum Popular do Distrito do Pântano do Sul.
International Working Women's Day 🟣⚫
E a usina eólica lá de Pernambuco que pediu liminar para seguir funcionando e a justiça deu um não? Se isso aqui não é vitória?! É pra glorificar de pé!
Por fim... queria chamar atenção de vocês para o efeito. É claro que a notícia está e espalhando por onde está sendo instalado usinas sem qualquer respeito aos povos do lugar. É claro que vídeos, fotos e textos estão chegando. E ai a contradição de um local em particular se universaliza. Simbora.
E ai, meu povo, Kapinawá e campesinato tá mais sabido do que muita gente da esquerda revolucionária. Porque tornaram uma luta sobre suas vidas um ponto de contradição do sistema de produção de energia dita renovável. Levaram para outro patamar a relação do universal no particular.+
Cuidar da vida de nossa gente se opõe ao lucro porque para a produção, gerando contradição no sistema. A gente precisa ser mais materialista na ação política. Chega de efeito simbólico. A gente precisa enfrentar na prática, desde o meio de produção da condição da produção.+
A Equatorial é a empresa que teve uma usina desligada. Suas ações desvalorizaram nos dias de ocupação e desligamento. Nós não estamos falando de impactar o conjunto da população brasileiro, mas sobretudo o lucro do grande capital. E ai, gente, transição energética até aqui é do capital.+
Não vamos poder contar com parte das forças progressistas. Elas também, em sua sanha colonial, acham ok que alguns tenham que se sacrificar em nome de um projeto de desenvolvimento sustentável. Só que isso feito em nome do lucro - veja só - do grande capital e é aí que quero chegar.+
A caatinga baiana também está sendo devastada para implementarem usinas eólicas numa verdadeira zona de sacrifício. E aqui é Bahia né? Tudo feito em nome do progressismo e da democracia por um partido dito de esquerda. Ai o buraco ainda é mais embaixo. Mas... lições, como disse.+
Ter a coragem de enfrentar o debate sobre energia renovável e transição climática, contra toda o pensamento progressista favorável, é de uma audácia que só os povos da terra consegue. Mais do que isso, abrir os olhos para as instalações de usinas que seguem sem respeitar os povos. Tem lição aí.+
Vocês já pararam de falar sobre a ocupação vitoriosa de camponeses e indígenas em Pernambuco. Mas eu vou insistir um pouco mais. Imagina fazer uma luta contra uma direita quase feudal e não contar com o apoio de MST e CUT e ainda assim sair vitorioso? Tem que analisar pra ver se o novo está vindo.+
Segue a perseguição judicial aos trabalhadores de Santa Fe, na Argentina
No XV ELAOPA, realizado em janeiro no Chile, foi deliberada uma campanha internacional de solidariedade aos trabalhadores perseguidos.
Leia em: reporterpopular.com.br/segue-a-pers...
✊🏽 Entenda por que os parques de energia eólica levaram famílias agricultoras e os indígenas Kapinawá a ocuparem a sede da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe) hoje no Recife. ➡ marcozero.org/agricultores...
Só a organização popular e a luta pode mudar nosso destino. A aliança dos povos da Terra mostrando que a saída é uma só: luta de base.
Na manhã desta segunda-feira, 17, famílias agricultoras impactadas pela instalação de complexos eólicos no agreste de Pernambuco ocupam a sede da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (ADEPE), no Recife.
Cartaz da campanha Onde está Julia Chuñil?. Ao fundo, uma estrela de oito pontas traçada em azul claro. Em primeiro plano, os dizeres: Onde está Julia Chuñil? Liderança mapuche forçosamente desaparecida desde 8/11/24 Fora militares! Fora madeireiras! Wallmapu livre! Wallmapu é o nome nativo do território oculado pelo do povo mapuche. Abaixo, uma foto de busto da Julia Chuñil em preto e branco. Uma mulher de meia idade, aproximadamente nos seus 50 anos, indígena mapuche, com olhos puxados, cabelos pretos e lisos amarrados para trás. Seu rosto é arredondado e sua expressão séria. Ela usa uma roupa de botão e gola fechada na altura do busto, quadriculada sem muito contraste.
Onde está Julia Chuñil?
Julia Chuñil Catricura, liderança mapuche e defensora ambiental, está desaparecida desde 8 de novembro de 2024.
"Se me acontece algo, vocês sabem quem foi", disse Julia a seus filhos.
16 de fevereiro de 2025, 100 dias de seu desaparecimento. Onde está Julia Chuñil? +
Exigimos verdade e justiça, que o estado chileno e suas instituições se responsabilizem pelo aparecimento de Julia com vida.
Fora Militares! Fora Madeireiras! Wallmapu Livre!
Saiba mais: reporterpopular.com.br/comunicado-s...
Após anos de ameaças, principalmente por parte de Juan Carlos Mosrtardt Anwander, empresário florestal, a líder mapuche Julia Chuñil Catricura desapareceu junto a seu cachorro Cholito.
100 dias de seu desaparecimento, nos unimos em uma só voz em angústia e solidariedade: Onde está Julia Chuñil? +
Cartaz da campanha Onde está Julia Chuñil?. Ao fundo, uma estrela de oito pontas traçada em azul claro. Em primeiro plano, os dizeres: Onde está Julia Chuñil? Liderança mapuche forçosamente desaparecida desde 8/11/24 Fora militares! Fora madeireiras! Wallmapu livre! Wallmapu é o nome nativo do território oculado pelo do povo mapuche. Abaixo, uma foto de busto da Julia Chuñil em preto e branco. Uma mulher de meia idade, aproximadamente nos seus 50 anos, indígena mapuche, com olhos puxados, cabelos pretos e lisos amarrados para trás. Seu rosto é arredondado e sua expressão séria. Ela usa uma roupa de botão e gola fechada na altura do busto, quadriculada sem muito contraste.
Onde está Julia Chuñil?
Julia Chuñil Catricura, liderança mapuche e defensora ambiental, está desaparecida desde 8 de novembro de 2024.
"Se me acontece algo, vocês sabem quem foi", disse Julia a seus filhos.
16 de fevereiro de 2025, 100 dias de seu desaparecimento. Onde está Julia Chuñil? +