Oops.
É que nem com instruções claras... 🤣
Posts by Marco Amado
Minha querida amiga, de quem eu leio poemas e contos "ójanos", tem o seu primeiro romance editado. Ide comprar.
O que é que fizeram, ao longo dos anos? Venderam, deram, lixo? É que GenZ e Alpha, pronto, ainda percebo, Kobos, Kindles e tal; acima disso tem pelo menos livros oferecidos ou herdados...
Não concebo. 🤔
De todo? Por exemplo, eu tenho poucos livros na área social da casa (para aí uns 50, em duas estantes na sala), mas depois os quartos têm imensos...
Depende do carro, de quantos quilómetros fazes por dia, e, sobretudo, de onde o carregas. Tenho dois, um deles pagou-se logo em 2 anos, mas, a) é um Spring, que é baratíssimo, b) a minha mulher espetou-lhe com quase 100km por dia no segundo ano e c) carrego em casa e tenho painéis solares e bateria.
Muito "europeu", sim. Pelo menos onde eu estava, mesmo no centro.
Boston.
Mas nota que entrei ao abrigo de isenção de visto, porque era de curta duração e já tinha vôo de volta marcado.
Suponho que impliquem mais quando as pessoas peçam algum tipo de visto.
Volto a isto só para dizer que fui e voltei sem qualquer problema. Não me pediram nada, à excepção de impressões digitais à entrada (que, enfim, achei um bocadinho draconiano, mas compreensível).
Os povos são muito diferentes, assim como as condições. Historicamente, Gaza é uma invenção recente. A Pérsia é um país milenar. Os palestinianos actuais não são unidos por nada senão pela sua condição, enquanto ainda há iranianos que se lembram como era o Irão antes da revolução.
O regime muda ainda este mês. É esse o ponto. E é o que vai enfraquecer a China, altamente dependente do petróleo iraniano.
Não é com Trump que tens de contar, esse é só o pateta que ganhou as eleições. É Rubio.
O objectivo geopolítico para os EUA é enfraquecer a China. Para Israel é enfraquecer todos os proxies da região.
O objectivo humano é, well, acabar com ditaduras violentas e repressivas - nem lhes passou pela cabeça, é só um efeito secundário feliz. Já agora, enfraquecer a Rússia também.
Não, e mesmo que cá ficasse, nunca seria.
Por problemas de ambos os lados.
Eu nunca seria confiável, porque sou do litoral, não percebo que as pedras não dão milho, e o que custa subir as encostas para apanhar as uvas.
E eu nunca iria aceitar (sobretudo) o ambiente opressivo nos costumes.
De Vila Real *mas* não sou mesmo de cá - só moro cá há quase 20 anos (e mesmo isso acaba este ano).
Mas, sim, há uma diferença cultural não despicienda entre os dois lados do Marão. Como não natural, notei e noto isso, mesmo nesta era pós-internet.
Isto não é supervisão, é análise de sentimento. A mim, até me parece uma evolução em relação a ficarem dependentes de CSAT subjectivo por parte dos clientes...
Não vejo grande diferença para "esta chamada vai ser gravada para fins de bla bla bla"
E a pandemia devia ter (re-)ensinado isso. Não tínhamos, no geral, um problema anti-vaxxer. Foi só forçarem (bem... fazerem depender coisas de) a vacinação, pumba, passámos a ter um problema anti-vaxxer. 🤷🏻♂️
Provavelmente não me vou dar a tanto trabalho. Se eu não der notícias até Abril, ide buscar-me. 😅
Fax. 😂 And now I miss Basílio.
A menos que tenhamos que viajar para os EUA em breve por algum motivo... 😬
Classe.
Tu queres é ter razão, porque isso validaria a tua visão redutora do mundo. Como não consegues conciliar a realidade com a imagem que tens das coisas, isso atrapalha até a tua compreensão de frases simples.
Lamento, mas és só um propagador de fake news banal, como tantos outros que andam para aí.
O texto do link que colocaste, da notícia da Cadena Ser. Eu até citei parte dele.
Estás aí com dificuldades de compreensão, não?
O artigo da Cadena Ser não diz nada sobre as férias. Eu já tinha dito antes que as férias podiam ser divididas (como em Portugal).
O teu post original continua a ser fake news, porque a nova legislação não "acaba com os 30 dias de férias".
Estás a tentar provar o meu ponto? 🙂
A jornada laboral não muda ("Si bien la jornada máxima semanal de 48 horas no se modifica"), passa a ter banco de horas como Portugal.
E não diz absolutamente nada sobre férias.
O que publicaste é fake news.
"altera o sistema de férias, permite a extensão da jornada de trabalho padrão" (sem dizer como) é muito longe do que acabar com as férias e aumentar a jornada laboral, ponto.
Mas o meu ponto não era sobre a Argentina; é sobre reprodução sem verificação só porque queremos muito que seja verdade.
Também não aumentou a jornada de trabalho, ponto, mas sim permite a extensão por comum acordo com reversão para banco de horas - como em Portugal.
Eu vou responder só porque a @jonasnuts.bsky.social repostou, e eu sei que ela tem horror a fake news.
A lei aprovada agora não acabou com as férias, permitiu dividi-las em períodos de 7 dias - como em Portugal.
Adicionalmente, a Argentina nem sequer tinha 30 dias de férias obrigatórias.
+
Não é a idade em si, é o design. Qualquer carro dos anos 2000 já tem 20 anos, mas é mais seguro que um dos anos 80, e por aí adiante.
Nem os senhores de Fukushima já o achavam muito seguro - tal como Chernobyl, muito erro humano, muita falta de manutenção...
Mas o ponto que eu queria demonstrar era +/- nessa linha. O nuclear tem muito menos mortes, directas e indirectas, do que as outras fontes estáveis (ie, fósseis, por enquanto) de energia, por período de tempo.
As centrais nucleares também são hoje muito mais seguras (Fukushima tinha 40 anos).
Ainda não há o final (há-de sair durante o primeiro trimestre deste ano).
Só há este: eepublicdownloads.blob.core.windows.net/public-cdn-c...
Mais inércia por si só evitava o evento? Não. E um sistema maioritariamente assente em inércia (como o francês)? Sim. É isso que queremos? Não.
O relatório (inicial) da ENTSO-E é público. É só ler. Aumento de tensão por desligamento de renováveis e consequentes falhas em cascata... é falta de inércia no sistema.