Matéria especial do jornalista @rafapsoares.bsky.social sobre fuzis fantasmas com um levantamento exclusivo e algumas imagens coletadas pelo @soudapaz.bsky.social
Material e infografia tá com edição de 'colecionador'.
Pensando seriamente em enquadrar.
oglobo.globo.com/rio/noticia/...
Posts by Rafael Soares
Oito dos bairros onde os roubos explodiram são vizinhos e estão situados num raio de apenas 5 quilômetros. Esse cinturão vai da Glória, na Zona Sul, até o Riachuelo, na Zona Norte, passando por Centro, Estácio, Cidade Nova, Praça da Bandeira, São Cristóvão e Maracanã.
No 1º dia de reportagens de uma série com base nos dados do mapa, revelamos que 32 bairros (ou 21% das 147 unidades territoriais mapeadas) apresentaram crescimento nos quatro indicadores: roubos de celular, de pedestre, de veículo e em coletivos.
O Mapa do Crime foi produzido a partir de microdados de mais de 250 mil registros de ocorrências obtidos via Lei de Acesso à Informação. Usamos IA para detectar erros de digitação e, em seguida, fizemos checagens para corrigir campos preenchidos incorretamente nos ROs.
MAPA DO CRIME
Lançamos hoje no @oglobo.globo.com o Mapa do Crime, uma ferramenta interativa de monitoramento de roubos no Rio com dados inéditos de delitos por bairros. O objetivo é jogar luz sobre as cenas criminais locais e qualificar a discussão sobre segurança pública no Rio.
‘TUA GESTÃO É BOA’
Mensagens interceptadas pela PF mostram comandantes de UPP no Alemão combinando com o chefe do tráfico quais partes da favela podem ser patrulhadas e elogiando sua “gestão”.
oglobo.globo.com/rio/noticia/...
O NOVO MAPA DO JOGO - PARTE 4
No último capítulo da série, mostramos como a disputa de poder pela cidade reverbera na Sapucaí. Após invadir territórios e se consolidar no topo da hierarquia da contravenção, nova cúpula busca se estabelecer também no carnaval. oglobo.globo.com/rio/especial...
Matadores de aluguel bem treinados e remunerados com recursos públicos usando munição paga com nosso dinheiro para fazer uns 'jobs de pistolagem' no caixa 2. Vale à pena ler a série inteira feita por @rafapsoares.bsky.social e grande elenco.
A infiltração do bando nas forças de segurança é ainda mais profunda: para matar desafetos, o novo Escritório do Crime usa munição comprada com dinheiro público. Em cenas de crimes atribuídos ao grupo, foram apreendidos cartuchos desviados da PM do Rio, da PRF e até do Exército.
A partir da análise de dez mil páginas de inquéritos, a reportagem identificou 25 agentes oriundos da Polícia Militar do Rio apontados como integrantes do grupo — 20 deles ainda estão na ativa e em liberdade, batendo ponto em mais de uma dezena de batalhões do estado.
Em dois anos e meio, os matadores são suspeitos de envolvimento em pelo menos 18 homicídios, dois atentados malsucedidos e dois sequestros de vítimas que nunca mais foram vistas.
O NOVO MAPA DO JOGO DO BICHO - PARTE 3
No 3º capítulo da série, destrinchamos o rastro de sangue deixado pelo chamado novo Escritório do Crime, quadrilha de matadores de aluguel que pavimentou à bala a ascensão da nova cúpula do jogo. 🧶👇
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As áreas sob a administração de Adilsinho têm uma marca: os lacres das máquinas caça-níqueis têm um escudo do Fluminense, seu time do coração. Donos de bares acusados de desvio de dinheiro dos equipamentos já foram sequestrados — e seguem desaparecidos — ou executados a tiros.
O NOVO MAPA DO JOGO - PARTE 2
No 2º capítulo da série, mostramos as mudanças que a ascensão da nova cúpula causou na geografia do jogo.
Para tornar a visualização mais clara, fizemos um mapa da Região Metropolitana com todas as áreas e seus donos. 🧶👇
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Na reportagem, também contamos que, para compensar uma queda de 90% no faturamento com o jogo do bicho e de 75% com as máquinas nos últimos 20 anos, integrantes da nova cúpula entram entrar no mercado das bets.
As áreas sob a administração de Adilsinho têm uma marca: os lacres das máquinas caça-níqueis têm um escudo do Fluminense, seu time do coração. Donos de bares acusados de desvio de dinheiro dos equipamentos já foram sequestrados — e seguem desaparecidos — ou executados a tiros.
Depois de invadirem a Zona Sul, Adilsinho e Rogério Andrade aproveitaram a prisão de um rival para espalhar seus tentáculos pela área de Piruinha: ainda vivo, o capo arrendou seus pontos para a dupla.
O NOVO MAPA DO JOGO - PARTE 2
No 2º capítulo da série, mostramos as mudanças que a ascensão da nova cúpula causou na geografia do jogo.
Para tornar a visualização mais clara, fizemos um mapa da Região Metropolitana com todas as áreas e seus donos. 🧶👇
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O NOVO MAPA DO JOGO DO BICHO
A uma semana do carnaval, eu, Vera Araújo e Roberta de Souza começamos a publicar no @oglobo.globo.com uma série de reportagens sobre a nova geopolítica da jogatina do Rio.
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oglobo.globo.com/rio/especial...
A reportagem está recheada de histórias desse tipo. Espero que gostem. Amanhã tem mais.
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Shanna foi até um QG do bando de seu desafeto para dizer a Catiri que “não era para ele se meter” na área controlada por sua família. A discussão terminou num soco dado pela herdeira no rosto do rival. Tudo está documentado em depoimentos prestados à polícia.
Na reportagem, contamos, por exemplo, que um dos episódios que levou ao conflito foi uma briga entre Shanna Garcia, filha de Maninho, e Marquinho Catiri, lugar-tenente de Bernardo Bello.
A disputa perdurou por quase dois anos (de 2022 até meados de 2023), deixou um saldo de pelo menos sete assassinatos e dois atentados e culminou na ascensão de uma nova cúpula e nas mudanças mais profundas dos últimos 50 anos no mapa da contravenção do Rio.
No 1º capítulo, reconstituímos — com base em 10 mil páginas de inquéritos e entrevistas com policiais, advogados e personagens do conflito — os bastidores da guerra pelo monopólio do jogo em 32 bairros da região mais lucrativa do RJ, em meio aos maiores cartões postais do país.
O NOVO MAPA DO JOGO DO BICHO
A uma semana do carnaval, eu, Vera Araújo e Roberta de Souza começamos a publicar no @oglobo.globo.com uma série de reportagens sobre a nova geopolítica da jogatina do Rio.
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A tabela foi produzida no ano passado e tem dados até 2023. Em relação a 2019, TODOS os crimes contra a vida e contra o patrimônio caíram. Roubos de rua e em coletivos caíram pela metade.
Agora, vamos ao ponto central: a violência no RJ aumentou por causa da ADPF? Vamos aos números. A tabela abaixo foi produzida pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) com dados disponibilizados pelo governo do RJ.
A violência policial no RJ não é investigada com rigor — e este é outro ponto cobrado na ADPF, que foi importante na adoção de câmeras pelas PM e cobra maior protagonismo do MPRJ em investigações do tipo.
De lá para cá, as mortes pela polícia só caíram: no ano passado, foram 699 — ou seja, uma queda de mais de 60%.