A mostra Cinema Marginal Piauiense – Parte 01 – Um Sonho Piauiense já está disponível gratuitamente para assistir na Cinelimite.com!
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Torquato Neto, fotografado por Arnaldo Albuquerque em Teresina, Piauí, em 1972, durante o período de realização dos filmes Adão e Eva do Paraíso ao Consumo e O Terror da Vermelha.
A mostra Cinema Marginal Piauiense – Parte 01 – Um Sonho Piauiense já está disponível gratuitamente para assistir!
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📸 Fotografias feitas por Arnaldo Albuquerque no set de Um Sonho Americano (1973).🧛🏻
🧛🏻 Um Sonho Americano (1973), dirigido por Arnaldo Albuquerque, está agora disponível gratuitamente em streaming na Cinelimite.com, como parte da mostra Cinema Marginal Piauiense: Parte 01 — Um Sonho Piauiense. 🧛🏻
O Terror da Vermelha pode ser assistido na mostra Cinema Marginal Piauiense – Parte 01 – Um Sonho Piauiense, no Cinelimite.com
Torquato Neto morreu antes de concluir a montagem de O Terror da Vermelha, mas o multiartista deixou, no jornal Gramma, uma espécie de roteiro experimental, além de um ensaio-poema com reflexões sobre o processo de realização do filme e sobre o próprio cinema.
O Terror da Vermelha (1972), dirigido pelo poeta tropicalista Torquato Neto, já está disponível gratuitamente em streaming, como parte da mostra Cinema Marginal Piauiense: Parte 01, Um Sonho Piauiense.
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Em 2024, a Cinelimite e Felipe Karnakis iniciaram o resgate de seus filmes. Daí nasceu a mostra Lula Lourenço: Vampiros à Luz do Meio Dia. Lula ainda pôde ver sua obra voltar à tela grande, ao lado de Pedro Aarão, seu melhor amigo.
Obrigado por tudo, Lula.
Descanse em paz, Lula Lourenço. Um dos primeiros cineastas negros de Pernambuco, Lula foi figura central do audiovisual popular do estado. Seu cinema, híbrido e artesanal, dialogava com o teatro popular, o cordel e os modos de vida do Agreste.
A mostra Cinema Marginal Piauiense revela um grupo que ia muito além do cinema. Muito começa com o jornal Gramma, criado em 1972, em Teresina: publicação alternativa e contracultural, foi decisiva na formação dessa geração. Neste post, algumas páginas da 2ª edição.
Apresentamos o projeto Cinema Marginal Piauiense: Uma História Oral.
A Cinelimite realizou 14 entrevistas com realizadores da mostra e reuniu, em seu canal no YouTube, mais de 12 horas de depoimentos sobre as obras que a compõem.
No texto Hoje Está Passando Um Filme de Terror, Carlos Primati traça um panorama do surgimento do ciclo superoitista piauiense nos anos 1970, articulando suas relações com a contracultura, o cinema marginal e o contexto da ditadura militar.
Cinema Marginal Piauiense Parte 01: Um Sonho Piauiense, agora disponível gratuitamente para assistir na Cinelimite.com até 8 de maio.
O nosso cartaz traz Torquato Neto e a atriz Claudete Dias, no set do hoje perdido Adão e Eva do Paraíso ao Consumo (1972).
Amanhã, às 15h30, no horário local de Amsterdã, a Cinelimite tem a honra de realizar mais uma colaboração com o Eye Filmmuseum , levando aos Países Baixos uma seleção de filmes cujas novas digitalizações tivemos o prazer de realizar, agora exibidas pela primeira vez no país.
Cinema Marginal Piauiense - Parte 01 - Um Sonho Piauiense
Disponível gratuitamente em streaming no cinelimite.com entre 3 de abril até 8 de maio.
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Projeto DV - Coleção Sérgio Péo
Este filme foi realizado durante a viagem de Sérgio Péo à Europa, em 1973. Após comprar sua primeira câmera Super-8 no ano anterior e dirigir Pira, seu primeiro curta, ele partiu para Portugal. Dessa viagem restou este registro.
Trechos do novo texto de Donny Correia sobre o compositor Rogério Duprat.
No ensaio, Donny mostra como Duprat transformou a música no cinema brasileiro, de mero acompanhamento dramático em um elemento quase autônomo em diálogo com a imagem.
Mais uma entrada em nossa série sobre compositores do cinema brasileiro. Hoje, a Cinelimite publica um texto de Donny Correia sobre o maestro carioca Rogério Duprat (1932-2006) - “Rógerio Duprat e a Revolução das Trilhas Sonoras”.
www.cinelimite.com/conteudo/rog...
Trechos do novo texto de Laura Batitucci @laurabatitucci sobre O Agente Secreto (2025), de Kleber Mendonça Filho. No ensaio, Laura parte de sua experiência como trabalhadora de arquivo para pensar o filme a partir da memória, das lacunas e da relação entre vestígio, afeto e cinema.
Em O Agente Secreto, o arquivo brasileiro surge como força central do filme. Para ampliar esse olhar, convidamos Laura Batitucci, sócia da Cinelimite e trabalhadora da Cinemateca Portuguesa, a escrever sobre memória, lacunas, apagamentos, ditadura e preservação no presente hoje.