São os que têm mais caixinhas verdes.
Posts by
A política é demasiado tribal e o Rio tentou ser diferente. Nem sempre (ou quase nunca) conseguiu, mas tentou. E isso conta. Eu percebo perfeitamente porque é que o Pacheco Pereira gosta do Rio.
E isso leva-me a outro ponto: a recusa do antagonismo pelo antagonismo. Não criticar uma ideia só porque vem do adversário. Faz falta essa lucidez de perceber que o que o "outro lado" propõe não é automaticamente mau.
Apoiou o Costa quando era preciso, mesmo sabendo que ia levar porrada do próprio partido. Ele pôs sempre o país à frente do próprio benefício individual, da possibilidade de se perpetuar na liderança. Aliás, a acusação permanente era a de que não fazia oposição.
Como presidente da câmara, acho que a luta contra a corrupção no Porto e o contrapeso que fez à influência excessiva do Pinto da Costa na cidade foram dois elementos indeléveis dos seus mandatos. Como líder do PSD, também acho que foi marcante a sua postura durante a pandemia.
Eu votaria Rio na 1a volta e na 2a volta. Confesso que sou admirador do Rui Rio e por isso estou naturalmente em desacordo e possivelmente com algum viés.
O debate foi muito fraco. O Seguro parece não ter uma visão concreta sobre temas estruturais. Falou em 'solução para a saúde' mas não conseguiu elaborar.
Eu não entendi bem esse comentário do Seguro.
Vou fazer a minha pequena parte que consiste em não ver jogo nenhum. Gostava que as federações europeias boicotassem a competição. Está em causa um regime a raiar o fascismo.
#BoycottWorldCup
Alex Pretti was an American hero. He saved lives. He protected people. He cared deeply about his community, unlike the murderous thugs who killed him.
The very last thing he did was try to help a woman who had been pepper-sprayed and violently shoved to the ground by ICE. 1/
Qual ideia?
Eu estive ausente uns meses e agora notei que de facto está com mais pujança. Faz lembrar o Twitter de 2015. Bons tempos
É isso mesmo. Diria que é preciso uma comoção nacional que leve as pessoas para a rua. Pessoas de todos os Estados, democratas e republicanos.
O jogo com a Alemanha também foi bom e Portugal podia ter ganho. Hoje foi um descalabro sem explicação. A menos da insistência da comitiva portuguesa em falar da arbitragem e possíveis maquinações.
O melhor é continuar. Está a correr tão bem!
Das poucas coisas positivas que se passaram naquela fantochada de Davos.
Quim Jong Un
Esta semana foi bastante calma. Temo que a sondagem de logo venha agitar as águas. Honestamente, esse não devia ser o papel das sondagens.
A não ser o facto dos eleitores terem aceitado a realidade que a sondagem moldou: isto é uma luta a 3.
Acredito bem que seja. Eu acho que o Cotrim foi um dos beneficiados pela songadem da RTP. Tenho dificuldade em atribuir uma relação causal entre a 'qualidade' da campanha dele e o resultado da sondagem. Ao mesmo tempo, não me parece que haja uma justificação boa para explicar o fracasso do MM.
A rejeição passou de 80 para 30?
As sondagens são importantes?
Exato. Acho que deviam rever o 'first past the post', que funcionava mais ou menos bem quanto o sistema era, na prática, bipartidário. Nesta úlima eleição, o Labour ganhou 63.2% dos lugares no parlamento e teve 33.7% da votação, um rácio de sobrepresentação de 2, aproximadamente.
sim. provavelmente, não há razão nenhuma para estar otimista. quando as pessoas do 'consenso democrático' não são capazes de separar o trigo do joio, é normal que o ch consiga arrastar ainda mais esse patamar. É o ocaso da democracia, como disse o Daniel Oliveira no Despolariza.
No caso do Almirante, percebo. Mas no caso do MM, creio que o desempenho dele recebeu quase sempre boas reviews. O Mexia disse inclusive que ele fez os debates sem falhas. Num mundo sem sondagens, eu diria que este resultado nunca aconteceria.
Concordo. Mas não usarmos o termo 'crescimento' e usarmos o termo 'relevância', creio que somos forçados a concluir que hoje são ainda mais relevantes do que há um ano. Embora eu tenha a ideia, talvez seja só esperança, que estejam próximos do plateau.
Não creio que tenha muito interessante olhar para valores absolutos de duas eleições distintas. O Ventura está a crescer. É a 2a força legislativa e vai à 2a volta das presidenciais.
Eu tenho a convicção que a sondagem da RTP de dia 13 de janeiro moldou, em boa medida, o resultado do Cotrim e do Marques Mendes. Inflacionou o resultado do 1o 3 e subvalorizou o do 2o. Acho que seria interessante discutir a relevância (ou falta dela) das sondagens durante o mês final.
Ao praticamente endossar as ações de Trump (“tomamos nota das garantias do Presidente Trump e constatamos o papel dos EUA na promoção de uma transição…”) Montenegro arrasta sem debate o estado português para uma lamentável posição seguidista em que duvido que o país se orgulhe ou reveja.
a trajetória de aumento das dívidas públicas é uma coisa generalizada em todos os países europeus. Parte desse aumento deu-se nas duas crises financeiras e desde então tem sido díficil recuperar, em boa medida pelas necessidades crescentes do estado social, os valores estipulados em Maastricht.