Uma esquerda que detesta os princípios dos direitos humanos por medo irrestrito das eleições, que defende valores cristãos mas age contra tudo que Jesus pregou na Bíblia, que se esconde atrás de uma suposta sobriedade, quando na verdade é só covardia. Tempos interessantes.
Posts by JOTA MARQUES
amiga, eu te respondi tem um tempinho. Vê lá. 🤍
Pois é. Basicamente era papo de descer em uma estação e descobrir que não tinha elevador. E a gente ter que subir com a pessoa no colo. Em Berlim. Sabe?! Pô.
Pensando o dia a dia, locomoção, uso de transporte público, Uber/Taxi, atendimento, restaurantes, equipes dos aeroportos, produção dos eventos que participamos e etc. na prática, o Brasil ganhou.
Passei quase uma semana em Berlim, na Alemanha, com ativistas e pessoas com deficiência. Agora, de volta ao Brasil há quase 24 horas, posso dizer com tranquilidade que, apesar dos pesares, no quesito acessibilidade, a gente continua sendo muito mais desenvolvido.
Faz 3 dias que estou na Alemanha e ainda não consegui fazer um único post sobre isso. Agora são 3 da madrugada aqui. De toda forma, tem sido uma das experiências mais interessantes da minha vida. Tenho muito a dizer sobre Berlim e também sobre a vida e nossas lutas. Veremos.
oie. fala comigo! me chama na dm.
Da série “Animais que aparecem na casa da minha mãe”: agora temos essa belíssima espécie de…? Alguém nos ajude! Um vizinho disse que é uma rã escaladora e venenosa (?) e o principal alimento das cobras. 🤦
Penso muito nisso, e de como eu tô buscando uma saúde que não me foi ensinada, por exemplo. Eu me autodestruí a maior parte do tempo até aqui. Mas correndo atrás. Gostaria que houvesse tempo para os nosso mais velhos.
Sempre que passo muito tempo sem vê-lo, torço para que seja apenas por causa da correria do dia a dia. Essas são algumas das contradições e lamentos da vida real.
Digo que está bem, se cuidando depois do susto no CTI. Ele então questiona: Ela bebe? Respondo: Não mais. E ele diz: Tô me cuidando também, larguei a bebida. Diz isso enquanto segura os pinos de cocaína, pedalando como sempre pedalou, com um histórico de duas paradas cardíacas.
Ele se envergonhou, dei um beijo em sua testa e segui andando, sem querer atrapalhar ou causar mais constrangimento. Depois, ele me alcançou de bicicleta, e não tocamos no que havia acontecido. Conversa vai, conversa vem, ele me pergunta da minha mãe.
Sobre diálogos que desafiam as etiquetas, as recomendações e as ditaduras. Hoje, caminhando pela favela, passei por uma das várias bocas e vi o melhor eletricista que conheço, a quem trato como avô de consideração, comprando um pino de cocaína. 🧵
É como se você vivesse no fio da navalha, enquanto assistem, sedentos, à sua queda. E você, cansado de se equilibrar, quer dar o show que esperam aplaudir. Era isso que vocês queriam? Se regojizem, enfim.
Às vezes, a gente só quer que as pessoas nos odeiem de uma vez, e tenham, enfim, a bendita razão da impressão que construíram a nosso respeito. Se nada vai fazê-las mudar, para que tanto esforço? Ao menor sinal do nosso destempero, elas já têm bem definida a nossa sentença.
Custa muito caro ser sempre a pessoa paciente, que compreende tudo, que respira fundo duas vezes, que chora no banho, que engole a seco, que perde o sono, que não tem direito à fúria, que não pode estar de saco cheio, que não dorme direito e que está cansada de emular perfeição.
Pois é. Eu fico: Que babaca… Ia ser atropelado.
Bagulho doido. O cara se assustou comigo quando cheguei ao lado dele para atravessar a rua. Arriscou a vida antes de o sinal fechar para os carros. Saiu correndo aqui no centro e ainda olhou para trás. No fim, eu ainda ia ter que socorrer. Que maluco otário.
Exatamente! Eu que estou acostumado com o improviso... Dei uma gaguejadinha, travei numa palavra ou outra.. ainda mais que o texto não era meu. Baita experiência legal no fim.
Hoje foi a primeira vez que li um teleprompter em frente a uma câmera de televisão. Vou contar uma coisa: é muito mais fácil dizer "tá lendo o TP" do que efetivamente ler o TP. Trata-se de uma arte que requer treinamento, desenvoltura, ritmo, atuação e muita atenção. Nada fácil.
Sou apaixonado pela minha jornada e vivo repetindo uma reflexão de Rubem Alves: ele diz que chegou onde chegou porque tudo o que planejou deu errado. Me identifico e me abraço nisso. Mas, se pudesse me reencontrar 10 anos atrás, me daria tantos conselhos...
Eu chego a ter orgulho. Tenho um manual sobre mim. Kkkkk
Eita nos. Difícil a vida.
Assim como a psiquiatra. Obrigado viu! Rs
Eu não deixei clara a necessidade do uso de um e de outro, mas, no meu caso, o laudo da minha neuropsicóloga seria muito mais útil do que o da psiquiatra para o que eu precisei. O modelo médico é um pensamento atrasado na garantia dos direitos das pessoas com deficiência. Segue o jogo...
Eu sou fã de carteirinha da minha psiquiatra, uma excelente profissional, mas é isso: a sociedade ainda superestima demais o modelo médico. E quando a gente fala de pessoas com deficiência e saúde mental... existem outros profissionais, outras compreensões, outro tudo. Lamento pela sua sobrinha.
Sim. No meu caso, como tenho toda a documentação necessária, isso não atrasa a minha vida. Contudo, quando vai fundo na questão dos direitos das pessoas com deficiência, usando a CDPD como parâmetro, é triste ver que essa ainda é a realidade, o que acaba atrasando real a vida de muita gente...
Eu tenho um laudo de 57 páginas sobre mim, produzido ao longo de quase 8 meses pela minha neuropsicóloga. Mas, na hora em que preciso usá-lo, exigem o da psiquiatra, que tem exatamente 1 página e 1 assinatura eletrônica.
É que depressão não é tipo gripe, não.
Um Frei supostamente envolvido com o Brasil Paralelo e a extrema direita brasileira que tem feito muito sucesso com lives de oração.