Arte com fundo em tons de laranja e textura suave. No topo está o nome “Andréa Werner”. Ao centro, em letras grandes e brancas, a frase “Ter um diagnóstico”. Logo abaixo, em destaque com fundo roxo, lê-se “de autismo no Brasil”, seguido por “depende de quanto você pode pagar”, também com parte do texto em destaque roxo. No canto inferior esquerdo há a silhueta de uma pessoa em pé diante de uma escada apoiada em uma grande estrutura geométrica, sugerindo dificuldade de acesso. Na parte inferior da imagem, em texto branco menor, lê-se “Os dados do maior estudo sobre autismo da América Latina mostram por quê”.
Arte com fundo claro e tipografia em laranja e roxo. No topo, à direita, está o nome “Andréa Werner”. Em destaque grande, o número “55,3%” em laranja. Abaixo, lê-se “dos diagnósticos foram feitos na rede particular;”. Em seguida, em destaque, “Apenas 20,4%” em laranja, seguido de “foram feitos pelo SUS”. Na parte inferior, dentro de uma área que simula papel rasgado, está o texto: “O diagnóstico é feito principalmente por neurologistas e psiquiatras – especialistas caros e raros fora dos grandes centros”, com a parte final destacada em laranja.
Arte com fundo claro e elementos em laranja e roxo. No topo, à direita, está o nome “Andréa Werner”. Em destaque grande, o número “63,8%” em laranja. Abaixo, o texto informa que “das terapias são pagas (plano ou particular)”. Em seguida, em destaque, “Apenas 15,5%” também em laranja, seguido de “são cobertos pelo SUS”. Na parte inferior, dentro de uma forma que lembra papel rasgado, está o texto: “16,3% das pessoas autistas da pesquisa não fazem nenhuma terapia. E mais de 1/3 das famílias vive com até R$ 2.862 por mês”, com a última parte destacada em laranja.
Arte com fundo claro e textura suave. No topo, em letras grandes roxas, está a frase “TERAPIA AINDA É ITEM DE LUXO”. No canto superior direito aparece o nome “ANDRÉA WERNER”, com “ANDRÉA” em laranja e “WERNER” em roxo. Abaixo do título, três dados em destaque na cor laranja: “25,9% fazem só 1h por semana”, “18,1% não fazem nenhuma” e “12,4% fazem no máximo 2h”, com os textos explicativos em roxo abaixo de cada porcentagem. Na parte inferior da imagem, dentro de uma área que simula papel rasgado, está o texto “APENAS 1,54% fazem 40h ou mais”, com “1,54%” em tamanho grande e laranja, “APENAS” também em laranja acima do número, e “fazem 40h ou mais” em roxo ao lado direito. A composição enfatiza os números com alto contraste entre laranja e roxo para destacar a desigualdade no acesso a terapias.
Infelizmente quando falamos de autismo, a parte da população com menos dinheiro é excluída na hora de buscar diagnóstico e fazer terapia. A inclusão precisa ser econômica também, para que ninguém fique pra trás.
#SaúdeparaTodos #SUSparaTodos #GabinetedaInclusão 🧵1/2