🔎Leia a primeira reportagem completa no site da Gênero e Número.
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Posts by Gênero e Número
Essa publicação faz parte da série de reportagens “Quando o corpo guarda a violência”. Produzida com apoio do Fundo Elas e da ADF France, ela mostra que o enfrentamento aos abusos é, acima de tudo, uma questão de saúde pública.
Pesquisadoras do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP mapearam obstáculos e facilitadores no atendimento a mulheres em situação de violência doméstica na atenção primária à saúde no Brasil.
A violência doméstica não termina quando cessam os abusos - sejam eles físicos, psicológicos ou morais, por exemplo. Ela deixa marcas que atravessam o tempo.
Os próximos 10 anos começam agora. Conheça nossa trajetória e apoie a infraestrutura que sustenta o debate sobre gênero e raça no Brasil.
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Dado bruto não muda o mundo sozinho. Uma infraestrutura de dados precisa de jornalismo para transformar números complexos em narrativas que as pessoas compreendam e usem para disputar direitos.
A GN não apenas "lê" tabelas. Nós criamos metodologias para sistematizar, cruzar e gerar evidências inéditas onde antes havia apenas silêncio.
Há 10 anos, nós sistematizamos o que era invisível para tornar o debate qualificado.
Muitas vezes, o Estado e os grandes veículos não fazem recortes de gênero e raça ao tratar de temas vitais. Sem dados, não há política pública eficiente. É aqui que a GN entra.
#GNExplica: O que é uma infraestrutura de dados?
Entenda o conceito que define a atuação da Gênero e Número há uma década. 🧶
Este conteúdo faz parte da série de reportagem “Quando o corpo guarda a violência”, realizada com o apoio do Fundo Elas e do ADF France , que investiga como o abuso repercute para além do momento da agressão – seja ela física, sexual, psicológica, moral ou patrimonial.
Dados mostram que, entre mulheres que sofreram violência, 7 em cada 10 tiveram a rotina impactada, além de efeitos no convívio social, na vida profissional e na educação. Isso acontece porque a violência não é um evento isolado. É uma experiência que se prolonga na vida e no corpo.
A violência não termina quando a agressão acaba.
Ela atravessa a rotina, afeta relações, compromete o trabalho, interrompe trajetórias de estudo e continua presente no dia a dia das vítimas.
Conheça essa trajetória e o que ainda pode ser construído. acesse nosso site: www.generonumero.media
Esse trabalho não é só técnico. É o que transforma. É o que permite transformar informação dispersa em entendimento e entendimento em ação. +
Isso significa desenvolver criar metodologias próprias, cruzar dados informações e transformar evidências dados em narrativas que ajudam a qualificarem o debate público e fortalecer políticas mais justas. +
Há 10 anos, a Gênero e Número constrói uma infraestrutura de dados sobre gênero, e raça e sexualidade , produzindo, sistematizando e analisando organizando informações que muitas vezes não aparecem nas estatísticas oficiais ou nos recortes tradicionais. +
Tem coisa que não aparece até alguém produzir, organizar, cruzar dados e olhar com atenção. +
Essa publicação faz parte da série de reportagens “Quando o corpo guarda a violência”. Produzida com apoio do Fundo Elas, ela mostra que o enfrentamento aos abusos é, acima de tudo, uma questão de saúde pública.
👉 Leia a primeira reportagem completa no site da Gênero e Número.
Mulheres vítimas de abusos apresentam quadros clínicos muito mais complexos no climatério, com taxas de diabetes nove vezes maiores e quase o dobro de casos de hipertensão em comparação a mulheres sem esse histórico.
A violência doméstica não termina quando cessam os abusos – sejam eles físicos, psicológicos ou morais, por exemplo. Ela deixa marcas que atravessam o tempo.
São dados que ajudam a compreender essa engrenagem que organiza ressentimento e produz efeitos reais.
São dados que ajudam a compreender essa engrenagem que organiza ressentimento e produz efeitos reais.
radar.org.br
Para a Gênero e Número, compreender esse contexto exige monitoramento constante.
O Radar Antigênero analisa como esse discurso opera, quem ele mira, quais estratégias usa e como se conecta à extrema direita digital.
O que é a tal da redpill?
O termo vem do filme Matrix, em que uma pílula vermelha levsomosfeministassim2024a os personagens a abandonarem a ilusão da simulação virtual e despertarem para a realidade.
Acompanhe os próximos passos desta história. O futuro da GN se constrói hoje.
Afinal, para que a análise de dados ganhe o poder de transformar a esfera pública, é indispensável uma engrenagem institucional madura, ética e organizada✊⚖️ +
Acreditamos que o amadurecimento da nossa governança é o que nos dá fôlego para os próximos dez anos de incidência. +
A renovação na nossa Diretoria Executiva não é apenas um rito de passagem – é uma escolha política de profissionalização e transparência. Olhamos para dentro para garantir que, lá fora, o debate público sobre gênero e raça continue sendo pautado por evidências e rigor técnico. +
Ao completar 10 anos, a Gênero e Número reafirma que a solidez institucional é o que permite a independência do nosso jornalismo e das nossas pesquisas. Para liderar este novo ciclo, apresentamos as vozes à frente da nossa estratégia, gestão e sustentabilidade. +
O que sustenta uma década de impacto social? 📊✨ +