“O colonialismo não é uma máquina de pensar, não é um corpo dotado de razão. É a violência em estado puro, e só se curvará diante de uma violência maior.”
Finalmente peguei “Os condenados da terra” para ler, lembro que fiquei impressionado com o “Pele negra, máscaras brancas”.
Posts by Ivan Tolstoi
Dostoiévski do ano concluído. Obra de transição do autor, já apresenta aspectos da grandiosidade característica dos próximos livros.
Eu gostaria de invocar uma cruzada contra o papel pólen natural. É simplesmente horrível para ler, um material cinza e pouco maleável, as editoras deveriam descontinuar essa aberração. Enfim, saudades do pólen soft.
Depois que diagnostiquei que sou uma pessoa ordinária, notei que também estava estagnado intelectualmente. Sobre a primeira questão, nada a fazer; agora, a estagnação intelectual, caso a pessoa não esteja em modo sobrevivência, é opcional.
Uma dificuldade tremenda que estou adiantando em relação a minha mudança para Brasília: conseguir transportar o meu acervo de 600 livros.
Em termos de contos, diria que os meus autores favoritos são Turguêniev, Tchekhov e Leskov. 34 já publicou grandes coletâneas desses escritores formidáveis.
Hoje saiu a confirmação da minha aprovação no cnu, no cargo atds. Ansioso para ir morar em Brasília.
Acabei de ver o filme, confesso que gostei. Não terminei o livro ainda, estou na metade, percebi que a adaptação teve mudanças significativas. Talvez esteja aí o desagrado geral com o filme.
Livro da vez: O morro dos ventos uivantes. Aproveitar que lançaram um filme, vou tentar ler todo antes de assistir. Gostei das páginas iniciais.
Primeiro Vargas Llosa.
Enquanto o jogo de Djoko não começa, vou aproveitar para ler mais um canto da Ilíada.
Um detalhe interessante, vou ter que me mudar para Brasília. Alguns gostam, outros nem tanto. Espero apenas ter qualidade de vida.
Não é um salário alto, porém já me dá uma estabilidade e uma segurança financeira. O lado bom do cargo é que as atividades designadas são bem interessantes, então talvez nem volte a estudar para um concurso com maior remuneração.
Enfim uma boa notícia na minha vida: passei no meu primeiro concurso público (cnu 2). A nota da discursiva já me garante nas vagas imediatas do cargo que eu queria.
Depois de 10 anos, voltando a ler um Saramago.
Eu fiz um post para cada livro lido no ano passado, mas a preguiça bateu esse ano, achei melhor postar uma foto com a pilha mesmo kkkkk
Leituras do ano. Li 27 livros em 2025, 6 a menos que no ano passado. Apesar disso, foi um ano de muito aprendizado, pois busquei conhecer mais o Brasilzão, suas questões históricas, sociais e econômicas.
4 dessas leituras foram no Kindle, por isso que não tem tudo na foto.
Não sei direito se uso o BS como diário de leitura, se uso como um Twitter da vida. Vou usando apenas.
Para ajudar nessa aventura, adquiri esse guia de leitura, produzido pela professora Giuliana Ragusa. Não fui aluno dela na USP, mas só ouvi bons relatos.
Tenho uma outra edição da Cosac, mas a tradução da Penguin geralmente é mais acessível para uma primeira leitura. Caso goste, quem sabe até posso me aventurar na tradução mais elaborada da C&N.
Após uma boa introdução, agora é ler os cantos da Ilíada.
“Sempre foi e será assim: o tempo e o mundo, o dinheiro e o poder pertencem aos mesquinhos e superficiais, e nada coube aos outros, aos verdadeiros homens, nada a não ser a morte” - Herman Hesse.
O Lobo da Estepe, um tratado sobre a dicotomia humana, a luta entre o racionalismo e o “ser de carne e osso”, ter instintos e sentimentos.
Aproveitei o sábado para começar “O Lobo da estepe”. As 100 primeiras páginas voaram. Não sei dizer o motivo, mas sinto que demorei muito para ler Hermann Hesse, levando em consideração q já li Thomas Mann, Kafka, Camus etc
Talvez a convenção dita por Dostoiévski esteja certa, a humanidade é dividida entre os gênios e os ordinários. Pena que eu sou um ordinário, a diferença é que tive acesso à educação e à cultura.
A Odisseia me marcou, já a Ilíada, que é o começo, nem se antecipou. Preciso ler logo, pra ontem.
Quando eu era criança, costumava fazer briga de carrinhos. Hoje em dia, gostaria de fazer briga de escritores russos. Como seria uma “pelea” entre Turguêniev (time dos ocidentalistas) x Dostoiévski (eslavófilos)? Porradaria Franca, dostô chutaria o saco de Ivan, que daria um tapão e dedada nos zoio.
Apesar de ainda assistir ao esporte da bola amarela, o tênis não é a mesma coisa sem o senhor Roger Federer. Era outro esporte, não tinha brutalidade, pura classe. Que homem!
Depois disso é Guerra e Paz e partir pro abraço.
Livraço