É tão fácil, só deixar a área da numeração em branco, sem as faixas. Mas a camisa do Juventude é um absurdo.
Posts by Rodrigo De Giuli
A solução é tão fácil, só parar as faixas na área da numeração. Mas a do Juventude é um escárnio.
Acho um desrespeito uniformes de clubes de futebol esconderem a numeração do jogador. Os torcedores na arquibancada ou em casa não enxergam, assim como os jornalistas. Em todo lugar tem regra, menos aqui. Não é só o Juventude, a camisa do São Paulo também podia melhorar.
Hahahahaha [burro]
Caiu a ficha: o árbitro de hoje é uma mistura de Kevin Costner com Bob Odenkirk.
Pois tomara que roubem TODOS o cabos de cobre da Times Square Paulista
😂
O Casemiro é impressionante.
Ah, é, um goiano. Lembrei.
Qual Casemiro?
Everaldo Marques quase xingou o jogador são-paulino que perdeu um gol feito há pouco. Deu para sentir o palavrão travar um átimo antes de sair.
A arbitragem brasileira, além de ruim, ainda é cheia de “sósias” de celebridades. Tem o “parecido” com o Vin Diesel, o que lembra Ben Chaplin e o do jogo de hoje no Morumbis é o Bob Odenkirk de baixo orçamento.
Eu depois de ser assaltado na República ou levar uma facada na Sé olhando pra uma propaganda do Nu Bank
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Encarte do álbum "Somewhere In Time" do Iron Maiden.
Andando no futuro centro de São Paulo com as "inovações hi-tech" do ditador cara de areia mijada.
Sim, sempre falo sobre isso. Sou contra essa leitura acrítica e sem qualquer resposta prática.
Não tem nada de "ameaça" nisso, ele simplesmente avalia fazer valer o que foi estabelecido.
Cebolinha, o gato adotado frajola e vira-lata, na primeira foto em casa, “escondido” numa janela. Ele observa o fotógrafo num misto de curiosidade e medo. Está com a língua de fora, provavelmente devido ao sol forte.
Cebolinha, o gato adotado frajola e vira-lata, brinca com um ursinho de pelúcia marrom, na primeira foto dele relaxado após a chegada tensa.
Há doze anos, Cebolinha chegava e mudava as nossas vidas.
Sim, a região das estações Luz e Tiradentes é onde ficam as sedes da PC e da PM. Ali tem vários quartéis e departamentos.
No começo do vídeo, entre as propagandas de IA que botaram nos telões horríveis tem um "O Fim dos Amazônia" que achei simbólico
É incrível como o governo tem salvo-conduto, porque não se ouviu o nome de Tarcísio Gomes de Freitas, governador-turista, ou de Osvaldo Nico Gonçalves, o policial midiático. A apresentadora se mostrou indignada, mas é aquela indignação genérica, sem alvo, só um blá-blá-blá vazio.
O repórter ficou alguns dias muquiado numa janela da Estação da Luz e gravou vários flagrantes. Fez trabalho jornalístico e “policial”. Não se viu uma só intervenção do policiamento. Isso deveria ser motivo de vergonha para as forças de segurança do estado e, sobretudo, derrubar secretários.
O BDSP acaba de reprisar a reportagem do SPTV sobre os roubos de celulares no entorno da Pinacoteca. Há dezenas de ocorrências na rua Ribeiro de Lima, onde fica o Copom [Centro de Operações da Polícia Militar], e na rua Brigadeiro Tobias, onde fica o Palácio da Polícia Civil.
O próximo projeto dele é deixar o metrô de SP infestado de ratazanas, como em NY
O “argumento” utilizado é sempre o econômico. O fim da escravidão ia quebrar a economia. A CLT ia quebrar a economia. As férias, a aposentadoria, e agora o fim da escala 6x1.
A elite brasileira está há quase 200 anos, com a ajuda inestimável da imprensa, tentando enganar a sociedade brasileira sobre direitos humanos e trabalhistas. Foi assim com o fim da escravidão, com a CLT, férias, aposentadoria e, mais recentemente, com o fim da escala 6x1. youtu.be/DuS_vfAcb-0?...
* pesquisando valores e autorizações para uso consciente de drones * www.instagram.com/reel/DXS64YN...
Recorte de editorial do jornal O Estado de São Paulo com o título em destaque “O fetiche de Lula com o pobre”, em fonte grande e serifada no topo da página. Logo abaixo, um subtítulo critica a visão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que ele estaria preso a uma leitura sindical e ultrapassada da luta de classes, ignorando a complexidade social do Brasil e desconsiderando as classes médias. O texto é organizado em colunas, com um grande capitular iniciando o primeiro parágrafo. O artigo desenvolve uma análise crítica sobre a centralidade da figura do “pobre” no discurso político de Lula, questionando sua abordagem sobre pobreza, políticas públicas e mudanças sociais no país, com linguagem opinativa e argumentativa típica de editorial.
Estadão incomodado com a preocupação de Lula com os mais pobres 🧐