Novo Perspectiva em CSP discute como a burocracia na prescrição de opioides ainda limita o acesso ao tratamento da dor no Brasil, especialmente em áreas remotas.
A chegada da prescrição eletrônica via SNCR representa um avanço para ampliar o acesso, a rastreabilidade e a segurança: bit.ly/4cioOPi.
Posts by Cadernos de Saúde Pública (CSP)
Neste primeiro recorte, apresentamos as falas das editoras Leila Amorim e Elisangela Lizzi, que trazem perspectivas potentes sobre a permanência, o reconhecimento e o fortalecimento da presença feminina na ciência.
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👩🏽🔬 Sabendo da importância de lembrar e reafirmar constantemente a atuação de mulheres na ciência e na publicação científica, convidamos Editoras Associadas a refletir sobre desafios que ainda persistem e deixar uma mensagem para meninas e mulheres que desejam crescer na trajetória: bit.ly/4vCpy9l.
A recuperação da frequência cardíaca após o exercício pode prever risco de morte? Estudo acompanhou 578 pessoas por 72 meses: bit.ly/4tMilC0.
Indivíduos com recuperação anormal apresentaram risco de mortalidade mais de 3x maior. A sobrevida foi de 81,6% vs. 93,8% no grupo com recuperação normal.
Novo artigo de Perspectivas de CSP
Práticas orientadas ao recovery como caminho para o avanço da atenção à saúde mental no Brasil, em diálogo com os princípios do SUS, da Reforma Psiquiátrica e da Lei nº 15.126/2025: bit.ly/4c2if3b.
Para entender como autores e pareceristas de CSP percebem esse modelo, realizamos um websurvey com mais de 1.200 colaboradores da revista. Os resultados revelam uma comunidade cautelosa, que reconhece os benefícios da OPR para a transparência, mas ainda tem dúvidas e preocupações legítimas.
💡 A revisão por pares é um dos pilares da credibilidade científica, mas sua forma de avaliação vem sendo revista. A revisão por pares aberta (OPR) propõe mais transparência no processo de avaliação, ao revelar identidades, publicar pareceres e ampliar o debate: bit.ly/4bSPtRo.
No link da bio, é possível aprofundar-se na temática, com produções que vão das bases teóricas da Saúde Coletiva às evidências contemporâneas sobre trabalho precário e acidentes laborais.
Os manuscritos nas páginas de CSP apresentam fundamentos teóricos que diferenciam a Saúde do Trabalhador da Saúde Ocupacional tradicional, discutindo como a organização do trabalho impacta diretamente a saúde física e mental dos trabalhadores.
Abril Verde | Saúde do Trabalhador
O Abril Verde nos convida a refletir sobre um tema que CSP acompanha há décadas: a relação entre trabalho e saúde.
Ao longo de seu percurso, a revista trouxe reflexões em diversas seções, como Revisão e Ensaio, além de ampliar o debate em Suplemento Temático.
O estudo deixa claro que transparência sem estrutura não resolve, a OPR só cumprirá sua promessa se vier acompanhada de diretrizes claras, proteção aos revisores e reconhecimento dessa atividade como parte central da prática científica: bit.ly/4bSPtRo.
📷 Davide Bonazzi/Salzmanart
CSP ouviu 1.280 colaboradores sobre revisão por pares aberta e o resultado é a fotografia de uma comunidade cautelosa, mas aberta ao diálogo. Quase a mesma proporção de pessoas apoia e rejeita a abertura total de identidades de autores e pareceristas (23,1% vs. 24,2%): bit.ly/4bSPtRo.
Diante de ameaças à democracia, da persistência das iniquidades e do agravamento das crises climáticas, o manuscrito aponta caminhos e reforça a necessidade de ação coletiva, do fortalecimento do SUS e do compromisso com a equidade: bit.ly/4dM6ezU.
O primeiro Editorial de CSP em 2026 traz um chamado direto e urgente: “É hora de enfrentar déficits estruturais, modernizar competências, combater o desfinanciamento e enfrentar desigualdades regionais, transversais e interseccionais”. 🔗 Leia o novo Editorial de CSP: bit.ly/4dM6ezU.
Assaltos, sequestros, violência sexual e abusos institucionais fazem parte dessas experiências e impactam a saúde mental, com relatos de ansiedade, ideação suicida e dificuldades de adaptação.
Mesmo em contextos tão adversos, os jovens também demonstram agência e resiliência: bit.ly/3NyPLo8.
Um estudo qualitativo com 20 jovens migrantes e 14 informantes-chave no México e nos EUA mostra que a violência começa frequentemente no país de origem (familiar, comunitária ou ligada ao crime organizado), persiste durante a travessia e pode persistir no destino: bit.ly/3NyPLo8.
Como ressaltam os autores, fortalecer a pós-graduação em Saúde Coletiva não é um luxo, mas um ativo estratégico para o país, fundamental para sustentar o SUS, defender a ciência e construir uma sociedade mais justa, saudável e democrática: bit.ly/4cwNbcu
Em novo Perspectivas, autores destacam o papel estratégico da pós-graduação em Saúde Coletiva para o fortalecimento do SUS. É nesse espaço que a pesquisa se encontra com o sistema público de saúde e que o conhecimento científico se transforma em melhorias concretas: bit.ly/4cwNbcu
Os resultados mostram que mulheres trans com histórico de violência sexual têm 17% maior prevalência de uso de substâncias nesses contextos. O histórico de trabalho sexual também aparece associado, enquanto maior escolaridade atua como fator de proteção: bit.ly/4rjpCrj.
Mais da metade das mulheres trans e travestis participantes de um estudo nacional relatou abuso sexual ou tentativa de abuso ao longo da vida.
Analisando dados do estudo TransOdara, pesquisadores observaram que 36,7% relataram uso de drogas antes ou durante o sexo: bit.ly/4rjpCrj.
Os resultados revelam desigualdades importantes: mulheres apresentam taxas mais altas que homens, e o crescimento foi mais acentuado entre pessoas pardas. Na análise interseccional, mulheres brancas têm as maiores taxas, enquanto mulheres pardas registraram o maior aumento (914%): bit.ly/4bqeEve.
Lesões autoprovocadas entre jovens brasileiros aumentaram de forma preocupante na última década. Estudo com dados nacionais (2014–2023) mostra que as taxas entre pessoas de 18 a 30 anos aumentaram 638%, com variações regionais que atingem 969% no Centro-Oeste: bit.ly/4bqeEve.
A crise climática também é uma crise da infância.
No Brasil, 40 milhões de crianças estão expostas a múltiplos riscos climáticos e ambientais, segundo o UNICEF. Desastres e crimes ambientais rompem vínculos, provocam deslocamentos e transformam a natureza em ameaça: bit.ly/3MYT0VI.
Estudo com adolescentes de Salvador mostra que meninas cis e trans ainda associam a “primeira vez” à ideia de perda, dor e julgamento, enquanto meninos cis relatam maior liberdade, mas sob a pressão da masculinidade: bit.ly/3ZZfed1.
O diálogo com a família é frágil e a educação sexual, limitada.
“Percepção de segurança” teve altos escores, mas “Resposta não punitiva aos erros” segue como fragilidade — indicando persistência de cultura punitiva.
Região, tipo de gerência, porte e status de hospital de ensino explicaram parte relevante da variação (37%): bit.ly/3ZPKew6.
Como varia a cultura de segurança do paciente entre os hospitais brasileiros?
🏥 Estudo com +42 mil profissionais em 304 hospitais mostra grande heterogeneidade entre as instituições e identifica fatores estruturais associados às diferenças: bit.ly/3ZPKew6.
Buscar sintomas e informações sobre medicamentos na internet já faz parte da rotina de grande parte da população brasileira.
Em estudo com 1.181 adultos das regiões Sul e Centro-Oeste, 77,1% dos usuários de internet relataram buscar informações em saúde online: bit.ly/4s275k1.
Clusters de alta incidência foram identificados no Amazonas, Acre e Rondônia (AMACRO) e no Espírito Santo (Oropouche), além de Pará, Amazonas e Roraima (Mayaro).
A análise espacial aponta relação entre maior incidência e áreas intensamente desmatadas da Amazônia: bit.ly/3ZNL6RR.
🦟 Entre 2015 e 2025, foram analisados 16.571 casos de febre do Oropouche e 379 de febre do Mayaro, com concentração principalmente na Região Norte: bit.ly/3ZNL6RR.
Negligenciadas e frequentemente confundidas com dengue, chikungunya e zika, essas arboviroses exigem vigilância fortalecida.
Ao longo de suas quatro décadas, Cadernos de Saúde Pública tem publicado reflexões fundamentais sobre a presença das mulheres no trabalho, na ciência e na produção do conhecimento.
📚 Deslize o carrossel e conheça essa trajetória.