Desse modo, a estabilidade exigida pelo capital se ancora na reprodução cotidiana realizada dentro de casa.
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Nesse sentido, Silvia Federici e Nicole Cox mostram que essa base atravessa países centrais e periféricos. Além disso, evidenciam como a disciplina da força de trabalho depende desse labor não pago.
SEM O TRABALHO NÃO PAGO DA MULHERES O CAPITALISMO COLAPSARIA!
Por trás de cada fábrica, escola ou mina, há um trabalho invisível que sustenta a produção ao garantir a força de trabalho. Assim, a família e o trabalho doméstico aparecem como pilares contínuos do capitalismo.
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Nesse sentido, Silvia Federici e Nicole Cox evidenciam que o capital ultrapassa a fábrica e captura a reprodução da vida. Além disso, ao politizar o trabalho doméstico, revelam como ele foi naturalizado como serviço pessoal, fora da lógica "capitalista".
O SALÁRIO É UM INSTRUMENTO DE DOMINAÇÃO CAPITALISTA!
A partir do pensamento social, vemos que o salário organiza a obediência e distribui a exploração, pois estrutura hierarquias duráveis. Assim, ao separar quem recebe de quem não recebe, sustenta-se uma economia que depende desse trabalho oculto.
o único burro que é pra eles comerem a carne ainda tá inteirinho, talvez dispute mais uma eleição
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1️⃣ EDUCAÇAO SOCIOAMBIENTAL E VEGANISMO POPULAR
A obra conecta educação, meio ambiente e lutas sociais, propondo uma educação socioambiental enraizada nas comunidades. Apresenta o veganismo popular como prática política ligada a território, saúde e organização coletiva.
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2️⃣ CAMPONESES E QUILOMBOLAS INSURGENTES
O livro aborda lutas quilombolas e camponesas para além da terra: envolve modos de vida, saberes ancestrais e autodeterminação. Destaca como essas lutas se entrelaçam e se fortalecem na disputa por território no Brasil.
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3️⃣ MEDICINA E COLONIALISMO
Fanon mostra como a medicina, longe de neutra, foi usada pelo colonialismo francês na Argélia como ferramenta de controle. A população via médicos como parte da opressão, até que a Revolução transformou essa relação.
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OS LIVROS MAIS ENCOMENDADOS DA SEMANA!
Essa lista reúne os títulos que mais circularam nos últimos dias e que seguem movimentando ideias e debates. Agradecemos a todo mundo que comprou, compartilhou e fortaleceu esse caminho com a gente!
agora que Receita cruza dados de criptomoedas com o CPF, o jeito é lavar dinheiro do jeito antigo, com doação pra live do YouTube :(
hoje eu tirei 0 bom dia.
mas parabéns aí livia
cravo no beijinho = fascismo
salve! fala com o pessoal da @tsaeditora.bsky.social kkkkkkk
(pode usar de boas) (manda foto kkkkk
Nem da Rocinha é o mais próximo que temos do enredo de breaking bad
Por uma vida que valha a pena ser vivida!
os cara de Portugal sem entender nada
podem me criticar, não tô nem aí, mas não tem como não gostar do menino bruxo que mora no quarto debaixo da escada, mora com os tios, conversa com cobras e tem como inimigo um careca que quer destruir seu castelo
Leia mais em "Medicina e Colonialismo".
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Nas periferias colonizadas, a autoridade científica ganha contornos militares quando a crise expõe a fragilidade do poder instituído e exige disciplina sobre corpos considerados ameaças permanentes. O profissional que deveria preservar vidas passa a operar como gestor da morte seletiva.
A formação médica sob dominação colonial serviu como extensão do aparato de controle, moldando sujeitos que transitam entre o cuidado e a repressão conforme as necessidades da ordem imposta. Esse deslocamento revela como o saber técnico pode ser capturado para legitimar violência organizada.
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queria que a minha mãe ligasse pra escola e avisasse que eu não vou dar aula
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Com Fanon, fica evidente que o cuidado pode reforçar opressões quando atravessado por estruturas injustas. Mudar isso exige politizar a prática e reconstruir relações com dignidade.
A medicina carrega heranças de privilégio que organizam relações desiguais entre quem atende e quem busca cuidado. O saber técnico vira instrumento de poder e reduz a escuta.
💉 PENSAR A RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE NO BRASIL A PARTIR DE FRANTZ FANON
No Brasil, acessar serviços de saúde muitas vezes significa lidar com lembranças coletivas de desprezo e constrangimento. Isso produz uma postura defensiva que antecede qualquer atendimento.
hoje eu usei essa lista de bom dia na minha aula com o oitavo ano e eles criaram um ranking entre eles kkkkkkkk
(aliás, pontuei dois bom dia)