Quem tem direito ao descanso?
Em nova coluna para o Catarinas, @biavargas lembra que a escala 6x1 é sustentada majoritariamente pelas mulheres, especialmente as mulheres negras, em postos precarizados.
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Posts by Portal Catarinas
Resistir é um ato coletivo, ancestral e contínuo ✊🏿🏹
A luta das mulheres indígenas articula território, corpo e ancestralidade ao longo de todo o ano.
No Abril Indígena, esse movimento ganha visibilidade, mas precisa ser reconhecido de forma permanente.
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O caso expõe dinâmicas recorrentes, como o uso da Lei de Alienação Parental como estratégia de controle, a deslegitimação da palavra das mulheres e práticas que vêm sendo nomeadas como violência vicária, em que filhos e filhas são instrumentalizados para atingir a mulher.
A mudança de espectro político teria sido motivada por sua experiência e a disputa judicial pela convivência com a filha. Desde então, passou a defender de forma mais explícita pautas associadas à direita e a criticar políticas e narrativas que “fragilizam o papel paterno e a estrutura familiar”.
Ao Catarinas, ela relata como passou a ser descrita de forma pejorativa pelo ex, em meio à disputa de guarda da filha. Com o objetivo de descredibilizá-la, ele construiu uma narrativa que a descreve como “louca” e “desequilibrada”, além de fazer acusações de alienação parental.
Stoppa se consolidou como figura pública no campo progressista, mas recentemente anunciou uma guinada à direita, ao se aproximar e participar de ato com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), em janeiro.
Após ser alvo de uma série de processos judiciais, exposição nas redes e sucessivas violências, a comunicadora Jennifer Lamounier, 38, decidiu se defender publicamente do ex-marido, o jornalista Leonardo Stoppa, 46.
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foto de sala de aula vazia. O foco são carteiras escolares, com a logo do governo de Santa Catarina. Está escrito: Lei da Mordaça. Entenda lei de SC que censura gênero na sala de aula.
Sob a justificativa de “proteger crianças da doutrinação”, a legislação, na verdade, limita o acesso a conteúdos essenciais para entender direitos, desigualdades e violências.
Entenda por que a medida é vista como um grave retrocesso no artigo de Paula Guimarães: catarinas.info/sala-de-aula...
Foto de uma mulher recortada em preto e branco, em posição sentada com a cabeça inclinada para baixo e um dos braços apoiado sobre o joelho; o fundo é rosa com uma faixa horizontal preta ao centro e elementos em verde neon sobre os olhos. Está escrito: “Vou te mostrar o que é dor”. Justiça de SC trata violência psicológica e perseguições como conflitos na relação. Por Paula Guimarães.
Uma mulher procurou a polícia e solicitou uma medida protetiva, que foi inicialmente negada.
Após cumprir exigências da justiça, como gravar um vídeo, a medida foi concedida, mas a decisão tratou a situação como um “conflito na relação”.
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Minha coluna no @portalcatarinas.bsky.social é um exercício de imaginação perfeitamente possível, sobre como poderia ser se mais magistrados aplicassem o Protocolo de Julgamento com Perspectiva de Gênero, especialmente em casos como o recente estupro de vulnerável julgado pelo TJMG. Leia aqui:
Enquanto o Brasil avança para cobrir lacunas na prevenção à violência de gênero nos currículos escolares, Santa Catarina segue na contramão.
Uma nova lei permite censurar esses debates e até punir escolas que abordem o tema.
Leia o artigo de Paula Guimarães: catarinas.info/sala-de-aula...
Foto recortada de uma mulher em preto e branco em primeiro plano, com cabelo curto, apoiando a cabeça com a mão. O fundo é rosa com elementos gráficos em preto e verde, incluindo um alvo com números e manchas verdes. A mulher olha para baixo com expressão séria e postura curvada. Está escrito: Ela denunciou violência psicológica. A Justiça limitou a proteção a 180 dias. Por Paula Guimarães. Carrossel com trechos da reportagem disponível no Portal Catarinas.
Uma mulher de 54 anos denunciou violência psicológica, reconhecida pela Lei Maria da Penha, e obteve medida protetiva em Santa Catarina.
A decisão, no entanto, estabeleceu prazo de 180 dias.
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A análise imagina um caminho concreto para que o Judiciário atue como um espaço de reparação e não de perpetuação de desigualdades. Leia a coluna completa no Portal Catarinas.
Em seu novo texto, Lívia Reis reflete sobre como essa lente jurídica transforma o rito processual, priorizando medidas de proteção eficazes para a vítima e assegurando a devida responsabilização do agressor.
O documento orienta magistrados e magistradas a romperem com preconceitos que historicamente responsabilizam mulheres e meninas pela violência sofrida, garantindo que a imparcialidade não seja comprometida por um viés cultural.
Aplicar o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero em casos de estupro de vulnerável significa, na prática, impedir que estereótipos estruturais de gênero sejam reforçados ou validados nas decisões judiciais.
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Ilustração de uma mulher em preto e branco sobre fundo rosa intenso. A mulher tem cabelo escuro preso para trás, rosto parcialmente visível e olhos cobertos por uma faixa preta horizontal. Está escrito: Ela denunciou 30 anos de violência. A Justiça negou proteção. Por Paula Guimarães.
Apesar do histórico de violência doméstica, uma mulher de 49 anos teve o pedido de medida protetiva negado em Santa Catarina.
O caso não é isolado.
Decisões no estado vêm negando ou restringindo medidas protetivas a mulheres em situação de risco:
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Combater o bullying também é enfrentar a violência de gênero.
No carrossel, reunimos dados, reflexões e caminhos possíveis para transformar essa realidade dentro e fora do ambiente escolar.
#ECADigital #DiaNacionaldeCombateaoBullying #Bullying #ProtejamNossasCrianças
A cartilha "Como se defender das censuras ao debate de gênero, sexualidade e raça nas escolas", produzida no âmbito do projeto Gênero na Escola, oferece ferramentas para educadores, estudantes e comunidades enfrentarem silenciamentos e promoverem espaços mais seguros, inclusivos e respeitosos.
Grupos de mensagens, redes sociais, rankings anônimos e a circulação de imagens e vídeos criaram novos espaços e formatos para a violência entre estudantes, que ultrapassa os muros da escola e se estende para o ambiente digital.
Hoje, 7 de abril, é Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência nas Escolas, data que convida à reflexão sobre práticas que continuam se transformando e se ampliando com o avanço da internet, especialmente contra meninas.
A partir da experiência profissional como psicóloga, atuando há anos em diferentes territórios e em políticas públicas de atendimento às mulheres e meninas, Maíra Freitas Barbosa afirma que não há nada muito distinto entre a realidade e o que o filme Manas nos mostra.
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Em Santa Catarina, casos recentes mostram negativas e restrições a medidas protetivas mesmo diante de relatos de ameaça, contrariando entendimento do STJ e a Lei Maria da Penha.
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No Dia Internacional da Visibilidade Trans, destacamos as vivências de pessoas que constroem a cultura ballroom em Florianópolis, reafirmando-a como espaço de visibilidade, pertencimento e resistência para corpos historicamente marginalizados.
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O Boticário lançou a primeira linha brasileira de cosméticos corporais desenvolvida para o ciclo menstrual.
Jajá Menegotto traça um paralelo histórico sobre como a menstruação foi estigmatizada ao longo do tempo:
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O projeto Meninas de Fibra mostra que, quando mulheres têm acesso à formação, renda e oportunidades, elas transformam não só a própria vida, mas também a de outras mulheres.
Ele capacita mulheres da comunidade do Morro do Mocotó por meio de oficinas e cursos.
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Na comunidade do Morro do Mocotó, uma das mais antigas e densamente habitadas de Florianópolis (SC), as mulheres estão na linha de frente das histórias de resistência e criatividade, mantendo o território vivo e com possibilidades de futuro: catarinas.info/o-florescime...
A contratação de condenados por feminicídio, homenagens a suspeitos de estupro e agressões contra jornalistas mulheres expõem como padrões tóxicos de masculinidade e estruturas de opressão continuam atravessando o futebol brasileiro.
catarinas.info/machismo-no-...
Estamos diante de uma escolha: aceitar práticas históricas de desumanização sob o pretexto de liberdade de expressão ou articular educação política e legislação para proteger direitos e dignidade.
catarinas.info/contra-o-rac...
Estamos acompanhando uma série de ataques racistas, misóginos e transfóbicos no cenário político brasileiro e a criminalização, sozinha, não dará conta de transformar esse contexto.
Em artigo, Deborah Ramos da Silva defende a educação política como ferramenta de transformação social.