Mais receitas petrolíferas para Moscovo e menos munições para Kiev: a guerra no Médio Oriente já beneficiou a Rússia. No entanto, muitos especialistas russos consideram que a desestabilização do seu parceiro estratégico iraniano coloca o Kremlin numa posição delicada.
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Também no Reino Unido, o poder parece destinado a ser conquistado pela direita radical. O partido Reform UK, de Nigel Farage, está em alta. Quinze anos de austeridade e de escândalos desacreditaram os conservadores.
No dossiê Reino Unido, nas bancas e online.
Os grandes media franceses têm procurado apresentar a esquerda radical como um novo fascismo, intolerante e assassino. Este passe de mágica simbólico faz esquecer a existência de uma ultradireita identitária que espalha o ódio e cresce nas redes sociais, cultivando um ideal de reconquista brutal.
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Seis anos após a epidemia de Covid-19, como vai a sociedade chinesa? E em particular os jovens, já nascidos no século XXI? Para responder, podemos mergulhar nos indicadores macroeconómicos, nas séries estatísticas ou na literatura governamental. Podemos também percorrer as ruas do país…
Dezoito meses de governo trabalhista deixaram os eleitores britânicos desiludidos. Mas um certo entusiasmo pelos Verdes, agora liderados pelo «ecopopulista» Zack Polanski, sugere que ainda não está tudo decidido.
A catástrofe que no inverno atingiu Portugal mostrou a impreparação face a fenómenos extremos que, é sabido, vão multiplicar-se e intensificar-se. Podemos mesmo continuar a socializar os custos das catástrofes e a evitar as escolhas que as poderiam ter prevenido?
pt.mondediplo.com/2026/04/a-te...
«Ataques direcionados», caças guiados por satélite, mísseis cheios de tecnologia… A guerra via bombardeamentos aéreos, à primeira vista tão simples e controlada como um videojogo, permitiria atingir eficazmente objetivos estratégicos, preservando a vida das tropas. Mas a história mostra outra coisa.
Últimas inscrições!
É já amanhã, 6.ªf dia 10 de abril, a partir das 18h00 no SPGL (Lisboa, metro S. Sebastião)
Com Giulia Daniele, Pedro Caldeira Rodrigues e Raquel Ribeiro
Inscrições no link em comentário ou pelo email
mondediplopt@gmail.com
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As infraestruturas críticas do país são decisivas para imaginar respostas a choques cada vez mais destrutivos e segmentados ao longo da fratura de classe. Exceção na Europa, a propriedade privada e não-nacional das infraestruturas portuguesas desprotege os cidadãos.
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«Não à guerra». No concerto das nações, a Espanha fez ouvir uma voz singular. Mais uma vez, como fizera após a agressão americana contra a Venezuela e após o genocídio em Gaza. Pedro Sánchez explica as razões pelas quais o seu país recusa o reinado da força.
pt.mondediplo.com/2026/04/e-pr...
Um otimismo indómito", editorial de abril de Benoît Bréville.
Nas bancas e online em pt.mondediplo.com/2026/04/um-o...
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No mês em que se comemoram os 50 anos da Constituição de 1976, revisitar o contexto em que ela surgiu permite identificar destinos que partilhou e escolhas singulares que fez. Mas também encontrar os caminhos que pode, hoje, apontar.
Número de abril, nas bancas e online!
pt.mondediplo.com/2026/04/
Convidamos todos os nossos leitores e amigos a participar neste debate. Receção a partir das 18h00, seguida de lanche ajantarado antes de começar a tertúlia com os nossos convidados.
Inscrições:
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ou pelo mail mondediplopt@gmail.com
Que diferenças existem entre os projetos e estratégias de socialismo municipal hoje e o que se desenvolveu entre a última década do século XIX e as primeiras do século XX?
No fim do séc. XVIII, o filósofo Immanuel Kant refletiu sobre cosmopolítica e as condições de uma «paz perpétua». O seu pensamento, fundador em direito internacional, continua vivo. Esclarece as dinâmicas bélicas, os dilemas de segurança, os impasses diplomáticos e as trágicas desordens atuais.
O que é o TGV chinês? Um ecossistema técnico integrado de escala vertiginosa, uma proeza de engenharia em equilíbrio económico frágil, um poderoso vetor de integração regional. E também uma montra da China para o mundo no âmbito daquilo que a imprensa local designa como «a diplomacia do TGV».
HOJE!
Convite | «Campeonato do Mundo de Futebol: não há bilhetes para os pobres», conversa com Luís Cristóvão, Eupremio Scarpa e João Santana da Silva, com moderação de Luís Bernardo
Terça-feira, 24 de março, às 18h00 na Tigre de Papel.
Entrada livre.
Há décadas que crianças nascidas nos EUA apanham fruta na Califórnia com os seus pais imigrantes. As lutas sindicais dos anos 60 e 70 deram-lhes alguns direitos. Mas não chega para viverem dignamente, protegidas de acidentes de trabalho e pesticidas. Ou, agora, do medo da expulsão dos familiares.
Comparar a eficácia dos robôs conversacionais com a mediocridade da informação na maioria dos media é sentir uma amarga ironia: voluntariamente subjugado à pressão dos cliques e do instantâneo, o jornalismo tornou-se automatizável. Face à inteligência artificial, ou se reinventa ou desaparece.
Alan Dershowitz, grande defensor de Israel, foi advogado de Jeffrey Epstein. Tentou refutar a alegação da ligação de Epstein aos serviços secretos israelitas, mas reforçou a ideia de que os EUA estão demasiado enfeudadas a Israel, com a política no Médio Oriente muito determinada em Telavive.
Parceiro privilegiado da União Europeia, Marrocos tem tido vários protestos, como os da «Gen Z 212», sigla escolhida pela juventude revoltada contra as desigualdades e a corrupção. As suas reivindicações ecoam as dos trabalhadores agrícolas, que pouco beneficiam das exportações de frutas e legumes.
24 março, 18h. «Campeonato do Mundo de Futebol: não há bilhetes para os pobres», com Luís Cristóvão, Eupremio Scarpa e João Santana da Silva, moderação de Luís Bernardo.
O Campeonato do Mundo de Futebol anunciava-se mais aberto e participado, mas está mais longe do que nunca do desporto popular.
Depois da Venezuela, Cuba. Donald Trump continua a sua política agressiva na América Latina. Ao proibir Caracas de fornecer petróleo a Havana, coloca o país comunista, já abalado por crises devastadoras, numa situação económica e social insustentável. Na esperança de o ver cair por terra.
A cada eleição municipal, as cidades pequenas são celebradas como espaços de proximidade, horizontalidade e decisões partilhadas. Mas atrás da fachada tranquilizadora das autarquias rurais, a autoridade concentra-se muitas vezes nas mãos de poucos. Mecanismos discretos do poder autárquico em França.