Nõa há obra de Platão e jamais haverá uma [...]. Tão logo tenhas lido e relido esta carta, queime-a." (2/2)
— Jacques Derrida, A Farmácia de Platão, p. 124
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"...A maior precaução será não escrever, mas aprender de cor, pois é impossível que os escritos não acabem por cair no domínio público. Por isso, para a posteridade, eu mesmo não escrevi sobre tais questões. (1/2)
— Jacques Derrida, A Farmácia de Platão, p. 124
...conduzir a um apelo à violência e à força brutal como o árbitro final em qualquer disputa. (6/6)
— Karl Popper, A Sociedade Aberta e Seus Inimigos, p. 589
Uma razão para esta opinião é que esta atitude, que é na melhor das hipóteses uma atitude de resignação face à natureza irracional dos seres humanos, e na pior das hipóteses uma atitude de desprezo pela razão humana, deve... (5/6)
Tenho a firme convicção de que esta ênfase irracional na emoção e na paixão conduz, em última análise, ao que só posso descrever como crime. (4/6)
que esta atitude é irremediavelmente irrealista. Pois não considera a fraqueza da “natureza humana”, a fraca dotação intelectual da maioria e a sua óbvia dependência de emoções e paixões. (3/6)
À resposta do racionalista de que, embora isto possa ser assim, deveríamos fazer o que pudermos para remediá-lo e tentar fazer com que a razão desempenhe o papel mais importante possível, o irracionalista voltaria a aderir (se ele condescendesse com uma discussão). (2/6)
! Examinemos primeiro as consequências do irracionalismo. O irracionalista insiste que as emoções e as paixões, e não a razão, são as fontes principais da ação humana. (1/6)
— Karl Popper, A Sociedade Aberta e Seus Inimigos, p. 589
Todos eles se situam no limiar da cidadania. E no limiar do humano. (3/3)
— Paul B. Preciado, Testo Junkie, p. 236
...de cuidado corporal e, finalmente, as crianças e os animais (as fontes reais de matéria-prima para a produção farmacológica — corpos destinados a participar de testes clínicos ou a serem consumidos pelas indústrias agroalimentares). (2/3)
Os verdadeiros trabalhadores ultrapauperizados do capitalismo farmacopornográfíco são as putas, os emigrantes “não escolhidos”, os pequenos traficantes, os prisioneiros transgêneros e não brancos, os corpos dedicados aos trabalhos domésticos e... (1/3)
— Paul B. Preciado, Testo Junkie, p. 236
...feridos pelo gênero”. (8/8)
— Helen Hester, Xenofeminismo, p. 21
Isso não é de forma alguma posicionar os sujeitos trans\* como particularmente culpados por reforçar o binarismo de gênero; esta é a marca de um repreensível Feminismo Radical Trans Exclusionário empenhado em atacar aqueles que já foram “mais... (7/8)
...de operar como 'uma árdua afirmação de liberdade contra uma ordem que parecia imutável'. (6/8)
No entanto, XF questionaria a utilidade a longo prazo de posicionar essas abordagens como a principal forma de política trans*, uma vez que elas marcam um recuo de uma das tendências mais radicais e emancipatórias do transfeminismo: sua capacidade... (5/8)
Tais concessões são compreensíveis, dada a condição perpetuamente conflituosa das comunidades queer e trans*. De fato, inevitabilizar a própria existência é um movimento bastante astuto quando se trabalha para garantir sua própria sobrevivência. (4/8)
Seja por meio do diagnóstico de um médico ou psicólogo, ou por meio de autoafirmação pessoal na forma de um enunciado social, passamos a acreditar que existe alguma verdade interna de gênero que devemos adivinhar.' (3/8)
...autorizada pela natureza’. Problematicamente, a atual ‘política de libertação trans apostou suas reivindicações em uma compreensão redentora da identidade. (2/8)
Dentro de posições fundadas na afirmação do ‘born this way’, encontram-se características supostamente inatas alavancadas como uma espécie de garantia transcendental: ‘nos dizem para buscar consolo na falta de liberdade […] como uma desculpa... (1/8)
— Helen Hester, Xenofeminismo, p. 21
[…]
Eles se contentaram em tirar o halo de palavras como 'verdade' e 'ciência' e 'conhecimento' e 'realidade', em vez de oferecer uma visão sobre a natureza das coisas nomeadas por essas palavras. (7/7)
— Richard Rorty, Consequências do Pragmatismo, p. 150
Em vez de insinuar que a literatura poderia suceder a filosofia como descobridora da realidade última, eles desistiram da noção de verdade como uma correspondência com a realidade. (6/7)
Em vez de dizer que a descoberta de vocabulários poderia revelar segredos ocultos, eles disseram que novas formas de falar poderiam nos ajudar a conseguir o que queremos. (5/7)
Houve, porém, um terceiro passo no processo de estabelecimento da autonomia e supremacia da cultura literária. Este foi o passo dado por Nietzsche e William James. Sua contribuição foi substituir o romantismo pelo pragmatismo. (4/7)
...descobertos pelos novos gêneros literários que estavam surgindo. (3/7)
...importante para os seres humanos. […] O romantismo que Hegel trouxe para a filosofia reforçou a esperança de que a literatura pudesse ser o sucessor da filosofia - que o que os filósofos estavam procurando, os segredos mais íntimos do espírito, deveriam ser... (2/7)
Eu diria, então, que o principal legado do idealismo metafísico é a capacidade da cultura literária de se destacar da ciência, de afirmar sua superioridade espiritual sobre a ciência, de reivindicar a incorporação do que é mais... (1/7)
— Richard Rorty, Consequências do Pragmatismo, p. 150
...como agentes morais (4/4)
— Richard Rorty, Filosofia e o espelho da natureza, p. 375
O que é exigido para desempenhar esses louváveis propósitos não é a distinção “epistemológica” de Kant entre as posturas transcendental e empírica, mas antes sua distinção “existencialista” entre pessoas como eus empíricos e... (3/4)
...da vida-mundo” que descreverá as pessoas de algum modo “anterior” ao oferecido pela ciência). (2/4)
excessivamente confiante e as reduções positivistas apenas adotando algo como a postura transcendental de Kant parece-me o equívoco básico em programas como o de Habermas (assim como na noção de Husserl de uma “fenomenologia... (1/4)
— Richard Rorty, Filosofia e o espelho da natureza, p. 375