Levo quase cinco anos em Lugo. Até agora, tinha a ideia de que era uma cidade tranquila, talvez um pouco inquietante porque nunca parecia acontecer "nada". How it's going...
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Posts by Isaac Lourido
Na Galiza temos a variante "ressio" (estraviz.org/ressio), com mais significados que os sinónimos de "rossio".
📚 Este xoves, día 23 de abril, chega o FILOFEST á Facultade de Filoloxía da UDC!
🎤 Micro aberto
📖 Troco de libros + postos creativos
📝 Obradoiros
🌍 Conversas Erasmus
✍️ Microrrelatos
🎲 Actividades extra
🕙 10:00–20:00 h (descanso 14:00–16:00 h)
✨Un día para crear, compartir e gozar da literatura!
O material deste arquivo é espetacular. Mas a própria web e o buscador nom estám à altura, penso.
Tomas consciência disso quando ouves pessoas gregas falarem inglês. Falam como nós (quer dizer, como esses nós que nom falamos bem inglês).
Algo também muito progre seria citar um verso/aforismo de que me lembrei. É de José Emilio Pacheco, intitula-se "Reunión de antiguos alunnos" e di: "Ya somos todo lo que odiábamos a los 20 años".
Estes dias falava com @demontealto.bsky.social da ideia de "afinidade fluida" nos movimentos sociais. Permite-nos as okupas dos 90, o cinema marginal de vanguarda, o feminismo insubmisso e os Comités de Solidariedade com a América Latina. Hoje: rumo à Palestina, e nós orgulhosxs e representadxs
Se me permitides participar na comparaçom restaurante/ livraria, penso que a ideia dos livros que nom se vendem seria mais precisamente formulada como "os livros aos que nom se lhes dá tempo, nem apoio, para ser vendidos". É como se um restaurante mudasse o 90% da sua ementa todas as semanas.
De facto, o titular sensacionalista que nos dá este jornal corresponde-se mais com devoluçons, não com 0 vendas. E, olho, porque esse círculo vicioso da novidade constante nom é cousa só das distribuidoras, senom de umha maioria de editoras que entrárom no jogo (mejorando la presente)
Também à sexta, de chiripa, e numha sequência muito similar à do Antón
"Dava para cortar a tensão com uma faca". Explicação prática:
Nom o duvido 😉. Mas, para determinado segmento social, nom sei se conseguiu ultrapassar essa imagem que a minha tia tinha na cabeça.
"O do zapato", para a minha tia-avoa Manola. E aí ficam resumidas as suas virtudes e os seus limites quanto à projeçom pública, acho.
Hai uns 20 anos, o Novas da Galiza, que só tiña cartos para pagar un soldo, sacou unha reportaxe documentadísima sobre os investimentos deste señor en empresas armamentísticas e outras cousas polo estilo, pero a unha laudatoria indisimulada chámanlle "trabajo de investigación".
E que ano tam lindo para estar em primeiro. Ou em terceiro 😉
Estivem na Caniça vários dias nestas férias, por motivos familiares. Nom ouvim absolutamente nengum comentário sobre o assunto, nem a favor nem em contra. Algumhas vezes amplificamos o que se anda a comentar polas redes, mas se formos aos locais concretos, a cousa muda...
Em Cedeira devem levar 7 ou 8 anos, polo menos.
Nunca deixam de emocionar esses momentos em que as palavras conseguem furar os muros das prisões:
"Escreveu um relato do que vivera, em letra miudinha, em mortalhas. Enrolou-as, enfiou-as num maço de tabaco e, aproveitando o dia de aniversário, única ocasião em que podia ver a família..."
Em Portugal tenho algumas dúvidas de que funcione realmente assim, apesar das palavras de Marcelo. Mas é verdade que entradas como as de Sophia e Eusébio vam nessa direçom.
Na minha pergunta, nom o expressei bem, pensava em casos análogos ao galego, naçons subestatais ou como as queiramos chamar
Há casos de panteons nacionais noutras latitudes que cumpram essa funçom dinamizadora e de diálogo com a contemporaneidade?
Saramago deixará de ser leitura obrigatória no ensino português? Interessante polémica em que se entrecruzam, como é costume, os interesses e as tensões do campo político, do campo educativo e do campo literário.
Entrou-me agora a dúvida de se esse conceito o cunhou Clemente, ou foi mais bem o seu guinhol do Canal + 😅
Tenho a mesma sensaçom com umha pista de atletismo. Ainda que, infelizmente, há bastantes anos que nom as frequento.
Estamos de acordo. Mas, simbolicamente, e mais ou menos latente, continuou aí, em todos nós, como sociedade complexa.
É que nunca se foi, realmente.
Na minha zona, substituímos as troitas polos mexilhons, desta maneira a cousa rima... Ainda que suponho que haverá aí umha adaptaçom cultural (na costa mexilhons e no interior troitas?)