toda vez que vem um desses post de millenial falando “vcs sabiam que a geração z…” uma fada morre
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An infographic. There are six panels. 1. "Slow internet. Alt text is shown in place of unloaded images." a drawing shows a phone with poor signal, and alt text is visible where the image should have loaded. 2. "Findabillity. Alt text helps to search content." A drawing shows someone searching 'dog with banana' and a post is shown underneath without the words 'dog' or 'banana'. It is implied to be part of the alt text. 3. "Screen readers. Alt is read out to people using text-to-speech software". There is a drawing of the output a screen-reader would show when viewing an image with alt text on bluesky. 4. "Translation. Alt text can be translated". A drawing shows a post being translated. The alt text is also translated into german. 5. "Readability. Text in images can be made legible" There is a drawing of some truly awful handwriting inside a speech bubble. The alt text clarifies what the text is supposed to say. 6. "Disambiguation. Description helps clarify intent." There is a drawing of a post with a picture of a creature. This is styled after the famous optical illusion of a rabbit and a duck. The alt text clarifies that the animal is a rabbit. It definitely looks more like a duck.
Generally we think of alt-text as the domain of those with accessibility needs.
However alt-text is useful for many reasons, which benefit your viewers, as well as you, the creator!
SIM
boa noite família
ainda não tinha falado isso aqui
mas todos os meus desenhos e hqs entre março de 2024 e 2026 viraram lost media
meu ssd morreu
cabelo de protagonista
obviamente não tô falando de quem não pode pagar terapia ou qualquer coisa assim já que na internet a gente tem que explicar
tô falando de quem pode e não faz porque NÃO QUER porque é MAIS CONFORTÁVEL NÃO FAZER
newsflash: tratar e se tornar uma pessoa saudável mentalmente não é uma jornada fácil pra ninguém. NÃO É PRA SER CONFORTÁVEL. você não faz isso por ser COVARDE. PORQUE VOCÊ NÃO QUER.
se tem uma coisa que me tira do sério é gente que não trata os problemas da cabeça que sabe que tem porque é MAIS CONFORTÁVEL não tratar, mas sempre vai usar esses problemas como desculpa pra tudo.
CARA eu não acho assim terrível mas o HYPE que tem wall-e como se fosse o maior acerto da disney, uma super crítica foda nunca feita antes, e os caralho a 4 zzzz
Acrescento aqui:
toda filmografia do Aronofksy e do Tarantino são ridiculamente overrated e eu odeio esses 2 indivíduos com meu coração inteirinho
Podem sair coisas decentes e visualmente bonitas mas de maneira geral são desinteressantes (e no caso do 1º, praticamente tudo de bom é por ser cópia)
taxi driver (filmes que mais odeio na vida)
o iluminado (já assisti 2x pra tentar me convencer e acho um porre de chato)
paprika (não gostei tanto não, isso que gosto de outros trabalhos do Satoshi Kon)
my neighbor totoro (sei que não sou o público alvo e o filme é bonitinho mas é meio chatinho)
pelo amor de deus parem de relançar filme no cinema
sem meme eu li Sam Altman primeiro e eu acho que dá pra bloquear todo mundo que não bota alt em imagem E tudo que envolve o Sam Altman
Primeira página da HQ Yasmon com O. É uma página branca, com o texto escrito, centralizado: Antes de começar! Queria dizer que eu não sou profissional da área e escrevi isso aqui a partir de pesquisas, conversas com profissionais e, boa parte, а partir da minha própria experiência com TDAH. "Hiperfoco" não é uma condição exclusiva do TDAH, mas esse capítulo é voltado para as especificidades dentro desse transtorno. Pronto, bora lá. Algumas palavras ("não sou profissional da área" e "esse capítulo é voltado para as especificidades dentro desse transtorno") estão grifadas em amarelo.
Uma página do quadrinho Yasmon com O. Ilustrado grande, tomando a maior parte da página, tem um autorretrato meu, se abaixando um pouco e olhando para cima. No desenho, eu possuo chifres, cabelo mais curto atrás e duas mechas mais compridas na frente, uma franja curtinha e estou usando um short preto e uma camiseta amarela com um triângulo illuminati olhando para cima. Queria destacar que essa é a descrição minha para todos os desenhos em que eu cito que apreço. O fundo tem bolinhas amarelas. Toda ilustração é em tons de preto, branco e amarelo. No canto superior direito está escrito "Oi, meu nome é Yasmon, eu tenho 24 anos," e, completando essa frase, no canto inferior esquerdo, está escrito "e não foram nem uma, nem duas (nem três, nem quatro...) vezes que eu já experienciei hiperfoco no TDAH."
No primeiro quadrinhos, temos um fundo branco com raios de luz meio espiralados amarelo clarinho, escrito "hiperfoco" em preto com contorno branco em bastante destaque no meio. No box de texto acima: "Vou ser sincera que, quando eu conheci esse termo, ele não era tããão popular como é hoje em dia." no box de texto debaixo: "eu já tinha visto ele ser usado por algumas pessoas neurodivergentes aqui e ali, mas não era tão banalizado como é hoje" Abaixo desse quadrinho, um box de texto à esquerda, escrito: "nessa época, mesmo que eu tivesse suspeitas, eu evitava 100% o uso desse termo por medo de soar como..." O quadrinho seguinte mostra uma pessoa anonima, em destaque, saindo do quadrinho, falando "nossa, eu super tenho hiperfoco em sushi!", comigo no cantinho em um estilo bem simples olhando com uma cara meio "puts". à direita, o box de texto, complementando o box anterior: "bem, algumas pessoas neurotipicas soam".
Na parte superior, um quadrinho com duas pessoas anônimas conversando, com o quadrinho cheio da palavra "hiperfoco" repetida várias vezes, em amarelo, enchendo o quadrinho inteiro. À esquerda, no topo, o box de texto: "infelizmente, se vê essa palavra sendo muito jogada de um lado pro outro por aí sem muito critério, geralmente como sinônimo de gostar muito de alguma coisa ou estar simplesmente muito engajado com algo." Abaixo, um desenho meu, falando com um dedo levantado apontando pra cima como que fazendo uma colocação, séria, dizendo: "mas, antes de começar falando sobre o fenômeno em si, queria abrir um parênteses."
YASMON COM O - SOBRE HIPERFOCO
Capítulo mais recente da minha HQ sobre hiperfoco no TDAH e como lidar com ele!
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nossa, sim
eu não quero me adentrar no assunto mais do que preciso, mas porra, gente, não é normal galera ESGOTAR brinquedo de autorregulação comprando CENTENAS sem precisar só porque é a microtrend da vez.
Isso não vai normalizar o uso de brinquedos sensoriais e daqui há 3 meses vai tudo estar num lixão.
Parece que um fenômeno semelhante ao que aconteceu com os fidget spinners está acontecendo na gringa, com outro brinquedo sensorial
eu pessoalmente acho que existem vários problemas com isso para além do discurso simplista de que criticar isso é "gatekeeping" e que "é bom popularizar essas coisas"+
um print da ação de bloquear no instagram. o texto lê: “Bloquear despatologiza? Essa ação também bloqueará todas as outras contas que essa pessoa tiver ou criar no futuro. Você pode desbloqueá-la quando quiser. Essa pessoa não poderá enviar mensagens para você nem encontrar seu perfil ou conteúdo no Instagram. Essa pessoa não será notificada de que você a bloqueou ou denunciou”. abaixo, um botão azulado escrito “bloquear”
paz 🙏
🥺👉👈
Adendo:
Vocês podem ler esse e os capítulos anteriores de Yasmon com O no Tapas (tapas.io/series/Yasmo...) e no Fliptru (fliptru.com.br/comic/yasmon...)
Uma página com um quadriculado em amarelo clarinho, escrito centralizado, grande, como título: "Sugestõe de leitura!" Abaixo, dois tópicos: "BORGHI, Rodrigo Nogueria. Hiperfoco — Isso existe? Repensando a nomenclatura e compreendendo a neurobiologia de um fenômeno mal interpretado no TDAH — por que as palavras que usamos importam — Associação Brasileira do Déficit de Atenção. Disponível em: https://tinyurl.com/5d6c7xZV" e "PAIVA, Clarissa. Glossário Ilustrado da Neurodiversidade. Disponível em: https://www.clarissapaiva.com.br/ Instagram da artista: @clarissapaiva"
YASMON COM O - SOBRE HIPERFOCO
Vou marcar aqui a @clarissapaiva.bsky.social pra vcs conhecerem o trabalho maravilhoso dela! Meu glossário ilustrado chegou enquanto eu tava fazendo esse capítulo e eu amei demais
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A página toda possui um quadriculado clarinho em amarelo. No topo, o título, grande: "3. Regra das 48h (ou mais) contra a impulsividade." Abaixo, o texto, com algumas partes grifadas: "A ideia aqui é criar uma regra de esperar no mínimo 48h (podendo ser adaptável para o que for mais adequado para cada pessoa, sendo mais ou menos horas) antes de tomar decisões impulsivas motivadas pelo hiperfoco, como gastar dinheiro." Abaixo disso, eu apreço simples em um quadrinho à esquerda, falando: "falando de compras impulsivas, que é uma das minhas maiores dificuldades, é essencial que, nesse tempo, eu evite ficar olhando a página do produto, da loja ou coisas assim, para evitar que aquele estímulo sempre fique sendo "recarregado" durante o tempo que estou esperando." Outro balão de texto abaixo, em que se lê: "O que eu gosto de fazer é criar uma lista de desejos e deixar escrito lá o que eu quero comprar naquele momento, usando esse espaço de tempo para refletir sobre a necessidade real daquela coisa, o benefício que ela via me trazer, o porquê de eu precisar daquilo e se eu realmente posso comprar aquilo naquele momento — e, só depois de alguns dias, reavaliar se a compra ainda faz sentido e voltar para aquela lista!"
A página toda possui um quadriculado clarinho em amarelo. À esquerda, o desenho de uma agenda digital, com um bloco amarelo de algumas horas escrito "hiperfoco". No topo, o título, grande: "4. Planejar "blocos de hiperfoco" para evitar o isolamento." Do lado do desenho, o bloco de texto: "Essa ideia consiste em estabelecer períodos predeterminados em que você se permite se dedicar exclusivamente ao hiperfoco, reservando dias e intervalos de tempo para aquilo e se obrigando a se desligar daquilo, na medida do possível, quando não estiver nesses momentos — evitando a dedicação indeterminada para aquela tarefa, atividade ou tema." Abaixo, na direita, um desenho simplesinho de mim, meio séria, falando: "Aqui também é importante, por mais que seja difícil, não cancelar compromissos já assumidos anteriormente por causa de um foco novo, bem como avisar as pessoas sobre o que está acontecendo." Algumas frases aparecem grifadas de amarelo.
A página toda possui um quadriculado clarinho em amarelo. No topo, o título, grande: "5. Quando vier a exaustão, muito comum depois de períodos de hiperfoco, se permitir descansar, fazendo algo mais leve, bem como refletir sobre o momento anterior e sobre os próximos passos (se existirem)." Abaixo, à direita, eu apareço num estilo simples, sorrindo e apontando para o título, falando: "Aqui é mais uma técnica pessoal, o que seria "algo leve" fica a critério de cada um, mas parte de uma ideia de se regular emocionalmente. A segunda parte diz respeito a responder, para si mesmo, algumas perguntas: o que eu ganhei com isso? o que deixei de lado? como posso evitar os pontos negativos se vier a ocorrer de novo? quanto ao tema ou atividade, tem mais alguma coisa que eu queira fazer a respeito?". As perguntas estão grifadas em amarelo. Abaixo de mim, um box de texto, falando: "essa é uma maneira de diminuir a ansiedade e, algumas vezes, até a culpa resultante de um período de hiperfoco."
Ao fundo da página, estrelinhas em amarelo claro. Em cima, dois boxes, um centralizado e um abaixo, à esquerda, dizendo: "Por fim, gostaria de terminar isso aqui reiterando como é importante entendermos sobre nós mesmos e tratar as coisas pelas definições corretas! Quando damos nomes às coisas, fica mais fácil de identificar, compreender e analisar o que elas são, bem como saber de que forma podemos lidar com elas." Ao lado direito, eu apareço com o ombro meio levantado e a cabeça meio abaixada, piscando um olho e mostrando a língua, sorrindo brincando, quebrando o limite de um quadrinho atrás de mim, que possui um a espiral amarela. Ao lado, outro box de texto, dizendo: "E, enfim, quando banalizamos um termo erroneamente, não trazemos mais consciência sobre o que realmente ele quer dizer, muito pelo contrário — tornamos ainda mais difícil de lidar com ele." No primeiro box, a partir de "entendermos" está grifado e a primeira parte do segundo também. No último box, tudo após "enfim" está grifado.
YASMON COM O - SOBRE HIPERFOCO
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O primeiro quadrinho mostra eu, num estilo simples, com uma regata, deitada na cama, com uma visão de cima em que mostra eu de olhos abertos. À direita, o box: "eu já deixei de dormir por estar em hiperfoco em uma criadora de conteúdo que produz copos personalizados de personagens." No meio da página, três quadrinhos maiores no eixo vertical do mesmo tamanho, mostrando três situações distintas. O primeiro, eu apareço deitada na cama, mexendo no celular, com o texto "por dias, eu via todos os posts dela."; o segundo, mostra eu no computador com a palavra "copo", em amarelo, repetiva várias vezes no fundo, e o texto "sonhava acordada," acima de mim; e, o terceiro, mostra eu à esquerda, com um balão de fala escrito "copo" várias vezes em amarelo, com o texto em cima "só falava nisso." Abaixo, à direita, na frente do primeiro quadrinho do meio, eu apareço suando, olhando para o lado, nervosa, tomando do canudinho de um copo, com a onomatopeia "sluuurp". À minha direita, um box pequeno dizendo "e, enfim..." e outro, maior, dizendo: "isso não era algo que eu planejava ou gostaria de ter hiperfoco, por mais que fosse relacionado aos meus interesses.".
Um box de texto centralizado no topo, falando: "o que eu quero dizer com isso é que, bem, é realmente complicado conseguir dosar os benefícios e malefícios desse estado mental." Abaixo, uma balança em que a palavra "malefícios" aparece no lado mais pesado e "benefícios" no lado mais leve, com um fundo de bolinhas em degradê. No quadrinho de baixo, eu apareço à direita, fazendo uma pose orgulhosa com a mão encostando na cabeça e um lado do óculos brilhando, falando: "e por isso, eu (em conjunto com a minha psicóloga maravilhosa) separei algumas dicas para ajudar você, meu caro leitor também neurodivergente, que está tentando aprender a reduzir danos relacionados a isso!" dentro do mesmo balão de texto, menor, aparece o texto: "senta que lá vem textão..."
A página toda possui um quadriculado clarinho em amarelo. À direita, um desenho de um celular com vários alarmes. No topo, o tíulo, grande: "1. Utilizar alarmes para não perder — tanto — a noção do tempo." Abaixo, o texto, em diferentes composições e com algumas partes grifadas, em três blocos, mas vou escrever aqui todo o texto junto para facilitar: "Essa aqui é bem simples. Consiste na criação de alarmes como um lembrete de fazer outras coisas, como tomar água, levantar, escovar os dentes, etc. Aqui também cabe usar a técnica do Pomodoro, ou mesmo de criar "intervalos obrigatórios", tirando de 5 a 10 minutos a cada x período de tempo! Isso pode ser feito através de alarmes, aplicativos específicos para isso ou até mesmo com a ajuda de oturas pessoas — o importante é não ficar dependente exclusivamente do próprio cérebro para conseguir lembrar de fazer essas coisas." No canto inferior direito, um desenho só em linhas amarelas, bem simples, de eu sorrindo.
A página toda possui um quadriculado clarinho em amarelo. À esquerda, um desenho de um bloquinho de notas com vários tópicos anotados. No topo, centralizado, o título: "2. Ter uma checklist visível de autocuidado." Ao lado direito do bloquinho, o bloco de texto: "Isso é algo que eu utilizo muito para me organizar, eu acho essencial, até no dia a dia, ter um local em que tenho escrito hábitos básicos que tenho que manter para autocuidado como uma maneira de checar se estou esquecendo de fazer algo naquele momento." Abaixo, eu apareço à direita, mostrando um celular com um aplicativo de rotina, falando: "eu, pessoalmente, gosto de me organizar com um app de rotina e lista de tarefas, em que posso combinar esse ponto com o anterior, estabelecendo alarmes pra lembrar até de checar essa lista!"
YASMON COM O - SOBRE HIPERFOCO
(A criadora de conteúdo do coppo é a @ umelune no instagram e o app é o Smile Todo pro iPhone)
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A página em si possui uma espiral amarela no fundo, atrás dos quadrinhos. Aparecem quadrinhos de diferentes tamanhos, sempre variando se o desenho está à esquerda, o texto sobre ele está à direita, o próximo ao contrário e depois ao contrário do anterior. O primeiro quadrinho, em um estilo super simples, mostra eu mexendo em um laptop, com um balãozinho de pensamento repetindo "hiperfoco" várias vezes, em amarelo. Ao lado, o box de texto: "isso, por si só, também me prejudica, tornando praticamente impossível focar ou sequer pensar em outros assuntos." Abaixo, à esquerda, o box de texto: "no meu caso ainda, que já tenho alguns históricos com impulsividade, muitas vezes acabo gastando dinheiro que não tenho,". E, ao lado, um quadrinho mostrando o desenho de várias notas de 100 reais. Abaixo, à esquerda, um desenho meu, super simples, deitada na cama com uma perna para cima, lendo um quadrinho, enquanto um computador aparece no fundo. À direita, o box de texto: "ou deixando de fazer tarefas que devia fazer para me engajar exclusivamente naquilo. Enfim.". O "enfim" aparece em uma fonte menor.
No canto superior esquerdo, o box de texto: "mas aí entra uma questão," Abaixo, um quadrinho em que uma pessoa anônima aparece à direita, com uma expressão confusa, falando "por que caramba você dizia que não tinha prejuízos, então?". O fundo do quadrinho são símbolos em amarelo, com pontos de interrogação e excalamação. Abaixo, eu apareço à esquerda, apontando para o lado, com uma expressão meio bolada, falando: "bem, em primeiro lugar, eu não me ligava que prejuízos serem "contra mim" — contra a minha saúde, autocuidado ou bem-estar — também contavam como prejuízos." A partir da palavra "prejuízos", tudo está grifado de amarelo, e eu estou quebrando um pouco o limite do quadro. Abaixo, um quadrinho em formato de uma froma de quatro pontas maior em um lado que no outro, amarelo, em que eu apareço, num estilo mais simples que o desenho anterior, à direita, encostando os dedos e sorrindo desconfortável, suando, falando: "em segundo lugar, complementando o primeiro ponto, eu só via o lado positivo do hiperfoco."
A página como um todo, atrás dos quadrinhos e blocos de texto, tem um padrão de ondulação amarelo claro. Em cima, outro quadrinho com quatro pontas irregular, com o maior lado (esquerdo) tendo uma pessoa anônima quebrando as barreiras do quadro, irritada, gritando: "Quê?! Você não acabou de falar que o hiperfoco causa vários e vários prejuízos?!" e, à direita, menor e super simples, eu apareço nervosa, falando "hehe... é, então..." Abaixo, um desenho meu à direita, meio descontente ou envergonhada, sentada com os joelhos à mostra, fazendo biquinho. Ao lado esquerdo, dois boxes de texto um pouco atrás de mim, falando: "eu não posso chegar aqui e falar que odeio inteiramente meus momentos de hiperfoco, que são vilões ou que só existem pontos negativos. A verdade é que esses momentos podem ser sim, muito divertidos, prazerosos e produtivos." Abaixo disso, eu, em estilo super simples, sorrindo meio desconfortável, à direita, falando, em uma fonte menor: "pelo menos, eu acho bem divertido ficar investido em um tema de interesse ou numa atividade legal."
O primeiro quadrinho mostra eu, num estilo simples, apontando pra um quadro que está em primeiro plano, à frente do quadrinho, repetindo o que já foi dito anteriormente, em uma fonte maior: "ele é involuntário e intenso, geralmente causando prejuízos para a pessoa que se encontra nesse estado." A parte "ele é involuntário" está grifada em amarelo, enquanto o restante do texto está em opacidade baixa. Eu apareço olhando pra baixo, só dos olhos pra cima, apontando para a parte destacada, falando: "só que é importante aqui destacar outra questão, que talvez você lembre que eu já citei:" (aqui vem a parte do "ele é involuntário") Abaixo do box do "ele é involuntário", um segundo balão de texto ligado para meu desenho acima, dizendo: "você não controla quando ou no que vai hiperfocar — não é um estado que, como o flow, você consegue se "induzir a" ou "sair de" conscientemente.". O fundo desse quadrinho é de formar topográficas irregulares em linhas amarelas. Abaixo, um quadrinho menor, estou à direita, levantando os ombros numa expressão de "fazer o quê", falando: "então, às vezes, nem é algo que você gostaria de estar focado, mas acontece."
YASMON COM O - SOBRE HIPERFOCO
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A página inteira mostra uma pessoa anônima sentada à uma mesa, mexendo em um laptop, apoiando a cabeça com o braço e sorrindo, olhando para a tela. No box de texto acima dela, está escrito: "sim, é normal ter momentos de mais concentração em uma tarefa, que podem até chegar a um estado de "flow" (ou "estado de fluxo"), em que ficamos imersos em uma atividade prazerosa e/ou desafiadora, perdendo até a noção do tempo ou do nosso redor". A palavra "flow" está grifada de amarelo. Nos dois boxes abaixo do desenho principal, a continuação do texto: "mas que, de maneira geral, são momentos positivos: são produtivos, gratificantes e , até certo ponto, controláveis." A segunda parte do texto tem algumas palavras principais grifadas de amarelo, e está em uma fonte maior, para dar mais destaque.
Mesmo desenho da página anterior, mas agora a pessoa no centro da imagem aparece com uma expressão concentrada no computador, enquanto uma outra pessoa anônima aparece à esquerda, falando: "cara, já tem 10h que você tá aí... você chegou a ir no banheiro?", enquanto a pessoa no computador responde: "quê?" O box abaixo, composto de dois boxes um pequeno e um maior, diz: "aí que moram algumas diferenças com o hiperfoco no TDAH: ele é involuntário e intenso, geralmente causando prejuízos para a pessoa que se encontra nesse estado.". A segunda parte, mais uma vez, aparece com uma fonte maior, e "involuntário e intenso", bem como "causando prejuízos", estão grifados em amarelo.
Página composta de dois quadros do mesmo tamanho. O primeiro, com o fundo amarelo e destaque para o desenho simplificado de uma mulher com fone de ouvido e cabelo curtinho, com expressão preocupada, levemente à esquerda. Acima da mulher, o texto: "logo que fui diagnosticada, muitas vezes quando descrevia esse estado mental, eu escutava das minhas profissionais de saúde mental:", seguido da mulher falando: "você percebe algum prejuízo nisso?" Entre os dois quadros, um box, escrito: "e eu (sem nem tremer a cara) respondia que..." Complementando esse texto, o quadrinho abaixo em que eu apareço à direita, sorrindo, num estilo simples, falando: "não, porque são temas ou atividades que eu tenho muito interesse e gosto de me dedicar!". Abaixo desse balão de texto, o texto solto, com uma flechinha apontando pra mim, dizendo "sem dormir há 2 dias". O fundo desse quadro é branco, com círculos de diferentes tamanhos em amarelo.
A página inicia com um box de texto, falando: "e acho que isso pode ser uma concepção comum, principalmente entre aqueles que ainda não entendem muito sobre o que são essas questões." Abaixo, eu apareço dentro de um quadrinho, à direita, num estilo simples, coçando a cabeça, falando: "a verdade é que eu sempre tive prejuízos." em fonte menor, uma risadinha dentro do balão. O fundo desse quadrinho é amarelo e possui várias espirais pequenas em amarelo mais escuro. Abaixo, fora de qualquer limitação de quadro, um desenho mais detalhado de mim à esquerda, de costas, olhando por cima do ombro. Ao lado, dois boxes de texto, dizendo: "no meu caso, é comum acabar negligenciando minhas necessidades básicas, deixando muitas vezes de tomar banho, escovar os dentes, tomar meus remédios ou, até mesmo, de dormir — também por causa da dificuldade em desligar a vozinha no meu cérebro quando entro nesse estado, que só quer falar (e muito) sobre aquela coisa em específico.". Atrás de mim, um círculo amarelo claro.
YASMON COM O - SOBRE HIPERFOCO
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O primeiro quadrinho mostra eu, em um estilo simplificado, à esquerda, explicando: "alguns profissionais — e até mesmo a Associação Brasileira do Déficit de Atenção — já sugerem que esse termo mude, justamente para se contrapor à ideia de que o hiperfoco no TDAH seria algum tipo de "superpoder" inexplicável, algo como um "excesso de atenção". No meio da página, temos um box de texto, complementando o texto anterior, dizendo: "quando, na verdade, ele é está mais relacionado com o funcionamento do cérebro neurodiverso, sua relação com dopamina e a dificuldade de desengajamento de atividades que oferecem recompensa imediata e contínua.". Ao lado, o desenho de um cérebro, pintado de amarelo. Algumas frases do texto estão grifadas em amarelo. No quadrinho de baixo, eu apareço à direita, feliz, em um estilo bem simples, falando: "para fins de praticidade de entendimento, eu vou usar o termo "hiperfoco" aqui, mas sugiro a leitura do artigo que vou deixar no fim desse capítulo!" e, em fonte menor: "Enfim, vamos lá!"
O desenho dessa página mostra eu, com a cara um pouco escondida pelos braços, que abraçam os meus joelhos, olhando com uma expressão neutra, sentada no chão. Aqui dá pra ver que um dos meus joelhos está machucado e o outro tem um band aid, bem como eu me represento com uma cauda de demônio com coração na ponta, preta, e meias listradas pretas e branco. Esse desenho está num estilo um pouco mais detalhado e um pouco mais para à esquerda, com o fundo sendo ondulações em amarelo. No box de texto em cima, está escrito: "há algum tempo atrás, recebi o diagnóstico clínico de TDAH do tipo predominantemente desatento, confirmando algumas das minhas teorias a respeito de várias coisas —" e, abaixo, à direita, um segundo box de texto, complementando o primeiro: "entre elas, de que meus momentos de hiperfoco eram, realmente, hiperfoco."
No quadrinho de cima, eu apareço, num estilo simplificado e sorrindo mostrando os dentes, falando: "mas, se vamos falar a respeito disso hoje, precisamos partir de um ponto comum:", enquanto aponto para um quadro branco com uma varinha, escrito: "o que realmente é "hiperfoco"?" O fundo desse quadrinho possui triângulos de diferentes tamanhos, amarelos. Abaixo, eu, também num estilo simples, à direita, segurando um livro, saindo um pouco do limite do quadrinho, falando (e isso está escrito com uma fonte diferente): "Hiperfoco diz respeito a, basicamente, um estado de hiperfixação em uma tarefa, atividade ou tema de maneira totalmente inflexível, ao ponto de se "desligar" totalmente do seu redor"". O fundo do quadrinho é quadriculado, em amarelo.
No primeiro quadrinho, o texto da página anterior explicando o que é hiperfoco se repete em destaque, com a parte "de maneira totalmente inflexível, ao ponto de se "desligar totalmente do seu redor" grifada em amarelo. Eu apareço olhando e apontando pra cima, em um estilo simples, na parte de baixo desse quadro, falando: "acho importante destacar essa última parte, porque acho que um equívoco muito comum quando se trata desse tema é pensar:" Complementando a fala anterior, o próximo quadrinho mostra uma pessoa anônima, meio brava, de braços cruzados, falando: "ah, mas isso é normal! Todo mundo tem momentos de se concentrar demais em algo!". O fundo desse quadrinho é de bolinhas rabiscadas em amarelo, com esse desenho da pessoa estando à esquerda, fugindo um pouco dos limites do quadro. No último quadro, com fundo totalmente amarelo, eu apareço à direita dessa pessoa (à esquerda do quadro), num estilo simples empurrando essa pessoa pelo rosto, séria, causando humor e falando: "mas não é bem assim."
YASMON COM O - SOBRE HIPERFOCO
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Primeira página da HQ Yasmon com O. É uma página branca, com o texto escrito, centralizado: Antes de começar! Queria dizer que eu não sou profissional da área e escrevi isso aqui a partir de pesquisas, conversas com profissionais e, boa parte, а partir da minha própria experiência com TDAH. "Hiperfoco" não é uma condição exclusiva do TDAH, mas esse capítulo é voltado para as especificidades dentro desse transtorno. Pronto, bora lá. Algumas palavras ("não sou profissional da área" e "esse capítulo é voltado para as especificidades dentro desse transtorno") estão grifadas em amarelo.
Uma página do quadrinho Yasmon com O. Ilustrado grande, tomando a maior parte da página, tem um autorretrato meu, se abaixando um pouco e olhando para cima. No desenho, eu possuo chifres, cabelo mais curto atrás e duas mechas mais compridas na frente, uma franja curtinha e estou usando um short preto e uma camiseta amarela com um triângulo illuminati olhando para cima. Queria destacar que essa é a descrição minha para todos os desenhos em que eu cito que apreço. O fundo tem bolinhas amarelas. Toda ilustração é em tons de preto, branco e amarelo. No canto superior direito está escrito "Oi, meu nome é Yasmon, eu tenho 24 anos," e, completando essa frase, no canto inferior esquerdo, está escrito "e não foram nem uma, nem duas (nem três, nem quatro...) vezes que eu já experienciei hiperfoco no TDAH."
No primeiro quadrinhos, temos um fundo branco com raios de luz meio espiralados amarelo clarinho, escrito "hiperfoco" em preto com contorno branco em bastante destaque no meio. No box de texto acima: "Vou ser sincera que, quando eu conheci esse termo, ele não era tããão popular como é hoje em dia." no box de texto debaixo: "eu já tinha visto ele ser usado por algumas pessoas neurodivergentes aqui e ali, mas não era tão banalizado como é hoje" Abaixo desse quadrinho, um box de texto à esquerda, escrito: "nessa época, mesmo que eu tivesse suspeitas, eu evitava 100% o uso desse termo por medo de soar como..." O quadrinho seguinte mostra uma pessoa anonima, em destaque, saindo do quadrinho, falando "nossa, eu super tenho hiperfoco em sushi!", comigo no cantinho em um estilo bem simples olhando com uma cara meio "puts". à direita, o box de texto, complementando o box anterior: "bem, algumas pessoas neurotipicas soam".
Na parte superior, um quadrinho com duas pessoas anônimas conversando, com o quadrinho cheio da palavra "hiperfoco" repetida várias vezes, em amarelo, enchendo o quadrinho inteiro. À esquerda, no topo, o box de texto: "infelizmente, se vê essa palavra sendo muito jogada de um lado pro outro por aí sem muito critério, geralmente como sinônimo de gostar muito de alguma coisa ou estar simplesmente muito engajado com algo." Abaixo, um desenho meu, falando com um dedo levantado apontando pra cima como que fazendo uma colocação, séria, dizendo: "mas, antes de começar falando sobre o fenômeno em si, queria abrir um parênteses."
YASMON COM O - SOBRE HIPERFOCO
Capítulo mais recente da minha HQ sobre hiperfoco no TDAH e como lidar com ele!
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Chegou ao meu conhecimento que vocês estão IGNORANDO minhas suplicas de lerem Yasmon com O por bem (no Tapas ou no Fliptru) e por isso serei obrigada a postar o último capítulo em sua totalidade nesta rede social. Vocês vão me obrigar a fazer alt de 26 páginas de quadrinho.