A seguinte : "Quen vai facer os barcos agora?" e no reverso:
"-Entón se mataron a paiciño que facía as lanchas e mataron ós mariñeiros qu’iban nelas xa non comeremos máis peixe miña naiciña"
E as outras: "Galicia quedou sen mariñeiros" e "Negra sombra"
Posts by chacueco 🦔
A primeira intitula-se "Com’este morreron moitos" e levava escrito por trás:
"Los de ¡Arriba a España! -¡Ese ya no volverá a pedir aumento de jornal!".
Nom som mui conhecidas (quiçá eclipsadas polas de Castelao), mas as estampas de Federico Ribas também retratam de forma crua e impactante o terror fascista na Galiza a partir do 36.
Outra reflexom sobre o culto à personalidade, agora em relaçom à arte. A sua resistência a assumir a autoria das próprias obras (por exemplo, tardou muitos anos em admitir que o pseudónimo Manuel Tiago era seu) foi motivada polo que explica aqui.
Um trecho imperdível dumha entrevista a Cunhal: frente à insistência do entrevistador para que relatasse os episódios heroicos da sua vida e o seu sofrimento pessoal durante a ditadura, a resposta impecável pondo o foco no valor do coletivo frente à experiência individual.
É sabido que a Wikipédia em espanhol é um repositório de todas as formas possíveis de castelanizaçom dos nossos topónimos algumha vez documentadas, mesmo as mais bizarras, absurdas e insólitas.
Onte descobrim esta: à parróquia de Sam Cibrao da Pregaçom denominam-na... Agregación
Passinho a passinho: já estivem em 600 parróquias deste país tam pequeno e tam grande à vez.
O funcionamento do mercado de carbono, que deu como resultado que, por exemplo, umha empresa dos EAU possua o 20% do território do Zimbábue, é umha cousa bastante distópica.
(tirado dum texto de Eric Toussaint)
Fai-me bastante graça a pose de Castelao nesta foto no meio dum grupo de artistas famosos na época (1917).
👌
E dous quadros de Amândio Silva, que retratou também (com diferentes estilos) a vendima no Douro.
A vendima no Douro em 1956.
(Fotos de Artur Pastor)
"O Brasil dos imigrantes", de Lucia Lippi Oliveira
O outro dia dei com este livro que num dos seus artigos fala sobre a emigraçom galega ao Brasil (concretamente em Salvador, Bahía) no século passado.
Nunca sobra lembrar que determinados fenómenos (e os preconceitos associados) nom tenhem nada de novos.
452!
Por cousas da vida coincidim um par de vezes no Uruguai com Mujica. Quando falam del sempre me lembra a última cousa que lhe ouvim aló: perguntado por qual ia ser a sua achega à situaçom política, botou a rir e contou que estava preocupado porque andavam a roer-lhe no milho 👌
Hoje fam-se 104 anos do nascimento de Vasco Gonçalves, figura imprescindível da Revoluçom de Abril, por desgraça ainda pouco reconhecido.
Carta de Engels no dia seguinte da morte de Marx
E o seu discurso chamando à organizaçom do povo alentejano.
E aqui interpretando "Cantar Alentejano", sobre o assassinato de Catarina Eufémia.
Tirado desta reportagem:
arquivos.rtp.pt/conteudos/gr...
José Afonso cantando o Grândola em Grândola, poucas semanas depois do 25 de abril.
A cançom está inspirada nesta nova, que é bastante simbólica
Não há quem não sinta chegar / um cheiro a anos trinta no ar
www.youtube.com/watch?v=v2GS...
É Delfina Fernandes, de Castro Laboreiro, o ano passado.
Sai neste documentário sobre umha mestra galega que se refugiou ali no 36:
lugardoreal.com/video/a-mestra
Cada vez menos, mas ainda fica gente no norte de Portugal com falares mui parecidos aos galegos (e o mesmo pode dizer-se à inversa).
Coma as queiroas, o pobo agroma e resiste mesmo en condicións difíciles. Temos o poder -e a responsabilidade- de defender a terra que habitamos. Este #DíadaTerra, reivindicamos a forza colectiva que nos fará chegar lonxe!
#ecoloxismogalego #ecoloxismosocial
Manuel María
Hoje no Caseto da Clara Corbelhe o Julio Conde faz uma proposta para mudar o debate público e confrontar o marco capitalista para a transição energética 💥
▫️ claracorbelhe.gal/artigo/a-tra...