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Posts by 300noise
A desconfiança em cima dos megafestivais não está somente no público que fica com medo do artista favorito cancelar ou de comprar um ingresso antecipado e se arrepender, mas também nos patrocinadores.
Se um artista já não enxerga um futuro promissor com plataformas de streaming, a realidade dos palcos não foge muito disso. O festival Hinterland anunciou reembolso para ingressos em caso de temperatura elevada durante o dia de evento.
A saída? Refletir sobre a experiência dos usuários frente à dependência de uma única plataforma. Compreender a própria comunidade que foi criada nesse ambiente e fortalecer a conexão em detrimento ao local.
Para artistas, o descontentamento com as plataformas de streaming, seja pela métrica de pagamento ou pela inquietação de entrar ou não em playlists editoriais e torcer para a conversão funcionar, é o caldeirão perfeito para uma fuga de artistas, principalmente os menores.
O Spotify fez uma doação para a posse de Donald Trump e convidou figuras duvidosas para estarem presentes na cerimônia: Joe Rogan (que não compareceu), Ben Shapiro e Tim Pool.
as redes sociais já enfrentam uma crise de confiança e credibilidade pela aproximação com a extrema direita.
As tendências de 2025 na música
Inteligência Artificial, mudanças climáticas, nostalgia que não vende, desilusão com redes sociais e tudo que pode aparecer no meio desse caminho.
Chega mais que vamos falar um pouco do que está por vir e porque as coisas estão piores do que a gente pensa
além de fazer críticas ao lineup do lollapalooza, a 300noise tem projetos bem legais. Hoje lançamos uma zine virtual. A gente faz porque gosta de pesquisar sobre música e cultura, sem patrocínio de banco, sem receber lista vip pra camarote. Aqui é correria, correria e correria.
Esse é um trabalho para preservar a história da música brasileira e você pode colaborar conosco com mais informações, registros etc!
Você pode ler nossa zine na íntegra através de nosso site www.300noise.com.br e aproveitar para ver nossos outros projetos!
Exploramos os logos de selos e gravadoras do século passado. Nosso projeto contou com a vetorização de diversos logos e algumas contextualizações bacanas.
Desde a chegada da Casa Edison, muita coisa mudou na indústria musical brasileira. Hoje lançamos nossa zine sobre o design musical brasileiro.
perdão, galera
Em breve lineup do the town vem aí pra gente poupar mais dinheiro
O Rock in Rio é criticado por seus line-ups desde sempre. E sempre abraçou a sua contradição como identidade. É brega, é pop, é rock, e funciona para eles. Talvez, para o Lolla, a solução seja se levar menos a sério.
O cancelamento do Primavera Sound e o line-up do Lolla podem indicar que esse modelo de festival precisa ser repensado e reinventado.
Quer um dado nosso? Bandas de indie e rock em 2012 compunham 54% do lineup, em 2024 essas bandas somaram apenas 23%
A impressão é que o Lollapalooza quer se tornar um festival pop como RiR e The Town, mas não quer assumir que vai fazer essa transição em definitivo. Ao não se decidir, parece não agradar nem o público antigo e nem o público novo.
Com três headliners de pop e um nome nem tão alternativo assim ─ Alanis Morissette ─, o line-up apresenta uma contrapartida: a banda Tool.
Em 2012, quando o Lollapalooza chegou ao Brasil, o festival se tratava de um festival de música alternativa. Ao longo da última década, o evento foi se transformando, inserindo mais artistas pop em seu line-up e colocando as bandas alternativas em um segundo plano.
Chegou o line-up do Lolla 2025 e as reações das redes sociais ao anúncio não foram assim tão positivas.
O que está acontecendo com o Lollapalooza?
segue \/
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