O Vance conseguiria mobilizar uma fração de tradicionalistas cismáticos, ao preço de desagradar todos os demais. Trump precisou apagar uma das postagens e lançar mão de um "Veja bem".
Posts by Renata Nagamine
Acertou. :)
Por falar em material interessante...
Desdobrando a postagem anterior:
1. Trump e Leão XIV articulam suas falas usando a ideia de separação entre religião e política;
2. reorganizam o que a categoria "religião" refere em discurso num contexto sócio-histórico, mas, na prática, as associações que lhe dão sentido sempre podem mudar.
Trump está antagonizando abertamente com a Igreja Católica. O antagonismo já gerou um material interessante para observar, p.e.:
1. como se produz a fronteira entre religião e política;
2. como os agentes organizam aquilo que a própria categoria "religião" refere em discurso.
O texto da postagem ficou horroroso. Não é só a antropologia linguistica e teria sido melhor inserir "a modelagem do social" ao final, com outra construção.
Mas a pesquisa que andaram comentando hoje é interessante mesmo porque, pelo que entendi, estima o que a antropologia linguística chamaria de efeitos pragmáticos -- inclusive a modelagem do social -- dos usos da linguagem.
O sotaque indexa posições, relações, participa na produção de estereótipos etc. É elemento operante da classificação social, e isso é algo que -- a propósito -- a antropologia linguística já trabalhou bastante e muito bem.
A missão Ártemis e o modo como ela se inscreve no social me fazem ter vontade de reler "A condição humana".
Total.
Gostei da provocação, mas fiquei sem saber por onde começar.
Considero que o Tibete é o Tibete, mas quando a raca surgiu era China? De todo modo, derrapada com tom racista, eu achei.
Pug, chow chow, pequinês, shih tzu, lhasa são raças chinesas, pelo que me lembro.
Será gravado, sim. Só não será transmitido online.
Não precisa se inscrever. É só chegar. Estamos na Morgado de Mateus, 615, Vila Mariana.
🚀 Seminário do Cebrap sobre desigualdades e classificações raciais dia 27/, sexta agora, às 17h, no auditório. O que são e como operam as classificações? Como importam para políticas públicas numa sociedade desigual? Falarão Flavia Rios, Jacqueline Moraes e Leonardo Silveira.
Nossa paisagem: a imensidão de cultura em cultura, da cana e do eucalipto.
Fiz entrevistas. Entrevistei peões que foram campeões em Barretos. Redesenhei meu campo para fazer o caminho mais óbvio (teria sido óbvio se eu tivesse entrado desde o início como uma pessoa daqui, mas às vezes a gente se esquece).
Nós nos encontramos saindo da cidade. Ele viu me viu o fotografando e posou. Do lado das coisas dele, na calçada, o aviso num cartaz: "Nunca vote em comunista".
Toda a cidade além da represa não existia quando saí pra estudar. E é outra urbanização, mais Centro-Oeste que Sudeste.
Mais.
Rio Preto.
😂
Pra mim não eram nem da anterior. Grave.
😂 Tive um branco de Barretos que também morou meses na lavanderia.
Um ano atrás, Paula Montero e eu publicamos no Nexo um texto sobre o que chamamos de metamorfose da esfera pública. O texto se mostrou um ponto de partida para outras produções, que têm elaborações um pouco mais detidas e maduras. Mas voltei a ele hoje. www.nexojornal.com.br/debates-tele...
A @folha.com recuperou a entrevista do Habermas ao Sergio Paulo Rouanet e à Barbara Freitag nos anos 1990. Muito legal!
www1.folha.uol.com.br/ilustrada/20...
*Estrutural*, claro. Estou longe de ser uma habermasiana, mas é bonito um autor monumental como Habermas se dobrar sobre o que escreveu, pensar o próprio pensamento reconhecendo seus limites etc.
"Mudança estrutura da esfera pública" é de 1962, se não me engano. O livro do Habermas repensando sua "Mudança estrutural" por causa da digitalização da comunicação é de 2022, acho. Na prática, foram 60 de teoria social rigorosa, imaginativa, abrangente e influente.
A distribuição da Lagoinha por estado. Ela está mais presente em Minas, mas vai se fazendo uma igreja nacional.