E se o poeta dos escravos ergueu a voz no passado,
Hoje sois vós, multidão pixelada, o verso em carne e osso:
Poetas do agora, condores repaginados,
Cuja asa é o dedo, cujo grito – um post aceso.
#NeoCastroAlves #CondorDaRede #Piticos
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