"Cinema Orly" (1999), de Luís Capucho, mistura autobiografia, relato etnográfico e literatura erótica da mais potente, o livro q eu e Renan Quinalha escolhemos nesse novo encontro do Clube do Livro LGBTI+. Quem vai se juntar a nós nessa leitura gozosa?
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Posts by Amara Moira
Quem nunca quis espiar dentro de um cinema pornô? Saber oq frequentadores fazem, como funciona, regras, proibições, as safadezas sem fim. Eis um livro em q tudo isso é apresentado em miúdos, de uma forma tão explícita que msm figuras q se acham liberais podem ficar chocadas.
🖊️ Wren’s pick: Amateur: A Reckoning of Gender, Identity, and Masculinity by Thomas Page McBee [nonfiction, memoir]
🖊️ T’s pick: So What if I’m a Puta by Amara Moira with Amanda De Lisio [nonfiction, essays]
two massive stacks of books on a wooden deck: stack one: Persona by Aoife Josie Clements A Shore Thing by Joanna Lowell Model Home by Rivers Solomon Wound From the Mouth of a Wound by Torrin A. Greathouse Females by Andrea Long Chu Make Room for Love by Darcy Liao Lsbn by Emma Jayne Trans/Rad/Fem by Talia Bhatt And Then the Gray Heaven by RE Katz The Subtweet by Vivek Shraya Time is the Thing a Body Moves Through by T. Fleischmann So What If I'm a Puta by Amara Moira Bad Houses by John Elizabeth Stintzi Brighter Than Scale, Swifter Than Flame by Neon Yang Welcome to Dorley Hall by Alyson Greaves Fierce Femmes & Notorious Liars by Kai Cheng Thom We Want it All: An Anthology of Radical Trans Poetics Sterling Karat Gold by Isabel Waidner Mega Milk by Megan Milks Blackwater by Jeanette Arroyo The Works of Vermin by Hiron Ennes Hot Girls with Balls by Benedict Nguyen A/S/L by Jeanne Thornton Us by Sara Soler Stone Fruit by Lee Lai stack two: Valerin the Fair by Rien Gray dd's Umbrella by Jungeun Hwang A Lady for All Seasons by TJ Alexander This Book is Full of Filth by Rosalarian Summer Fun by Jeanne Thornton A Natural History of Transition by Callum Angus The Goth House Experiment by SJ Sindu The Thirty Names of Night by Zeyn Joukhadar Orders of Service by Willie Lee Kinard III The Witch King by H.E. Edgmon The Sunforge by Sascha Stronach All the Hometowns You Can’t Stay Away From by Izzy Wasserstein Transanything by Ever Jones Short Film Starring My Beloved’s Red Bronco by K. Iver Life as a Unicorn by Amrou Al-Kadhi Amateur by Thomas Page McBee The Future is Disabled by Leah Lakshmi Piepzna-Samarasinha Femmedom Gangbang Erotica by Esmerelda Quick Gospels for the Tongue-Tied by Qetsi'ah Joachim-Baggott Pig by Sam Sax There Are Trans People Here by H. Melt Real Sugar is Hard to Find by Sim Kern Kisses for Jet by Joris Bas Backer Frighten the Horses by Oliver Radclyffe Woodworking by Emily St. James Son of the Morning by Akwaeke Emezi
#TransRightsReadathon booksmaxxing
Imagina poder pensar traduções que colocassem em questão o léxico lgbt de vários momentos da nossa história? 😍
Melhores expressões kkkk
(Para contribuir com a visibilidade q o bajubá vem conquistando (oq tem nos permitido até imaginar a língua como patrimônio imaterial brasileiro), vou começar a trazer registros preciosos q documentam a história centenária dessa instigante criação das bichas brasileiras.)
Não fosse por isso, não teríamos como saber que palavras como "ocanha", "edir", "cheque" e "baculelê" estavam já na boca das bichas desde pelo menos a década de 1970.
Agradeço ao amigo Remom Matheus Bortolozzi por compartilhar comigo o precioso material.
Notem q, no final, a matéria traz a tradução de frases em bajubá e boa parte delas não faz muito sentido. Daí, de duas uma: ou xoxaram o repórter na hora de explicar ou ele, pensando na censura (era Ditadura, lembram?), deu um truque para pelo menos poder registrar as palavras.
Existem registros de uma "linguagem das bichas" antes disso (entre os anos de 30 e 70), mas o léxico era bastante distinto, envolvendo basicamente apropriações de palavras do próprio português e de línguas europeias que gozavam de prestígio no Brasil (como o francês e o inglês).
Na Manchete 1.231 (22/11/1975), temos um "Pequeno vocabulário para quem quer entender a linguagem dos entendidos" ("entendido" era eufemismo pra LGBT no sXX). O glossário é um divisor de águas, pois é talvez o registro mais antigo da influência das línguas de terreiro no bajubá.
O músico Salvador Sobral retirou todos os álbuns da plataforma de streaming Spotify – “a que paga pior aos autores” e promove música criada por IA – consciente de que a decisão pode ser prejudicial para a sua carreira.
👉Lê aqui: comunidadeculturaearte.com/entrevista-s...
🏳️⚧️ Hoje é Dia Nacional da Visibilidade Trans e a pergunta é simples, mas potente: quais pessoas trans te inspiram? 🏳️⚧️
💖 O que não falta são histórias de coragem, afeto e resistência, que atravessam a cultura, a política, a arte e o cotidiano. Histórias de gente que muda o mundo só por ser quem é.
Sim, vai ter mesa comigo e Isabella Miranda sobre literatura travesti aqui em Belém (com mediação de Flores Astrais) e também nossa oficina de bajubá. No mês da visibilidade trans, quem quiser aprender mais sobre essa língua babadeira já sabe onde ir. Esperamos vocês lá!
Certa tá uma amiga q se jogou na putaria recentemente y falou: "o mundo já vai acabar mesmo, pelo menos vou fazer td oq quero na vida"
Diva irretocável
Tão com saudades do nosso Clube do Livro LGBTI+? Pois eu e Renan Quinalha logo mais estaremos de volta! O próximo encontro é no dia 28/01, última quarta do mês, e será sobre a obra monstruosa da Mercedes Sonsa: "Dedo no cru y gritaria" (Editora Urutau, 2022).
Ficou com vontade de se juntar a nós? Pois ainda dá tempo. Todo mês atualizaremos os valores para quem quiser pegar o bonde andando poder se deliciar com a gente. Bora?
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Pornografia baixa, suja, com situações hilárias, tensas e tesudas se sucedendo o tempo todo e, em paralelo a isso, um trabalho gozoso com a linguagem. É dificílimo escrever putaria sem soar brega, quero ver o que vcs vão achar da Mercedes.
Tão com saudades do nosso Clube do Livro LGBTI+? Pois eu e Renan Quinalha logo mais estaremos de volta! O próximo encontro é no dia 28/01, última quarta do mês, e será sobre a obra monstruosa da Mercedes Sonsa: "Dedo no cru y gritaria" (Editora Urutau, 2022).
Eu publiquei dois contos com protagonistas transmasc, mas são contos. O primeiro se chama "Luan Ângelo" e saiu na antologia "Partes de uma casa" (TAG Livros, 2021), o outro é "Quer trocar?", na antologia "O corpo desvelado" (CEPE editora, 2022).
Tem um que eu suspeito (pelas resenhas) que seja uma figura transmasculina, mas é muito raro e eu nunca consegui encontrar um exemplar. Se chama "O terceiro sexo" (1930), do Odilon Azevedo. Parece que um dos protagonistas, o Alemão, é sapatão ou talvez transmasc, aos olhos de hj.
a amara moira tem um texto bem bacana sobre isso!! o Diadorim querendo ou não tem uma experiência de vida de um homem trans. mas isso é bem vago porque é uma das leituras possíveis né, ele não é canonicamente trans
Over 275 authors, editors, critics and diehard readers came together over the last month to vote on their favorite transfeminine books of the year.
It's my honor to present the 2025 TFR Reader's Choice Awards!
Congratulations to the winners, and thank you to everyone who voted 🩷
🎙️ NO AR | O Pauta Pública desta semana recebe a ativista e escritora Amara Moira, que junto com Andrea Dip, abordam a importância do Bajubá para o pertencimento de pessoas trans no Brasil. Ouça: http://dlvr.it/TPn32S
Gostaram? Pois saibam que ainda dá tempo de se juntar ao Clube. Os encontros ficam gravados e temos mais 5 obras fabulosas pela frente. Bora desbravar esse universo das produções literárias LGBTI+? O link com mais informações é esse aqui:
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Reinvenção do passado por um prisma dissidente, sentidos de etiquetar uma obra como literatura LGBTI+, papel da representatividade, dos finais felizes, tensões entre ficção e documentos históricos, eis alguns dos pontos q abordamos e q ficarão reverberando aqui na minha cabeça!
Ontem aconteceu o encontro inaugural do Clube do Livro LGBTI+ meu e do @RenanQuinalha. Mais de 50 pessoas ao vivo, gentes em vários continentes trazendo insights luminosos e, no final, o próprio Alexandre Vidal Porto entrando para contar sobre essa obra magistral q é "Sodomita".
Ebaaa
Quarta agora (10/12), acontece o 1° encontro do Clube do Livro LGBTI+ q eu e @RenanQuinalha criamos. A obra de estreia será "Sodomita", de Alexandre Vidal Porto, e convidamos Luiz Mott para contextualizar a obra. Ainda dá tempo de se inscrever, aliás:
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