Advertisement · 728 × 90
#
Hashtag
#AutoEsporte
Advertisement · 728 × 90
Preview
6 carros usados da Honda com câmbio automático a partir de R$ 44 mil A Honda construiu, ao longo dos anos, uma forte reputação no Brasil quando o assunto é câmbio automático. Não importa se a caixa é automática convencional com conversor de torque ou CVT, os modelos da marca são conhecidos pelo funcionamento suave e pela durabilidade, dois fatores que pesam bastante na hora da compra de um usado. No Mercado Livre, essa reputação se traduz em ampla oferta e boa valorização de carros automáticos da Honda, que vão de compactos urbanos a sedãs médios e SUVs. A seguir, reunimos seis modelos da fabricante equipados com esse tipo de transmissão. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de janeiro de 2026. Confira! 1. Honda City — a partir de R$ 43.900 Honda City de primeira geração nacional tem bom espaço interno e porta-malas grande Divulgação Na primeira geração, o Honda City já se destacava pelo bom aproveitamento de espaço e pela mecânica refinada. O sedã usa motor 1.5 flex aspirado, com 116 cv de potência e 15,3 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de cinco marchas com conversor de torque, conhecido pela suavidade nas trocas e robustez a longo prazo. Pelo Inmetro, o consumo oficial é de 11,3 km/l na cidade e 13,1 km/l na estrada, com gasolina. O entre-eixos de 2,55 metros favorece o espaço no banco traseiro, enquanto o porta-malas de 506 litros está entre os maiores do segmento. Nos anúncios do Mercado Livre, o City automático aparece a partir de R$ 43.900, geralmente em unidades entre 2010 e 2014. O perfil é de sedã confortável para uso diário e viagens, com airbags frontais, freios ABS, ar-condicionado digital, direção elétrica, volante multifuncional, piloto automático e bancos em couro nas versões EXL. É uma escolha comum entre quem busca conforto e confiabilidade, sem partir para carros maiores. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Honda Fit — a partir de R$ 47.900 Honda Fit Twist é uma versão aventureira com visual robusto e interior prático Divulgação/Honda O Fit da segunda geração combina soluções práticas com um conjunto mecânico bastante equilibrado. O hatch utiliza o motor 1.5 flex, com 116 cv e 15,3 kgfm, trabalhando com câmbio automático de cinco marchas com conversor de torque, anterior à adoção do CVT no modelo. Pelo Inmetro, o consumo oficial é de 11,5 km/l na cidade e 14 km/l na estrada, com gasolina. O porta-malas tem 363 litros, mas ganha versatilidade com o sistema de bancos traseiros moduláveis. No Mercado Livre, há anúncios do Fit automático a partir de R$ 47.900, em geral de modelos 2013 a 2015. O perfil é urbano e multifuncional, com destaque para a facilidade de uso e boa visibilidade. A versão Twist costuma trazer airbags frontais, ABS, ar-condicionado, direção elétrica, vidros e travas elétricas, volante multifuncional e sistema de som com Bluetooth, além de acabamento diferenciado em relação às versões básicas. Initial plugin text 3. Honda CR-V — a partir de R$ 64.900 Honda CR-V de terceira geração já tem motor 2.0 flex Divulgação A terceira geração do CR-V marcou a consolidação do SUV médio como carro familiar. Na versão LX 4x2, o modelo usa o motor 2.0 flex aspirado, com 155 cv de potência e 19,5 kgfm de torque, combinado ao câmbio automático de cinco marchas com conversor de torque, priorizando conforto e silêncio ao rodar. Segundo o Inmetro, o consumo é de 9,7 km/l na cidade e 11,2 km/l na estrada, com gasolina. A altura do solo é de cerca de 18 cm e o porta-malas comporta 589 litros. Nos anúncios do Mercado Livre, os preços partem de R$ 64.900, principalmente para a versão 4x2, embora existam unidades 4x4, mais raras e valorizadas. O CR-V tem perfil claramente familiar e rodoviário, com controle de estabilidade, airbags frontais, ar-condicionado digital, piloto automático, direção elétrica e bom nível de conforto, sendo menos indicado para quem busca baixo consumo no uso urbano. 4. Honda HR-V — a partir de R$ 74.900 O Honda HR-V é um SUV muito popular com design sofisticado e moderno Divulgação O HR-V foi um dos primeiros SUVs compactos a apostar no câmbio CVT no Brasil. Na primeira geração, o motor 1.8 flex aspirado entrega 140 cv e 17,4 kgfm, trabalhando com uma transmissão de variação contínua, focada em suavidade e eficiência. Pelo Inmetro, o consumo oficial é de 10,5 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada, com gasolina. Além disso, a altura do solo é de 17,5 cm e o porta-malas oferece 437 litros. Os anúncios começam a partir de R$ 74.900 no Mercado Livre, normalmente em versões mais completas. O HR-V tem perfil urbano, com posição de dirigir elevada e rodar confortável. Sua versão EXL costuma reunir airbags frontais e laterais, controle de estabilidade, ar-condicionado digital, central multimídia, volante multifuncional, câmera de ré e bancos em couro. O modelo é um dos CVTs mais bem aceitos do mercado de usados. 5. Honda Accord — a partir de R$ 88.900 Honda Accord de nona geração foi a última com motor aspirado sem eletrificação Divulgação O Accord da nona geração, lançado em 2013, representa o lado mais sofisticado da Honda. Na versão EX, o sedã utiliza o motor 2.4 aspirado, com 174 cv de potência e 23 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de cinco marchas com conversor de torque, claramente calibrado para conforto em estrada. Pelo Inmetro, o consumo oficial é de 9,3 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada, com gasolina. O entre-eixos mede 2,80 metros e o porta-malas tem 461 litros. Nos anúncios do Mercado Livre, o Accord automático aparece a partir de R$ 88.900, em geral bem equipado. O perfil é de sedã rodoviário e executivo, com ar-condicionado digital dual zone, bancos em couro com ajustes elétricos, airbags frontais e laterais, controle de estabilidade, piloto automático e alto nível de isolamento acústico, atraindo quem prioriza conforto acima de consumo. 6. Honda Civic — a partir de R$ 91.900 Honda Civic foi a geração com visual mais ousado até hoje Divulgação/Honda O Civic da décima geração (G10) marcou a transição definitiva do modelo para o câmbio CVT nas versões aspiradas. Na configuração EXL, o motor 2.0 flex aspirado entrega 155 cv e 19,5 kgfm, trabalhando com uma transmissão que privilegia suavidade e eficiência energética. Segundo o Inmetro, o consumo oficial é de 11,6 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada, com gasolina. O entre-eixos de 2,70 metros amplia o espaço interno e o porta-malas chega a 519 litros. Vale lembrar que existe também a versão Touring, equipada com motor 1.5 turbo, mais potente e cara. No Mercado Livre, os anúncios do Civic automático partem de R$ 91.900, sobretudo em unidades 2017 e 2018. O perfil é de sedã médio moderno e confortável, com seis airbags, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado digital, central multimídia com espelhamento de smartphone, volante multifuncional e bom nível de acabamento, mantendo o Civic como uma das referências entre os automáticos usados da Honda. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a janeiro de 2026.
0 0 0 0
Preview
Flagra: novo Jeep Renegade vai mudar mais por dentro do que por fora Aguardada desde meados do ano passado, a reestilização de meia-vida programada pela Jeep para o Renegade está cada vez mais perto de chegar ao mercado. Flagras de protótipos camuflados têm se tornado constantes e confirmam que as novidades devem ser mais intensas na cabine. Nas imagens mais recentes, publicadas pelo perfil @placaverde, é possível notar uma nova central multimídia e detalhes do painel inspirados no Compass. A nova tela será do tipo tablet e posicionada em um ângulo otimizado para facilitar a visualização por parte do motorista. Será, na prática, o mesmo modelo já adotado por Compass e Commander. Junto com a nova central, a reestilização também dará o Renegade saídas de ventilação redesenhadas, melhorias em detalhes do acabamento e lista de equipamentos atualizada. Novo Jeep Renegade terá multimídia tipo tablet Reprodução/Instagram @placaverde e @renegadooverlander Por fora, o facelift seguirá o típico padrão de mudanças de meia-vida, ou seja, dará ao SUV compacto para-choques renovados, grade frontal redesenhada (mantendo o tradicional estilo de sete fendas) e rodas inéditas. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. Versão híbrida do Renegade vem aí Mecanicamente, a grande novidade do Renegade reestilizado será a estreia de uma versão híbrida. Segundo o Autos Segredos, o sistema em questão será do tipo híbrido leve de 48 volts (MHEV) e estará presente também na picape Fiat Toro. O conjunto será formado pelo motor 1.3 turbo associado com dois propulsores elétricos, sendo um para substituir o alternador e outro ligado ao câmbio. Jeep Renegade receberá sua terceira reestilização no Brasil Renato Durães/Autoesporte A expectativa é de que o conjunto proporcione ganhos importantes em economia de combustível, atuando principalmente em situações de trânsito intenso. Nestes casos, o gerenciamento eletrônico do conjunto priorizará o uso do modo elétrico no chamado 'anda e para' dos engarrafamentos. Para outras situações, haverá os modos híbrido e térmico. Initial plugin text A própria Stellantis já confirmou que produzirá três carros híbridos na fábrica de Goiana (PE) em 2026, sendo o Renegade o primeiro da lista. Depois, virão Compass, Commander e Fiat Toro. Todos carregarão o sobrenome "Bio-Hybrid" e serão fruto do investimento de R$ 13 bilhões anunciado para a fábrica pernambucana até 2030. Jeep Avenger será lançado em breve para ficar abaixo do Renegade Divulgação Jeep Renegade conviverá com o Avenger Além de deixar o Renegade atualizado diante da concorrência, o facelift servirá para reposicioná-lo dentro do portfólio. Isso porque o papel de SUV mais barato da Jeep no Brasil passará a ser desempenhado por outro modelo a partir de 2026: o Avenger. O novato já é vendido na Europa e está confirmado para chegar por aqui no ano que vem com produção concentrada na fábrica de Porto Real (RJ). A expectativa é de que a Stellantis pratique preços competitivos, abrindo espaço no andar de cima para o Renegade renovado e com motorização eletrificada. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
Prova da baliza não será obrigatória para tirar CNH em SP e mais 4 estados Depois de aprovar o fim da obrigatoriedade da autoescola, as regras continuam mudando para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A partir desta segunda-feira (26), a baliza não será mais obrigatória durante o exame prático em alguns estados brasileiros. O fim da prova já foi confirmado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de cinco estados: Amazonas, Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul. De acordo com apurações da Autoesporte, a dispensa da etapa também deve ser anunciada em breve em outras localidades. Por outro lado, Acre, Bahia, Paraíba, Sergipe e Rondônia vão continuar exigindo a baliza. Isso é possível porque cada orgão permanece responsável pela definição de suas próprias normas. Desta forma, nesses cinco estados, a avaliação do exame prático passa a ser realizada exclusivamente em percurso, sob acompanhamento do examinador de trânsito do Detran. Ou seja, a baliza, manobra técnica de estacionar um veículo em uma vaga paralela à guia, não é mais avaliada. Baliza não será mais obrigatóia em alguns estados do Brasil Getty Images "O trajeto do exame prático permanece conforme o modelo atualmente praticado, contemplando, entre outros aspectos, as conversões à direita e à esquerda; o uso correto de seta; a realização do procedimento de “parada” em local permitido; bem como a condução segura e responsável nas demais condições normais de trânsito", informa o Detran-SP. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Outras mudanças na prova prática da CNH No Mato Grosso do Sul, por exemplo, a prova prática terá que ter duração mínima de 10 minutos. Neste período, os avaliados terão que executar seis conversões à esquerda, seis conversões à direita, três estacionamentos laterais, percurso em linha reta de, no mínimo, mil metros e dois retornos, inclusive em canteiro central, quando possível. Além disso, o exame continua sendo feito em vias públicas urbanas ou rurais, pavimentadas ou não. Nos municípios com mais de um bairro autorizado, o local terá que ser definido por sorteio. Limite de pontos que podem ser atingidos na prova prática está maior Getty Initial plugin text Junto disso há outra mudança importante: o aumento do limite de pontos que podem ser atingidos durante o exame prático. Anteriormente, o candidato poderia perder até 3 pontos, com faltas classificadas como leves (1 ponto), médias (2 pontos) e graves (3 pontos). Com a nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o candidato agora pode perder até 10 pontos, dependendo da regra escolhida pelo Detran. A classificação dos erros passa a ser alinhada com as infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB): infração leve (1 ponto), média (2 pontos), grave (4 pontos) e gravíssima (6 pontos). Câmbio automático poderá ser utilizado na prova prática da CNH Divulgação A mesma resolução ainda eliminou a obrigatoriedade de carros com câmbio manual para a prova prática da CNH a partir de 2026. Porém, a partir de agora, os candidatos também poderão utilizar veículos com câmbio automático em alguns estados, como é o caso de São Paulo. O exame poderá ser interrompido pela comissão de exame de direção veicular quando o candidato demonstrar incapacidade técnica para dar continuidade segura ao trajeto ou apresentar instabilidade emocional ou comportamento incompatível. Prova prática para tirar CNH está com novas regras Divulgação Se reprovado, o candidato poderá submeter-se a novas avaliações, sem limitação de tentativas, até alcançar a aprovação. Além disso, a segunda tentativa poderá ser agendada no mesmo dia, mediante agendamento, e sem a cobrança de taxas adicionais. Importante lembrar que nem todas as normas já estão em vigor em todos os estados porque os órgãos de trânsito precisam adequear seus sistemas. O ideal é fazer uma consulta no Detran do seu estado para entender como está a situação. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
Jetour S06 PHEV é novo SUV híbrido contra BYD Song Plus e GWM Haval H6 Depois de lançar a Omoda Jaecoo com operação independente da Caoa, o Grupo Chery apresentou nesta segunda-feira (26) o primeiro carro da Jetour , o S06 PHEV, que é SUV híbrido plug-in para brigar com BYD Song Plus e GWM Haval H6. O modelo será vendido em duas versões: Advance (R$ 199.900) e Premium (R$ 229.900). Além dele, outros dois SUVs, com pegada aventureira, também serão apresentados essa semana: T1 e T2. Os preços do S06 PHEV são promocionais, porém, a marca não diz até quando esses valores vão durar. De qualquer modo, a pré-venda começa semana que vem e dura até março, que é quando as entregas começam a acontecer. Jetour S06 tem porte de Ford Territory Divulgação/Jetour Para garantir o S06 na pré-venda, o cliente precisa ir a uma concessionária Jetour, ou entrar em contato pelos canais oficiais das lojas autorizadas, e efetuar um sinal de R$ 5 mil — independentemente da versão — para reservar sua unidade. O valor do sinal será abatido do preço final do carro no momento do faturamento. Por que o GWM Haval H6 é líder isolado de vendas? Como é o Jetour S06 PHEV O S06 PHEV tem 4,61 metros de comprimento, 1,91 m de largura, 1,69 m de altura, 2,72 m de entre-eixos e 416 litros de capacidade no porta-malas. O porte é similar ao de um Ford Territory. O modelo usa a mesma plataforma de Caoa Chery Tiggo 7 e Jaecoo 7. Jetour S06 PHEV tem 315 cv de potência Divulgação/Jetour Seu motor é o 1.5 turbo a gasolina de quatro cilindros que equipa vários modelos do grupo Chery no Brasil, como o Tiggo 5X. O propulsor com injeção direta rende 135 cv e 20,4 kgfm. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. Por se tratar de um veículo híbrido plug-in — que pode ser carregado na tomada — o Jetour S06 outro motor elétrico de 203 cv e 31,1 kgfm. A potência combinada fica em 315 cv e o torque de 52 kgm. O câmbio é DHT de uma marcha com múltiplas variações simuladas. E, de acordo com a marca, o utilitário acelera de 0 a 100 km/h é feita em 7,8 segundos. Jetour S06 PHEV faz de 0 a 100 km/h em 7.9 segundos Divulgação/Jetour A bateria é de 19,4 kWh e pode ser carregada em estações de carregamento rápido (DC), com capacidade de receber até 40 kW, ou em corrente alternada (AC), com potência de até 6,6 kW. E, de acordo com o Inmetro, seu consumo é de 14 km/l na cidade e 12,6 km/l na rodovia, atuando somente com motor a gasolina. Já a autonomia no modo puramente elétrico o SUV roda 70 km. Seguindo as normas do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), o S06 percorre, 36,2 km/l e na cidade e 28,9 km/l e no ciclo rodoviário com os dois motores trabalhando juntos. Initial plugin text São oito anos de garantia para bateria e motor elétrico (ou 160 mil km, o que ocorrer primeiro) e sete anos ou 150 mil km para o veículo. O S06 chega ao mercado brasileiro disponível em cinco cores de carroceria (Branco Snow, Preto Carbon, Prata Cosmic, Cinza Rock e Verde Aurora) e duas opções de acabamento interno: cinza com azul e cinza com creme. Exclusivo: Lepas é nova marca chinesa de carros que chega ao Brasil em 2026 Equipamentos Jetour S06 tem uma enorme tela da central multimídia Divulgação/Jetour Como um bom carro chinês, o S06 tem ótimo acabamento interno, com painel emborracho, e bancos com imitação de couro. A Jetour não revela a quantidade de airbags e o vários sistemas de segurança, como controle de cruzeiro adaptativo, alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa e alerta de ponto cego estão somente na versão Premium. Advance: chave presencial com partida remota do motor (à distância), ar-condicionado digital de duas zonas com saída de ar para os bancos traseiros, acabamento interno em couro sintético, central multimídia com tela de 12,8 polegadas sensível ao toque e conexão sem fio de Apple CarPlay e Android Auto sem fio, cinco portas USB (três tipo C e duas tipo A), sensor de estacionamento traseiro, banco do motorista com ajustes elétricos, três modos de condução (Economy, Comfort e Sport), câmera 360º, faróis e lanternas de LED e rodas de liga leve de 18 polegadas. Premium: tudo da versão anterior + tela central multimídia de 15,6 polegadas, bancos dianteiros com aquecimento e resfriamento, banco do motorista com 10 ajustes elétricos e função memória, sensores dianteiros de estacionamento, câmera 540º, rodas de liga leve de 20 polegadas e pacote de segurança com nível 2 de recursos ADAS descrito acima. Estrutura da Jetour no Brasil Jetour já prometeu produção nacional Divulgação/Jetour A Jetour prometeu investir em produção nacional, que pode ter início no fim desse ano ou a partir de 2027. O local ainda está indefinido e estão negociando com dois possíveis pontos. E até do do ano eles terão seis carros no portfólio: além do S06 eles vão lançar mais um SUV urbano e outros dois aventureiros, com a pegada de T1 e T2. Em primeiro momento, os modelos devem ser montados em regime SKD, que costuma ser mais rápido e barato de implantar, servindo de porta de entrada de uma marca em novos mercados. Seria um dos 15 pontos de montagem globais que eles pretendem ter até 2030. O objetivo é produzir 600 mil carros por ano fora da China, quase dobrando a capacidade atual. Os carros da Jetour chegam pelo porto de Vitória (ES) Divugação/Jetour Antes da nacionalização, os carros da Jetour chegam porto de Vitória (ES). A empresa frisa que tem centro de distribuição em Cajamar (SP) com 90 mil peças de reposição para atender aos primeiros clientes. Até o final de fevereiro serão quatro pontos de venda e exibição, como em shoppings. Em meados de março serão 60 pontos e no final do ano 100 pontos, de acordo com a Jetour. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
Volkswagen Jetta: veja 5 opções do sedã médio a partir de R$ 52 mil Ao longo de diferentes gerações, o Jetta construiu uma trajetória sólida no Brasil ao combinar porte de sedã médio, bom espaço interno e ampla variedade de versões. Isso faz com que, atualmente, o mercado de usados ofereça desde configurações mais racionais até opções com proposta esportiva, com diferenças marcantes de motor, equipamentos e posicionamento. A seguir, reunimos cinco versões do Volkswagen Jetta encontradas no Mercado Livre, sempre do menor para o maior preço, considerando o valor mais baixo entre os anúncios disponíveis. Não se trata de um anúncio específico, mas de uma leitura do conjunto de ofertas da plataforma, contextualizando gerações e destacando o que cada versão entrega como usada. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de janeiro de 2026. Confira a lista! 1. Volkswagen Jetta Comfortline — a partir de R$ 51.900 O Volkswagen Jetta Comfortline é equipado com motor 2.0 aspirado a combustão Divulgação/Volkswagen A versão Comfortline pertence à segunda geração do Jetta, lançada em 2011, quando o modelo passou a ocupar definitivamente o segmento de sedãs médios. O conjunto mecânico é o motor 2.0 aspirado a combustão, com 120 cv e 18,4 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de seis marchas. O entre-eixos de 2,65 metros garante bom espaço interno, enquanto o porta-malas de 510 litros segue como um dos maiores da categoria. Nos anúncios do Mercado Livre, há unidades a partir de R$ 51.900, principalmente entre os anos de 2011 e 2014. A lista de equipamentos é um dos pontos fortes, com seis airbags, controle de estabilidade, ar-condicionado digital automático, piloto automático, volante multifuncional com ajustes, computador de bordo, direção elétrica e rodas de liga leve. Como usado, é uma escolha equilibrada para quem busca conforto, espaço e manutenção previsível. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Volkswagen Jetta Highline — a partir de R$ 54.900 Volkswagen Jetta Highline é equipado com câmbio automático de dupla embreagem Divulgação Também da segunda geração, o Jetta Highline já se posicionava acima do Comfortline, trazendo proposta mais refinada e desempenho superior. O motor é o 2.0 TSI turbo, com 211 cv e 28,6 kgfm de torque, sempre combinado ao câmbio automatizado de dupla embreagem DSG de seis marchas. Com esse conjunto, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 6,5 segundos, número que ainda impressiona. No Mercado Livre, os preços partem de R$ 54.900, com maior oferta entre modelos de 2012 a 2014. O pacote inclui seis airbags, controle de estabilidade, ar-condicionado digital de duas zonas, bancos em couro, faróis de xenônio, sensor de chuva, sensor de estacionamento, piloto automático e sistema multimídia. É uma opção interessante para quem quer desempenho e conforto em um pacote já bem conhecido. Initial plugin text 3. Volkswagen Jetta Trendline — a partir de R$ 63.900 O consumo do Volkswagen Jetta Trendline fica em torno de 9,6 km/l na cidade e 13,9 km/l na estrada. Divulgação/Volkswagen Após o facelift de 2015, a versão Trendline passou a ocupar a base da gama da segunda geração reestilizada, com foco em custo-benefício. O motor passou a ser o 1.4 TSI turbo de 150 cv e 25,5 kgfm, associado ao câmbio automático Tiptronic de seis marchas. O consumo é um dos principais pontos de melhora em relação ao antigo 2.0, com médias próximas de 9,6 km/l na cidade e 13,9 km/l na estrada, segundo o Inmetro. No Mercado Livre, anúncios aparecem a partir de R$ 63.900, geralmente dos anos de 2015 a 2017. A versão traz seis airbags, controle de estabilidade, ar-condicionado, direção elétrica, volante multifuncional, central multimídia com espelhamento e bom nível de conforto geral. Como usado, é indicado para quem busca eficiência e tecnologia sem subir demais o orçamento. 4. Volkswagen Jetta R-Line — a partir de R$ 102.900 O Volkswagen Jetta R-Line acelera de 0 a 100 km/h ocorre em cerca de 8,6 segundos. Divulgação/Volkswagen O Jetta R-Line já faz parte da terceira geração, lançada em 2018, com plataforma mais moderna e dimensões maiores. O motor é o 1.4 TSI de 150 cv e 25,5 kgfm, combinado ao câmbio automático Tiptronic de seis marchas. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em cerca de 8,6 segundos, com consumo na casa de 10 km/l na cidade e 14 km/l na estrada. No Mercado Livre, os preços começam em torno de R$ 102.900, principalmente entre unidades 2019 e 2020. A versão R-Line se destaca pelo visual esportivo e pela lista de equipamentos, com seis airbags, controle de cruzeiro adaptativo, alerta de colisão, ar-condicionado digital de duas zonas, painel digital, central multimídia avançada e acabamento diferenciado. É uma opção moderna e bem equipada. 5. Volkswagen Jetta GLI — a partir de R$ 139.900 O Volkswagen Jetta GLI é vendido no Mercado Livre a partir de R$ 139.900. Divulgação/Volkswagen Histórico de Versões Topo de linha da terceira geração, o Jetta GLI é a versão mais esportiva já vendida oficialmente no Brasil. O motor 2.0 TSI entrega 230 cv e 35,7 kgfm, acoplado ao câmbio DSG de sete marchas. O sedã acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 6,7 segundos, mantendo bom nível de eficiência para a proposta. O entre-eixos é de 2,68 metros, e o porta-malas leva 510 litros. No Mercado Livre, há unidades anunciadas a partir de R$ 139.900, geralmente dos anos de 2019 em diante. A lista de equipamentos é completa, com seis airbags, controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma, ar-condicionado digital, bancos esportivos, painel digital configurável, multimídia com espelhamento e diferencial eletrônico. É o Jetta mais caro da lista, mas também o mais completo e potente. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a janeiro de 2026.
0 0 0 0
Preview
Ford Everest será lançado no Brasil após produção cancelada na Argentina? Apesar de ter anunciado que não produzirá o Everest na fábrica de General Pacheco (Argentina), a Ford continua firme nos planos de lançar o SUV no Brasil. Em conversa com Autoesporte durante o Salão de Detroit, o CEO da marca na América do Sul, Martín Galdeano, confirmou que o modelo segue no radar e com grandes chances de desembarcar por aqui. A própria Ford constatou que há bastante público para o modelo no Brasil e adiantou que trabalha para trazer o Everest ao país. A expectativa é que a marca aproveite o sucesso da Ranger no mercado e posicione o SUV de forma estratégica para concorrer com Toyota SW4, Chevrolet Trailblazer, Mitsubishi Pajero Sport e GWM Haval H9. A ideia inicial era produzir o modelo na Argentina ao lado da Ranger e abastecer toda a região no mesmo esquema que a Toyota já faz com o SW4. No entanto, os planos foram cancelados em razão dos altos impostos cobrados no país vizinho. Agora, o Everest deve chegar ao Brasil a partir da Tailândia, de onde já sai para diversos mercados globais. “Nós estamos trabalhando nisso. Eu quero o Everest no Brasil e sei que muita gente também quer, então está nos nossos planos. Confia que queremos [o carro] por lá”, disse Martín Galdeano, CEO da Ford na América do Sul. Ford Everest é rival direto do Toyota SW4 Divulgação + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Everest é versão SUV da Ranger Baseado na arquitetura T6 da Ranger, o Everest é um típico “SUV raiz” construído com chassi separado da carroceria. Além da plataforma, o modelo compartilha com a picape média os motores, peças externas da carroceria, painel e diversos outros componentes mecânicos. Ford Everest tem praticamente o mesmo design da Ranger na dianteira Divulgação/Ford A suspensão dianteira é basicamente a mesma nos dois veículos, mas o Everest se diferencia por oferecer uma configuração mais confortável. Isso porque o conjunto traseiro dispensa os feixes de molas da picape e adota molas helicoidais e barra estabilizadora, mantendo o eixo rígido. Em dimensões, o Everest mede 4,91 metros de comprimento, 1,92 m de largura, 1,84 m de altura e 2,90 m de entre-eixos. Em comparação com o SW4, é quase 12 cm mais comprido. Painel do Everest é compartilhado com a irmã Ranger Divulgação/Ford Motores do Everest No mercado internacional, o SUV é vendido com motores 2.0 diesel biturbo de 210 cv de potência e 51 kgfm de torque ou 3.0 V6 turbodiesel de 250 cv e 61,2 kgfm de força. Em todos os casos o câmbio é sempre automático de 10 marchas. A tração é 4x2 ou 4x4 nas versões de entrada e sempre 4x4 nos modelos de topo. Dados de fábrica indicam capacidade de reboque de 3.500 kg. Ford Everest leva até sete passageiros Divulgação Outra opção é o motor 2.3 turbo EcoBoost a gasolina de 300 cv e 45,4 kgfm de torque, também associado ao câmbio automático de 10 marchas e à tração 4x4 (incluindo reduzida e bloqueio do diferencial). O propulsor é o mesmo já usado em modelos como F-150, Mustang, Bronco e até pela própria Ranger em alguns mercados estrangeiros. No Brasil, a Ford já confirmou que este motor será flex e passará a ser usado por duas versões da Ranger em breve: a aventureira Tremor e a aguardada híbrida plug-in. A oferta do mesmo powertrain no Everest é uma possibilidade, conforme apurado por Autoesporte. Ford Everest tem receita de "SUV raiz" com chassi separado da carroceria Divulgação Internamente, o Everest tem o mesmo painel da irmã picape, mas com espaço otimizado para os passageiros. O modelo leva até sete ocupantes, como os principais concorrentes, e tem porta-malas com capacidade para 259 ou 898 litros, dependendo da configuração dos assentos. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
Nova Toyota Hilux se inspira em picape gringa que é sucesso de vendas A nova geração da Toyota Hilux foi apresentada nos últimos momentos de 2025. A picape média já chegou ao Sudeste Aisático e na Europa, e está prevista para estrear no Brasil ainda este ano. O curioso é que foi durante o Salão de Detroit (EUA) que Autoesporte conheceu a caminhonete que, de certa forma, inspirou a nova Hilux: a Toyota Tacoma, que é vendida em mercados como Estados Unidos e Canadá. Nos Estados Unidos, a Tacoma foi a picape mais vendida do segmento médio em 2025. Segundo dados dos parceiros da Marklines, foram emplacadas 274.638 unidades, fazendo dela o terceiro veículo mais popular da Toyota naquele mercado, superando inclusive o Corolla. Voltando à comparação com a "nossa" picape, a nona geração da Hilux traz um visual externo bem mais quadrado, com linhas retas e robustas, assim como acontece na irmã maior — que também é uma picape média, mas com medidas maiores. No entanto, a inspiração (de fato) aconteceu no interior. Como podem ver nas imagens abaixo, a Hilux herdou alguns detalhes da Tacoma. Na primeira foto, vemos a cabine da nova geração da Toyota Hilux. Na segunda, a cabine da Tacoma Initial plugin text Claro que, no primeiro caso, o desenho em geral é mais moderno, até porque a Hilux chegou depois. No entanto, podemos ver que o estilo é similar no conjunto de telas com a central multimídia flutuante, as saídas de ar horizontais e o volante mais encorpado. Além disso, as linhas retas e o painel demarcado também serviram de influência. O que mais chama atenção, inclusive, é o fato do novo desenho da cabine ser muito diferente da geração atual da Hilux, que está à venda no Brasil desde 2015. O que é bom, já que, embora seja campeã nas vendas no segmento das médias no mercado nacional, a Hilux tem um projeto antigo e fica atrás das rivais quando o assunto é modernidade e lista de equipamentos. Nova Toyota Hilux terá versões voltadas ao trabalho com câmbio manual Toyota confirma: todos os seus carros terão versão híbrida flex no Brasil Toyota Tacoma 2026 é irmã da Hilux, mas destinada para mercados como Estados Unidos e Canadá Jady Peroni/Autoesporte Tanto que, conforme adiantado por Autoesporte nesta reportagem, a Toyota renovou o modelo com a mesma receita que a Chevrolet aplicou na S10: preservou a plataforma IMV e a estrutura geral da cabine (incluindo o formato das portas), atualizando o design da dianteira, da traseira e do painel. Aqui, vale um reforço de que a plataforma da Tacoma é diferente, sendo a TNGA-F, que também serve de base para a Tundra. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. Na Ásia, a Toyota Hilux de nova geração estreou com opções elétrica, híbrida leve (MHEV) e com célula de combustível hidrogênio. Autoesporte, no entanto, pode confirmar que a marca vai apostar na versão híbrida com sistema de 48 Volts para ao nosso mercado até o fim de 2026, preservando a promessa de que todos os seus veículos terão ao menos uma versão híbrida flex por aqui. Nova Toyota Hilux fica bem mais moderna e chega na nona geração com opção híbrida, elétrica e hidrogênio Divulgação Importante dizer que, desde meados do ano passado, a Toyota Tacoma foi flagrada algumas vezes ao redor da fábrica de Zárate (Argentina). Ao que tudo indica, a marca japonesa estaria testando o conjunto híbrido pleno (HEV) em território hermano. No entanto, não há qualquer informação de que essa picape chegue ao Brasil. Na verdade, é muito improvável, visto que temos a Hilux que ocupa um patamar parecido. Initial plugin text Como será a nova Toyota Hilux no Brasil? Após a estreia global da nova Toyota Hilux na Ásia, esquentaram as especulações sobre quando a picape profundamente renovada chegará ao Brasil, visto que o processo de lançamento aqui depende de investimentos para atualizar sua produção em Zárate (Argentina). Nossa reportagem apurou que a previsão de lançamento da nova Toyota Hilux híbrida leve no mercado brasileiro é no último trimestre de 2026, podendo ficar para o princípio do ano seguinte. Isso confirma uma informação inicial que publicamos ainda em 2023, quando a nova geração ainda estava distante de ser lançada. Nova Toyota Hilux deve estrear no Brasil ainda em 2026 Divulgação Também podemos adiantar que a Hilux G9 será comercializada em duas motorizações. A primeira é velha conhecida, formada pelo atual motor 2.8 quatro-cilindros turbodiesel de 204 cv que já temos na caminhonete atual. A segunda, como já dissemos, é a variante híbrida leve de 48 Volts, auxiliada por um motor elétrico de 16 cv alimentado por baterias de íons de lítio de 0,2 kWh. A fabricante iniciará a homologação da nona geração da picape em nosso país já no começo deste ano. Entretanto, o processo em nosso país, com testes rígidos de emissões de poluentes e ruídos, demora não menos do que seis ou sete meses. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
Vídeo: Fiat Pulse 1.3 MT é SUV para quem quer fugir de carro 1.0 Atualmente, somente cerca de 30 carros novos ainda estão à venda no Brasil com câmbio manual. E diferente de antigamente, o pedal da embreagem agora só está presente nas versões mais básicas. Esse é o caso do Fiat Pulse Drive 1.3 MT. Mas será que vale a pena investir R$ 102.990 no SUV compacto que só voltou a ser vendido por causa do Volkswagen Tera? Aperte o play no vídeo abaixo e confira! + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte A versão de entrada do Pulse saiu do catálogo da Fiat no começo de 2025 e só voltou a ser vendida em maio. Ou seja, depois que a Volkswagen lançou o Tera 1.0 MPI, também com câmbio câmbio manual. Aliás, a marca da Stellantis até esperou os valores do rival para divulgar a sua tabela de preços. Por isso, o Fiat Pulse é mais barato do que os dois principais rivais. Afinal, a opção mais básica do Tera custa R$ 108.390, enquanto o Renault Kardian parte de R$ 113.690. Inclusive, o SUV italiano só não é o mais barato da sua categoria no Brasil porque ainda temos o Citroën Basalt, que tem preço de R$ 96.990. Fiat Pulse Drive 1.3 MT é (bem) mais rápido que o Volkswagen Tera MPI Murilo Goes/Autoesporte Initial plugin text Assim como as outras versões do Pulse, a de entrada também é equipada com o motor 1.3 Firefly de quatro cilindros. É também o mesmo que já está presente em outros modelos da fabricante, como no Cronos e no Argo. São 107 cv de potência e 13,7 kgfm de torque. A diferença é o câmbio manual de cinco marchas. Na prática, o Pulse Drive 1.3 MT acelera de 0 a 100 km/h em 12,3 segundos, de acordo com nossos testes, feitos no Rota 127 Campo de Provas. Ou seja, é três segundos mais rápido que o Tera. O Kardian, claro, é bem mais rápido que os três, com aceleração na casa dos 11 segundos, por conta do motor 1.0 turbo. Fiat Pulse Drive MT tem acabamento simples e multimídia de 8,4 polegadas Murilo Góes/Autoesporte Em relação aos equipamentos, o Pulse já começa devendo por oferecer só quatro airbags, enquanto os principais rivais já têm seis. Também não tem ajuste de profundidade do volante, frenagem autonôma de emergência e nem câmera de ré ou sensor de estacionamento traseiro. Esse último item é oferecido apenas como um opcional por R$ 420. O pacote inclui controlador de velocidade, assistente de partida em rampa e piloto automático. Há também a função “Tilt Down”, que baixa o retrovisor assim que o motorista aciona a marcha ré para estacionar. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
6 carros hatches com mais de 10 anos que ainda valem a pena Os hatches sempre dominaram o mercado brasileiro de veículos novos. Durante a história, esse tipo de veículo foi responsável pela introdução de motores 1.0 aspirados, por exemplo. Conhecidos por seu tamanho compacto, são fáceis de dirigir em ruas estreitas e estacionar em vagas apertadas, além de possuir manutenção barata e peças acessíveis, facilitando a revenda. Desta maneira, o mercado de usados está recheado de opções para os mais diferentes públicos e bolsos. Para essa lista, consideramos seis modelos fabricados até 2015. Apostar em um veículo com maior tempo de fabricação pode gerar economia no momento da compra, mas é sempre bom estar atento aos cuidados que os proprietários anteriores tiveram com eles. A lista foi organizada da oferta mais barata à mais cara. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de janeiro de 2026. Confira! 1. Citroën C3 2012 – a partir de R$ 17 mil O Citroën C3 XTR é uma versão aventureira do hatch que se destaca pelo visual robusto e custo-benefício Divulgação O Citroën C3 chegou ao Brasil com uma proposta ousada contra rivais tradicionais, como Gol e Palio, uma vez que oferecia um design mais ousado e apostava em mais equipamentos de série. Prova disso é que, mesmo as versões mais básicas, possuem ar-condicionado e airbags frontais. No Mercado Livre, há ofertas a partir de R$ 17 mil para o C3. Outra vantagem perante rivais mais tradicionais está na motorização. Enquanto a maioria das versões de entrada dos concorrentes usa um motor 1.0 aspirado, o C3 é equipado com motor 1.4 que entrega 82 cv de potência e 12,6 kgfm de torque. O consumo, segundo o Inmetro, é de 10,2 km/l com gasolina na cidade. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Fiat Palio 2013 – a partir de R$ 22.900 Fiat Palio 2013 é um hatch compacto conhecido pela manutenção barata, confiabilidade mecânica e boa chance de revenda Divulgação O Fiat Palio foi um dos carros mais importantes da história da montadora italiana no Brasil. Foram milhões de unidades vendidas entre seu lançamento, em 1996, e sua aposentadoria, em 2018. Foram duas gerações vendidas no período de 22 anos. Há ofertas das duas gerações no período definido para a lista. Foi, inclusive, o carro mais vendido no Brasil em 2014. No Mercado Livre, é possível encontrar modelos a partir de R$ 22.900, referentes à primeira geração. Há unidades com motor 1.0, 1.6 e até 1.8. Uma das configurações mais interessantes é a Sporting, da segunda geração, versão essa que possui suspensão mais firme, acabamento com detalhes em vermelho no interior e lista de equipamentos mais recheada. Initial plugin text 3. Volkswagen Fox 2014 – a partir de R$ 29.900 O Volkswagen Fox entrega espaço interno surpreendente para sua categoria Divulgação O Volkswagen Fox foi a primeira tentativa da fabricante alemã de substituir o Gol. O seu lançamento aconteceu em 2003 e o modelo ficou em linha até 2021. Curiosamente, o Fox teve a produção encerrada um ano antes do Gol. O modelo também marcou época em propagandas graças ao lema “compacto por fora, gigante por dentro”, em referência ao espaço interno acima da média para a categoria. No Mercado Livre, as ofertas começam em R$ 29.900 para unidades fabricadas em 2014. No mesmo ano-modelo, é possível encontrar configurações com motor 1.0 de quatro cilindros ou 1.0 de três cilindros, o mesmo usado pelo Up ou, atualmente, pelo Polo. Também há unidades equipadas com o motor 1.6 aspirado com 104 cv de potência e 15,6 kgfm de torque. 4. Renault Sandero 2015 – a partir de R$ 29.900 Ótima opção popular, o Renault Sandero é um hatch robusto com boa mecânica e peças acessíveis Divulgação/Renault O Renault Sandero chegou ao Brasil apostando em robustez e espaço. É o hatch que oferece mais espaço entre os compactos. Nas unidades 2015, já havia passado pela primeira reestilização, tornando-o um pouco mais atraente para o público. Este modelo pode ser encontrado a partir de R$ 29.900, no Mercado Livre. Por lá, o consumidor pode escolher o hatch com motor 1.0 de 80 cv de potência e 10,5 kgfm de torque, sempre com câmbio manual de cinco marchas. Para quem preferir as versões mais potentes, há o 1.6 de 106 cv e 15,5 kgfm de torque. 5. Toyota Etios 2015 – a partir de R$ 35.900 Conhecido por sua confiabilidade, o Toyota Etios também garante baixo custo de manutenção e economia Divulgação/Toyota O Toyota Etios foi um hatch criado para mercados emergentes, especialmente Índia, Tailândia e Brasil. O modelo desembarcou por aqui em 2012 e saiu de linha em 2023. As unidades 2015 ainda possuem o famoso painel “balança”, com o quadro de instrumentos centralizado, enquanto o cluster digital só foi lançado em 2017. As unidades do Etios hatch estão sendo anunciadas a partir de R$ 35.900, no Mercado Livre. Na plataforma, há unidades com os dois motores que sempre estiveram disponíveis no Brasil, ou seja, 1.3 de até 90 cv de potência e 12,8 kgfm de torque, e 1.5 de 96 cv e 13,9 kgfm, ambos flex. Seu câmbio é sempre manual, já que as versões automáticas só chegaram em 2017. 6. Volkswagen Golf 2015 – a partir de R$ 63.920 Volkswagen Golf GTI é conhecido por combinar desempenho esportivo com usabilidade diária Divulgação/Volkswagen O Volkswagen Golf passou a ser montado no Brasil justamente no primeiro semestre de 2015. Neste caso, estamos falando de um hatch médio, o único desta lista. A categoria foi a que mais sofreu com a chegada dos SUVs, mas o Golf é o que entrega mais refino de construção, lista de equipamentos maior e melhor dirigibilidade em relação aos demais modelos da lista. No Mercado Livre, o veículo está à venda a partir de R$ 63.920, sendo mais comum encontrar unidades com o motor 1.4 TSi de 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, associado a um câmbio automático de seis marchas. É o mesmo conjunto mecânico usado até hoje no T-Cross 250 TSI. Se estiver disposto a investir mais, há a divertida configuração GTi, que usa o 2.0 TSi de 220 cv e 35,7 kgfm, com câmbio de dupla embreagem. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a dezembro de 2025.
0 0 0 0
Preview
5 carros usados a gasolina valorizados e bem equipados até R$ 70 mil Antes da consolidação dos motores flex no Brasil, muitos carros vendidos por aqui foram projetados para rodar prioritariamente com gasolina, seja por origem internacional, calibração de motor ou foco em durabilidade. Mesmo hoje, esses modelos seguem apresentando funcionamento mais suave, consumo mais previsível e menor estresse mecânico quando abastecidos exclusivamente com esse combustível. A seguir, reunimos cinco carros a gasolina disponíveis no mercado de usados, organizados do mais barato para o mais caro, com base no conjunto de anúncios do Mercado Livre. Não se trata de ofertas específicas, mas de uma análise das opções disponíveis na plataforma. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de janeiro de 2026. Confira! 1. Honda Fit — a partir de R$ 23.900 O Honda Fit de primeira geração é equipado com motor 1.4 16V. Divulgação/Honda O Honda Fit de primeira geração foi desenvolvido sobre uma plataforma global da marca, priorizando eficiência, robustez e aproveitamento de espaço. O monovolume utiliza motor 1.4 16V a gasolina, com 80 cv de potência e 12,5 kgfm de torque, conhecido pela boa resposta em uso urbano e longa vida útil. Suas dimensões compactas, com 3,83 m de comprimento e 1,67 m de largura, contrastam com o excelente aproveitamento interno, refletido no porta-malas de 380 litros, um dos maiores da categoria à época. No Mercado Livre, a versão LX aparece com preços a partir de R$ 23.900, geralmente entre 2004 e 2008. Ela traz câmbio manual de cinco marchas, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas em boa parte das unidades, além do conhecido sistema de bancos rebatíveis “Magic Seat”. Como usado, é uma escolha segura para quem roda só com gasolina e prioriza confiabilidade acima de tudo. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Fiat 500 — a partir de R$ 39.800 O Fiat 500 tem consumo de 12 km/l na cidade e 15 km/l na estrada. Divulgação/Fiat As primeiras unidades do Fiat 500 que chegaram ao Brasil eram importados da Polônia , portanto, foram projetados para o mercado europeu, onde a gasolina é o combustível padrão. O motor 1.4 16V MultiAir entrega 105 cv e 13,8 kgfm, com respostas lineares e funcionamento refinado. Compacto, mede apenas 3,55 m de comprimento, o que compromete muito o espaço, mas favorece o uso urbano. O consumo gira em torno de 12 km/l na cidade e 15 km/l na estrada com câmbio manual de seis marchas. Nos anúncios do Mercado Livre, a versão Lounge surge a partir de R$ 39.800, normalmente entre 2009 e 2011. O destaque fica para a boa lista de equipamentos: seis airbags, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado digital, teto solar, direção elétrica e acabamento interno mais caprichado. Importante priorizar unidades com câmbio manual de seis marchas ou automático epicíclico da Aisin, evitando o automatizado Dualogic, que compromete conforto e confiabilidade. Initial plugin text 3. Hyundai i30 — a partir de R$ 43.900 O Hyundai i30 foi o primeiro hatch de sucesso da marca coreana no Brasil, abrindo espaço para o HB20. André Schaun/Autoesporte O Hyundai i30 de primeira geração foi desenvolvido como hatch médio global e revolucionou a linha de produtos da Hyundai, fazendo muito sucesso no mercado brasileiro. O motor 2.0 16V aspirado, de 145 cv e 18,2 kgfm funcionava somente com gasolina, sendo importado da Coreia do Sul com câmbio automático de quatro marchas. O desempenho era bom dentro da média dos hatches médio da época, com consumo estimado em 9 km/l na cidade e 12 km/l na estrada. O Hyundai i30 G1 tem entre-eixos de 2,65 metros, favorecendo o espaço interno, porém com porta-malas de apenas 340 litros. No Mercado Livre, a versão GLS automática aparece a partir de R$ 43.900, geralmente entre 2009 e 2012. Costuma trazer câmbio automático, seis airbags, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado digital, piloto automático, direção elétrica e bom nível de conforto. É uma escolha coerente para quem busca um hatch médio equipado e estiloso a gasolina. 4. Volkswagen Jetta — a partir de R$ 54.900 Volkswagen Jetta de segunda geração tem porta-malas de 510 litros Divulgação/Volkswagen A segunda geração do Volkswagen Jetta marcou a chegada de motores turbo a gasolina mais modernos no Brasil. O 2.0 TSI foi concebido inicialmente para funcionar somente com gasolina, entregando 200 cv e 28,5 kgfm. O consumo estimado fica em 9 km/l na cidade e 12 km/l na estrada. O sedã tem entre-eixos de 2,65 m e porta-malas de 510 litros, destacando-se pelo espaço. No Mercado Livre, a versão Highline aparece a partir de R$ 54.900, normalmente entre 2011 e 2014. É a única que oferece o 2.0 TSI, sempre com câmbio automatizado de dupla embreagem DSG, além de seis airbags, controle de estabilidade, ar-condicionado digital dual zone, bancos em couro, piloto automático e bom nível de tecnologia. Como usado, é ideal para quem quer desempenho elevado rodando exclusivamente a gasolina. 5. Toyota RAV4 — a partir de R$ 69.900 O Toyota RAV4 é vendido a partir de R$ 69.900 no Mercado Livre. Divulgação/Toyota A quarta geração do Toyota RAV4, lançada no Brasil em 2013, foi desenvolvida como um SUV global, com foco em confiabilidade e versatilidade. Importado, o motor 2.0 aspirado entrega 145 cv e 19,3 kgfm, com calibração voltada à durabilidade. O SUV médio tem entre-eixos de 2,66 metros porta-malas de 547 litros e altura livre do solo de 187 mm, equilibrando conforto e capacidade em pisos irregulares. No Mercado Livre, as versões mais indicadas aparecem a partir de R$ 69.900, geralmente com tração dianteira, embora existam opções 4x4. A lista de equipamentos costuma incluir seis airbags, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado digital, câmera de ré, central multimídia e bom nível de conforto. É uma opção segura para quem busca um SUV médio confiável para rodar sempre a gasolina. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a janeiro de 2026.
0 0 0 0

O cara abre a porta do carro pra descer na rua sem olhar se vem carro: 6.000, janjas pra arrumar

Acho é pouco, porque a gente leva cada susto #AutoEsporte

2 0 1 0
Preview
BMW cria ‘chave bafômetro’ para bloquear motoristas bêbados ao volante A BMW está desenvolvendo um sistema inovador capaz de bloquear o acesso de motoristas bêbados ao volante. O dispositivo, recentemente registrado em patente, integra o aplicativo Digital Key (usado por praticamente todos os carros da marca) a um bafômetro — seja portátil ou integrado ao veículo. O próprio app realiza o teste, faz a leitura e bloqueia a ignição se o motorista apresentar níveis de álcool acima do limite. Outro diferencial do sistema é o fato de funcionar de forma totalmente digital, já que a Digital Key transforma o smartphone do motorista em chave (permitindo destravar, trancar e ligar o carro). Com isso, demanda baixa interferência na fiação do veículo e entrega flexibilidade na configuração das regras de acesso. Novo dispositivo da BMW ainda está em fase de desenvolvimento Divulgação Mesmo bloqueado, por exemplo, o carro mantém ativas algumas funções da cabine, como rádio e ar-condicionado, permitindo ao motorista esperar um táxi ou acionar um transporte por aplicativo para levá-lo. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Initial plugin text Tecnologia pode virar padrão A novidade ainda não tem data para entrar em uso, mas desde já reflete a preocupação da BMW com a segurança viária. Outras montadoras também já demonstraram interesse em tecnologias do tipo e devem seguir pelo mesmo caminho em breve. É o caso da General Motors e da Toyota – ambas com dispositivos parecidos em desenvolvimento. Sistema promete bloquear a ignição do carro se o motorista estiver embriagado Divulgação Além disso, alguns países têm procurado implementar legislações de trânsito específicas para coibir a prática de embriaguez ao volante. Os Estados Unidos, inclusive, têm mantido conversas avançadas com diversas montadoras sobre o tema. No Brasil, o Latin NCAP anunciou recentemente que passará a considerar, a partir deste ano, a adoção de conectores para a instalação de bafômetros como forma de melhorar a nota dos veículos avaliados. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
Teste: BYD Dolphin Mini 2026, o que melhorou e o que deveria melhorar Será que existe algo perfeito? Uma resposta rápida feita por inteligência artificial me disse que “a perfeição absoluta, no sentido de ausência total de falhas ou limitação, não existe no mundo real”. Mas será que nem mesmo o carro mais vendido do seu segmento é perfeito? A resposta também é não. Só que o BYD Dolphin Mini 2026, o líder absoluto entre os veículos elétricos no mercado brasileiro em 2025, passou por mudanças importantes para tentar se aproximar desse conceito. Inclusive, melhorou em alguns dos pontos em que mais precisava, embora nem tanto em outros. E desde o ano passado é montado localmente na fábrica de Camaçari (BA). BYD Dolphin Mini 2026 - Preços e versões BYD Dolphin Mini 2026 está disponível em uma nova cor, a Azul Glacial Emerson Lima/Autoesporte Para começo de conversa, o BYD Dolphin Mini deixou de ser vendido na opção voltada apenas para quatro passageiros. Agora está à venda em versão única, chamada de GS, por R$ 119.990, e sempre com cinco lugares. Fato é que o preço faz o Dolphin Mini ocupar a posição de segundo carro elétrico mais barato do Brasil. Segundo? Sim. É que o modelo de entrada da BYD fica atrás do Renault Kwid E-Tech, que passou por uma renovação recente e custa R$ 99.990. Só que o rival, veja bem, é homologado para transportar somente quatro pessoas. Initial plugin text BYD Dolphin Mini 2026 - Garantia e revisões A garantia do Dolphin Mini 2026 é de seis anos para o veículo e oito anos para motor e baterias. Porém, continua cheia de entrelinhas que precisam ser estudadas pelo cliente antes da compra. Por exemplo, para uso comercial, a garantia geral do veículo cai para dois anos ou 100 mil km; a do motor, para seis anos; a dos condutores de alta tensão, para cinco anos. Só a da bateria se mantém em oito anos. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Outro ponto é que o prazo não abrange o veículo em sua integralidade. Diversos componentes, como faróis e lanternas, peças de suspensão, borrachas de vedação, coifas e coxins, são cobertos por três anos, metade do período. Pastilhas e discos de freio são contemplados por apenas seis meses e o óleo lubrificante, por meros três meses. Fora isso, o custo das cinco primeiras revisões do Dolphin Mini (para os primeiros 100 mil km rodados) é de R$ 3.728. O valor do pacote é bem competitivo, justamente porque os carros elétricos têm menos peças. Prova disso é a diferença significativa do mesmo gasto com Volkswagen Polo, veículo de passeio mais vendido do Brasil, que cobra R$ 9.780 para revisões básicas na mesma quilometragem. BYD Dolphin Mini 2026 - mudanças visuais BYD Dolphin Mini 2026: pintura azul Glacial e novo letreiro traseiro com sigla da marca em vez do nome completo estão entre as novidades Lucas Cardoso/Autoesporte Se nem tudo é perfeito, algumas coisas pelo menos parecem ser. Esse é o caso do visual do Dolphin Mini, que praticamente não teve alterações na linha 2026. O desenho segue o mesmo, com linhas bem marcadas, faróis de LED posicionados próximos do capô e lanternas interligadas por uma barra iluminada. Entre as poucas diferenças está o fim da inscrição “Build Your Dreams” que aparecia na tampa do porta-malas, dando espaço para algo mais simples: a sigla BYD. As rodas de liga leve de 16 polegadas também têm um novo desenho. Por fim, a cor da unidade das fotos é mais uma novidade, chamada de Azul Glacial – bem bonita por sinal. BYD vendeu metade dos carros elétricos e híbridos novos do Brasil em 2025 BYD já tem data para iniciar produção completa no Brasil; veja quando BYD Dolphin Mini 2026 - Dimensões BYD Dolphin Mini 2026 mantém os 3,78 metros de comprimento Lucas Cardoso/Autoesporte Como você já deve ter imaginado, nenhuma modificação foi feita para alterar as dimensões do BYD Dolphin Mini 2026. Por isso, o hatch compacto elétrico segue com 3,78 metros de comprimento, 1,72 m de altura, 1,58 m de altura e 2,50 m de entre-eixos. É um carro pequeno, mas ainda assim 22 centímetros maior na comparação com um Fiat Mobi. BYD Dolphin Mini 2026 tem porta-malas pequeno, de 230 litros Lucas Cardoso/Autoesporte Isso explica por que o porta-malas do chinês é maior. São 230 litros de capacidade. Ou seja, 15 litros a mais que o pequeno italiano, mas 60 litros a menos que o Kwid E-Tech. O cabo do carregador e o kit de reparo (não há estepe) ainda ocupam espaço no já apertado compartimento. BYD Dolphin Mini 2026 não tem estepe, apenas um kit de reparos Divulgação Para compensar, o espaço interno surpreende. O entre-eixos de 2,50 metros parece pouco, mas até pessoas mais altas se acomodem com dignidade na segunda fileira. Prova disso é que consigo até dar uma leve esticada nas pernas com 1,66 m de altura. Só não acredite que três pessoas juntas ficarão confortáveis atrás. Initial plugin text Há cinto de segurança para todas, mas o espaço é reduzido para os ombros. Também não espere encontrar entrada USB para carregar o celular nem saída de ar-condicionado exclusiva na fileira traseira do Dolphin Mini 2026. Pelo menos o assoalho é plano e ninguém precisar disputar uma posição para os pés (nem sujar os sapatos). O pacote é aceitável pelo posicionamento de mercado. BYD Dolphin Mini 2026 - Acabamento surpreende BYD Dolphin Mini 2026 tem central multimídia giratória de 10,1 polegadas e bom acabamento Lucas Cardoso/Autoesporte O acabamento é um dos pontos do Dolphin Mini 2026 que mais chamam a atenção. Além de ter uma cabine com visual moderno, há vários materiais macios ao toque, principalmente no painel. Obviamente o plástico rígido não foi deixado de lado, mas não há excesso, como na maioria dos compactos nacionais. Só o que incomoda são os tons oferecidos: azul ou rosa. Para se aproximar da perfeição, uma opção neutra teria que estar à disposição para agradar os mais conservadores. Ainda falando do interior, o painel de instrumentos é totalmente digital e tem 7 polegadas. Mais ao lado está a famosa central multimídia giratória da BYD que, neste caso, tem 10,1 polegadas. A conexão sem fio agora também funciona para Apple CarPlay e não só para Android Auto. Posição do carregador de celular por indução do BYD Dolphin Mini não é boa Fabio Aro/Autoesporte Uma ótima atualização, que poderia ter vindo junto de uma melhoria do software. Afinal, usar o Waze continua sendo um problema. O mapa trava na maior parte do trajeto e o motorista se perde no caminho. Além disso, o pareamento de celular só funciona com a tela na horizontal. Para que, então, ter o sistema giratório? Não é à toa que ele está sendo descontinuado pela marca chinesa... Junto disso, botões físicos para o ar-condicionado digital fazem falta. Pelo menos o assistente de voz está disponível. O que não tem solução é o porta-objetos central com revestimento de plástico duro que causa muito ruído com o atrito da chave em movimento. O local do carregador por indução também não é dos melhores porque deixa o celular muito exposto – ao sol e aos ladrões. Cheio de tecnologias BYD Dolphin Mini tem duas telas totalmente digitais Initial plugin text Para compensar os erros, a lista de equipamentos do BYD Dolphin Mini 2026 é recheada. Freio de estacionamento eletrônico, seis airbags, controle de cruzeiro, câmera de ré de ótima qualidade, sensores de estacionamento traseiros e freios a disco nas quatro rodas estão inclusos no pacote. O banco do motorista ainda tem ajuste elétrico. Tente encontrar um carro a combustão deste valor com todos esses itens e falhe miseravelmente. Como anda o BYD Dolphin Mini? A autonomia declarada é de 280 km para o BYD Dolphin Mini, segundo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e graças a bateria do tipo Blade de 38 kWh, que segue igual. São 100 km a mais que o rival da Renault. Para um elétrico de proposta puramente urbana, é uma diferença considerável. BYD Dolphin Mini 2026 acelera de 0 a 100 km/ em 14,5 segundos Emerson Lima Em carregadores rápidos de 40 kW (DC), é possível recarregar de 30% a 80% em apenas 30 minutos. Nos mais lentos, de até 6,6 kW (AC), são necessárias cerca de 6 horas. Aliás, em tomadas convencionais, o custo para encher a bateria é de R$ 29,60, considerando a tarifa média brasileira de R$ 0,78 por kWh, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Bem menos do que abastecer um carro a combustão. A motorização também é a mesma. O motor elétrico dianteiro entrega 75 cv de potência e 13,8 kgfm de torque. O desempenho é esperado para a proposta do carro. Inclusive, nas arrancadas iniciais, o Dolphin Mini até parece até ser mais potente do que realmente é, por conta do torque instantâneo do motor elétrico. Isso somente quando está no modo Sport. No Eco, a sensação é de que falta força. De acordo com testes de Autoesporte feitos no 127 Campos de Provas, o Dolphin Mini arranca bem e vai de 0 a 40 km/h em 2,6 s. Depois, a falta de elasticidade faz o elétrico perder fôlego e o 0 a 100 km/h leva longos 14,5 segundos. É um número similar ao de um carro 1.0 a combustão. Motor elétrico do BYD Dolphin Mini 2026 fica sobre o eixo dianteiro Lucas Cardoso/Autoesporte Por isso mesmo, não espere fazer ultrapassagens com facilidade na estrada. O Dolphin Mini perde muito cada vez mais embalo conforme a velocidade aumenta. Tanto que sua máxima é de apenas 130 km/h. Lembre-se, portanto, que o foco aqui é entregar agilidade na cidade. Mas, afinal, qual melhoria o BYD mais precisava? O ajuste de suspensão. O principal ponto fraco do hatch elétrico era justamente balançar demais na parte traseira e ter um curso curto, mas isso não existe mais. A fabricante chinesa não informa quais alterações foram feitas, mas a diferença é perceptível, porque o carro está com a suspensão traseira bem mais firme. O conjunto continua sendo independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira. Portanto, assim como a própria inteligência artificial disse, em vez de buscar o "perfeito", é mais útil buscar a excelência. E foi isso que a BYD fez com o Dolphin Mini 2026. Ainda há pontos para melhorar, mas as principais correções foram feitas no hatch elétrico. É assim que se dificulta a vida dos rivais. E é assim que se constrói um reinado. BYD Dolphin Mini 2026 - Prós e contras Pontos positivos: suspensão melhorada, bom acabamento, Apple CarPlay sem fio; Pontos negativos: porta-malas pequeno, desempenho, garantia com pegadinhas. Teste: BYD Dolphin Mini 2026 BYD Dolphin Mini GS 2026 - Ficha técnica Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
Renault Duster usado: 5 versões do SUV robusto a partir de R$ 40 mil Lançado no Brasil em 2011, o Renault Duster construiu sua reputação com base em robustez, espaço interno e bom desempenho fora do asfalto leve. Independentemente da fase, o projeto manteve características importantes: altura livre do solo de 21 cm, porta-malas de 475 litros e entre-eixos de 2,67 m, números que ajudam a explicar o apelo familiar e a versatilidade do modelo até hoje. Ao longo dos anos, o Duster passou por dois facelifts importantes que modernizaram visual, interior e motorização, mas sem abrir mão da proposta original. No Mercado Livre, há ampla oferta de versões, desde as mais antigas e baratas até as mais recentes e bem equipadas. A seguir, listamos cinco versões do Renault Duster usadas, organizadas do menor para o maior preço. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de janeiro de 2026. Confira! 1. Renault Duster Dynamique — a partir de R$ 39.000 O Renault Duster Dynamique 2014 tem proposta off-road leve Divulgação/Renault A versão Dynamique 2.0 4x4 representa a fase mais raiz do Duster. Equipado com o motor 2.0 16V a gasolina, entrega 142 cv de potência e 20,9 kgfm de torque, sempre com câmbio manual de seis marchas e tração integral sob demanda. Segundo o Inmetro, o consumo é de 6,9 km/l na cidade e 7,7 km/l na estrada com gasolina, números condizentes com o porte e a proposta off-road leve. No Mercado Livre, há anúncios a partir de R$ 39 mil, geralmente de unidades entre 2012 e 2014. A versão Dynamique já oferecia quatro airbags, freios ABS, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, computador de bordo, rodas de liga leve e controle eletrônico de tração para o sistema 4x4. É uma opção interessante para quem busca um SUV robusto, com vocação fora de estrada, por preço acessível. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Renault Duster Expression Sce — a partir de R$ 57.900 O Renault Duster Expression usa o motor 1.6 SCe Divulgação/Renault Após o primeiro facelift, o Duster passou a usar o motor 1.6 SCe de origem mais moderna, desenvolvido e usado pela parceria da Renault com a Nissan. Nessa configuração, o propulsor entrega 120 cv de potência e 16,2 kgfm de torque, associado ao câmbio manual de cinco marchas ou automático CVT. Pelo Inmetro, o consumo é de 7,9 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada, com etanol, ou 11,4 km/l na cidade e 12,4 km/l na estrada, com gasolina — melhor que o das versões 2.0 antigas. No Mercado Livre, unidades aparecem anunciadas a partir de R$ 57.900, normalmente entre os anos de 2016 e 2018. A versão Expression SCe traz quatro airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, ar-condicionado, direção elétrica, vidros e travas elétricos e sistema de som com Bluetooth. É a porta de entrada racional para quem quer um Duster mais atual. Initial plugin text 3. Renault Duster Zen — a partir de R$ 73.900 O Renault Duster Zen é equipado com câmbio manual de cinco marchas ou automático CVT Divulgação/Renault A versão Zen ocupa posição intermediária na linha pós-facelift e mantém o motor 1.6 SCe, com 120 cv e 16,2 kgfm, combinado ao câmbio manual de cinco marchas ou automático CVT. O consumo oficial do Inmetro é de 7,9 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada, com etanol, ou 11,4 km/l na cidade e 12,4 km/l na estrada, com gasolina. No Mercado Livre, há anúncios a partir de R$ 73.900, geralmente de unidades 2019 ou 2020. A versão Zen acrescenta central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, volante multifuncional, câmera de ré, rodas de liga leve, controle de cruzeiro e acabamento interno mais cuidado, além dos quatro airbags e controles eletrônicos de estabilidade e tração. É uma das versões mais equilibradas do Duster usado. 4. Renault Duster Intense — a partir de R$ 75.900 O Renault Duster Intense sai a partir de R$ 75.900 no Mercado Livre Vitor Matsubara/Autoesporte A versão Intense marca a chegada do câmbio automático CVT ao Duster com motor 1.6. O propulsor SCe mantém 120 cv e 16,2 kgfm, agora associado à transmissão automática que prioriza conforto. Pelo Inmetro, o consumo é de 7,1 km/l na cidade e 7,8 km/l na estrada, com etanol, ou 10,5 km/l na cidade e 11,2 km/l na estrada, com gasolina. No Mercado Livre, os preços começam em R$ 75.900, normalmente para modelos 2019 e 2020. A versão Intense traz quatro airbags, controles de estabilidade e tração, central multimídia com espelhamento, ar-condicionado, piloto automático, chave presencial, câmera de ré e rodas de liga leve. É indicada para quem busca conforto no uso urbano. 5. Renault Duster Iconic — a partir de R$ 97.900 O Renault Duster Iconic é a versão mais moderna e potente do modelo disponível no mercado de usados Divulgação/Renault Após o segundo facelift, o Duster recebeu o motor 1.3 turbo TCe desenvolvido em conjunto e usado em modelos da Mercedes-Benz, que elevou o patamar do modelo. São 170 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, combinados ao câmbio automático CVT. Pelo Inmetro, o consumo é de 7,2 km/l na cidade e 8,1 km/l na estrada, com etanol, ou 10,8 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada, com gasolina — números competitivos para o desempenho oferecido. No Mercado Livre, unidades aparecem anunciadas a partir de R$ 97.900, geralmente dos anos 2022 ou 2023. A versão Iconic é a mais completa e oferece seis airbags, pacote avançado de assistências à condução, multimídia de 8 polegadas, ar-condicionado automático, painel digital, rodas de liga leve de 17 polegadas, controle de cruzeiro e acabamento interno mais refinado. É a escolha certa para quem quer o Duster mais moderno e potente disponível no mercado de usados. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a janeiro de 2026.
1 0 0 0
Preview
Volkswagen Nivus usado: 4 versões do SUV cupê que são muito bem equipadas O Volkswagen Nivus se consolidou como uma das opções mais interessantes entre os SUVs compactos no mercado de usados e seminovos. O modelo combina visual cupê, bom nível de tecnologia e mecânica eficiente, baseada no motor 1.0 TSI turbo com câmbio automático de seis marchas, além de bom espaço interno para a proposta. Com 4,27 m de comprimento, entre-eixos de 2,56 m e porta-malas de 415 litros, atende bem tanto no uso urbano quanto em viagens. Outro ponto forte do Nivus é a lista de equipamentos, que desde versões mais acessíveis já inclui controles de estabilidade e tração, quatro airbags, central multimídia moderna e boa oferta de assistências à condução, dependendo da configuração. A seguir, reunimos quatro versões do Volkswagen Nivus usadas e seminovas, organizadas do menor para o maior preço, com base no conjunto de anúncios disponíveis no Mercado Livre. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de janeiro de 2026. Confira! 1. Volkswagen Nivus Comfortline — a partir de R$ 88.800 O consumo é um dos destaques, com médias oficiais próximas de 11,9 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada, com gasolina Renato Durães/Autoesporte A versão Comfortline costuma ser a porta de entrada mais equilibrada para quem procura um Nivus usado. Ela traz o motor 1.0 TSI turbo flex de 128 cv, sempre associado ao câmbio automático de seis marchas, oferecendo bom desempenho no dia a dia e respostas rápidas no trânsito urbano. O consumo é um dos destaques, com médias oficiais próximas de 11,9 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada, com gasolina, números competitivos no segmento. Nos anúncios do Mercado Livre, unidades do Nivus Comfortline aparecem a partir de R$ 88.800, geralmente dos anos 2020 a 2022. A lista de equipamentos inclui quatro airbags, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado digital, direção elétrica, central multimídia VW Play com tela de 10 polegadas, Android Auto e Apple CarPlay sem fio, rodas de liga leve de 17″, sensores de estacionamento traseiros e ajuste de altura do banco do motorista. É uma boa compra como usado para quem busca tecnologia e eficiência sem pagar mais pelas versões superiores. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Volkswagen Nivus Highline — a partir de R$ 91.900 O Volkswagen Nivus Highline conta com um pacote mais refinado de conforto e acabamento Divulgação/Volkswagen O Nivus Highline mantém o mesmo conjunto mecânico da Comfortline, com motor 1.0 TSI e câmbio automático de seis marchas, mas adiciona um pacote mais refinado de conforto e acabamento. Visualmente, traz detalhes externos mais sofisticados e, por dentro, materiais de melhor qualidade, além de itens que elevam a sensação de carro “quase premium” dentro da categoria. No Mercado Livre, anúncios do Nivus Highline surgem a partir de R$ 91.900, normalmente em unidades entre 2021 e 2023. Entre os equipamentos adicionais, estão bancos com revestimento diferenciado, volante revestido em couro, sensores de estacionamento dianteiros, chave presencial com partida por botão, retrovisores com rebatimento elétrico e, em alguns casos, teto solar panorâmico. Para quem quer mais conforto e um bom pacote tecnológico, é uma das versões mais desejadas do Nivus usado. Initial plugin text 3. Volkswagen Nivus Sense — a partir de R$ 113.900 O Volkswagen Nivus Sense traz itens como central multimídia VW Play e espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay Lucas Cardoso/Autoesporte A versão Sense do Nivus foi desenvolvida originalmente para o mercado PCD, com foco em custo reduzido, boa oferta de equipamentos essenciais e enquadramento nas regras de isenção fiscal. Justamente por isso, ela aparece hoje como uma alternativa interessante no mercado de seminovos, já que muitas unidades tiveram uso mais cuidadoso, baixa quilometragem e manutenção em concessionárias. O conjunto mecânico é o mesmo das versões Comfortline e Highline: motor 1.0 TSI turbo flex, de 128 cv, sempre combinado ao câmbio automático de seis marchas, garantindo desempenho adequado no dia a dia e consumo eficiente. Nos anúncios do Mercado Livre, unidades do Nivus Sense surgem a partir de R$ 113.900, em geral dos anos 2022 e 2023, muitas vezes com estado de conservação acima da média. Na lista de equipamentos, a versão Sense traz quatro airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, ar-condicionado, direção elétrica, central multimídia VW Play com tela de 10 polegadas e espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Em contrapartida, perde alguns itens de conforto e acabamento das versões mais caras, como rodas maiores, sensores dianteiros ou revestimentos internos mais sofisticados. 4. Volkswagen Nivus GTS — a partir de R$ 169.800 O Volkswagen Nivus GTS é vendido no Mercado Livre a partir de R$ 169.800 Renato Durães/Autoesporte No topo da gama está o Nivus GTS, voltado a quem busca desempenho aliado ao visual esportivo. Ele troca o 1.0 TSI pelo motor 1.4 TSI turbo de 150 cv, sempre com câmbio automático de seis marchas. Com esse conjunto, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 8,8 segundos, entregando desempenho superior ao das demais versões e um consumo razoável para a proposta, registrando 8,1 km/l (etanol) / 11,6 km/l (gasolina) na cidade, e 9,9 km/l (etanol) / 14,2 km/l (gasolina) na estrada, segundo dados do Inmetro. Laçado em 2025, o Nivus GTS aparece no Mercado Livre a partir de R$ 169.800 geralmente em unidades com baixíssima quilometragem A versão se diferencia por rodas exclusivas, acabamento interno esportivo, bancos com melhor apoio lateral, detalhes em vermelho, suspensão com acerto mais firme e pacote completo de tecnologia e segurança que inclui seis airbags, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado digital, painel digital e central multimídia com conectividade sem fio. Em assistências à condução, oferece controle de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem autônoma de emergência, monitoramento de fadiga do motorista e assistente de permanência em faixa. É a escolha certa para quem quer um SUV compacto com pegada mais esportiva e não se importa em pagar mais por isso. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a janeiro de 2026.
0 0 0 0
Preview
Fiat Strada Volcano: 5 razões para comprar e 5 motivos para pensar bem A Fiat Strada é o carro mais vendido do Brasil, acumulando 142.903 novos registros ao longo de 2025. Embora as versões voltadas ao trabalho sejam responsáveis pelo embalo das vendas, a picape pequena dispõe de configurações interessantes para o cliente da cidade. Autoesporte conheceu uma delas: a Strada Volcano 1.3, com cabine dupla e câmbio automático (R$ 138.990). Em outras palavras, a Strada Volcano quer ser vista como a “mini-Toro”. Isso porque sua proposta urbana é a mesma da irmã de porte intermediário, embora o preço não chegue nem perto ao da versão Endurance (R$ 163.990), o modelo mais em conta no catálogo da Toro. Mas quais são as qualidades e defeitos da Strada Volcano? Faz sentido comprar uma picape para usar na cidade? Autoesporte dirigiu o modelo por uma semana para descobrir. Acompanhe as impressões abaixo: Motivos para comprar 1°) Praticidade de automóvel, caçamba de picape A Strada Volcana quer ser vista como um automóvel urbano que tem uma caçamba Cauê Lira/Autoesporte O primeiro motivo para adquirir a Strada Volcano é, justamente, a sua proposta. Você não vai encontrar outra picape compacta de quatro portas entre as rivais — nem na Volkswagen, que oferece a Saveiro Extreme de cabine dupla por R$ 134.190. A marca alemã vai lançar a sucessora da veterana no final deste ano, no projeto conhecido como Udara — porém, será quase 30 cm maior do que os 4,48 m de comprimento da Strada. A Chevrolet Montana também é 23 cm superior ao modelo da Fiat. Enquanto a Saveiro tem apenas as portas dianteiras — com um dispositivo para rebater e deslizar os bancos frontais e permitir o acesso ao banco traseiro —, a Strada tem a praticidade de um automóvel comum: para acessá-la, basta abrir as duas portas traseiras. Alguns leitores hão de lembrar que, na geração anterior, a picape tinha somente uma porta traseira, com abertura no estilo “suicida”. Dessa forma, não precisei lidar com inconveniências ao levar pessoas no banco traseiro. Cada um entrou por sua porta, e seguimos caminho. 2°) A picape é muito equipada Ar-condicionado digital, central multimídia e painel de instrumentos digital marcam presença Cauê Lira/Autoesporte Outro ponto bacana sobre a Strada Volcano é que o pacote de equipamentos é simples, mas encorpado. Não senti falta de qualquer item em comparação com carros da mesma faixa de preço. É outra característica de carro de passeio incorporada à picape mais vendida do Brasil. Central multimídia é pequena, mas cumpre bem o seu papel Cauê Lira/Autoesporte A Strada tem central multimídia de 8,4 polegadas. Embora a tela seja pequena em comparação com os suntuosos displays flutuantes que tomam conta dos carros modernos, traz as funções mais importantes. Há, por exemplo, conectividade Android Auto e Apple CarPlay sem fio, enquanto carros de valores mais elevados ainda não oferecem este recurso — caso do Geely EX5 (R$ 225.800). Ar-condicionado é digital e tem botões giratórios Cauê Lira/Autoesporte Abaixo da central, o ar-condicionado tem displays digitais com dois botões giratórios. No console, há um espaço ventilado para o carregador de celular por indução, o que impede que o aparelho esquente durante o pareamento sem fio. Todavia, indo na contramão de outros carros da Stellantis, há somente uma entrada USB do tipo A para recarregar o smartphone por cabo. Faria sentido ter outra entrada, do tipo C, para aparelhos mais modernos. Strada Volcano tem velocímetro digitale computador de bordo Cauê Lira/Autoesporte Por fora, a Strada traz faróis marcantes com assinatura de LED e iluminação de neblina. A versão Volcano sai de fábrica com capota marítima para cobrir a caçamba e evitar a infiltração de água. 3°) Entrosamento entre motor e câmbio Motor 1.3 aspirado combina muito bem com a picape compacta da Stellantis Cauê Lira/Autoesporte Faz alguns anos que a Strada adotou a combinação do motor 1.3 aspirado flex de quatro cilindros com câmbio CVT de 7 marchas simuladas. O conjunto desenvolve 107 cv a 5.750 rpm e 13,7 kgfm a 4.000 rpm quando abastecido com etanol. É a mesma receita do Argo. Este motor vibra consideravelmente, há de ser dito, mas tem funcionamento acertado — especialmente quando a caçamba está descarregada. As intervenções do câmbio CVT são rápidas e inteligentes, com uma simulação de passagem de marchas que pode enganar até os motoristas mais experientes. Initial plugin text Segundo a Fiat, a Strada precisa de 12 segundos para atingir 100 km/h e tem velocidade máxima de 165 km/h. Em comparação com a versão manual, é apenas 0,8 s mais lenta, mostrando que as caixas automáticas modernas, mesmo as continuamente variáveis, já não afetam o desempenho como outrora. Quanto ao consumo, o Inmetro divulga que a Strada Volcano faz 8,8 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol, além de 12,4 km/l em circuito urbano e 13,9 km/l em trajeto rodoviário com gasolina. O computador de bordo mostra o consumo instantâneo onde, dirigindo de maneira comedida, consegui aferir 13,1 km/l na cidade com gasolina. 4°) A suspensão é bem acertada Picape compacta é equilibrada para proporcionar conforto e não "pular" com a caçamba carregada Cauê Lira/Autoesporte A Strada é um veículo utilitário. Sendo assim, todo o conjunto de suspensão — McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira — foi desenvolvido para suportar peso e garantir o conforto necessário para andar na cidade. Na traseira, a picape traz molas parabólicas de lâminas únicas e funcionamento progressivo, o que permite melhor estabilização e distribuição de peso sobre o eixo quando a caçamba estiver cheia, além de proporcionar um equilíbrio muito acertado entre carga e conforto. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. A rigidez do conjunto é um dos motivos pelos quais a Strada é reconhecida como uma picape durável e robusta. Dá para enfrentar ruas esburacadas, cascalho e estradas de terra batida com muita confiança. Em lombadas e valetas, a suspensão pouco se abala graças ao curso encurtado. Outro aspecto notável é que os pneus, nas medidas 205/60 R15, são grossos o suficiente para filtrar as irregularidades do nosso asfalto castigado. 5°) Capacidade de carga A caçamba dispõe de 844 litros de capacidade e pode levar 720 kg Cauê Lira/Autoesporte A caçamba da Fiat Strada tem 844 litros de capacidade volumétrica até o limite da capota marítima. Para quem viaja com frequência, é mais do que suficiente — mas é bom se programar para evitar dias de chuva, tendo em vista que, a depender da tormenta, a proteção nem sempre é capaz de vedar a entrada de água. Novo Fiat Argo será o nome da versão brasileira do Grande Panda Nova Fiat Strada será “muito atraente” e vendida também na Europa, diz CEO Flagra: novo Fiat Fastback terá porte de Citroën Basalt e lanternas retrô Quanto ao peso, tem carga útil de 720 kg. Já elaboramos sobre as qualidades da suspensão traseira, desenvolvida para aguentar este tranco, no tópico anterior. A picape ainda pode rebocar 400 kg. Motivos para pensar bem 1°) Fica devendo em ergonomia A regularem do volante é só de altura na Fiat Strada Volcano... Cauê Lira/Autoesporte A Strada Volcano vai além de uma picape de entrada e oferece, entre os equipamentos de série, a regulagem de altura para o banco do motorista. No entanto, ficou devendo o ajuste de profundidade para o volante. É possível ajustá-lo verticalmente, mas a regulagem de profundidade faz falta, especialmente aos motoristas mais altos — tenho 1,85 m de altura e os braços compridos. Quando me acomodo num carro sem regulagem de profundidade no volante, sinto a necessidade de posicionar o banco do motorista um pouco para trás. Dessa forma, tomo parte do espaço escasso que poderia ser aproveitado pelo ocupante traseiro. E, já que estamos falando nele… 2°) Espaço no banco traseiro é acanhado Apenas pessoas baixas ficam confortáveis na parte traseira da cabine Cauê Lira/Autoesporte Quem já tem os filhos crescidos deve repensar a escolha da Strada como o único carro da família. Por conta da caçamba, a cabine é inevitavelmente apertada, faltando espaço para os joelhos dos ocupantes traseiros. E não há saídas de ar-condicionado e tem apenas uma entrada USB (tipo A). Até passageiros de estatura mediana (1,70 m para os homens e 1,60 m para as mulheres) ficam apertados na segunda fileira. Cada escolha vem com uma renúncia — e, no caso da Strada, a caçamba compromete bastante o espaço interno. Vale mencionar que a picape compacta tem 4,48 metros de comprimento, 1,73 m de largura, 1,57 m de altura e 2,73 m de distância entre-eixos. 3°) Isolamento acústico é ineficiente Prepare-se, pois a simples ultrapassagem de um motociclista faz muito barulho na cabine da Strada Cauê Lira/Autoesporte Carros mais baratos da Fiat, como Mobi, Argo e a própria Strada, ficam devendo quanto ao isolamento acústico. Vale tanto para as emissões sonoras do motor, o que costuma ser mais comum no dia a dia com a picape, quanto para sons externos. O som de motociclistas ultrapassando no trânsito intenso pode ressoar alto na cabine — além, é claro, de outros barulhos incômodos. Até sua maior rival, a Volkswagen Saveiro, não agrada neste aspecto, por ser baseada em um projeto que ostenta 18 anos de mercado. 4°) Faltam porta-objetos Nem uma garrafa de 500 ml cabe no porta-copos do console central sem ficar inclinada Cauê Lira/Autoesporte Um carro que se propõe a agradar o motorista urbano deveria ter mais soluções na cabine. Faltam porta-objetos à Strada, e os que são oferecidos parecem pequenos. Não dá para colocar uma garrafa de 500 ml no porta-copos, por exemplo: ela fica levemente inclinada, denunciando a falta de espaço. Os companheiros de redação que tiveram a oportunidade de dirigí-la chegaram à mesma conclusão. Sendo este um veículo de porte compacto, também resta pouco espaço entre os bancos para colocar bugigangas (as chaves ou o controle do portão de casa, por exemplo). E o porta-luvas, feito com materiais simples, é igualmente acanhado e tem algumas rebarbas no acabamento. 5°) Montagem simplória Quem busca um carro sólido e construído com atenção aos detalhes pode torcer o nariz para a ideia de comprar a Strada. Querendo ou não, paga-se o preço da simplicidade ao oferecer um veículo comercial adaptado para o cliente da cidade. Não há uma só peça que não seja plástica, embora a Fiat tenha variado as texturas para trazer um acabamento mais incrementado. A qualidade deste material também aparenta ser inferior em comparação com os carros urbanos, como Argo e Cronos. Tal simplicidade seria digna de perdão em veículos mais baratos, mas a Strada Volcano custa R$ 138.990 e encosta na Chevrolet Montana LT com câmbio manual (R$ 144.490). Após uma semana ao volante, cheguei à conclusão de que a picape sofre dos males de ser um carro de trabalho. Isso é um problema? Talvez não, pois atende um propósito. Ao emplacar 142.903 unidades em 12 meses, terminou 2025 como o carro mais vendido do país por cinco anos consecutivos. Faça as contas: a cada três minutos, uma Strada é adquirida no Brasil. Sua grande oferta de configurações, versões e motores, que abrange todos os gostos e bolsos, é um dos motivos que explicam os resultados suntuosos que ajudaram a Fiat a emplacar 533.710 veículos no ano passado. Não à toa, a Stellantis pensa em lançá-la no mercado europeu quando sua próxima geração ficar pronta. Assim ela perdurará, agora como um carro global. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
Da borracha ao carro: entenda as etapas da complexa fabricação de um pneu Se alguém te dissesse que um pneu não nasce redondo, você acreditaria? Aliás, você levaria a sério se alguém te contasse que a história começa longe da borracha? Imagino que a resposta às duas perguntas seja não. Pois bem. Autoesporte visitou a fábrica da Pirelli, em Campinas (SP), e agora explica como essa jornada acontece. E já aviso que tudo é muito mais complexo (e tecnológico) do que parece. Para começo de conversa, um pneu nasce junto de um carro. Ou melhor, junto de cada versão de um modelo que uma marca ainda vai lançar. É que quando uma montadora começa a projetar um novo carro, já encomenda o desenvolvimento de seus pneus. Pirelli produz 75 milhões de pneus (de carros, motos, caminhões) por ano em todo o mundo Nick Dimbleby Não é exagero: plataforma, suspensão, freios, consumo, ruído e toda a engenharia dependem diretamente de como o pneu vai se comportar. Faz sentido, já que estamos falando do único componente do veículo que toca o chão. E aí vem a primeira surpresa: dos primeiros testes até a homologação, um pneu leva, em média, dois anos para chegar ao mercado. Sim, eu avisei: é complexo. Mas, afinal, que caminho tão longo é esse? + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Virtualização Depois de definido o propósito do carro e de seus pneus, inicia-se uma etapa chamada virtualização. Antes de ir para o laboratório físico, cada componente passa por modelagens e análises virtuais. Criação de um novo pneu envolve um complexo processo de engenharia Nick Dimbleby É nesse processo que os engenheiros criam um modelo digital do pneu, antecipando as características mais importantes do produto real: dimensões, peso, desenho, rigidez, elasticidade e densidade. Dessa forma, é possível prever como o pneu vai reagir às mais diversas condições de aderência, frenagem, desgaste, aquecimento e até eficiência energética. Além de precisa, a simulação é estratégica: reduz o tempo de desenvolvimento e o consumo de materiais de testes, o que contribui para mitigar os impactos ambientais. Portanto, antes mesmo de existir fisicamente, o pneu já acumula quilômetros percorridos dentro do computador e até com ajuda de inteligência artificial. É o famoso “só acredito vendo”. Ainda bem que eu vi. Como nasce um carro? Montamos o Renault Boreal da solda ao teto solar Subaru já pendurou carros em SP e deixou bairro sem luz; relembre Detento restaura conversível raríssimo no Brasil dentro de presídio no RS Laboratório químico Ainda estamos longe da etapa em que o pneu realmente ganha vida. Depois das simulações virtuais, começam os cálculos em um laboratório químico para criar a receita da borracha. E não estamos falando de um único tipo, até porque um pneu pode ter até 16 compostos diferentes. Fábrica da Pirelli tem diversos equipamentos de testes para os pneus Nick Dimbleby Os químicos e engenheiros misturam borracha natural, borracha sintética, sílica, negro-de-fumo, resinas, óleos, plastificantes e diversos aditivos. Cada item tem uma função específica: aderir melhor ao solo, reduzir a resistência ao rolamento, dissipar calor, aumentar a durabilidade, melhorar as frenagens e por aí vai. Nesse tempo, ainda tem quem esteja fazendo várias pesquisas para encontrar materiais cada vez mais sustentáveis. Antes de liberar toneladas de matéria-prima para o setor de misturação, o laboratório cria pequenas amostras em escala reduzida. Tudo para entender se a borracha vai se comportar do jeito que o engenheiro planejou — e sempre com medição rigorosa. Isso ajuda a explicar por que, na maioria das vezes, a criação é eficiente já na primeira tentativa. Impressionante. Amostras de borracha são colhidas para testar comportamento do componente Nick Dimbleby A cozinha dos pneus Com a fórmula ideal nas mãos, a receita vai para a etapa em que tudo se torna real, o Banbury. É aí que os compostos ganham homogeneidade por meio de uma máquina gigantesca que transforma pó, grânulos, líquidos e polímeros em uma massa uniforme. É a cozinha da fábrica. Acabou? Longe disso. O próximo passo é transformar a mistura em lâminas. Nessa fase o material é esticado, cortado, prensado e moldado até formar cada camada do pneu. A banda de rodagem nasce aqui, assim como os flancos e as partes internas. Cada molde precisa ter a espessura certa e o corte exato. Afinal, qualquer milímetro fora do lugar compromete o resultado esperado. É por isso que todo o processo produtivo é monitorado em tempo real. No Brasil, a Pirelli tem duas fábricas de pneus: uma em Campinas (SP) e outra em Feira de Santana (BA) Nick Dimbleby Em seguida, tudo segue para a máquina de construção de pneus. Ali, cada componente é encaixado em seu lugar: lonas internas, estruturas têxteis e metálicas, banda de rodagem e reforços laterais. E surge o pneu de verdade! É como se fosse um pão cru antes de ir ao forno. Falta só a parte final da receita: calor e pressão. E isso nos leva à vulcanização, etapa na qual o pneu fica pronto de fato. É como “assar um bolo”. Máquinas gigantes funcionam como fornos industriais a temperaturas que variam entre 140ºC e 200ºC. Ali, o pneu ganha elasticidade, espessura, forma e tudo que faz dele… um pneu. É o produto pronto para rodar. Toda a operação da marca italiana de pneus no Brasil conta com 6,5 mil funcionários Nick Dimbleby Testes da vida real Pronto? Na verdade, quase. Antes de chegar às ruas, cada pneu passa por uma bateria de exames para comprovar que atende aos padrões de segurança, desempenho e durabilidade. Tem inspeção visual humana e testes automatizados dentro do ambiente controlado. Máquinas colocam pneus para girar sob cargas e velocidades específicas, como se estivessem rodando em uma estrada real. Campo de provas da Pirelli é o Circuito Panamericano, no interior de SP Nick Dimbleby O laboratório consegue simular anos de desgaste em poucas horas ou dias, além de medir quanta energia um pneu exige para rolar. Plataformas robóticas também analisam os níveis de deformação e sensores monitoram detalhes como temperatura, vibração e ruídos. Antes de iniciar a produção em larga escala, é preciso passar por um laboratório a céu aberto, a chamada pista de testes. No caso da Pirelli, o conhecido Circuito Panamericano. É lá que os pneus são testados em condições reais, com carros de verdade e pilotos especializados em conferir o comportamento em frenagens, curvas, piso molhado, piso irregular, alta velocidade e mais. É a hora de provar se tudo que foi projetado realmente funciona. Circuito Panamericano é onde a prova final dos pneus é feita Nick Dimbleby Depois disso, o pneu está finalmente pronto para ir às ruas e segue para o armazém, onde recebe um código de identificação e rastreamento. É o último ponto dentro da fábrica. Dali, o produto segue para quem pediu: a própria montadora, uma concessionária ou um centro de distribuição. No fim das contas, fabricar um pneu é muito mais do que moldar borracha. É unir engenharia, química, tecnologia, precisão milimétrica e testes incansáveis. Portanto, valorize cada curva que você faz, cada frenagem e cada viagem longa e silenciosa. Porque, antes de os pneus do seu carro encostarem no asfalto, eles já rodaram um mundo inteiro. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
Volkswagen Saveiro 1.6 ajudou a fazer a fama do motor AP em 1994 O segmento de mercado das picapes leves, dominado pela Volkswagen Saveiro nos anos 90, foi criado no Brasil em 1979, com o lançamento do modelo derivado do Fiat 147, seguido pelas demais marcas, que apresentaram produtos semelhantes. O objetivo inicial era oferecer um utilitário compacto e ágil para transporte de pequenas cargas e que realmente se tornasse uma ferramenta de trabalho, sem no entanto perder as características de um automóvel de uso diário. Nos últimos anos, o perfil do usuário dessa categoria de veículos vem mudando significativamente. Exigências por características mais esportivas estão tomando o lugar daquelas normalmente apresentadas por um veículo de carga. Hoje, as picapes leves têm no público jovem o seu principal alvo, e em função disso o apelo esportivo é um fator decisivo para conquistar essa preferência. Não é raro ver essas picapes equipadas para se transformarem em verdadeiras máquinas de velocidade. A moda pegou e, especialmente entre os mais jovens, elas são muito desejadas. Janela deslizante no vigia traseiro ajudava na ventilação da cabine Acervo MIAU/Autoesporte Há dez anos no mercado e com a última reestilização em 1991, a Saveiro é líder absoluta, com participação de aproximadamente 42% deste segmento. Autoesporte testou a Saveiro CL 1.6 a álcool com motor AP-1600, em sua versão básica, sem qualquer opcional. O acabamento interno é totalmente despojado. Laterais de portas e teto forrados em vinil e os bancos em tecido cinza escuro são bem apropriados para quem não dispõe de tempo para maiores cuidados com a aparência. No pequeno quadro de instrumentos somente o indispensável — velocímetro com odômetro totalizador (de seis dígitos), termômetro de água do motor e medidor de combustível —, além das luzes-espia para as demais funções. Relógio? não existe. O volante de raios em V invertido, feito em plástico rígido sem nenhum tipo de acolchoamento, apresenta uma pega desconfortável, principalmente em manobras de estacionamento, quando é exigido maior esforço. Itens como porta-objetos no console ou nas portas seriam bem-vindos, mesmo numa versão básica, uma vez que o espaço interno reduzido é uma das características marcantes nessa categoria de veículo. Resultado elogiável no teste de estabilidade, mesmo com a caçamba vazia Acervo MIAU/Autoesporte Usuários com estatura acima da média certamente encontrarão algum problema para se acomodar, devido à menor possibilidade de regulagem tanto do assento como do encosto. A presença da roda reserva e do macaco atrás do banco do acompanhante agrava esse aspecto. O sistema de ventilação interna forçada, de quatro velocidades e com apenas duas saídas no painel — apesar de não dispor de aquecimento —, é bastante eficiente. A renovação de ar dentro do veículo é ajudada pela vigia traseira de vidro deslizante. Quando aberta, auxilia para desembaçar o para-brisa nos dias de chuva. Os quebra-ventos são fixos. Capacidade de carga era de 580 quilos ou, em termos de espaço, 852 litros Acervo MIAU/Autoesporte A Saveiro pode carregar até 580 kg, capacidade suficiente para transportar, por exemplo, uma motocicleta ou uma moto aquática. O volume disponível na caçamba, até a altura das laterais, é de 852 litros (aferido). A caçamba e a tampa traseira dispõem de frisos de madeira para evitar arranhões, além de alças metálicas no fundo e nas laterais para amarração dos objetos. A grade sobre a vigia traseira é um componente útil e necessário para a proteção da cabine. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. Os números de desempenho explicam em parte a preferência pela Saveiro. O motor AP-1600 de 1.596 cm3, que havia sido substituído nesta versão pelo motor AE-1600 em 1990, volta a equipá-la. Sua inquestionável durabilidade certamente é mais um argumento decisivo na escolha daqueles que preferem motores de menor cilindrada mas que não abrem mão de potência quando necessário. De 0 a 100 km/h em 10,7 segundos e velocidade máxima acima de 160 km/h Acervo MIAU/Autoesporte A alimentação por carburador de duplo corpo mostrou-se bem adaptada a todas as condições de uso do motor, mesmo nas partidas a frio, quando é preciso o uso do afogador. Aliás, um carburador eletrônico poderia ser uma boa opção, enquanto não se dispõe do sistema de injeção eletrônica. Suzuki Swift e Citroën AX mostraram que Gol não era o único GTI em 1994 Fiat Prêmio inovou ao popularizar injeção eletrônica nos sedãs nacionais Torena foi carro esportivo nacional dos anos 1990 com motor de Chevette Os 90 cv disponíveis e o peso do veículo, de 895 kg, levam à relação peso/potência de 9,9 kg/cv, suficientes para acelerar a Saveiro de 0 a 100 km/h em apenas 10,7 segundos. Para cobrir os 400 e 1.000 metros foram necessários 17,4 segundos e 32,9 segundos, respectivamente. São marcas comparáveis a muitos carros esportivos com motores de maior cilindrada e potência. VW se arrependeu de usar o AE-1600 e voltou com o motor AP-1600 para a CL Acervo MIAU/Autoesporte Esses dotes atléticos acabam prejudicando o consumo de combustível, que na cidade foi de 7,7 km/l e 9,7 km/l na estrada, um tanto elevado mesmo para um motor dessa cilindrada movido a álcool. A velocidade máxima de 162,7 km/h, atingida em 4ª. marcha, é mais do que suficiente, e só não é maior por questões aerodinâmicas nessa categoria de veículo. As retomadas de velocidade de 40-80 e 60-100 km/h são muito boas, graças ao torque máximo presente a baixas rotações (13,1 mkgf a 2.600 rpm). A quinta, de efeito sobremarcha, prejudica as retomadas de 80-120 km/h. Painel da versão era absolutamente simples e extremamente básico Acervo MIAU/Autoesporte O câmbio VW continua preciso, com engates sempre fáceis, ideal para quem gosta de dirigir esportivamente. O comportamento dinâmico não fica nada a dever aos outros membros da família (Gol, Parati e Voyage), a não ser pela calibração mais firme das suspensões, que prejudica o conforto. A distribuição de peso desfavorável (concentrado na dianteira) não chega a comprometer a aptidão em curvas. Na plataforma de teste (skidpad) a Saveiro apresentou comportamento neutro, e apesar de manter a roda traseira do lado interno fora do chão, atingiu 0,81 g de aceleração lateral. Acabamento interno passava longe de qualquer aspecto luxuoso Acervo MIAU/Autoesporte As frenagens com o veículo vazio exigem certa atenção, pois ocorre o travamento prematuro das rodas traseiras, mesmo dispondo de válvula sensível à carga nesse eixo. Conclusão: a liderança conquistada ao longo dos anos pela Saveiro não é por acaso. Reunir em um utilitário a dose certa de praticidade e principalmente esportividade é a receita do sucesso. Publicado originalmente na Autoesporte número 352, de setembro de 1994 VW Saveiro 1.6 - Resultado do teste Volkswagen Saveiro 1.6 - Ficha técnica Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
Coleção de 50 Ferrari é leiloada por R$ 660 milhões após morte do dono Autoesporte noticiou no início de novembro de 2025 que uma curiosa coleção de carros de luxo seria leiloada no último sábado (17). De fato, o adjetivo cai bem, já que estamos falando de nada menos que 46 Ferrari, todas da mesma pessoa. Essa garagem dos sonhos era do empresário Phil Bachman, que faleceu em agosto do ano passado, aos 88 anos. Agora, os quase 50 esportivos foram vendidos por impressionantes US$ 124.706.500, ou seja, R$ 659,5 milhões em conversão direta. O acervo, formado por veículos raros da fabricante italiana produzidos entre 1950 e 2010, inclui modelos como 365 GTB, Testarossa, 360 Challenge Stradale, 575M Superamerica e Dino, arrematadas por no máximo US$ 1,87 milhão. A mais cara, entretanto, foi vendida pela bagatela de US$ 17,9 milhões, que equivale a R$ 94,6 milhões: trata-se de uma Ferrari Enzo 2003. Empresário americano tinha preferência por comprar os carros da marca italiana na cor amarela Divulgação/Mecum + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. Com apenas 400 unidades produzidas, o superesportivo é equipado com motor 6.0 V12 de 660 cv de potência e transmissão automática. Assim como a grande maioria dos modelos da coleção, o cupê tem a carroceria pintada em amarelo e foi personalizado pela fábrica da Ferrari a pedido do dono. A coleção inclui diversas raridades, como duas das 60 unidades produzidas da Ferrari F40 1992 (na configuração para os Estados Unidos), bem como uma das 55 unidades da F50 1995 vendidas no país. Esta, inclusive, teve o segundo arremate mais caro do acervo, de R$ 64,6 milhões. A garagem de Bachman ainda tinha espaço para as últimas configurações americanas da LaFerrari. Empresário Phil Bachman teve duas das 60 unidades norte-americanas da Ferrari F40 Divulgação/Mecum Um destaques da coleção, é a Ferrari FXX 2006. Este veículo, vale lembrar, faz parte do programa FXX da marca do cavallino rampante, responsável pelo teste de novas tecnologias em carros de laboratório e que promove experiências exclusivas para clientes especiais. Essa é uma entre as 30 unidades fabricadas do modelo, sendo a única com a cor amarela de série. O hiperesportivo é equipado com um motor 6.3 V12 naturalmente aspirado que entrega 811 cv. O conjunto é aliado a um câmbio automatizado de dupla embreagem com seis marchas, que pode realizar as trocas em apenas 0,1 segundo. No leilão, foi arrematado pelo equivalente a R$ 33,5 milhões. Ferrari FXX pertenceu a empresário americano e foi leiloada com certificado de autenticidade da marca italiana Initial plugin text Quanto ao ano de fabricação, as Ferrari com fabricação mais recente são as F12 tdf e a já mencionada LaFerrari Aperta, ambas ano-modelo 2017. Os modelos foram arrematador por R$ 16,9 milhões e R$ 58,2 milhões, respectivamente. Ambas são equipadas com o motor 6.3 V12, mas a segunda é mais potente ao entregar 800 cv a 9.000 rpm. O torque é de até 71,4 kgfm. Na F12 tdf, o propulsor é calibrado para entregar até 781 cv a 8.500 rpm e 71,9 kgfm. Já a mais antiga da coleção tem 73 anos é uma unidade conversível da Ferrari 166 MM/53 Vignale Spyder. Produzida em 1953, na época oferecia motor 2.0 V12 de apenas 162 cv, aliado a uma transmissão manual de cinco velocidades. Durante a praça, que aconteceu em Orlando (EUA), o clássico foi adquirido por US$ 2,1 milhões (R$ 11,1 milhões). Ferrari mais antiga da coleção de Phil Bachman é 166 MM53 Vignale Spyder que tem mais de sete décadas Divulgação/Mecum Apesar das mais de sete décadas de vida, a 166 MM/53 não foi o primeiro veículo da marca italiana que Bachman comprou. A primeira Ferrari da coleção é a 308 GTS Quattrovalvole 1984, que o empresário adquiriu aos 46 anos de idade. Na época, ele era vendedor de carros em Washington e dias antes da compra tinha tido contato com um exemplar do modelo pela primeira vez na vida. Sob o capô, Bachman pôde disfrutar de um propulsor 3.0 V8 aspirado a gasolina de até 237 cv e 26,6 kgfm. Assim como a 166 MM/53 Vignale Spyder dos anos 1950, o targa também era equipado com câmbio manual de cinco marchas. Números impressionantes para a época, ainda acelerava de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos e atingia velocidade máxima de 255 km/h. E mesmo com seus 42 anos de vida, a 308 GTS Quattrovolve foi arrematada por US$ 1,6 milhão. IPVA mais caro do Brasil é de Ferrari de R$ 38 milhões e custa um apartamento Phil Bachman com Ferrari 308 GTS Quattrovalvole 1984 Divulgação/Mecum Já a "mais barata" da coleção, é a Ferrari 400i 1985, que foi vendida no leilão por US$ 104.500. Em conversão direta, o valor equivale a R$ 553 mil. Para além da curiosa escolha da cor e variedade de modelos e versões, outro destaque dessa coleção é a baixa quilometragem de diversos exemplares que pertenceram à garagem de Bachman. A Ferrari 458 Speciale A 2015 é o modelo que menos rodou da lista e contabiliza apenas 92 km no odômetro. Já a Ferrari 250 GT/L Berlinetta Lusso 1964 é o veículo que viajou mais, acumulando 124.711 km rodados. Ferrari 400i 1985 de Phil Bachman foi esportivo "mais barato" arrematado em leilão Divulgação/Mecum Por fim, não foi apenas de Ferrari que Bachman rodou em vida: o empresário que administrou diversas concessionárias de marcas como Nissan, Jeep, Renault, Ram, Cadillac e DeLorean, também era dono de dois Alfa Romeo 8C. Os exemplares das versões Spider e Competizione foram leiloados por valores que correspondem a R$ 2,2 milhões e R$ 1,95 milhão, respectivamente. Milionário iça Ferrari de R$ 2 milhões em sacada, mas é obrigado a retirar Veja os 5 arremates mais altos entre as Ferrari de Phil Bachman: 5. Ferrari LaFerrari 2015 - US$ 6.710.000 (R$ 35,5 milhões) Ferrari LaFerrari 2015 foi leiloada pelo equivalente a R$ 35,5 milhões Divulgação/Mecum 4. Ferrari 288 GTO 1985 - US$ 8.525.000 (R$ 45,1 milhões) Ferrari 288 GTO leiloada por R$ 45,1 milhões foi produzida há 41 anos Divulgação/Mecum 3. Ferrari LaFerrari Aperta 2017 - US$ 11 milhões (R$ 58,2 milhões) Ferrari LaFerrari Aperta 2017 foi uma das últimas aquisições do empresário Phil Bachman Divulgação/Mecum 2. Ferrari F50 1995 - US$ 12.210.000 (R$ 64,6 milhões) Ferrari F50 1995 da coleção de Phil Bachman teve o segundo maior arremate do leilão Divulgação/Mecum 1. Ferrari Enzo 2003 - US$ 17.875.000 (R$ 94,6 milhões) Ferrari Enzo 2003 teve valor de arremate que corresponde a quase um quinto do preço de todas as Ferrari da coleção Initial plugin text Veja também: Teste: Ferrari 12Cilindri Spider é último conversível a combustão da marca Ferrari elétrica é confirmada para 2026 com quatro motores e 1.000 cv Audi revela pintura de carro que Bortoleto vai pilotar na F1 em 2026 Red Bull revela pintura do carro de 2026 na F1 com motor Ford Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
6 usados eleitos Carro do Ano que valem a compra a partir de R$ 20 mil O prêmio Carro do Ano é um dos mais tradicionais do mercado automotivo brasileiro. Concedido anualmente por um júri formado por jornalistas especializados, ele avalia o conjunto do projeto, e não apenas números isolados. Entram na conta critérios como eficiência, segurança, inovação, conforto, custo-benefício e relevância dentro do segmento em que o carro atua. Para concorrer, os modelos precisam ser lançamentos ou atualizações profundas, vendidos oficialmente no Brasil e enquadrados em categorias específicas. A votação combina dados técnicos, testes comparativos e uso real, o que ajuda a explicar por que muitos vencedores mantêm boa reputação mesmo anos depois, refletida em liquidez, procura e valor residual no mercado de usados. Pensando nisso, reunimos seis carros que já venceram o Carro do Ano e que ainda fazem sentido como compra no Mercado Livre. A lista está organizada do mais barato para o mais caro, sempre com base nos preços iniciais encontrados na plataforma. Não se trata de anúncios específicos, mas de uma análise do conjunto de ofertas disponíveis. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de dezembro de 2025. Confira, a seguir, cada um dos carros usados campeões em economia, em detalhes. 1. Volkswagen Gol — a partir de R$ 19.900 O Volkswagen Gol Power pode ser equipado com motor 1.0 flex ou 1.6 flex. Divulgação/Volkswagen No fim da década de 2000, o Volkswagen Gol seguia como referência entre os compactos por oferecer um projeto simples e funcional. O entre-eixos de 2,47 m permitia acomodar quatro adultos sem grandes concessões, enquanto o porta-malas de 285 litros atendia bem ao uso familiar básico. A gama incluía motor 1.0 flex de até 76 cv e 10,6 kgfm, voltado ao consumo, e o 1.6 flex de até 104 cv e 15,6 kgfm, mais adequado para estrada e uso com o carro carregado; ambos sempre traziam câmbio manual de cinco marchas. No Mercado Livre, há anúncios a partir de R$ 19.900, com destaque para o Gol Power 1.6. Essa versão costuma aparecer com direção hidráulica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, além de rádio ou preparação para som. Não é um carro tecnológico, mas como usado segue sendo uma compra racional pela manutenção simples, robustez mecânica e facilidade de revenda, desde que suspensão e estrutura estejam em ordem. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Ford Ka — a partir de R$ 31.900 O Ford Ka SEL possui entre-eixos de 2,49 m. Divulgação/Ford A terceira geração do Ford Ka marcou a virada do modelo para um patamar mais moderno entre os compactos. Com entre-eixos de 2,49 m e porta-malas de 257 litros, o hatch se destacava pelo bom aproveitamento de espaço interno e pelo acerto de suspensão. A oferta de motores incluía o 1.0 três-cilindros de até 85 cv e 10,7 kgfm, focado em consumo, e o 1.5 flex de até 110 cv, que entregava respostas mais cheias em estrada, ambos sempre com câmbio manual. No Mercado Livre, os preços partem de R$ 31.900, especialmente para modelos 2015, com destaque para o Ka SEL 1.5 manual. Essa versão costuma trazer airbags frontais, ABS, ar-condicionado, direção elétrica, central multimídia, comandos de som no volante e ajuste de altura do banco do motorista. Como usado, é valorizado pela dirigibilidade acima da média e por oferecer equipamentos que ainda fazem sentido no uso diário. Initial plugin text 3. Honda Civic — a partir de R$ 39.900 O Honda Civic de oitava geração conta com porta-malas de 340 litros. Divulgação/Honda O Honda Civic da oitava geração foi projetado com foco em conforto e durabilidade. O entre-eixos de 2,70 m garante bom espaço no banco traseiro, enquanto o porta-malas de 340 litros atende bem a viagens. O motor 1.8 flex entrega até 140 cv e 17,7 kgfm, com opções de câmbio manual ou automático, permitindo desde uma condução mais direta até um uso focado em conforto. No Mercado Livre, os anúncios começam em torno de R$ 39.900, com destaque para o Civic EXS. A versão costuma oferecer ar-condicionado digital, bancos de couro, rodas de liga leve, volante multifuncional e, em algumas unidades, teto solar. Como usado, segue sendo uma compra segura entre os sedãs médios, desde que a manutenção esteja em dia e a suspensão não tenha sido negligenciada. 4. Jeep Renegade — a partir de R$ 54.900 O Jeep Renegade desta lista pode entregar até 132 cv de potência. Divulgação/Jeep O Jeep Renegade se destacou entre os SUVs compactos por apostar em construção mais robusta e pacote de segurança consistente. A altura livre do solo de cerca de 18,6 cm facilita o uso em ruas esburacadas e valetas, enquanto a posição de dirigir elevada reforça a sensação de SUV. A oferta principal incluía motor 1.8 flex de até 132 cv e 19,1 kgfm, com câmbio manual ou automático, atendendo diferentes perfis de uso. No Mercado Livre, os preços partem de cerca de R$ 54.900, geralmente para unidades 2016. O destaque vai para a versão Longitude, embora a maior oferta nesse valor seja da Sport. Mesmo assim, é comum encontrar controle de estabilidade, assistente de partida em rampa, ar-condicionado, direção elétrica e central multimídia, o que reforça seu apelo como SUV usado seguro — apesar do porta-malas menor. 5. Toyota Corolla — a partir de R$ 109.900 Os preços do Toyota Corolla desta lista partem de R$ 109.900 no Mercado Livre. Divulgação/Toyota O Toyota Corolla construiu sua reputação com base em conforto, confiabilidade e previsibilidade mecânica. A geração de 2020 manteve esse foco ao oferecer entre-eixos de 2,70 m e porta-malas de 470 litros, adequado para viagens longas. A linha trazia motor 2.0 flex de até 177 cv e 21,4 kgfm, sempre com câmbio automático CVT, além da opção Altis Hybrid, voltada à eficiência urbana. No Mercado Livre, há anúncios a partir de R$ 109.900, com destaque para o Corolla XEi 2020. A versão costuma trazer sete airbags, controle de estabilidade, ar-condicionado digital, central multimídia com câmera de ré, piloto automático, sensores de estacionamento e chave presencial. Como usado, é um dos sedãs médios com melhor liquidez e menor rejeição do mercado. 6. BYD Dolphin — a partir de R$ 118.990 O BYD Dolphin tem bateria de 44,9 kWh. Divulgação/BYD O BYD Dolphin representa a nova geração de vencedores do Carro do Ano, com foco em eletrificação e eficiência. Desenvolvido sobre plataforma dedicada, ele se destaca pelo entre-eixos de 2,70 m, bom espaço interno e porta-malas de 345 litros. O motor elétrico entrega 95 cv e 18,3 kgfm, com respostas imediatas no trânsito, enquanto a bateria de 44,9 kWh atende bem ao uso urbano típico. No Mercado Livre, as unidades aparecem a partir de R$ 118.990, geralmente modelos 2024. A versão com bateria de 44,9 kWh costuma trazer seis airbags, controle de estabilidade, pacote de assistências à condução, painel digital e central multimídia giratória, além de boa conectividade. Como usado, ainda é recente, mas já surge como alternativa real para quem busca tecnologia e baixo custo por quilômetro rodado. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a dezembro de 2025.
0 0 0 0
Preview
BYD King GL tem ofertas exclusivas no programa de vendas diretas Desde outubro de 2025, quando a BYD iniciou sua produção nacional em Camaçari, na Bahia, o BYD King integra o Programa de Vantagens BYD, modelo no qual a negociação e o faturamento dos veículos são realizados diretamente pela fabricante. O sedã super-híbrido plug-in é oferecido, na versão GL, com condições comerciais exclusivas, disponível para pessoas jurídicas (incluindo pequenas empresas e empreendedores), pessoas com deficiência (PCD) e taxistas – estes dois últimos contam, ainda, com isenção de tributos[1]. As ofertas podem variar dependendo do mês. Para acompanhar as novidades acesse o site oficial. Economia no dia a dia O BYD King GL se destaca pelo baixo consumo de combustível, especialmente no uso urbano. De acordo com dados do Inmetro, o modelo registra até 17,1 km/l na cidade quando opera apenas com o motor a combustão. Já no modo elétrico, o consumo equivalente chega a 43,5 km/l. Quando considerados os dois sistemas em conjunto, a autonomia total pode alcançar até 1.175 quilômetros. Por se tratar de um híbrido plug-in, o sedã permite recarga em tomadas, possibilitando que a maior parte das jornadas diárias seja realizada com a bateria de 8,3 kWh totalmente carregada, reduzindo significativamente o consumo de combustível no dia a dia. O sedã plug-in permite recarga em tomada e, com bateria de 8,3 kWh, reduz o consumo de combustível no uso diário Divulgação Tudo isso é possível graças à plataforma DM-i (Dual Mode Intelligent), desenvolvida pela BYD. Esse sistema inovador prioriza o motor elétrico como principal responsável pela tração na maior parte do tempo, o que garante maior eficiência energética, redução no consumo de combustível e uma experiência de condução mais suave e eficiente. O motor a combustão, por sua vez, atua de forma complementar, principalmente entrando em situações que exigem maior desempenho, como acelerações mais intensas ou ultrapassagens. No caso do BYD King GL a aceleração de 0 a 100 km/h pode ser realizada em 7,9 segundos. Caso contrário, o sistema híbrido aciona o motor a combustão apenas para recarregar a bateria quando o nível de carga está baixo. Dessa forma, ele consegue extrair o máximo de eficiência. Visual moderno O design do BYD King GL é marcado pela linha de teto que se prolonga em direção ao amplo porta-malas de 450 litros. Já o conjunto de faróis, luzes diurnas e lanternas em LED conferem um ar de modernidade e sofisticação. Na cabine, o ambiente é refinado, com materiais de qualidade e o toque tecnológico das duas telas digitais (painel de instrumentos em LCD, de 8,8 polegadas, e a central multimídia rotativa de 12,8). O sedã conta ainda com carregador por indução, suporte para CarPlay e Android Auto e sistema de áudio com seis alto-falantes. O modelo é equipado com painel de instrumentos em LCD, de 8,8 polegadas, e a central multimídia rotativa de 12,8 Divulgação Quando o assunto é segurança, o BYD King GL oferece, dentre muitas ferramentas, seis airbags (frontais, laterais e de cortina), controle de tração e estabilidade, sistema de distribuição eletrônica de frenagem (EBD), assistente de partida em rampa, controle de cruzeiro e monitoramento da pressão dos pneus. O motorista também conta com a comodidade da câmera 360º, que permite visualizar todo o entorno do veículo na hora das manobras de estacionamento, além de sensores dianteiro e traseiro. Além disso, o veículo utiliza a Bateria Blade, reconhecida como uma das mais seguras do mundo para veículos eletrificados, a bateria passou por rigorosos testes de segurança e foi projetada para maximizar resistência, alcance e vida útil. O BYD King é produzido no recém-inaugurado complexo industrial de Camaçari (BA) juntamente com outros dois modelos: o BYD Dolphin Mini (100% elétrico) e o BYD Song Plus (super-híbrido plug-in). Ambos também fazem parte do programa de vendas diretas da marca. [1] Consulte as condições de isenção de IPI previstas na lei nº 8.989/95 e as condições de IPVA e ICMS nas legislações do estado onde o veículo será adquirido. [2] Consulte as condições comerciais vigentes em www.byd.com/br/condicoes [3] ciclo NEDC
0 0 0 0
Preview
6 picapes usadas ideais para dirigir na cidade a partir de R$ 25 mil Quando se fala em picapes usadas para rodar na cidade, o erro mais comum é tratar todos os modelos como equivalentes. Na prática, há diferenças claras de projeto entre picapes derivadas de carros compactos, modelos intermediários com proposta mista e picapes médias que tentam conciliar conforto e robustez. Para quem roda majoritariamente na cidade, fatores como porte, facilidade de manobra, entrega de torque em baixa rotação e consumo pesam mais do que capacidade máxima de carga. O mercado de usados amplia as possibilidades ao permitir acesso a versões mais potentes e melhor equipadas por preços competitivos. Ainda assim, entender o perfil técnico de cada picape é fundamental: algumas se comportam quase como um hatch com caçamba, enquanto outras exigem mais espaço e têm custos mais elevados. A seguir, listamos seis picapes pequenas e médias usadas que funcionam bem no uso urbano, com base nos menores preços encontrados em anúncios no Mercado Livre. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de dezembro de 2025. Confira, abaixo, cada um dos modelos, em detalhes. 1. Chevrolet Montana — a partir de R$ 24.900 A Chevrolet Montana tem caçamba com cerca de 700 litros. Divulgação/Chevrolet A Chevrolet Montana de primeira geração é uma das picapes mais urbanas já vendidas no Brasil. Derivada do Corsa, ela mantém condução próxima à de um carro compacto, com bom raio de giro e suspensão voltada ao asfalto. A caçamba com cerca de 700 litros atende bem transporte leve, compras volumosas ou equipamentos de trabalho sem comprometer a agilidade no trânsito. Nos anúncios do Mercado Livre, unidades a partir de R$ 24.900 geralmente são da versão Conquest com motor 1.8, que entrega cerca de 108 cv de potência e 17,1 kgfm de torque, números suficientes para rodar carregado sem esforço excessivo. Em equipamentos, a Conquest normalmente inclui ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos, travas elétricas e computador de bordo, além de dois airbags nas unidades mais novas. O consumo oficial fica próximo de 8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada, e a compra só exige atenção à suspensão e ao estado da caçamba. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Volkswagen Saveiro — a partir de R$ 47.900 Uma das opções de motor da Volkswagen Saveiro Robust é o 1.6 flex. Divulgação/Volkswagen A Volkswagen Saveiro pós-facelift de 2018, especialmente na versão Robust, é uma das picapes pequenas mais equilibradas para a cidade. O projeto prioriza baixo peso, boa estabilidade e condução previsível, com porte fácil de administrar em vagas e corredores urbanos. A caçamba com cerca de 924 litros, nas versões de cabine simples, é um diferencial frente a rivais compactas. Anúncios da Saveiro a partir de R$ 47.900 costumam trazer o motor 1.6 flex, com aproximadamente 104 cv de potência e 15,6 kgfm de torque, aliado ao câmbio manual. A versão Robust foca na funcionalidade, mas costuma oferecer direção elétrica, ar-condicionado, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e dois airbags, além de preparação para rádio e soluções práticas na caçamba. O consumo oficial gira em torno de 11 km/l na cidade e 13 km/l na estrada, próximo ao de hatches compactos. Initial plugin text 3. Fiat Strada — a partir de R$ 62.900 O consumo da Fiat Strada Endurance é de 12 km/l na cidade e 14 km/l na estrada. Lucas Cardoso/Autoesporte A Fiat Strada de última geração, na versão Endurance com cabine simples, é uma das picapes compactas mais eficientes quando a prioridade é carga sem exagerar no tamanho. O projeto combina entre-eixos de 2,71 m com caçamba próxima de 1.350 litros, uma das maiores do segmento, permitindo transportar volumes relevantes sem comprometer tanto a mobilidade urbana. No Mercado Livre, a Strada Endurance aparece a partir de R$ 62.900, geralmente equipada com o motor 1.3 flex, que entrega cerca de 109 cv de potência e 14,2 kgfm de torque, sempre com câmbio manual. Mesmo sendo versão de entrada, traz controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, dois airbags, ar-condicionado e direção assistida, o que a torna mais segura e confortável que picapes compactas antigas. O consumo oficial fica perto de 12 km/l na cidade e 14 km/l na estrada, bom para uma picape com vocação claramente utilitária. 4. Renault Duster Oroch — a partir de R$ 68.900 Renault Duster Oroch tem motor que motor entrega cerca de 143 cv de potência. Divulgaço/Renault A Renault Duster Oroch ocupa um espaço intermediário entre SUV e picape, o que favorece o uso urbano. O entre-eixos de 2,82 m garante cabine espaçosa, enquanto a caçamba de cerca de 683 litros atende bem cargas leves e uso recreativo. É um projeto menos focado em trabalho pesado e mais em versatilidade. Nos anúncios do Mercado Livre, a versão Dynamique 2.0 com câmbio manual aparece a partir de R$ 68.900. O motor entrega cerca de 143 cv de potência e 20,2 kgfm de torque, associado a um câmbio manual de seis marchas, o que ajuda na condução urbana. Em equipamentos, a Dynamique costuma incluir ar-condicionado, direção elétrica, central multimídia, piloto automático, controle de estabilidade e quatro airbags, reforçando o apelo como picape confortável para o dia a dia. O consumo oficial gira em torno de 8,5 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada, aceitável para o porte. 5. Chevrolet S10 — a partir de R$ 79.900 A Chevrolet S10 tem uma altura livre do solo próxima de 220 mm. Divulgação/Chevrolet A Chevrolet S10 é a maior da lista e também a que mais exige adaptação no uso urbano. Ainda assim, a versão LTZ com motor flex consegue ser relativamente amigável na cidade por oferecer bom nível de conforto e câmbio automático. O projeto traz entre-eixos de cerca de 3,10 m e altura livre do solo próxima de 220 mm, números que reforçam a vocação para carga e pisos ruins. No Mercado Livre, anúncios a partir de R$ 79.900 costumam trazer o motor 2.5 flex, com até 206 cv de potência e cerca de 27,3 kgfm de torque, aliado a um câmbio automático de seis marchas. A versão LTZ inclui seis airbags, controle de estabilidade, ar-condicionado automático, central multimídia, piloto automático e acabamento interno superior, o que ajuda a tornar a S10 mais aceitável no uso diário urbano. O consumo oficial fica em torno de 7 km/l na cidade e 9 km/l na estrada; elevado, mas esperado para uma picape média flex. 6. Fiat Toro — a partir de R$ 98.900 A Fiat Toro Endurance é vendido no Mercado Livre a partir de R$ 98.900. Divulgação/Fiat A Fiat Toro é uma das picapes mais bem adaptadas ao uso urbano entre as médias. O projeto privilegia conforto, estabilidade e comportamento próximo ao de um SUV, sem abrir mão da utilidade. A caçamba com cerca de 937 litros atende bem ao uso diário, enquanto o entre-eixos de 2,99 m contribui para estabilidade e bom espaço interno. No Mercado Livre, unidades da Toro Endurance com motor T270 aparecem a partir de R$ 98.900. Esse conjunto entrega cerca de 185 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, sempre com câmbio automático de seis marchas, favorecendo o uso em trânsito intenso. A versão Endurance traz controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, ar-condicionado digital, central multimídia moderna e volante multifuncional, além de bom isolamento acústico. O consumo oficial gira em torno de 10 km/l na cidade e 12 km/l na estrada, competitivo para o porte. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a dezembro de 2025.
0 0 0 0
Preview
Exclusivo: Lepas é nova marca chinesa de carros que chega ao Brasil em 2026 O Grupo Chery opera no Brasil desde 2009 com a própria Chery, que teve aquisição de 50,7% das operações compradas pela Caoa em 2017. No ano passado, o processo de expansão do grupo chinês em território nacional começou com a chegada da Omoda Jeacoo e, mais recentemente, com a Jetour. Mas Autoesporte apurou que mais uma marca vai estrear neste ano: a Lepas. Durante entrevista para o programa CBN Autoesporte, Roger Corassa, vice-presidente executivo da Omoda & Jaecoo Brasil, confirmou uma informação que nossa equipe já havia apurado: a chegada de uma nova marca do Grupo Chery ao Brasil ainda neste ano. O programa vai ao ar no domingo, dia 1° de fevereiro, às 9h. Lepas L4 é um SUV compacto com 4,30 m de comprimento Divulgação/Lepas "Mais uma marca do Grupo Chery chega ao Brasil ainda em 2026. Ainda não podemos dizer qual é, mas trata-se de uma marca com forte identidade visual, semelhante ao da Omoda Jaecoo, com muito apelo de design e linhas modernas", afirmou Roger Corassa, vice-presidente executivo da Omoda & Jaecoo. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Nossa equipe apurou que trata-se da Lepas, a fabricante mais recente criada pelo Grupo Chery. Com sede em Wuhu (China), a empresa foi criada há menos de um ano, em abril de 2025, e é uma subdivisão da Chery International com foco apenas em comercialização fora da China para apoiar a estratégia de exportação do grupo. Lepas tem interior bem característicos dos carros chineses atuais com tela ne vertical Divulgação/Lepas E o processo de expansão será rápido: a meta é que até o final de 2027 a Lepas já opere em 45 países, com foco em vários mercados da Europa e da América do Sul, além de regiões estratégicas como Austrália, Malásia e África do Sul. E esse avanço começa a partir deste ano. Quais carros a Lepas vende? O portfólio atual da Lepas é formado por três SUVs: L4, L6 e L8, com todos eles compartilhando plataforma com os carros da Chery. Como o nome sugere, o porte do carro vai aumentando conforte o número. Os modelos ainda não tiveram seus dados oficiais divulgados e o site oficial da marca tem apenas uma apresentação de cada modelo, mas a Chery já adiantou algumas informações. L4 Lepas L4 lembra bastante os carros da Chery Divulgação/Lepas O L4 é um SUV compacto, com um comprimento na faixa dos 4,30 m e entre-eixos de 2,60 m. No Brasil, esse carro seria rival de Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta, Chevrolet Tracker e companhia. Não há confirmação sobre os motores, mas podemos esperar que seja equipado com um 1.5 turbo de quatro cilindros a gasolina com 147 cv e 21,4 kgfm, sendo o mesmo que já equipa modelos como Caoa Chery Tigggo 5X no Brasil. A diferença é aqui eles são flex e os números sobem para 150 cv e 22,8 kgfm, respectivamente. Versões com sistema híbrido são possibilidade. Lepas L4 tem lanternas que não acedem por completo Divulgação/Lepas L6 Lepas L6 é um SUV médio Divulgação/Lepas Já o L6 tem um porte de SUV médio: com 4,50 m de comprimento e 2,60 m de entre-eixos. Este, chegaria para brigar com Jeep Compas, Toyota Corolla Cross e Volkswagen Taos. O motor você também já conhece: 1.6 turbo a gasolina de quatro cilindros com 187 cv de potência e 28 kgfm de torque, que está presente nos Tiggo 7 e 8 no Brasil — neste caso, não é flex. Versões híbridas também serão produzidas para alguns mercados. L8 Lepas L8 também segue uma identidade visual próxima ao da Chery Divulgação/Lepas Por fim, o L8 é um SUV com porte grande e comprimento na faixa dos 4,70 m e entre-eixos de 2,80 m, semelhante ao de um Jeep Commander. Este terá o mesmo motor 1.5 turbo do L4, mas será PHEV, portanto, um híbrido com recarga externa. Neste caso, trabalhando junto com um motor elétrico, a potência combinada é de 275 cv e o torque de 37,2 kgfm. A bateria deve ser 18,4 kWh com uma autonomia de 100 km no modo elétrico, pelo menos no ciclo chinês CLTC, que é onde os carros serão produzidos para exportação. Lepas L8 é o maior dos três Divulgação/Lepas A chegada da Lepas ao Brasil deve acontecer no segundo semestre e ainda não há confirmação de quantos carros, ou se todos eles, serão lançados de uma só vez. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
5 sedãs usados com motor 2.0 e bastante espaço a partir de R$ 16,5 mil Antes dos SUVs, os carros mais desejados e símbolos de status eram os sedãs médios. Eles nunca foram os mais vendidos do Brasil, mas sempre ocuparam espaço na garagem de quem procurava o carro familiar com bom espaço, porta-malas generoso e boa dirigibilidade. Além das características típicas de todo sedan médio, boa parte dos modelos oferecidos no Brasil utilizam motores de litragem maior, como os 2.0 aspirados. Isso garante um bom desempenho, especialmente para o uso em viagens. Pensando nisso, separamos seis sedãs médios equipados com motor 2.0 com ofertas no Mercado Livre. A lista foi organizada da oferta mais barata à mais cara. Os preços citados foram verificados no Mercado Livre durante a apuração e produção da matéria, no mês de janeiro de 2026. Confira! 1. Chevrolet Astra – a partir de R$ 16.500 O Chevrolet Astra Sedã Foi um modelo popular que se destacou por equilibrar bem desempenho e usabilidade Divulgação/Chevrolet O primeiro Chevrolet Astra vendido no Brasil era importado da Bélgica e fazia parte da geração anterior ao modelo de maior sucesso. O Astra G, código para identificar a geração, foi fabricado por aqui entre 1998 e 2011. Curiosamente, a geração seguinte, a F, foi vendida no Brasil, mas rebatizada como Chevrolet Vectra, coexistindo com o Astra. Este modelo é vendido a partir de R$ 16.500 no Mercado Livre, com o motor 2.0 16V calibrado para 128 cv e 19,2 kgfm de torque. As versões GSi, equipadas com o mesmo motor, possuem 136 cv, mas preservam o torque. Há versões equipadas com um motor 2.0 8V, o que reduz a potência para 112 cv e o torque para e 17,3 kgfm. Quanto ao espaço, o Astra tem 2,61 m de entre-eixos e 460 litros de capacidade no porta-malas. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Nissan Sentra – a partir de R$ 23.900 O Nissan Sentra entrega conforto, espaço interno, tecnologia e design moderno Divulgação O Nissan Sentra está em sua quarta geração no Brasil e oitava no mercado global. Por aqui, o sedan desembarcou em 2004 com a quinta geração, que era conhecida pelo código B15. A geração seguinte chegou em 2007, época em que, possivelmente, o modelo ganhou a fama de “carro de tiozão”, algo refutado nas gerações seguintes, lançadas em 2013 e 2023, respectivamente. Com preços a partir de R$ 23.900 no Mercado Livre, o Nissan Sentra 2.0 tem 143 cv e 20,3 kgfm de torque. Este motor é utilizado até hoje no Sentra, mas passou a atender pelo código MR20DD após incluir um variador de fase para o comando de escape. Com as melhorias, o modelo passou a render 151 cv e 20 kgfm de torque. As versões mais acessíveis são de 2008 e possuem 2,68 m de entre-eixos, além de 442 litros de capacidade no porta-malas. Initial plugin text 3. Volkswagen Jetta – a partir de R$ 48.900 O sedã médio Volkswagen Jetta Comfortline tem foco em custo-benefício, tecnologia e dirigibilidade agradável Divulgação/Volkswagen O Volkswagen Jetta tem uma longeva história no mercado global, uma vez que sua primeira geração é de 1979. Sua história no Brasil começa com outro nome: Bora. O sedã médio foi batizado dessa maneira em alguns mercados, incluindo o Brasil, na quarta geração. Na quinta geração, em 2008, o nome Jetta passou a ser utilizado. As ofertas do Jetta com motor 2.0 começam a partir de R$ 48.900, no Mercado Livre. É importante ressaltar que apenas a partir da sexta geração, lançada em 2010, o sedã passou a usar o 2.0 em duas opções: 8V com 120 cv e 18,4 kgfm de torque ou 16V turbo com 200 cv e 28,5 kgfm de torque. Este veículo tem 2,65 m de entre-eixos e 510 litros de capacidade no porta-malas. 4. Toyota Corolla – a partir de R$ 48.900 O Toyota Corolla 2.0 se destaca pelo conforto, desempenho e boa estabilidade Divulgação A história do Toyota Corolla tem mais de 30 anos no Brasil, uma vez que a sua importação começou em 1992. A partir de 1998, o sedã passou a ser produzido no Brasil. No entanto, é a partir de 2003, com a geração apelidada de “Brad Pitt”, que o modelo japonês se tornou um grande sucesso de vendas no mercado nacional. No Mercado Livre, as ofertas partem de R$ 48.900 para unidades fabricadas em 2011, justamente as primeiras equipadas com motor 2.0. Este motor, dotado de tecnologia flex, rende até 153 cv e 20,7 kgfm de torque, quando abastecido com etanol. Já com gasolina, os números caem para 142 cv e 19,8 kgfm de torque. As primeiras unidades com este motor entregam 2,60 m de entre-eixos e 470 litros de capacidade no porta-malas. Por fim, o câmbio do automóvel é automático de quatro marchas. 5. Honda Civic – a partir de R$ 55.900 O Honda Civic é um sedã confiável que entrega boa performance e economia, para seu porte Divulgação/Honda O Honda Civic, grande rival do Toyota Corolla, é mais um com história longeva, seja no mercado global ou nacional. O Civic foi criado em 1973, mas só chegou ao Brasil em 1992, enquanto a primeira unidade fabricada em Sumaré, no estado de São Paulo, chegou às lojas em 1997. No Mercado Livre, é possível encontrar modelos do Honda Civic 2.0 a partir de R$ 55.900. O primeiro Civic com este motor foi lançado em 2013, já como linha 2014. Este propulsor rende até 155 cv e 19,5 kgfm de torque e está conectado a um câmbio automático de cinco marchas. No interior, o grande destaque fica para o painel de instrumentos, dividido em duas partes. O veículo conta com 2,66 m de entre-eixos e 449 litros de capacidade no porta-malas. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a janeiro de 2026.
0 0 0 0
Preview
Novo Mobi? Fiat prepara outro carro popular para ficar abaixo do Argo A estratégia da Fiat de voltar às origens com a oferta de carros baratos e acessíveis renderá mais novidades além do Grande Panda (novo Argo no Brasil). Em entrevista concedida ao site Auto Infos, o CEO da marca, Olivier François, confirmou que um novo modelo de entrada está em desenvolvimento e chegará ao mercado em 2027 para ser o verdadeiro “carro barato” da empresa na Europa. Terá o mesmo papel do Mobi em nosso mercado. O projeto é tratado internamente como prioridade e deverá render à Fiat posição competitiva no segmento de entrada, respondendo diretamente ao domínio da Dacia no setor. A marca trabalha para que o novo carro tenha preço inicial abaixo dos 15 mil euros (R$ 93 mil) e se aproxime do Sandero, hoje vendido por menos de 13 mil euros. O Grande Panda, para efeito de comparação, custa a partir de 19 mil euros. Novo compacto será inspirado no Panda da década de 1980 Fiat/Divulgação Nessa faixa, o novo compacto deverá substituir o Panda da geração passada, lançado em 2011 e ainda à venda por cerca de 16.500 euros. “A Fiat tornou-se muito cara. E a prioridade número um é agora clara: conseguir um carro novo abaixo da simbólica marca dos 15 mil euros”, explicou François. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Novo compacto será “Mobi da Europa” Apesar do projeto em segredo, tudo indica que o novo será baseado na plataforma STLA City, derivada das arquiteturas Smart Car e STLA Small. Ficará, como dito, posicionado abaixo do Grande Panda e será o veículo mais barato da marca na região. Nesse sentido, estará para a Fiat da Europa assim como o Mobi está para a Fiat do Brasil. Fiat Grande Panda usa plataforma Smart Car do grupo Stellantis Divulgação No visual e na proposta, o inédito compacto remeterá ao Panda da década de 1980. “Nossa prioridade é substituir o Panda por um modelo menor, mais simples e muito mais barato, no espírito do Panda original de 1980”, revelou o executivo. Outra informação confirmada diz respeito ao caráter multi-energia do novo carro. Segundo a Fiat, o compacto já nascerá com versões a gasolina, híbridas e elétrica no portfólio, alcançado diferentes perfis de consumidores. No Brasil, Grande Panda dará origem ao novo Argo Divulgação Brasil terá novo Argo Já por aqui, está confirmado para breve o lançamento do novo Argo. O modelo será a versão nacional do Grande Panda e estreará como a grande estrela dos 50 anos da Fiat no Brasil. Terá produção concentrada em Betim (MG) com base na plataforma Smart Car — uma evolução da CMP já usada na linha nacional da Citroën (C3, Aircross e Basalt) e nos Peugeot 208 e 2008 argentinos. Quando chegar ao mercado, o novo Argo terá a missão de manter a tradição da Fiat no segmento e, ao mesmo tempo, enfrentar rivais como Volkswagen Polo, Hyundai HB20, Chevrolet Onix e companhia. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
5 carros seminovos com piloto automático adaptativo por até R$ 120 mil Antes restrito a carros premium, o famoso piloto automático adaptativo (conhecido também como ACC) passou a ser mais presente em outros segmentos. Assim, o sistema passou a equipar veículos com preço mais competitivo e, consequentemente, mais acessíveis. Nesta lista, apresentamos cinco carros seminovos com o piloto automático adaptativo presentes no mercado nacional que podem ser comprados por até R$ 120 mil. O recurso é muito requisitado por quem busca um pouco mais de comodidade e, principalmente, segurança ao dirigir, seja no uso diário dentro na cidade ou em uma escapada aos finais de semana. Os preços foram verificados no Mercado Livre durante a apuração e produção da matéria, no mês de dezembro de 2025. Confira, a seguir, os detalhes sobre cada um. 1. Volkswagen Nivus – a partir de R$ 91.900 O Volkswagen Nivus Highline é equipado com o motor 1.0 turbo 200 TSI. Divulgação/Volkswagen Lançado em 2020, o Volkswagen Nivus foi o primeiro SUV compacto no mercado brasileiro a contar com o piloto automático adaptativo ACC de série – disponível, até então, somente na versão topo de linha Highline. Vale lembrar que o SUV cupê recebeu o recurso a partir da linha 2022 na configuração Comfortline. A boa notícia é que o Nivus Highline pode ser encontrado na plataforma do Mercado Livre com valor inicial de R$ 91.900. Seu motor é o famoso 1.0 turbo 200 TSI de até 128 cv de potência e 20,4 kgfm de torque, que opera sempre combinado ao câmbio automático de seis marchas. É um carro para quem valoriza design e dirigibilidade. O piloto automático adaptativo mantém, em uma velocidade pré-definida, distância do carro à frente, acelerando ou freando quando necessário. O pacote de equipamentos de série traz, ainda, seis airbags, alerta de colisão frontal, frenagem automática de emergência, faróis de LED, faróis de neblina, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, ar-condicionado automático, multimídia com espelhamento de smartphone e retrovisor fotocrômico. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Honda City Hatch – a partir de R$ 102.800 O Honda City hatch produz até 126 cv de potência. Divulgação/Honda Para quem gosta de hatch, o Honda City Hatch é uma das raras opções no segmento a contar com o piloto automático adaptativo Honda Sensing. Importante salientar que somente a versão topo de linha Touring tem o recurso na linha 2022 do modelo, que conta com preço inicial de R$ 102.800 na plataforma. Seu motor é o 1.5 aspirado flex de injeção direta, que rende até 126 cv de potência e 15,8 kgfm de torque. A transmissão é automática do tipo CVT, com simulação de sete marchas. Entre suas qualidades, o hatch tem amplo espaço interno e bons números de consumo: faz 13,1 km/l na cidade com gasolina. Seu piloto automático adaptativo tem funcionamento suave, com direito a assistência de permanência em faixa. Seu pacote bem recheado tem ainda: faróis de LED, farol alto automático, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, alerta de colisão frontal, frenagem automática de emergência, retrovisor fotocrômico, além de multimídia com espelhamento e exibição de imagens da câmera lateral de ponto cego. Initial plugin text 3. Toyota Corolla – a partir de R$ 109.990 O Toyota Corolla Hybrid é vendido a partir de R$ 109.990 no Mercado Livre. Divulgação/Toyota O Toyota Corolla, que desde 2020 oferece o piloto automático a partir da versão topo de linha Altis, não poderia ficar de fora. No Mercado Livre, há anúncios do modelo com preço inicial de R$ 109.990 na configuração mais equipada, que pode ser encontrada tanto com motor 2.0 flex ou 1.8 híbrida flex. É o modelo para quem procura conforto, espaço e robustez. O Corolla Altis Hybrid traz o motor 1.8 aspirado flex e dois motores elétricos; juntos, eles entregam a potência combinada de 122 cv e consumo exemplar: fazem até 16 km/l na cidade e 14 km/l na estrada. A lista de itens de série inclui o Toyota Safety Sense que, além do piloto automático adaptativo, traz assistente de faixa e alerta de colisão com frenagem automática. Teto solar elétrico, farol alto automático e bancos de couro em tonalidade clara também são destaques. 4. Caoa Chery Tiggo 5X – a partir de R$ 115.900 O Caoa Chery Tiggo 5x Hybrid Pro Max Drive gera 25,5 kgfm de torque. Divulgação/Caoa Chery SUV compacto da marca sino-brasileira Caoa Chery, o Tiggo 5X também traz piloto automático adaptativo. Porém, vale prestar atenção que a única configuração com o recurso se trata do modelo Tiggo 5X Hybrid Pro Max Drive, que foi lançado no mercado brasileiro em 2023 como linha 2024. Unidades deste ano já podem ser encontradas com preço inicial de R$ 115.900 na plataforma. Apesar de ser chamada de Hybrid, essa variante do Tiggo 5X se trata, na verdade, de um híbrido-leve com sistema de 48V, que traz um motor gerador substituindo o alternador. Entrega até 160 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, neste caso, com transmissão automática CVT de nove marchas simuladas. Além do controle de cruzeiro adaptativo, soma alerta de colisão frontal, frenagem automática de emergência, alerta de saída de faixa, farol alto automático, alerta de ponto cego e de tráfego cruzado traseiro. 5. Jeep Compass – a partir de R$ 119.000 No Jeep Compass Limited, o ACC foi oferecido como pacote opcional High Tech. Divulgação/Jeep Por fim, temos o Jeep Compass Limited, versão intermediária do SUV que também pode contar com o piloto automático adaptativo. Vale lembrar que o ACC não foi item de série no utilitário médio, pois tal recurso foi oferecido na época como pacote opcional High Tech. Então, vale ficar atento. Mesmo assim, é possível encontrar unidades com preço a partir de R$ 119 mil na plataforma do Mercado Livre. A configuração traz o famoso motor T270, o 1.3 turbo flex de até 185 cv de potência e 27,5 kgfm de torque com transmissão automática de seis velocidades. O Compass Limited também teve versão equipada com o 2.0 turbodiesel de 170 cv, mas essa tem valor mais elevado. O utilitário é boa opção para quem procura um carro com boa dose de conforto e espaço interno razoável, mas sem abrir mão da boa dirigibilidade e conforto. Como destaque, traz seis airbags, ar-condicionado de duas zonas, alerta de colisão, frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa, retrovisor fotocrômico, partida remota do motor, multimídia com GPS e espelhamento de smartphone e freio de estacionamento eletrônico com auto hold. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a dezembro de 2025.
0 0 0 0
Preview
5 picapes usadas de vários tamanhos a partir de R$ 60 mil A Volkswagen Saveiro ainda figura como uma das poucas picapes compactas zero km do mercado brasileiro. Na versão Robust, voltada ao trabalho, o modelo parte de R$ 112.690. O valor elevado abre espaço para uma constatação importante: no mercado de usados, é possível comprar picapes maiores, mais potentes e até com proposta mais versátil pagando bem menos. A seguir, reunimos cinco picapes usadas encontradas no Mercado Livre por valores inferiores ao de uma Saveiro 0 km. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de janeiro de 2026. Confira! 1. Fiat Strada — a partir de R$ 60.000 A Fiat Strada Endurance possui o motor 1.3 Firefly flex Divulgação/Fiat Na segunda e atual geração, a Fiat Strada deu um grande salto de qualidade, com nova plataforma e motores, enquanto a Saveiro foi atualizada somente com um facelift sobre a plataforma de 2008. A versão Endurance, sobretudo na configuração cabine simples, rivaliza diretamente com a Saveiro Robust em proposta, mas leva vantagem em modernidade mesmo nas unidades usadas. O motor é o 1.3 Firefly flex, com até 109 cv de potência e 14,2 kgfm de torque, sempre com câmbio manual de cinco marchas. O consumo fica em torno de 9 km/l na cidade e 13 km/l na estrada. A caçamba da cabine simples comporta cerca de 1.354 litros. No Mercado Livre, anúncios começam na casa dos R$ 60 mil, geralmente de unidades entre 2020 e 2021. Em equipamentos, a Endurance entrega um pacote correto para o trabalho diário: dois airbags frontais, freios ABS, controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros e preparação para rádio. Como usada, é uma escolha mais atual e funcional que a Saveiro zero km. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Fiat Toro — a partir de R$ 69.900 A Fiat Toro Freedom desta lista tem médias próximas de 8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada Divulgação/Fiat A Fiat Toro já entra em outro patamar de porte e conforto. Dividindo plataforma com o Jeep Renegade, é muito mais moderna em concepção e maior em porte, oferecendo cabine dupla com quatro portas e até suspensão traseira multilinl. O motor 1.8 flex de até 139 cv e 19,3 kgfm, combinado ao câmbio automático de seis marchas tem bom desempenho, enquanto o consumo é razoável, em torno de 8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada. O entre-eixos de 2,99 m garante bom espaço interno, enquanto a caçamba leva cerca de 820 litros. Anúncios no Mercado Livre aparecem a partir de R$ 69.900, principalmente de unidades entre 2016 e 2018. A lista de equipamentos da Freedom é mais completa que a da versão Xtreme, que custa R$ 135 mil, incluindo controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, ar-condicionado, piloto automático, central multimídia com tela sensível ao toque, volante multifuncional, airbags frontais e rodas de liga leve. Como usada, entrega conforto de SUV por preço inferior ao da Saveiro zero km. Initial plugin text 3. Chevrolet S10 — a partir de R$ 72.000 A Chevrolet S10 LTZ possui entre-eixos de 3,10 m Divulgação/Chevrolet Entre as médias, a Chevrolet S10 da segunda geração se destaca pelo porte e pela robustez estrutural. Com motor flex e tração 4x2 utiliza o 2.4 de quatro cilindros, com até 147 cv de potência e 21,9 kgfm de torque, associado ao câmbio manual de cinco marchas ou automático. O consumo é mais alto, na casa dos 6 km/l na cidade e 8 km/l na estrada, mas o pacote compensa pelo porte maior da picape, com entre-eixos de 3,10 m, 1.061 litros e a altura livre do solo de 21 cm. No Mercado Livre, unidades aparecem anunciadas a partir de R$ 72 mil. Em equipamentos, a LTZ já oferece ar-condicionado, direção hidráulica, airbags frontais, freios ABS, rodas de liga leve, computador de bordo, volante multifuncional e acabamento interno superior às versões de entrada. Como usada, é uma picape média legítima custando menos que uma compacta zero km. 4. Ford Ranger — a partir de R$ 79.000 A Ford Ranger XLS conta com caçamba que leva cerca de 1.230 litros Divulgação/Ford A Ford Ranger da quarta geração também surge como alternativa interessante. Na versão XLS com motor flex e cabine simples, ela traz o 2.5 de até 173 cv e 24,5 kgfm de torque, sempre com câmbio manual de cinco marchas e tração traseira. A caçamba leva cerca de 1.230 litros, e a altura livre do solo supera os 22 cm, sendo uma opção maior e mais capaz para trabalho ou uso diário. Anúncios no Mercado Livre partem de aproximadamente R$ 79 mil. A versão XLS oferece um pacote funcional: airbags frontais, ABS, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos, computador de bordo e rodas de aço. É uma opção indicada para quem precisa de capacidade de carga e robustez que a Saveiro zero km não entrega. 5. Chevrolet Montana — a partir de R$ 94.900 A Chevrolet Montana desta lista gera cerca de 133 cv de potência Renato Durães/Autoesporte A terceira geração da Chevrolet Montana representa a opção mais moderna da lista. Com o motor 1.2 turbo, com 133 cv de potência e 21,4 kgfm de torque, sempre associado ao câmbio automático de seis marchas, o conjunto mecânico é bem superior e moderno que o 1.6 aspirado da Saveiro. O consumo estimado chega a 11 km/l na cidade e 13 km/l na estrada. Maior em porte, o entre-eixos de 2,80 m garante bom espaço interno, e a caçamba comporta cerca de 874 litros. No Mercado Livre, anúncios começam em torno de R$ 94.900. A lista de equipamentos é a mais completa entre as intermediárias: seis airbags, controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, ar-condicionado, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, piloto automático, câmera de ré, sensores de estacionamento e chave presencial. Mesmo custando mais que as demais da lista, ainda fica abaixo da Saveiro Robust zero km e entrega um pacote bem superior. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a janeiro de 2026.
0 0 0 0
Preview
Saiba os prejuízos que o combustível adulterado gera para seu carro Economizar alguns centavos no litro pode parecer vantagem imediata, mas o uso de combustível adulterado segue como uma das principais causas de danos mecânicos evitáveis no Brasil. Gasolina e etanol fora de especificação afetam o funcionamento do motor, elevam o consumo e, em situações mais graves, provocam falhas que exigem reparos de alto custo. Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que as irregularidades seguem padrões claros nas fiscalizações. Na gasolina, predominam problemas no percentual de etanol anidro, falhas no padrão de destilação e presença de metanol. No etanol hidratado, são comuns desvios no teor alcoólico, condutividade elétrica fora do padrão e contaminação por metanol, com variações regionais mais ligadas ao tamanho do mercado do que ao tipo de fraude. Como a adulteração afeta motor e sistema de combustível Contaminação pode ser fatal para o motor do carro, especialemnte os movidos somente a gasolina André Schaun/Autoesporte Segundo Clayton Zabeu, da Engenharia Mecânica do Instituto Mauá de Tecnologia, o impacto do combustível adulterado depende diretamente do tipo de contaminação. “Quando a gasolina recebe solventes ou nafta, a octanagem cai, criando condições para a detonação, conhecida como batida de pino. Em uso sob alta carga, isso pode causar danos graves ao motor”, explica. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. Ele destaca que a presença de metanol é especialmente nociva. “O metanol pode gerar problemas sérios em bicos injetores e bombas de combustível, tanto as elétricas no tanque quanto as de alta pressão em sistemas de injeção direta.” Já no etanol, o excesso de água acelera processos de corrosão. “Teores elevados de água aumentam significativamente a taxa de corrosão de componentes do sistema de alimentação”, afirma. Um único abastecimento pode causar danos imediatos? Danos imediatos costumam acontecer com frequência no abastecimento com combustível adulterado Renato Durães/Autoesporte Em alguns casos, sim. Zabeu alerta que a gravidade não está apenas na recorrência do problema. “Dependendo do tipo e da intensidade da adulteração, um único abastecimento pode gerar danos imediatos.” Ele cita como exemplo a gasolina fortemente adulterada com solventes. “Se a octanagem for drasticamente reduzida, o motor pode sofrer danos catastróficos, como quebra de pistões e anéis, especialmente quando exigido em acelerações ou uso em alta carga.” Sinais de combustível fora de especificação Identificar combustível adulterado nem sempre é simples, mas alguns sinais merecem atenção logo após o abastecimento. “Um aumento repentino do consumo indicado no computador de bordo pode ser um indício, especialmente em casos de excesso de etanol na gasolina”, explica o engenheiro. Falhas, hesitações na aceleração e perda de desempenho também são sintomas comuns. Em adulterações com solventes, o consumo pode não mudar de forma evidente, mas o risco de dano mecânico permanece. Borra no tanque de combustível: quais problemas causa e como evitar Por que a gasolina brasileira é uma das melhores do mundo Os perigos do diesel adulterado e como se precaver ao abastecer O que fazer ao suspeitar de combustível adulterado Bomba de posto de combustível interditada pelo Inmetro Reprodução/Ipem e Inmetro Ao perceber qualquer comportamento anormal após o abastecimento, a recomendação é agir com cautela. “Se possível, o ideal é drenar o tanque e substituir o combustível por outro de origem confiável”, orienta o especialista. Caso isso não seja viável, a recomendação é evitar exigir o motor. “Não solicitar altas cargas e usar o acelerador com bastante cuidado ajuda a reduzir o risco de danos.” Fiscalização e papel do consumidor A ANP combina monitoramento estatístico e fiscalizações orientadas por inteligência para coibir irregularidades, podendo aplicar autos de infração, interdições e multas que chegam a R$ 5 milhões. O consumidor pode denunciar suspeitas pelos canais oficiais da Agência, contribuindo para ações mais rápidas e eficazes. Embora a taxa média de conformidade dos combustíveis no Brasil seja elevada, o risco de encontrar produto fora de especificação existe. Observar o comportamento do carro, desconfiar de preços muito abaixo da média e priorizar postos confiáveis continuam sendo as formas mais eficazes de evitar que a economia no abastecimento termine em prejuízo na oficina. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
Jeep Avenger vai mudar de visual na Europa e cria expectativa no Brasil Confirmado desde o ano passado como um dos principais lançamentos da Jeep no Brasil em 2026, o SUV compacto Avenger caminha para logo mais receber novidades na Europa. Vendido na região há quase quatro anos, o modelo estreará a chamada reestilização de meia-vida nos próximos meses e, desde já, cria expectativas em relação à versão nacional. Afinal, a variante brasileira será lançada já com essas alterações? Flagra publicado recentemente pelo site italiano Quattroroute revela que as mudanças serão concentradas tanto no visual externo quanto na cabine. Por fora, a camuflagem sugere que o Avenger terá para-choque redesenhado, novas rodas, grade reformulada, entre outros. Por dentro, o painel ganhará materiais de melhor qualidade e o acabamento, no geral, ficará mais refinado. Mecanicamente, o Avenger europeu não sofrerá grandes mudanças. Dessa forma, continuará em oferta com o motor 1.2 GSE turbo de 100 cv, que é oferecido tanto na versão tradicional (sem eletrificação) quanto na variante híbrida leve (MHEV). Outra opção é elétrica, neste caso com motor dianteiro de 156 cv e 26,5 kgfm de torque, entregando autonomia de 400 km no ciclo WLTP. Novo Jeep Avenger terá novidades tanto no exterior quanto na cabine Reprodução/Quattroroute + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Jeep Avenger no Brasil No Brasil, o Avenger será posicionado como carro de entrada da Jeep e terá a missão de rivalizar com Renault Kardian, Citroën Basalt, Volkswagen Nivus e Tera, além dos vindouros Chevrolet Sonic e Hyundai Bayon. Ao que tudo indica, a estratégia será a mesma já implementada na Europa, onde o Avenger caiu no gosto do consumidor e já é um sucesso de vendas. Jeep Avenger será produzido em Porto Real (RJ) Divulgação Com o lançamento, o portfólio de SUVs da Jeep no Brasil em 2026 será um dos maiores do mercado e totalizará seis diferentes modelos: Avenger, Renegade, Compass, Commander, Wrangler e Grand Cherokee. Dimensões e motorização do Jeep Avenger Caso as dimensões do Jeep Avenger não sejam alteradas em relação ao modelo europeu, o SUV ficará na média do segmento. Na Europa, são 4,08 metros de comprimento, 2,56 m de entre-eixos, 1,77 m de largura e 1,53 m de altura. No porta-malas vão 355 litros. Jeep Avenger no Salão do Automóvel Karen Sousa/Autoesporte Já a motorização será exclusiva do nosso mercado: o conhecido propulsor 1.0 turbo flex de três cilindros com 130 cv de potência e 20,4 kgfm de torque, amplamente usado pela Stellantis. O câmbio será automático CVT com sete marchas simuladas. Também haverá uma opção com sistema híbrido leve de 12V, já oferecido em Pulse e Fastback, desde o lançamento. Jeep Avenger tem detalhes do painel na cor da carroceria Divulgação A produção do Avenger já foi confirmada na fábrica da Stellantis em Porto Real (RJ), onde cerca de R$ 3 bilhões serão investidos até 2030. O aporte viabilizará a contração de novos funcionários, modernização da unidade e contratos com novos fornecedores. O modelo, na prática, será o primeiro Jeep nacional a ser produzido fora de Goiana (PE). Jeep Avenger terá motor híbrido T200 compartilhado com Pulse e Fastback Divulgação As linhas de montagem serão compartilhadas com C3, Aircross e Basalt, reforçando o caráter flexível da fábrica. A sinergia também será facilitada pelo uso em comum da plataforma Smart Car (uma derivação da base CMP). Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
0 0 0 0
Preview
5 carros usados lançados 15 anos atrás que ainda valem a pena
0 0 0 0