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Quem pode tomar a vacina da dengue? Veja a partir de que idade pode se vacinar Estar atento à imunização contra a dengue é essencial nesse início de ano, principalmente com as fortes chuvas de verão! Mas afinal: qual é a idade para tomar a vacina da dengue? O imunizante segue diferentes estratégias na rede pública e particular. Anvisa aprova nova vacina da dengue Freepik Para te ajudar a proteger seu filho, preparamos um guia com informações importantes sobre o público-alvo da vacina. Confira abaixo: Vacina da dengue SUS Atualmente, a rede pública conta com dois imunizantes contra a dengue: A Qdenga (Takeda): imunizante tetravalente que utiliza a tecnologia de vírus atenuado. A vacina segue o esquema de duas doses em um intervalo de três meses, independentemente, da pessoa ter tido ou não dengue previamente. Butantan-DV (Vacina do Butantan): composta pelos quatro sorotipos do vírus da dengue atenuados. No entanto, só precisa de uma dose. *Lembrando que ambas as vacinas não podem ser aplicadas em grávidas Quem pode tomar a vacina da dengue no SUS? Qdenga: por enquanto, indicada para adolescentes de 10 a 14 anos. No entanto, fique atento à estratégia do seu município. Alguns deles já ampliaram a faixa etária de vacinação. Butantan-DV: nas cidades-piloto — Maranguape (CE), Botucatu (SP) e Nova Lima (MG) — a vacina pode ser aplicada em pessoas de 15 a 59. Já nos outros municípios, apenas os grupos prioritários estão vacinados, como: Profissionais da Atenção Primária: agentes comunitários, agentes de endemias, enfermeiros, técnicos em enfermagem e médicos (a partir de 9 de fevereiro). Vacina da dengue do Butantan levou mais de 15 anos para chegar ao SUS; saiba por quê Adolescentes já podem tomar a nova vacina da dengue; veja onde as doses estão sendo aplicadas Quem pode tomar a vacina da dengue na rede particular? Na rede privada, a vacina disponível é a Qdenga. O imunizante do Butantan foi direcionado apenas para a rede pública. As clínicas particulares aplicam a vacina em pessoas com imunocompetentes com idade de 4 a 60 anos.
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“Eu não quero ir para a escola”: o que pode estar por trás da recusa e como ajudar seu filho É tempo de voltar para a escola e retomar os horários, a rotina, as responsabilidades pode ser um desafio para alguns pequenos, depois de semanas de descanso. Seu filho é do time que não vê a hora de rever os amigos e os professores ou já sofre, repetindo: “Eu não quero ir para a escola”? Para os adultos, a reclamação pode soar como pura manha ou preguiça. Mas, em muitos casos, a fala pode carregar emoções mais profundas, como insegurança, medo do desconhecido, dificuldade de adaptação ou simplesmente o desconforto de retomar uma rotina depois de meses mais livres. Seu filho não quer voltar para a escola? Saiba como ajudá-lo Freepik Segundo a psicóloga clínica e educacional Daniela Bacovis, do Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes, no Recife (PE), na maioria das vezes, essa resistência não significa que a criança rejeita a escola. Geralmente, é mais relacionada às mudanças trazidas pelo retorno às aulas: horários mais rígidos, separação da família, novas regras, troca de professores ou de turma, além da pressão para acompanhar atividades e interações sociais Durante as férias, o ritmo tende a ser mais solto. Há menos compromissos, mais tempo livre e maior flexibilidade. Voltar para uma rotina estruturada exige esforço emocional e cognitivo até para os adultos. Imagine para crianças pequenas ou mais sensíveis. Em muitos casos, a recusa é uma forma de expressar ansiedade ou insegurança em lidar com as transições e não falta de interesse pela escola. Sinais de alerta Uma certa resistência nos primeiros dias ou semanas é até esperada, mas costuma diminuir aos poucos. O alerta surge quando o sofrimento persiste por muito tempo, se intensifica ou começa a impactar o bem-estar da criança. Queixas físicas frequentes antes de ir para a escola — como dor de barriga, dor de cabeça, náuseas ou vômitos —, choro excessivo, irritabilidade, tristeza constante, regressões comportamentais ou queda no rendimento escolar podem indicar que há algo além de uma simples dificuldade de adaptação. Nesses casos, vale observar a frequência, a duração e o impacto desses sinais para avaliar se é hora de procurar apoio profissional. Mudanças aparentemente pequenas para os adultos, como trocar de sala ou de professor, podem ter um peso grande para a criança. A rotina funciona como uma âncora emocional: quando ela é previsível, transmite segurança. Quando muda, pode gerar sensação de perda de controle e medo do que está por vir. Crianças que já apresentam dificuldades de aprendizagem, maior sensibilidade emocional ou baixa tolerância à frustração tendem a sentir essas transições de forma ainda mais intensa. Como apoiar seu filho Diante desse cenário, o papel dos pais é delicado. A família precisa acolher o sentimento sem transformar a ida à escola em algo opcional. Validar as emoções — dizendo, por exemplo, que entende que voltar depois das férias pode ser difícil — ajuda a criança a se sentir compreendida. Ao mesmo tempo, manter uma postura firme e segura transmite a mensagem de que a escola faz parte da rotina e é um espaço confiável. Preparar o retorno com antecedência também faz diferença. Aqui, algumas dicas que podem ajudar a reduzir a ansiedade e construir uma expectativa mais leve: Ajustar horários de sono e alimentação Organizar o material escolar Conversar sobre como será o dia Relembrar momentos positivos vividos na escola Convidar um amiguinho da escola para brincar em casa Falar de amigos, atividades preferidas e conquistas passadas Na porta da escola Quando o dia chega e é hora de deixar a criança na escola, despedidas longas, carregadas de emoção ou insegurança podem aumentar o medo em vez de aliviar. O ideal é que sejam breves, carinhosas e tranquilas. Gestos firmes transmitem confiança e mostram que o adulto acredita na capacidade da criança de atravessar aquele momento. Algumas atitudes, embora bem-intencionadas, acabam reforçando a ansiedade e intensificando a insegurança. Evite: Minimizar o sofrimento (“isso é bobagem”) Demonstrar nervosismo excessivo Permitir faltas frequentes sem critério “Todas essas atitudes podem reforçar a ideia de que a escola é um lugar ameaçador ou de que fugir da situação é a melhor solução para lidar com a ansiedade. Por isso, é fundamental que os adultos ajam com firmeza, acolhimento e clareza, ajudando a criança a se sentir segura nesse processo de adaptação.”, alerta a especialista. Quando buscar ajuda profissional Quando a dificuldade persiste por várias semanas, se agrava ou começa a prejudicar o desenvolvimento emocional, social ou acadêmico, é importante buscar ajuda. Psicólogos educacionais, psicólogos clínicos, pediatras e outros profissionais podem investigar se há fatores emocionais, pedagógicos ou familiares envolvidos e orientar intervenções precoces, evitando que o problema se prolongue. Por trás do “eu não quero ir para a escola”, muitas vezes existe algo que a criança ainda não consegue explicar em palavras. Com escuta, acolhimento e firmeza, os adultos podem ajudá-la a transformar o medo em confiança e a construir uma relação mais segura e saudável com a escola e com o próprio crescimento.
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Mãe que anunciou gravidez em voo revela nova surpresa: "São dois bebês!" Depois de surpreender o marido, Eduardo, 45, que é piloto há 20 anos, com um anúncio de gravidez feito durante um voo, em um momento que viralizou e emocionou a internet, Ana Luiza Coelho de Oliveira Matos, 33, achou que não teria tantas surpresas assim pela frente. Mas se enganou! No dia 15 de dezembro, a família acabou descobrindo que as notícias boas ainda não haviam terminado: durante um ultrassom de rotina, eles receberam a notícia de que não estão esperando apenas um bebê, como tanto sonharam e planejaram, mas dois. Sim, ela está grávida de gêmeos. Ana e Eduardo que não terão apenas um bebê, mas dois! Reprodução/ Instagram “Não desconfiamos em momento nenhum de que poderiam ser dois bebês”, conta ela, em nova entrevista a CRESCER. A revelação pegou toda a família de surpresa, inclusive a primogênita, Olívia, 6, que estava presente no exame ao lado do casal. “Estávamos nós três no ultrassom. A gente só sabia rir, chorar e abraçar um ao outro. Foi um dia muito feliz”, lembra. Apesar do susto, Ana diz que a reação foi tomada por gratidão e fé. “Só bênção e gratidão! É uma sensação de ter sido escolhida por Deus. Uma das sensações mais incríveis que já tive”, relata. Ana conta que na família do pai dela tem três casos de gêmeos, mas, ainda assim, eles não associaram à possibilidade de ter uma gestação gemelar. Agora, a família sonha acordada com os nomes dos bebês, que já estão sendo pensados com carinho e significado. Se forem dois meninos, eles devem se chamar Pedro, em homenagem ao pai de Ana, e Eduardo Filho, homenagem ao marido. Caso sejam duas meninas, os nomes escolhidos são Betina e Alice. Se vier um casal, a ideia é Eduardo e Betina. Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui): Initial plugin text
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Proibir ultraprocessados nas escolas funciona? Capitais com regras mostram consumo menor entre adolescentes Em capitais que regulamentam a venda de alimentos ultraprocessados em cantinas escolares, adolescentes consomem menos produtos desse tipo do que alunos de regiões onde não há regulamentação. O achado inédito foi publicado nesta segunda (26), na revista científica Cadernos de Saúde Pública. Entenda como as normas da cantina influenciam no comportamento alimentar dos adolescentes pvproductions/Freepik O estudo foi feito por pesquisadores do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP e da Universidade Federal de Uberlândia. A pesquisa identificou 51 normas que regulamentavam a venda de alimentos e bebidas no ambiente escolar vigentes até dezembro de 2018, a maioria em capitais do Sul e do Sudeste do país – tornando os alunos dessas regiões, portanto, mais protegidos do consumo de alimentos ultraprocessados. Os 6 piores ultraprocessados para crianças, segundo pediatra Os cientistas buscaram por leis, decretos, portarias e resoluções vigentes até a realização da PeNSE (Pesquisa Nacional de Saúde Escolar), em 2019. A PeNSE trouxe aos especialistas informações sobre a presença de cantinas e a disponibilidade de alimentos e bebidas comercializadas nas escolas públicas e privadas das capitais brasileiras, assim como dados sobre o consumo de alimentos ultraprocessados entre os alunos matriculados. Realizada pelo IBGE, a PeNSE reúne respostas de mais de 81 mil adolescentes em 1.804 escolas, públicas e privadas, de todo o Brasil, e é composta por seis questionários. A equipe considerou dois deles na pesquisa. O primeiro, respondido pelos diretores ou responsáveis das escolas participantes da PeNSE, avalia informações como o que era vendido nas cantinas. O segundo, aplicado entre os estudantes de 13 e 17 anos, questionava quais alimentos o adolescente havia consumido no dia anterior – como suco, refrigerante, sorvete, salgadinhos e biscoitos. Jovens mães com baixa escolaridade e insegurança alimentar lideram consumo de ultraprocessados no pós-parto Assim como a regulamentação da venda inibe o consumo, os pesquisadores confirmaram uma associação estatística entre a oferta de ultraprocessados no ambiente escolar e o maior consumo desses alimentos pelos estudantes. “Uma das hipóteses é que se o adolescente vê que naquele ambiente escolar, onde ele passa muitas horas do dia, não tem esse tipo de alimento, isso ajuda a formar um hábito de alimentação melhor que pode impactar o consumo de alimentos ultraprocessados até mesmo fora da escola”, avalia Laura Luciano Scaciota, pesquisadora da USP e primeira autora do artigo. Para ela, os resultados também demonstram a força e a importância da regulamentação sobre a venda e circulação de alimentos ultraprocessados, associados a uma série de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes tipo 2 e obesidade. “Esse tipo de pesquisa é um grande incentivo para que o poder público elabore novas regulamentações”, afirma Scaciota. “Existem bons exemplos que funcionam pelo país, como em Niterói, no Rio, e no estado do Ceará, mas nós defendemos uma lei nacional que possa inibir a comercialização e publicidade de ultraprocessados nas escolas”, completa a pesquisadora. Alimentos ultraprocessados provocam 57 mil mortes por ano no Brasil
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Mão revela que demência do filho de 5 anos foi confundida com autismo "por anos" Uma mãe que suspeitava que havia algo mais no diagnóstico de autismo do filho finalmente recebeu uma resposta dolorosa. Tammy, 34 anos, de Swansea, no sul do País de Gales, acreditava que os desafios de Tate não poderiam ser totalmente explicados apenas pelo autismo. "Eu só sabia que havia mais por trás disso", disse Tammy à Newsweek. Embora Tate fosse feliz e cheio de energia, não demonstrava emoções como os filhos das amigas dela. Como mãe de primeira viagem durante a pandemia de COVID-19, Tammy lembra de achar que seu filho era "bom demais para ser verdade", já que ele não chorava e tinha um temperamento tranquilo. Da esquerda: Tate, de camisa branca e calça preta, se prepara para descer um grande escorregador vermelho Reprodução/redes sociais' A sensação de que algo mais profundo estava sendo perdido nunca a abandonou. Só em março de 2024 os médicos encontraram ventrículos — espaços no cérebro — que são um sinal de demência infantil, durante uma tomografia computadorizada. Após uma longa e exaustiva busca por respostas, os médicos confirmaram que Tate tinha Síndrome de Sanfilippo Tipo A — uma condição rara e terminal frequentemente conhecida como demência infantil. O distúrbio causa declínio neurológico progressivo, e as crianças gradualmente perdem as habilidades que tinham antes, incluindo a capacidade de andar, comer e, eventualmente, se mover completamente. No caso de Tate, ser não verbal e demonstrar expressão emocional limitada frequentemente reflete tão de perto o autismo nos primeiros anos que muitas crianças são inicialmente diagnosticadas erroneamente. Tammy disse que as crianças começam a regredir por volta dos 5 ou 6 anos e, quando têm 8 ou 9 anos, podem ser alimentadas por sonda em cadeira de rodas. Tate nunca falou, algo que antes parecia parte do diagnóstico de autismo dele. Agora, Tammy entende que nunca ouvirá a voz dele, o que é doloroso e de partir o coração. Embora não exista cura para a Síndrome de Sanfillippo em lugar algum, os esforços de pesquisa continuam. Alguns tratamentos experimentais visam retardar a progressão da doença em vez de revertê-la. Nos EUA, há uma esperança crescente de que uma terapia gênica conhecida como UX111 possa receber aprovação até o final de 2026. Dados iniciais dos ensaios mostraram que crianças que receberam o tratamento apresentaram regressão significativamente menor do que aquelas que não receberam. Embora a terapia não seja uma cura, ela pode ajudar a proteger a função cerebral por mais tempo, retardar ou estabilizar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida. Tammy criou uma página no GoFundMe para arrecadar dinheiro para viagens aos Estados Unidos e também compartilha a jornada de Tate no TikTok. No geral, ela está lutando pela chance do filho de ter uma boa qualidade de vida. Nos últimos anos, é provável que ela se torne sua cuidadora em tempo integral. A ideia de Tate não saber quem ela é, no entanto, é demais para suportar. "O tempo é essencial", disse Tammy. "A melhor coisa que posso fazer é lutar pela qualidade de vida dele... [mas] Estou vivendo esse momento porque, a qualquer momento deste ano, pode mudar." Initial plugin text
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Menina tem reação surpreendente ao ver imagem de quando estava na barriga da mãe: "Nunca imaginei" Corações se derreteram com a reação emocional de uma jovem menina a um vídeo da gravidez da mãe, e o que ela disse a seguir pegou todos de surpresa. Durante as últimas 10 semanas de gravidez em 2022, Lindsie gravou imagens para lembrar daquele período lindo (e às vezes desafiador) de sua vida. Acontece que a montagem não era apenas uma lembrança para ela, mas sua filha de 3 anos, Kinzley, também não se cansa do vídeo. Lindsie, de 34 anos, mostrou o vídeo para Kinzley recentemente e não acreditou na reação. Ela assistiu ao vídeo repetidas vezes e começou a chorar, enquanto Lindsie dizia à Newsweek que o vídeo "a tocou da maneira certa." A mãe orgulhosa começou a gravar a reação da filha às imagens da gravidez e compartilhou no TikTok. Kinzley pode ser vista enxugando suas lágrimas antes de dizer: "Quero voltar", e quando perguntada para onde quer voltar, ela simplesmente respondeu: "na sua barriga." Reação viralizou online Reprodução/redes sociais' Lindsie disse: "Cada vez que assistia, ela ficava mais triste e começava a chorar. Foi aí que perguntei por que ela estava tão triste. A resposta dela não foi o que eu esperava. Nunca imaginei que ela ficasse tão emocionada assistindo aquele vídeo. Me fez sentir que ela se lembrava de estar lá dentro porque ficava dizendo que queria voltar", continuou Lindsie. A reação adorável de Kinzley tem encantado os usuários da internet desde que o vídeo foi compartilhado, e já acumulou mais de 1,3 milhão de visualizações. Lindsie conta que já mostrou fotos e vídeos da gravidez para a filha, mas nunca teve essa reação antes. Mesmo quando Lindsie estava grávida do filho, Kinzley não se abalava. Mas algo nas imagens da gravidez dela realmente mexeu com o coração da menina de 3 anos. Lindsie foi rápida em oferecer muito carinho e amor para a filha, tentando animá-la de novo. "Depois que ela começou a chorar, eu apenas a segurei e disse que, se ela voltasse, eu não poderia vê-la todo dia e ela não veria a gente todo dia. Dei muitos beijos nela e a abracei bem forte", continuou Lindsie. Na verdade, Lindsie disse à Newsweek que se pergunta se o vídeo da gravidez despertou uma memória para Kinzley e "a levou de volta àqueles momentos." É algo que ela nunca tinha considerado antes, mas agora acha que é uma possibilidade real. O vídeo do TikTok foi compartilhado em 13 de janeiro e já tocou muitos corações. Muitos usuários da internet recorreram aos comentários para compartilhar suas reações ou experiências semelhantes. Entre as respostas, um comentário diz: "ela me fez perceber que eu também quero voltar." Outro usuário do TikTok escreveu: "Lembro de ter sentido a mesma coisa quando era pequeno." Enquanto outra pessoa respondeu: "Ela lembra de estar lá. E era perfeitamente seguro." Initial plugin text
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Influenciadora com condição rara transforma dor em autoestima: “Eu me escondia” Desde bebê, Giovanna Lima, influenciadora digital de Goiânia (GO), convive com o piebaldismo, uma condição genética rara caracterizada pela ausência de melanina em algumas áreas da pele e do cabelo. Mas foi só alguns anos depois que ela soube o nome do que tinha. “Meus pais me levaram à dermatologista e, na época, diziam que era falta de melanina. Muito tempo depois descobri que o nome era piebaldismo”, conta, em entrevista a CRESCER. Pelas redes, Giovanna busca falar sobre a condição e ajudar as pessoas a se aceitarem Reprodução/redes sociais' Hoje, aos 23 anos, a jovem cria conteúdo e desmistifica o assunto, além de ser uma inspiração para outras pessoas, que têm a mesma condição. Chegar até esse ponto, no entanto, foi um processo, que envolveu desafios e dores. “Eu sofri muito com a minha condição na adolescência. Me escondia com maquiagem, tintura no cabelo, roupas longas…”, lembra. O incômodo não era apenas estético: vinha também da falta de referências. “Eu sempre senti falta de uma influenciadora que falasse sobre isso e ajudasse outras pessoas a se aceitarem”, diz ela, que decidiu, então, preencher esse vazio nas redes. Por muito tempo, Giovanna preferiu ficar longe dos holofotes. “Eu nunca tive muito costume de aparecer, sempre fui bem low profile”, afirma. Um dia, quase por acaso, resolveu gravar um vídeo no TikTok mostrando seu cabelo e suas manchas. Na época, ela não sabia no que aquilo ia dar, nem tinha grandes pretensões. “Foi mais na brincadeira, biscoitando mesmo”, brinca. O resultado, no entanto, surpreendeu: o vídeo viralizou e atingiu milhões de visualizações em poucos dias. Piebaldismo: influenciadora viralizou e, pela internet, conheceu amigas com a mesma característica Reprodução/ Instagram O sucesso também aproximou Giovanna de outras jovens com a mesma condição. “As meninas que aparecem no vídeo que viralizou são minhas amigas, que eu conheci pela internet. Elas também têm piebaldismo. As pessoas ficavam mandando nossos vídeos umas para as outras, dizendo que a gente se parecia. E foi assim que viramos amigas”, conta. Ao contrário do que muitos imaginam, ela conta que raramente enfrenta preconceito direto. “Na maioria das vezes, é mais curiosidade mesmo. Muitas pessoas me param na rua para elogiar meu cabelo ou minhas manchas”, relata. Ainda assim, Giovanna acredita que falta informação. “O que eu mais gostaria é que as pessoas conhecessem mais sobre o piebaldismo”, declara. “Quando comecei a crescer na internet, investi muito nisso. Eu realmente não esperava tanta repercussão, mas fiquei muito feliz, porque pude ajudar pessoas com inúmeras condições, inclusive com a aceitação do próprio corpo”, acrescenta. As mensagens que recebe confirmam o impacto do seu trabalho. “O retorno é muito positivo. Pessoas dizem que começaram a se aceitar mais por minha causa, que criaram coragem de se mostrar como são”, revela. Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui): Initial plugin text
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Mãe relembra luta da filha contra a anemia falciforme: "Pensei que fosse uma simples deficiência de ferro" Luísa Peterle, 9 anos, nasceu em 2016 e encheu a família de alegria. No entanto, logo nos primeiros dias de vida, os pais, de Brasília (DF), receberam uma notícia preocupante: o teste do pezinho identificou uma doença genética grave, que pode causar complicações desde os primeiros meses: a anemia falciforme. Gesso, cirurgia e botinha: rotina de um bebê com pé torto congênito emociona web A mãe, Laila Peterle, 39 anos, que atua com comunicação não violenta, lembra que o diagnóstico foi devastador. “Ficamos perdidos. Não tivemos orientações e eu nunca tinha ouvido falar da doença. Tudo era desconhecido, assustador e cheio de dúvidas. No início, pensei que fosse uma simples deficiência de ferro”, afirma. Ao compreender a gravidade da condição, a família se mudou para Belo Horizonte (MG) em busca de apoio e acompanhamento especializado. “Fomos aprendendo no susto, entre consultas, crises e perguntas sem respostas. Com o tempo, o conhecimento foi chegando, junto com a força que a maternidade exige”, destaca. Anos de luta contra a doença Arquivo pessoal Transplante de medula óssea Porém, a doença de Luísa evoluiu rapidamente e a menina precisou de tratamentos mais intensos. Foram necessárias múltiplas transfusões, cirurgias e usou medicamentos para controlar dores intensas. Por conta dessas complicações, em 2018, os médicos recomendaram o transplante de medula óssea. No entanto, apenas irmãos 100% compatíveis podiam ser doadores, e a irmã mais velha não atendia a esse critério. Mãe mostra evolução da filha um ano após ingerir soda cáustica: “Não engolia nada” A família começou a pesquisar as opções e, por meio da fertilização in vitro, a mãe tentou gerar um irmão compatível. Foram realizadas duas tentativas, ambas sem sucesso. “Isso nos deixou completamente sem chão e sem esperanças. Ela estava piorando, perdeu o baço, continuava precisando de transfusões frequentes e enfrentava problemas como micro-AVCs e dores intensas. Em 2018, Luísa foi internada 15 vezes, mostrando que os tratamentos convencionais não eram suficientes”, complementa a mãe. A pequena Luísa Arquivo pessoal A esperança surgiu um ano depois, quando Luísa teve a oportunidade de realizar o transplante haploidêntico, que permite aos pais serem doadores com apenas 50% de compatibilidade. “Luísa passou por internações antes da quimioterapia preparatória e foi um processo muito difícil, exigindo cuidados intensivos. O pai foi o doador e ela se tornou a primeira paciente no Brasil a receber um transplante haploidêntico para anemia falciforme”, afirma Laila. Tratamento não foi fácil Arquivo pessoal Uma nova vida Hoje, aos 9 anos, Luísa leva uma vida saudável e ativa. O transplante reduziu sua condição para o traço falciforme, permitindo mais qualidade de vida, autonomia e liberdade para brincar. Atualmente, ela realiza apenas exames de rotina, sem necessidade de medicação contínua. A experiência da família inspirou a mãe a escrever o livro A Menina dos Barquinhos de Luz. A obra está disponível para venda, mas também é distribuída gratuitamente a crianças e associações ligadas à anemia falciforme. “O livro é um abraço em forma de história para crianças que enfrentam a doença e para famílias que as acompanham. É uma homenagem à coragem da Luísa e à medicina, que tornou possível esse renascimento”, finaliza. Hoje, ela leva uma vida normal Arquivo pessoal Entenda a anemia falciforme A anemia falciforme é uma doença genética hereditária que provoca alteração da hemoglobina (proteína que carrega o oxigênio para todas as células do corpo) e fica com formato alterado, semelhante à foice. Por isso, tornam-se rígidas e obstruem pequenos vasos sanguíneos. Esse processo leva à anemia crônica e a crises de dores recorrentes, além de complicações graves ao longo da vida. “É causada por uma mutação genética. Quem herda dois genes alterados desenvolve a doença, já quem herda apenas um apresenta o traço falciforme, que geralmente não provoca sintomas, mas pode ser transmitido aos filhos”, explica Morgani Rodrigues, hematologista do Hospital Albert Einstein (SP). Os principais sintomas são a anemia, que causa cansaço e palidez, olhos amarelados e crises de dores intensas, conhecidas como crises vaso-oclusivas, que muitas vezes levam à internação. O tratamento envolve vacinação reforçada, controle da dor, prevenção de infecções, uso de medicamentos e transfusões em casos específicos. Atualmente, o transplante de células-tronco hematopoéticas, conhecido como transplante de medula óssea, é a única terapia curativa comprovada. "O procedimento é indicado principalmente para crianças ou adultos jovens com formas graves da doença e doador compatível. O transplante prevê quimioterapia para eliminar a medula do paciente e a substituí-la por uma saudável”, complementa a especialista. A Importância do teste do pezinho Realizado nos primeiros dias após o nascimento, o teste do pezinho analisa uma pequena amostra de sangue retirada do calcanhar do recém-nascido e ajuda a detectar precocemente doenças graves, como a anemia falciforme. O exame pode ser realizado a partir de 48 horas de vida. A anemia falciforme geralmente não causa sintomas ao nascimento. Por isso, a triagem neonatal, feita pelo teste do pezinho, é fundamental para identificar a doença nos primeiros dias de vida, antes do surgimento das crises e complicações. “Vale destacar que a detecção precoce permite iniciar rapidamente medidas fundamentais, como penicilina preventiva, vacinação adequada, orientação familiar e acompanhamento especializado. Esses cuidados reduzem o risco de AVC, diminuem a mortalidade infantil e melhoram a qualidade de vida a longo prazo”, finaliza Rodrigues.
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Esse nome costuma ser rejeitado nos cartórios. Entenda! Apesar que não haver uma lista de nomes proibidos no Brasil, existem algumas restrições. Os cartórios brasileiros podem negar o registro em algumas circunstâncias, principalmente se for considerado prejudicial para a criança. A norma está estabelecida na Lei Federal nº 6.015, em vigor desde 1973, que regula os registros públicos em todo o país. Certidão de nascimento Marcello Casal Jr/ Agência Brasil O nome Hitler é um exemplo clássico de registro que costuma ser recusado pelos cartórios no Brasil. Isso se deve à associação direta com o ditador nazista, responsável por crimes contra a humanidade e pelo Holocausto, amplamente reconhecida como ofensiva e incompatível com a dignidade da criança. Quando o cartório pode recusar o registro de um nome? “Pedi autorização ao cartório para registrar o nome da minha filha”, conta mãe A escolha pode fazer com que a criança sofra constrangimentos, preconceito e exclusão ao longo da vida, o que vai contra o princípio de proteção ao melhor interesse do bebê, previsto na Lei de Registros Públicos. Por isso, os cartórios costumam negar esse tipo de nome e encaminhar o caso à Justiça — não porque seja crime escolhê-lo, mas para evitar prejuízos morais e sociais no futuro. Ainda assim, alguns pais conseguiram nomear o filho desta forma. O nome tem 168 registros, segundo informações do Censo 2022. Quando o cartório pode recusar o registro de um nome? Um oficial de registro civil não registrará prenomes que possam expor os seus portadores ao ridículo. Também não são autorizados nomes que tenham significado pejorativo ou estejam atrelados a figuras históricas muito negativas, como por exemplo, Hitler e Bin Laden. Até mesmo quando a palavra tem um significado negativo como "hell" — que é inferno em inglês —, o cartório costuma recusar. Em relação aos nomes inventados, é preciso ter cuidado. Ser um nome inédito no território brasileiro não é isoladamente um motivo para negar o registro. Em geral, os oficiais irão avaliar outros critérios, como por exemplo, se o nome soa de uma maneira agradável e se é pronunciável. Pais usam IA para criar nome do filho e cartório nega registro: "Bateu desespero" Mãe é impedida de trocar nome da filha em cartório de SP: "Estou sem chão" Quando o nome é muito diferente, o registrador pode recorrer ao Sistema Central de Registro Civil, em que é possível verificar se o prenome já foi registrado. Caso sim, isso pode contribuir para a aprovação. Além disso, é comum que os oficiais conversem com os pais para entender a escolha. Quando é uma situação que irá trazer constrangimento para a criança e os pais insistem na escolha, o registrador irá enviar o pedido para o juiz, que dará a decisão final. O procedimento é simples e não tem custo. Outra situação em que o cartório pode negar o registro ocorre quando os pais não chegam a um consenso. Nesse caso, os pais também podem entrar com um pedido judicial e a decisão será tomada pelo juiz. Fonte: Andreia Ruzzante Gagliardi, diretora da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen/SP)
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'Deixo meu filho pequeno e meu parceiro em casa e faço viagens para o exterior', conta mãe A britânica Emily Gibbs, 29, revelou que deixa seu filho pequeno e o parceiro em casa para embarcar em férias "terapêuticas" sozinha. Suas escapadas incluíram uma viagem de quatro horas para Chamonix, uma famosa cidade alpina no sudeste da França. Emily adora as suas viagens de um dia, pois elas lhe oferecem "liberdade" e "aventura", além de proporcionar um breve descanso da criação de seu filho de três anos, que fica em casa com o pai. Emily viajou para Chamonix Reprodução/Mirror Ela visitou Mônaco e Gotemburgo, na França, e viajou para os Alpes Franceses em janeiro, desfrutando de uma viagem de trem "perfeita" pelas montanhas antes de retornar para casa a tempo de dormir. A mãe de um filho, que administra uma agência de limpeza, gastou apenas 100 libras (cerca de 720 reais) em toda a viagem, partindo às 8h30 e chegando de volta ao aeroporto de Luton, na Inglaterra, às 19h50 do mesmo dia. "Adoro fazer viagens de um dia para o exterior. Se tenho uma semana livre, procuro voos baratos e faço uma viagem de um dia para algum lugar. Adoro a liberdade de andar sozinha por um aeroporto sem malas e saber que vou voltar para a minha cama à noite. Também viajo em família com meu filho de três anos e o pai dele, mas essas viagens de um dia são o meu momento de independência, são como a minha terapia", disse ela ao Mirror. "Chamonix era como um paraíso de inverno, era perfeito, como uma cena de filme. Havia neve nas árvores e pequenos chalés por toda parte. O ponto alto foi definitivamente uma viagem de trem até a montanha. Eu estava olhando pela janela pensando: 'Como é que estou fazendo isso agora? Eu estava na minha própria cama esta manhã e ficava de volta lá em algumas horas", lembra. Mãe larga tudo para viver como nômade e fica 7 meses sem ver o filho: 'Amor não enfraquece com a distância' "A escola da vida é muito valiosa", diz mãe que tirou os filhos da escola para viagem ao mundo em 10 semanas Para ela, essas pequenas aventuras rendem memórias que ficam para a vida toda. É divertido ultrapassar limites e ver onde você consegue chegar em um dia. Consegui fazer o dia todo por exatamente 100 libras. Não é mais do que eu gastaria em um passeio de um dia no Reino Unido; só uma passagem de trem de Norwich para Londres custa 60 libras", conta. "Foi um dia cansativo, mas tenho um filho de três anos, então não foi nada comparado às noites sem dormir que as mães passam. É só um dia, depois volto para casa e me recupero no dia seguinte." Sensação de aventura Emily escolheu visitar a estação de esqui de Chamonix, na França, depois de ter aproveitado viagens de um dia radicais para Mônaco e Gotemburgo em 2025. A mãe ocupada compartilhou que adora viajar para o exterior em viagens de um dia por causa da "sensação de aventura" que isso lhe proporciona. Embora Emily valorize as férias em família com seu filho e parceiro, ela vê suas viagens de um dia radicais como "viagens terapêuticas" onde pode se divertir do seu jeito. Para cada aventura, Emily define um orçamento de 100 libras para cobrir transporte, alimentação e atividades, e conseguiu passagens aéreas de ida e volta para Genebra para esta viagem por apenas 42 libras. Mãe e filha fazem mochilão pela Ásia sozinhas há 5 meses 'Foi incrível' Emily na estação de esqui Reprodução/Mirror No dia da sua viagem, em janeiro, Emily levantou-se às 4h da manhã e dirigiu por duas horas até o aeroporto de Luton. Em seguida, pegou o voo das 8h30 para Genebra, aterrissando na cidade suíça às 11h. Depois, Emily pegou um ônibus para Chamonix, uma viagem de uma hora, às 12h15, chegando às 13h05. Apesar de Chamonix ser uma estação de esqui e esportes de inverno renomada, Emily optou por apenas passear, admirando os Alpes cobertos de neve de tirar o fôlego e conversando com outros turistas. Após passar cerca de uma hora imersa na atmosfera, às 14h Emily pegou o trem Montenvers Mer de Glace para subir as montanhas, o que lhe custou 27 libras. Em seguida, Emily voltou ao centro da cidade, onde comeu algo e observou os esquiadores retornando de um dia inteiro nas pistas. "Foi incrível", destacou ela. Às 17h15, ela pegou o ônibus de volta para Genebra, antes de embarcar no trem das 18h30 para casa, chegando em Luton às 19h50. Relato: "Sou mãe de dois e isso não me impede de viajar sozinha pelo mundo" Em seguida, ela embarcou na viagem de duas horas de volta para Norwich e estava aconchegada na cama às 23h. Levando tudo em consideração, Emily conseguiu passar quatro horas em Chamonix e, embora desejasse ter ficado mais tempo, disse que esse foi tempo suficiente para fazer tudo o que queria na viagem. "Eu sempre quero ficar mais tempo, mas eu precisava subir as montanhas, não fiquei com pressa, não fiquei olhando para o relógio", compartilhou ela. Apesar de algumas filas no controle de passaportes, Emily disse que não houve pontos negativos em sua viagem e está ansiosa por sua próxima aventura de um dia, uma viagem com as amigas para um spa em Bucareste, na Romênia. Ela compartilha sua história no seu perfil do Instagram (@littlemomentswithemily).
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Delegada adota menina que resgatou em ação policial, nos EUA Uma história emocionante tomou conta do Departamento do Xerife do Condado de Greenville, na Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Em 12 de janeiro, a delegada Britanie Bratcher adotou oficialmente uma menina que resgatou durante uma ação policial em 2023. Britanie adotou a filha após 3 anos de luta Reprodução/KTVU Britanie nunca imaginou que o caso em que estava trabalhando na época terminaria em um encontro com uma garotinha que mudaria completamente sua vida. O primeiro contato aconteceu "exatamente no momento certo", em 2023, de acordo com o gabinete do xerife. "O que começou como um chamado de proteção logo se tornou algo muito mais profundo", compartilharam as autoridades nas redes sociais, dizendo que a Delegada Britanie Bratcher assumiu um papel "não apenas como protetora, mas como fonte de amor incondicional, estabilidade e esperança". Recém-nascida deixada em caixa é adotada por bombeiro que a encontrou: "Estava 10 anos tentando ter um filho" Bombeiro encontra recém-nascido abandonado em quartel e decide adotá-lo A policial sabia que aquela criança estava destinada a fazer parte de sua vida para sempre, e decidiu tornar o seu sonho de formar uma família uma realidade. Mas o processo foi árduo. Marcado por muitos obstáculos, foi descrito como "uma longa jornada legal repleta de paciência, perseverança e muitos percalços". No final, tudo valeu a pena, selando o amor de uma mãe por uma filha com quem ela sentia uma profunda conexão. No dia 12 de janeiro, depois de 3 anos de luta, o parentesco entre elas tornou-se oficial com a finalização da adoção da menina. Sorrisos, abraços e beijos eternizaram o momento que levou anos para ser concretizado. Britanie com o juiz e as duas filhas Reprodução/KTVU Autoridades do gabinete do xerife explicaram à KTVU que, para proteger a privacidade da criança e da família, não divulgariam detalhes como seu nome, idade ou as circunstâncias que levaram a policial Britanie a ser chamado inicialmente para o caso.
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Primeiros óctuplos sobreviventes vão completar 17 anos: veja fotos desde bebês até adolescentes Quando Natalie (Nadya) Suleman se tornou uma figura pública, em 2009, sua história chocou o mundo. Nascida na Califórnia, Estados Unidos, ela chamou a atenção após dar à luz o primeiro conjunto de óctuplos sobreviventes da história, ganhando o apelido de “Octomom”. Natalie e os óctuplos Reprodução/Instagram As pessoas ficaram especialmente intrigadas com o fato de Suleman, que já era mãe de seis filhos — Amerah, Calyssa, Elijah, Caleb, Joshua e Aidan —, ter recebido a implantação de 12 embriões, o que acabou levando ao nascimento dos primeiros óctuplos sobreviventes por meio de fertilização in vitro: Noah, Isaiah, Jeremiah, Jonah, Josiah, Makai, Maliyah e Nariyah. Para ganhar dinheiro, a mãe de 14 filhos passou então a investir em diferentes empreendimentos, incluindo posar para um ensaio fotográfico nua, atuar em pornografia, participar de lutas de boxe e tentar registrar como marca o apelido “Octomom”, tudo para sustentar a família numerosa. "25 anos sem transar e mãe solo de 14 filhos": conheça a história de Natalie Suleman, a mulher que deu à luz 8 bebês de uma só vez Mãe de óctuplos revela que foi forçada a dar entrevista após dar à luz Mãe que deu à luz 8 bebês de uma só vez mostra como eles estão 16 anos depois. Confira! Após alguns anos turbulentos estampando manchetes, ela se afastou dos holofotes por volta de 2013, quando disse ter começado a perceber os filhos mais velhos, especialmente a filha mais velha, Amerah, "absorvendo seus traços e comportamentos". Avançando para os dias atuais, Natalie não é apenas avó — seu filho Joshua deu as boas-vindas a uma filha no ano passado — como os óctuplos também estão completando 17 anos na próxima segunda-feira (26). Enquanto os oito irmãos se preparam para celebrar o aniversário, veja as fotos da família ao longo dos anos. 2010 Irmãos brincando na piscina Reprodução/Instagram Natalie deu à luz óctuplos em 2009 e, após um breve período de notoriedade, afastou-se dos holofotes para criar seus 14 filhos — compartilhando ocasionalmente atualizações sobre as conquistas deles. Nesta foto antiga do Instagram, os óctuplos (Nariyah, Isaiah, Maliyah, Jeremiah, Noah, Josiah, Jonah e Makai) com um ano de idade brincam em uma piscina inflável ao lado dos dois irmãos mais velhos, Eli e Amerah. 2013 Gêmeos em 2013 Reprodução/Instagram Para comemorar o 10º aniversário deles, em 2019, Natalie publicou uma foto antiga dos óctuplos aos 4 anos, parecendo prontos para dar um mergulho. 2015 Irmãos no Halloween Reprodução/Instagram Natalie compartilhou esta lembrança fofa do Halloween de 2015. Entre Wolverine, Batman e a Tartaruga Ninja, é certo que ela teve bastante trabalho ao sair para pedir doces naquele ano. 2016 Irmãos começando segundo ano na escola Reprodução/Instagram “Não exatamente o primeiro dia (começou na quarta-feira rs)… mas está perto o suficiente”, escreveu ela ao lado de uma foto no Instagram dos filhos usando seus uniformes escolares. 2017 Irmãos começando o terceiro ano Reprodução/Instagram No primeiro dia da terceira série, os oito filhos mais novos posaram para uma foto. “#ElesEstavamTodosTãoAnimados”, escreveu ela no Instagram. 2018 Irmãos começando o quarto ano Reprodução/Instagram A mãe compartilhou o dia de volta às aulas na legenda de uma foto em que os filhos aparecem com seus uniformes escolares. Enquanto brincava que era uma “motorista de ônibus oficial”, com seis idas à escola ao longo da manhã, ela disse que “não gostaria que fosse de outra forma”. 2019 Gêmeos começando o quinto ano Reprodução/Instagram Oito sorrisos preenchem a imagem desta postagem no Instagram que comemora o primeiro dia das crianças no quinto ano. 2020 Irmãos brincando ao ar livre Reprodução/Instagram Na legenda do Instagram, Natalie chamou essa foto em grupo de uma “ocorrência rara, considerando o quanto todos eles são loucamente ativos e cheios de energia!”. 2021 Natalie com os filhos no Dia das Mães Reprodução/Instagram No Dia das Mães, 10 dos 14 filhos posaram para uma foto ao lado de Suleman para homenageá-la com cartões, flores e grandes bichos de pelúcia. 2022 Irmãos começando o oitavo ano Reprodução/Instagram Aos 13 anos, Noah, Maliyah, Nariyah, Isaiah, Jeremiah, Jonah, Josiah e Makai estavam cursando o ensino fundamental II. “Vocês são exemplos excepcionais para os alunos do 6º e 7º anos”, escreveu ela aos filhos adolescentes enquanto eles se preparavam para o primeiro dia do 8º ano. 2023 Gêmeos no aniversário de Natalie Reprodução/Instagram No aniversário dela, em 2023, Suleman aproveitou para demonstrar gratidão aos filhos carinhosos. “Obrigada, crianças, por tornarem meu aniversário ontem tão especial e livre de estresse!”, escreveu. “Sou muito grata a todos vocês por esse amor imensurável! Sinto-me mais do que abençoada. Amo vocês." 2024 Irmãos no Dia de Ação de Graças Reprodução/Instagram Natalie agradeceu a Noah, Nariyah, Jonah e Isaiah, que ficaram responsáveis pela cozinha no Dia de Ação de Graças de 2024 e prepararam “criações saudáveis, à base de plantas, com alimentos integrais e ricos em nutrientes”. 2025 Irmãos completam 16 anos Reprodução/Instagram As oito crianças se alinharam para uma foto ao comemorarem o aniversário de 16 anos em 2025. “Vocês são amados, valorizados e apreciados mais do que as palavras conseguem expressar!”, escreveu a mãe na legenda. “Eu vou amar vocês para sempre, vou gostar de vocês por toda a vida; enquanto eu viver, vocês serão meus bebês.”
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Menina de 2 anos viraliza com “amizade” inusitada em cemitério e história ganha reviravolta emocionante A filha de 2 anos da americana Emily Fuller não parava de contar para a mãe sobre a nova amiga que havia feito no parque. Mas, quando acompanhou a garotinha para visitar a tal amiga, a criança a levou até o cemitério ao lado do parquinho. A nova amiga, como se descobriu, era uma recém-nascida que não havia passado nem 24 horas na Terra. E as duas meninas compartilhavam o mesmo nome: Grace. “Ela dizia: ‘Grace é um bebê. Ela está morta. Ela é minha amiga’”, contou Emily ao Today. Grace no cemitério com a bebê Grace Reprodução/TikTok A pequena Grace, que estava visitando os avós na época, tinha brinquedos e primos para brincar, mas implorava por visitas diárias para ver a nova conhecida, a quem chamava de “Grace Morta”. Os Fullers haviam viajado do Arizona para Utah para passar um tempo com a mãe de Emily, que tem câncer em estágio avançado. O marido de Emily, Johnny, levou Grace ao parquinho em um dos dias e, quando ela pediu para explorar o cemitério ao lado, ele concordou prontamente. “Ele achou que seria uma boa forma de apresentá-la ao assunto, já que provavelmente é algo que discutiremos em breve”, compartilha Emily, comentando sobre o prognóstico da mãe. “Ela perguntava sobre cada lápide”, diz Emily. Johnny lia os nomes e informações enquanto Grace “pulava de lápide em lápide”. Até que ela parou em um lugar especial: o túmulo de Grace Olsen, que nasceu e morreu em 14 de junho de 2016. “Acho que ela ficou animada porque essa menininha tinha o mesmo nome que ela”, diz a mãe. Grávida busca nomes de bebê no cemitério e gera polêmica Vídeo: menino visita túmulo para mostrar notas da escola Grace e os pais Reprodução/Today Viralizou Emily, que é influenciadora digital, publicou no Instagram e no TikTok um vídeo da segunda visita da filha para ver a “Grace Morta”, escrevendo: “Onde quer que os pais de Grace Olsen estejam, espero que saibam o quanto minha filha ama a filha deles”. As publicações rapidamente somaram quase 20 milhões de visualizações, e a internet passou a procurar por toda parte a família do recém-nascido. Até que a postagem chegou até Ashley Olsen, a mãe da bebê Grace. “Eu fiquei emocionada”, diz Ashley sobre assistir ao vídeo pela primeira vez. “Foi muito delicado, sabe, ver que o nome da filhinha dela era Grace", conta. Desde então, as duas mães começaram a trocar mensagens para compartilhar suas histórias. “Sou uma pessoa religiosa. Sinto que o véu é fino, especialmente nas crianças pequenas. E acho que havia algo ali… Algo acontecendo no fato de isso ter me trazido paz, mas também me causado arrepios”, afirma Ashley. Grávida que viralizou ao procurar nome de bebê no cemitério finalmente decide como vai chamar a filha Initial plugin text História da bebê Grace Ashley e o marido, Tom, haviam passado por vários abortos espontâneos, cirurgias e diagnósticos antes de finalmente engravidarem de Grace. Mas, a bolsa estourou de forma extremamente precoce — ela estava apenas no fim do segundo trimestre. Ela deu à luz Grace muito antes do que esperava e foi levada às pressas para outro procedimento imediatamente após o parto. “Para ser sincera, eu não sabia que ela tinha nascido com vida. Ela viveu por algumas horas e depois faleceu”, compartilha, com a voz embargada. Os pulmões da bebê simplesmente não eram fortes o suficiente para sobreviver. “Só de olhar para esse bebê tão pequeno, mas totalmente formado, foi algo que abriu muito os meus olhos, e eu simplesmente não queria deixá-la. Eu não queria que o hospital simplesmente se desfizesse dela”, acrescenta. O casal pensou que essa perda poderia ser “o fim de uma era” para eles como pais, e que ter um “lugar” para a pequena Grace no cemitério poderia ajudá-los a encontrar conforto. Então a vida tomou outro rumo. Em 2017, eles adotaram o filho Silas, hoje com 8 anos. Eles atribuem a Grace o papel de ter ajudado a levá-lo até eles. “A adoção, para nós, tem sido algo tão bonito que eu gostaria que todos pudessem vivenciar”, diz. Ashley, Tom e Silas Reprodução/Today "Amar alguém não tem nada a ver com DNA", afirma. “Acredito que existe um plano e, às vezes, esse plano não acontece da forma como imaginávamos, mas no fim sempre acaba sendo melhor do que jamais poderíamos ter imaginado.” Escolha do nome Grace Quando entrou em trabalho de parto, Ashley ainda não havia escolhido um nome para a filha. Mas Grace era o nome pelo qual o avô dela, inexplicavelmente, a chamava nos últimos anos de vida, e que seus tios e tias passaram a usar também. “Em até 30 minutos depois de eu finalmente conseguir segurá-la nos braços, nós simplesmente soubemos que o nome dela tinha que ser Grace”, compartilha. Emily, por outro lado, não tem nenhuma ligação familiar com o nome. “Quando meu marido e eu ainda estávamos na escola, antes de termos filhos, lembro de fazer lição de casa ao lado dele certa noite e simplesmente sentir que nossa primeira filha precisava se chamar Grace”, conta Emily. 'Eu não queria que o nome dela deixasse de ser dito' Para Emily, a “amizade” da filha com Grace Olsen foi um grande milagre. “Eu não sabia como explicar à minha filha a morte (iminente) da minha mãe, porque ela só tem 2 anos, mas agora poderei dizer a ela: ‘Ela não está aqui neste momento, mas está com a sua amiga Grace’.” Quando a filha morreu, o maior medo de Ashley era que Grace fosse esquecida. “Eu não queria que o nome dela deixasse de ser dito”, compartilha. “E quando você perde um filho, acho que as pessoas às vezes têm medo de dizer o nome dele, mas para mim isso traz conforto.” "É lindo que isso tenha tocado de verdade a família da Emily. E eu definitivamente acho que não foi coincidência. Parece bom demais para ser apenas coincidência", finaliza.
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Mãe chama atenção na web ao defender volta das festinhas de antigamente Os gêmeos Bettina e José Pedro, hoje com 3 anos, já celebraram aniversários em festas grandiosas, daquelas realizadas em buffet, com uma decoração perfeita e todos os detalhes calculadíssimos. Mas, de uns tempos para cá, a mãe deles, a empresária Laura Spina, 33, de Barretos (SP), decidiu ouvir os filhos e saber o que eles queriam, nessa data tão importante. Foi aí que se deu conta de que não precisava de nada daquilo e que a resposta para um aniversário incrível não estava no luxo e sim no resgate às raízes. Aniversário raiz Reprodução/redes sociais' A festa de 3 anos foi em casa, como as de antigamente. Teve decoração simples, chapeuzinho, bolo grande, a família reunida para enrolar os docinhos e muito afeto envolvido. Ela gravou um vídeo, mostrando imagens de como foram os preparativos e a festa. A mensagem era a de que precisamos voltar a normalizar as festas caseiras e repensar tanto exagero e consumo. Será que dá para resgatar a essência das festas infantis? “Já fiz o aniversário deles em buffet, mas não fazia sentido fazer novamente esse ano”, conta. “Eles me pediram apenas uma festa com os amigos, bala, pirulito e bolo de chocolate… e isso me fez repensar que, na maioria das vezes, fazemos festas para nós adultos, e não para as próprias crianças”, conta Laura, em entrevista a CRESCER. Os gêmeos já tiveram aniversário em buffet, mas pediram coisas bem mais simples; os pais atenderam Reprodução/ Instagram A comemoração dos gêmeos foi parecida com aquelas que marcaram a infância de muitos brasileiros, com brincadeiras, docinhos simples e a presença de amigos queridos. Para Laura, o valor da festa não está no cenário perfeito, mas no clima de afeto. “Fizemos uma festinha em casa mesmo, e claro que hoje em dia morar em casa não é a realidade de muitos. Mas acredito ser possível trazer essa essência de volta em salões de prédio, pracinha ou qualquer outro lugar. O que importa é ter bexigas, bolos grandes, docinhos e brincadeiras. Se fizermos com amor, o lugar não importa”, argumenta. E se tinha uma coisa que as festinhas de antigamente contemplavam era o perrengue. Sempre havia algo que saía do planejado, o bolo, que não crescia, alguém que esquecia de comprar a vela, os preparativos ficavam todos atrasados e a família ainda enchia bexigas quando os convidados já começavam a chegar... Mas Laura garante que, no caso dela, o planejamento deu certo. “Eu não tive perrengues, acredita? Sou uma pessoa extremamente organizada”, afirma. “Fui fazendo aos poucos e, na hora, deu tudo certo. Se tivesse deixado tudo para o dia, acho que teria passado bastante nervoso. O segredo é não inventar moda”, aconselha. O sucesso do vídeo também abriu espaço para uma reflexão sobre a pressão das redes sociais e as festas perfeitas, de famílias perfeitas. “A verdade é que essas vidas instagramáveis são imperfeitas também; elas só não mostram isso”, observa a mãe. “A tentativa de alcançar o impossível ou o que o outro posta traz uma certa angústia. Antigamente, tirávamos uma foto na mesa do ‘parabéns’ e aquele momento era registrado como ele realmente foi. Hoje fazemos 100 fotos tentando alcançar a imagem perfeita… e isso não existe”, atesta. Laura acredita que a resposta do público ao seu vídeo revelou um desejo coletivo por mais simplicidade. “Jamais imaginei essa repercussão. Mas isso mostrou o quanto todos nós estamos carentes de momentos simples, porém cheios de essência”, avalia. Para quem está planejando a próxima comemoração infantil, ela deixou alguns conselhos. “Primeira coisa: pergunte ao seu filho o que ele quer. Segunda: esqueça personalizados, papelarias caras e coisas que depois vão ser só dinheiro jogado no lixo. Terceira: faça um bolo grande, muitos docinhos e bexigas. Em um mundo com festas tão cheias de temas, precisamos voltar com festas que sejam apenas aniversários. E, se possível, que a família faça junto pelo menos alguma coisa, nem que seja só encher bexiga”, completa. Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui): Initial plugin text
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Avó de 3 netos revela idade real e impressiona pela jovialidade Quando Enzo, de 8 anos, viu Thania Oliveira na escola e a chamou de vó, seus amigos ficaram incrédulos. Isso porque a design de moda tem uma aparência tão jovem que é difícil acreditar que ela já tem 40 anos e tem três netos. “Por onde passo, as pessoas ficam impressionadas ao descobrir que eu já sou avó. Pensam que eu tenho 28 ou 30 anos”, disse a design de moda, que mora no Distrito Federal, em entrevista à CRESCER. Thania foi mãe ainda na adolescência, quando tinha apenas 15 anos. Enfrentar esse momento não foi fácil, especialmente devido ao preconceito da sociedade. “Foi difícil conseguir emprego, porque eu era nova e já tinha uma filha, pensavam que eu ia faltar no serviço”. Thania com Enzo e Henrique Arquivo Pessoal Apesar dos desafios, Thania conseguiu superá-los. Larissa, hoje com 22 anos, cresceu bem e, logo depois, teve mais duas irmãs: Eduarda, de 17 anos, e Letícia, de 10. Assim como a mãe, Larissa também engravidou com 15 anos. “Tudo foi muito conturbado”, a design de moda lembrou. Um mês antes, a jovem já tinha perdido um bebê e Thania conversou com ela sobre a possibilidade de colocar um DIU [Dispositivo Intrauterino]. Mas Larissa engravidou novamente. A gravidez do pequeno Enzo não foi fácil. A jovem desenvolveu um quadro de pré-eclâmpsia — hipertensão desenvolvida especificamente na gestação. Você tem alguma história com seu filho ou filha que gostaria de compartilhar? Envie para o nosso e-mail redacaocrescer@gmail com o assunto “Minha História” ou para o nosso WhatsApp (11) 98808-7558. Thania com Benício Arquivo Pessoal Os médicos ainda não conhecem todas as causas do problema, mas, de acordo com os especialistas, pode estar relacionada à implantação da placenta no útero. Segundo Wagner Hernandez, especialista em gestações de alto risco, em São Paulo (SP), em algumas situações, a placenta não consegue se implantar adequadamente na parede do útero, para o fornecimento de sangue, oxigênio e nutrientes. Avó choca web ao revelar sua idade: “Invés de envelhecer, rejuvenesceu” “Avótar”: mãe encontra cena hilária entre caçula e avó e reacende debate sobre arte, limites e afeto na infância Avó surpreende família ao dar R$ 30 mil para cada filho como presente de Natal Thania com os três netos Arquivo Pessoal “Algumas mulheres têm uma predisposição a desenvolver a pré-eclâmpsia, por essa placentação não adequada, mas, provavelmente, há alguns fatores imunológicos envolvidos, que a ciência ainda desconhece”, explica. O que acontece, assim, é que as alterações no vaso sanguíneo alteram a circulação e elevam a pressão arterial. Larissa e Enzo ficaram bem, mas, ao engravidar, novamente a jovem teve um quadro ainda pior. “Dessa vez, ela teve eclâmpsia mesmo. Ela passou muito mal no parto. Eu não reagi bem porque era a saúde da minha filha”, Thania destacou. “Ela teve convulsão na sala de parto. Quase morreu”. Thania com Enzo e Lavínia Arquivo Pessoal A eclâmpsia é caracterizada por uma complicação da pré-eclâmpsia, que é quando uma mulher apresenta pressão arterial elevada e perda de proteínas na urina depois da 20ª semana de gravidez. “Quando a pré-eclâmpsia leva a mulher a ter convulsões, temos a eclâmpsia”, explica a ginecologista e obstetra Ana Paula Beck. Thania com as filhas Arquivo Pessoal Thania assistiu ao parto da pequena Lavínia, que aconteceu no dia 1º de maio — assim como o de Enzo e de seu outro neto, o pequeno Henrique, filho de Eduarda — que nasceu 50 dias antes. “Então, eu os vi sair da barriga da mãe deles, porque sempre estava acompanhando”, ela revelou. Com uma presença tão frequente na vida das filhas, era de se esperar que a avó tivesse uma relação muito afetuosa com os netos. “Eu os admiro muito e eles também. É o tempo todo: 'Vovó, você é linda'. 'Vovó, eu te amo'. Quando eles estão comigo, é uma maravilha”, disse ela, orgulhosa.
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Matrescência: a transição de identidade vivida após a maternidade Aeroporto. Uma mãe só com mala de mão. Sozinha. Depois de 11 anos, a publicitária Renata Vilar, 44, viajou a trabalho como Renata e não como mãe do Theo, 11, do Breno, 8, do Lucca, 3, e esposa do Jefferson. Ela, que antes da maternidade era superativa, independente, presente em todos os eventos e viajava bastante, se perdeu de quem era após o primeiro filho. Bruna Biancardi: "Aprendi que preciso estar bem comigo mesma para estar bem com elas" Mudou de cidade, de profissão e não se reconhecia mais. “Chega uma hora em que você perde totalmente a identidade... Ou é a mãe dos filhos, ou a esposa do marido, ou a pessoa que resolve tudo. Mas... e a Renata?”, passou a se questionar. Essa dúvida não veio de repente: foi se acumulando ao longo de noites mal dormidas, rotinas exaustivas e anos dedicados a todos, menos a si mesma. “Chegou a um ponto em que eu estava estabilizada, tinha o meu negócio, os meus filhos estavam bem, mas eu não. Era uma sobrecarga física e emocional, sensação de desorientação, de trabalhar com algo que não me satisfazia, uma culpa que ninguém percebia”, conta. Foi a partir de uma palestra na escola dos filhos que Renata sentiu algo diferente: se interessou por uma nova área de estudos, foi atrás e passou a enxergar outros caminhos. “Percebi que queria tomar posse da minha vida de novo, mostrar para os meus filhos que sou independente, exemplo que quero passar para eles. Tomei coragem e entrei num avião sozinha, rumo a um evento dessa nova área em que quero trabalhar, para aprender, fazer conexões, conhecer pessoas. Voltei viva. Voltei inteira. Meus meninos sentiram saudade, mas sentiram também uma mãe mais segura e feliz”, conta. Uma nova mulher após a maternidade Freepik O sentimento de Renata é mais comum do que se imagina, a exemplo do que contou, em entrevista exclusiva à CRESCER, a influenciadora Bruna Biancardi, 31 anos, mãe de Mavie, 2, Mel, 5 meses, e esposa do jogador Neymar. “Acho que é impossível se tornar mãe e continuar sendo a mesma pessoa, pois tudo muda: o significado das coisas, as preocupações... Não tem como não passar por essa mudança. Mas a gente fica um pouco confusa: ́Quero voltar a ser um pouco aquela Bruna que eu era, mas agora sou outra Bruna. Só quem é mãe entende!”, conclui. A matrescência Esse questionamento conflitante ecoa o que muitas mulheres descrevem: a sensação de estar entre duas versões de si mesma – a que existia antes e a que está nascendo agora. Não se trata de um caso isolado, tanto que há estudos que investigam essa experiência. Uma pesquisa feita pela plataforma ucraniana Headway, com 2 mil famílias, mostrou que 68% das mães relatam sentir que perderam uma parte de sua identidade após a chegada dos filhos. Embora seja um dado internacional, ele dialoga com relatos bem semelhantes de mulheres brasileiras, já que essa mudança não é cultural, é humana. Trata-se da matrescência, nome dado pela antropóloga Dana Raphael à intensa transição identitária vivida no ciclo da maternidade. 8 verdades (e superações) sobre o primeiro ano da maternidade “Gosto de dizer que a maternidade é um portal para algumas mulheres. Após a travessia, quem chega lá é outra mulher. Do ponto de vista psicológico, é esse espaço que o filho abre que permite o envolvimento da mãe com o bebê. Ela perde um pouco de si para conseguir ver esse filho. E o grande trabalho depois é se reencontrar, com essa nova versão”, afirma a educadora parental e escritora Lua Barros, autora do bestseller Eu não nasci mãe: o que precisei desaprender para aprender a ser mãe (Editora Nacional). É aquela perda que não se mede em grandes gestos, mas nas microrrenúncias do dia a dia: o café que esfria, o banho apressado, a falta de tempo de um papo com os amigos, o silêncio que some... Isso não quer dizer que esse período apague a identidade prévia – mas, sim, a transforma, como explica a psicóloga perinatal Karla Cerávolo, diretora da Rede Umbiguinho, iniciativa ligada à saúde mental perinatal e atenção psicológica de gestantes, mães e famílias. “A mulher que existia antes não desaparece. Ela fica um pouco escondida, esperando espaço. O self materno – a identidade e experiência da mulher como mãe – se expande, mas, para isso, ele precisa, antes, se desorganizar”, afirma. A neurociência reforça essa visão: o cérebro materno passa por uma reorganização real, que altera áreas ligadas à empatia, memória, vigilância e motivação. “A maternidade provoca uma remodelação profunda, que muda como a mulher sente, pensa e se percebe no mundo”, complementa a neuropsicopedagoga Ana Paula Alves, idealizadora do programa Força de Uma Mãe. No livro O Mito do Instinto Materno: como a neurociência está reescrevendo a história da parentalidade (Companhia das Letras), a jornalista científica norte-americana Chelsea Conaboy reforça a ideia de que a maternidade literalmente reconfigura a arquitetura cerebral. Ou seja, amplia a sensibilidade, a empatia e a capacidade de resposta da mulher – não como perda de si, mas como expansão. Para Chelsea, muitas das “crises” do puerpério não são falhas maternas, mas efeitos naturais de um período de intensa plasticidade e ajustes internos. Entender que essa mudança é biológica ajuda a aliviar a culpa que tantas mães sentem ao se perceberem diferentes, mais sensíveis ou vulneráveis nesse período. Mergulho profundo Há mulheres que sabem exatamente quando começaram a se perder. Outras só percebem anos depois, quando olham para o espelho e já não reconhecem quem está ali, nem no rosto, nem nos pensamentos, nem nos sonhos que ficaram pelo caminho. A maternidade é, para muitas, esse ponto de virada silencioso: um amor imenso que chega com uma sensação de estranhamento, quase sempre escondido. A psicanalista Mônica Pessanha, colunista da CRESCER, descreve essa etapa como um “mergulho profundo no bebê”, estado que o pediatra e psicanalista inglês Donald Winnicott chamou de preocupação materna primária. “É uma adaptação necessária, mas pode significar uma pausa forçada na própria identidade. É como se ela ficasse entre parênteses”, explica. Esse período pode inaugurar um tipo de despedida silenciosa, quase sempre não reconhecida pela sociedade: a perda pela versão de si mesma que ficou para trás. Não é um luto da maternidade em si, mas sim da expectativa de continuidade que nunca existiu de verdade. A publicitária Renata Vilar viveu exatamente esse choque: “Cadê essa pessoa? A independente, que viajava, tinha mil amigos, estava em todos os lugares? Desapareceu”. Esse desaparecimento simbólico não é falta de amor pelo filho, mas de acolher e aceitar que alguns desejos, valores e objetivos mudaram. Em busca de respiro Grande parte desse choque não é interno: é cultural. Segundo dados do documento Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça 2024, feito pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), as mulheres dedicam mais de 21 horas por semana aos cuidados com a casa e os filhos. Mônica Pessanha afirma que vivemos em uma sociedade que romantiza a maternidade, mas não oferece sustentação real à mulher. “A mãe sustenta o mundo ao redor, mas raramente alguém a sustenta. Ela é tratada como sagrada, mas a maternidade que vive é banalizada, como se o seu esforço fosse o esperado e não algo imenso, diário e profundamente humano.” Depois da maternidade, elas decidiram se tatuar pela primeira vez — e revelam o motivo Milhões de células da sua mãe ainda vivem em você - e têm um papel fundamental, indica estudo Esse cenário produz o que especialistas chamam de invisibilidade materna, que resulta em um apagamento em três camadas: social (a mulher passa a ser reconhecida apenas como mãe); emocional (as pessoas perguntam do bebê, não dela) e subjetiva (ela mesma perde contato com sua interioridade). “O discurso do instinto materno foi criado para colocar o cuidado exclusivamente nas mãos das mulheres, desonerando homens e a sociedade. É uma forma de controle. Mulheres sobrecarregadas não têm tempo de desejar”, opina a psicanalista e escritora Bebel Soares, ativista pelos direitos das mulheres, crianças e adolescentes. Essa estrutura histórica e cultural empurra a mulher para um lugar de devoção absoluta e invalida a complexidade da experiência real. A invisibilidade emocional vira exaustão. A falta de reconhecimento vira culpa. A sobrecarga vira autoexigência. E tudo isso se acumula sem que ela se dê conta até que se questiona, como Renata: “E eu?”. A ausência de espaço para nomear esse luto (afinal, mãe tem que estar sempre feliz e grata, não é?) gera consequências emocionais importantes. A psicanalista Mônica aponta várias delas: não saber mais quem se é, exaustão mental, culpa constante, sensação de inadequação e desconexão com o próprio corpo e desejo. Todas essas experiências são profundamente humanas, mas quase nunca ditas. Poder nomear a dor e validar o cansaço – e ser acolhida nisso – são passos fundamentais para sair da invisibilidade e começar a reconstrução de fato. “Quando nomeamos as emoções desse período, temos a chance de encarar as experiências sem o véu da romantização e nos apropriarmos da nossa história”, diz Lua Barros. A subida à superfície Depois do luto silencioso e da sensação de invisibilidade, um novo horizonte desponta timidamente – no banho quente que dura dois minutos a mais, na música antiga que desperta uma lembrança adormecida, no livro esquecido na cabeceira que finalmente é aberto de novo. “O recomeço costuma ser sutil e paulatino, com pequenos sinais, normalmente entre 3 e 12 meses [após o nascimento dos filhos]. Mas em alguns casos pode levar bem mais tempo. É quando o sistema nervoso sai do modo sobrevivência e libera recursos para que a mulher pense mais em si”, explica a psicóloga perinatal Erika Rohrbacher, mestre em Educação com formação em Coaching Parental. É um movimento pequeno, quase imperceptível, mas é ali que algo dentro da mulher começa, enfim, a respirar de novo. Foi o que sentiu a advogada Bruna Leão, 41 anos, mãe de Luana, 8 anos, e Clara, 4. “Quando passei a ter coragem novamente de dizer não e fazer algo por mim, ainda que fosse um simples almoço com as amigas, me senti sendo eu de verdade”, diz. O mesmo aconteceu com a influenciadora Bruna Biancardi, que acaba de estrear o quadro Bru na Cozinha em suas redes sociais. Por lá, recebe famosos para prepararem juntos uma receita especial. “É algo da nova Bruna, mas com um pouco da Bruna antiga. Compartilhar receitas fáceis era algo que eu fazia muito antes de ser mãe. Já tinha isso na minha cabeça, de voltar. Então, falei: ‘Vamos colocar em prática, quero convidar umas pessoas legais para a gente bater papo enquanto cozinha’. E está sendo supergostoso! É um tempo que estou me dedicando a fazer algo realmente bom pra mim. Eu volto feliz pra casa”, revela. A psicopedagoga e facilitadora em Mindful e Autocompaixão pelo Center for Mindful Self-Compassion, Daniele Diniz, descreve esse instante como o início de uma integração profunda. “Muitas mães descobrem que estão tentando caber em uma versão antiga de si mesmas em vez de reconhecer as novas camadas que nasceram com o bebê. Autocompaixão é (re) habitar o próprio corpo emocional, legitimar necessidades e reconstruir identidade com leveza e pertencimento.” Esse processo tem sustentação robusta na pesquisa científica. A pesquisadora Kristin Neff, professora no departamento de Psicologia Educacional na Universidade do Texas e principal referência mundial em autocompaixão, mostra em seus estudos que algumas práticas reduzem o estresse, aumentam a flexibilidade emocional, melhoram a regulação diante do caos, diminuem a chance de burnout materno e ampliam a sensação de pertencimento – um dos maiores fatores de proteção na maternidade. Segundo Neff, autocompaixão não é resignação, é coragem emocional. E é justamente essa coragem que abre a porta para um recomeço. Um porto seguro A rede de apoio – real, emocional e prática – é um dos maiores motores para isso. “Em muitas culturas ancestrais, a maternidade sempre foi entendida como tarefa coletiva, nunca individual. Com a modernidade, a “aldeia” se perdeu e a mulher acabou arcando com esta sobrecarga. Porém, se ela recebe auxílio para dividir as atividades e o cuidado com o bebê, mesmo que por pouco tempo, poderá acessar um espaço de retomada de si. Por isso, a rede de apoio é tão importante”, defende a psicóloga Erika Rohrbacher. E ela pode aparecer de diferentes maneiras: quando uma amiga leva o bebê para um passeio de 20 minutos para a mãe aquietar a mente; quando a escola acolhe as demandas de uma família sem julgamento; quando as mães de um grupo decidem parar de competir e começam a se sustentar mutuamente; quando uma vizinha segura o carrinho por cinco minutos para a mãe conseguir comer. “A autocompaixão rompe o mito da competição materna. Quando uma mulher se permite ser humana, ela autoriza todo o grupo a existir com mais leveza”, opina Daniele Diniz. O depoimento de Renata Vilar, a mãe de três meninos do início da nossa reportagem, é um exemplo potente disso: “A virada de chave vem quando a gente cria a autoconsciência do que está acontecendo. Quando entende que está replicando padrões que não gostaria de replicar, que queria ser diferente e que só depende da gente mudar. Sair da rotina, saber o que quer, aprender a falar não e ter a coragem de agir: esses foram, para mim, os pilares do resgate de identidade”. Se redescubrindo Freepik Esse movimento individual transforma a família inteira. Uma mãe que se coloca no mundo ensina aos filhos algo que nenhum discurso dá conta de ensinar: que eles também podem existir com autonomia, coragem e verdade. A maternidade não apaga a mulher. Ela a transforma – às vezes, com força, às vezes, com dor, quase sempre com profundidade. O recomeço é criar espaço: para ouvir a própria voz, para existir para além das funções, para integrar a mãe e a mulher – sem que uma ofusque a outra. E, enfim, respirar. Como praticar autocompaixão na rotina real Fale consigo como falaria com uma amiga querida Quando o pensamento vier duro (“eu deveria dar conta”), troque por algo possível: “Estou cansada. O que eu consigo fazer agora?” Pratique microgestos diários de pausa Degustar um chá sentada, fazer três respirações profundas no banheiro, ouvir cinco minutos de música enquanto dobra a roupa Permita-se ser humana na frente de outras mães O sentimento genuíno compartilhado reduz isolamento e aumenta pertencimento. Quando uma mãe admite para o grupo: ‘Hoje eu não dei conta’, ela abre espaço para que outras também respirem e, assim, a rede finalmente acontece Crie uma frase-âncora para repetir nos dias difíceis Pensamentos como “Estou fazendo o possível com o que tenho hoje” ou “Eu também preciso de cuidado”
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Pai e filha de 2 anos são detidos pela ICE enquanto voltavam do mercado, nos EUA Um homem e sua filha de 2 anos foram detidos pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) no sul de Minneapolis na última quinta-feira (22), e levados horas depois para um centro de detenção no Texas, segundo informações do NBC News. Elvis Joel Tipan-Echeverria e sua filha, Chloe, ambos imigrantes equatorianos, voltavam para casa após irem a um mercado quando foram abordados pelo ICE, afirmou o vereador de Minneapolis Jason Chavez em uma publicação no Instagram. Elvis e Chloe foram detidos pela ICE Reprodução/GoFundMe “Um veículo suspeito seguiu o carro do pai até em casa, quebrou o vidro e os sequestrou”, alegou Chavez. “Nenhum mandado judicial foi apresentado.” Os dois foram detidos por volta das 13h durante uma “operação de fiscalização direcionada”, informou o Departamento de Segurança Interna (DHS). A agência alegou que Elvis teria cometido “reentrada criminosa” no país de forma ilegal após já ter sido deportado anteriormente, segundo a NBC News. A advogada da família, Kira Kelley, afirmou que tanto Elvis quanto Chloe, têm pedidos de asilo em andamento e que nenhum deles possui ordem final de deportação. Kelley também alegou que os agentes não apresentaram um mandado. Brasileiro é preso pela imigração nos EUA e esposa grávida se desespera: "É desumano" Brasileiro, pai de cinco crianças, que vivia legalmente nos EUA é preso pela imigração O DHS afirmou que Elvis estava “dirigindo de forma errática com uma criança no veículo” e que, após estacionar o carro, “se recusou a cumprir várias ordens legais para abrir a porta ou abaixar o vidro”. Chloe foi levada ao Texas junto com o pai Reprodução/GoFundMe Detenção de Elvis e filha de 2 anos No momento da prisão, uma multidão de aproximadamente 120 pessoas cercou os agentes e jogou pedras e latas de lixo contra eles, levando os agentes a adotarem medidas de controle de multidão, alegou o DHS. Chloe foi levada junto com o pai. “A aplicação da lei do DHS cuidou da criança que a mãe não quis receber”, disse o DHS. No entanto, Kelley afirmou que os agentes teriam se recusado a permitir que Elvis levasse a filha até a mãe. A mulher e outros membros da família permaneceram dentro de casa porque estavam “apavorados” com os agentes do ICE. Após a detenção, Kelley entrou com uma petição de emergência por volta das 17h37 e solicitou a liberação deles, de acordo com a ABC 5. Por volta das 18h30, ela apresentou uma moção para impedir a transferência da criança para fora de Minnesota e para ordenar a liberação da menina. Pai brasileiro segue preso nos EUA mesmo após pagar fiança: "Estamos sem respostas", diz esposa grávida 'Nunca vimos esse nível de depravação com uma criança' Kelley disse que ligou para o advogado do ICE, mas não obteve resposta. Menos de duas horas depois, por volta das 20h10, a juíza distrital dos EUA Kathy Menendez determinou que o ICE não removesse os dois de Minnesota e que a criança fosse devolvida a Kelley até, no máximo, às 21h30. No entanto, às 20h30, o ICE informou ao tribunal que os dois foram colocados em um voo comercial para o Texas. Um advogado do governo respondeu dizendo que o ICE devolveria a menina a Minnesota na sexta-feira, 23 de janeiro. “Para mim, isso é claramente parte desse esforço para tentar evadir a jurisdição do tribunal”, disse outra advogada da família, Irina Vaynerman, ao Star Tribune. “Nunca vimos esse nível de depravação com uma criança de 2 anos.” Felizmente, a menina foi reunida com a mãe na última sexta-feira (23), mas nenhum detalhe adicional foi divulgado.
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Mãe revela sinal sutil que levou ao diagnóstico de 'Alzheimer infantil' da filha aos 3 anos Após uma gravidez tranquila, os novos pais Megan e Kyle Kempf, de Oklahoma, Estados Unidos, não tinham motivo para se preocupar com a filha, Poppy. Mas o mundo deles desabou quando começaram a perceber que ela estava regredindo em relação às habilidades de desenho. Poppy tinha apenas três anos quando o casal, preocupado, percebeu um sinal sutil que poderia indicar algo mais sério em relação à saúde da filha. Apesar de levarem suas preocupações a profissionais de saúde, ainda levaria mais cinco anos até que a família recebesse um diagnóstico. Poppy e o irmão foram diagnosticados com Alzheimer infantil Reprodução/Mirror Eles agora convivem com a dolorosa constatação de que Poppy e seu irmão mais novo, Oliver, vivem com uma doença conhecida como Alzheimer Infantil, considerada rara e incurável que, segundo os médicos, reduzirá drasticamente a expectativa de vida das crianças. No entanto, determinados, a mãe e o pai depositam todas as esperanças em um novo tratamento que ainda aguarda aprovação médica. Foi quando Megan, de 37 anos, observava Poppy — então com três anos — desenhando figuras de pessoas que o sinal de alerta soou. Até aquele momento, ela conseguia desenhar personagens com corpo, mas passou a regredir, limitando-se a desenhar apenas círculos. Preocupados com o desenvolvimento da filha, eles começaram a investigar mais e perceberam que ela também tinha apneia do sono e estava passando a ter medo de ir para a cama. “Eu estava preocupada que a apneia do sono estivesse agravando os atrasos dela”, disse a mãe ao Mirror. “Tínhamos todas essas preocupações, mas nada era muito identificável ou grave, então nos diziam para esperar e observar.” Irmãos são diagnosticados com Alzheimer infantil, no Pará: "Dia mais cruel da minha vida", diz mãe Sobrancelhas de menina de 3 anos chamam atenção e se tornam alerta de Alzheimer infantil 'Ter um diagnóstico trouxe uma sensação de alívio' Quando Poppy começou a frequentar a escola, o atraso em seu desenvolvimento ficou mais evidente em comparação com os colegas e, aos cinco anos, ela foi diagnosticada com deficiência intelectual leve, o que significa um desenvolvimento mais lento nas habilidades cognitivas, sociais e da vida diária. A família se mudou de Tulsa, em Oklahoma, para Quincy, em Illinois, onde Megan e o marido Kyle, de 36 anos, que é diretor, passaram a ficar ainda mais preocupados com a filha. Eles procuraram um neurologista, que recomendou que a menina, então com oito anos, fosse avaliada por um geneticista. “Fizemos o sequenciamento completo do genoma do DNA da Poppy, e o resultado deu positivo para a síndrome de Sanfilippo tipo B”, revelou Megan. A síndrome de Sanfilippo é uma doença genética rara, também conhecida como Alzheimer Infantil, é uma doença que afeta principalmente o cérebro das crianças. Segundo a geneticista Thais Arbocese Zanolla, pode causar atraso na fala, dificuldade de aprendizado, hiperatividade, distúrbios do sono e perda de habilidades já adquiridas, como deixar de falar palavras que sabiam ou regredir na autonomia. Por se tratar de uma doença genética, Megan e Kyle também submeteram o filho bebê, Oliver, a exames. “Naquele momento, percebemos que, por ser genética, precisávamos testar nosso filho recém-nascido, Oliver. Três semanas depois, fomos informados de que Oliver também havia testado positivo”, revelou Megan. "Ter um diagnóstico trouxe uma sensação de alívio, mas jamais, em um milhão de anos, esperávamos receber uma estimativa de expectativa de vida para nossos filhos. Fomos informados de que a maioria das crianças com síndrome de Sanfilippo tipo B não sobrevive além dos 18 anos, e Poppy tem nove — ela já chegou à metade desse caminho", disse ela. Irmãos de 4 e 5 anos têm Alzheimer infantil: "Não desejo nem para o meu pior inimigo", desabafa mãe Em busca de medicamentos Após Poppy e Oliver receberem o diagnóstico, os pais devastados foram informados de que, como não há cura para a doença, não havia nada que pudesse ser feito. “Recebemos orientações clínicas e nos disseram que nos qualificaríamos para o Make-A-Wish [organização que realiza os sonhos de crianças com doenças graves], além de nos orientarem a aproveitar ao máximo o tempo com nossos filhos”, contou Megan, acrescentando: “Nós não iríamos nos conformar com isso.” Sem cura e sem nada que pudesse desacelerar a progressão da doença, eles imediatamente começaram a buscar opções alternativas. Uma delas que descobriram estava em desenvolvimento e envolvia terapia de reposição enzimática, na qual as enzimas ausentes na síndrome de Sanfilippo são substituídas nas células do corpo por enzimas produzidas em laboratório. De acordo com a Cure Sanfilippo Foundation, trata-se de um tratamento promissor, embora ainda esteja em fase de testes clínicos e não seja uma cura. Atualmente, ele também aguarda aprovação da Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos. Megan e outras famílias afetadas pela síndrome de Sanfilippo já arrecadaram US$ 5,5 milhões e estão torcendo para o medicamento seja aprovado e que seus filhos tenham acesso a ele até 2027. “Estamos esperançosos de que os medicamentos cheguem ao mercado no próximo ano, mas será preciso muita atenção e esforço para que isso aconteça”, explicou Megan. “É difícil levar uma doença rara ao mercado e, quando se trata de uma doença pediátrica, o paciente não vive muito tempo. Acima de tudo, queremos que exista uma resposta para todas essas crianças.” "Ainda sabe quem eu sou", diz mãe sobre filho de 5 anos, com doença rara que causa demência Sintomas do Alzheimer Infantil Os principais sinais da Síndrome de Sanfilippo envolvem uma combinação de alterações no comportamento, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e manifestações físicas. Entre os sintomas mais comuns estão: Atraso na fala Dificuldade de aprendizado Hiperatividade Comportamentos repetitivos Irritabilidade Distúrbios do sono Desatenção Perda de habilidades já adquiridas, como deixar de falar palavras que sabiam ou regredir na autonomia Infecções respiratórias frequentes Rigidez articular Aumento do fígado Mudanças nos traços faciais, como sobrancelhas espessadas ou pelos mais grossos A combinação e a intensidade desses sinais variam conforme o subtipo e o ritmo de progressão da doença. A doença geralmente começa a se manifestar entre 1 e 4 anos de idade, mas esse início pode variar conforme o subtipo e o grau de gravidade. É comum que irmãos recebam o mesmo diagnóstico? Sim. É uma doença genética com herança autossômica recessiva. Isso significa que a criança precisa herdar duas cópias alteradas do gene — uma de cada pai — para manifestar a condição. Os pais geralmente são saudáveis, mas carregam uma cópia do gene alterado (chamamos de “portador”). Quando ambos são portadores, há uma chance de 25% a cada gestação de terem um filho com a doença, 50% de terem um filho portador e 25% de não transmitirem a mutação. Por isso, quando há um diagnóstico na família, é importante investigar irmãos e oferecer aconselhamento genético para orientar futuras gestações. Fonte: Thais Arbocese Zanolla, médica geneticista
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Mulher choca web ao revelar valor da conta do hospital após sofrer um aborto espontâneo, nos EUA A jornalista Elena Nicolaou, de Nova Iorque, Estados Unidos, descobriu que estava grávida de quadrigêmeos em novembro, mas pouco depois, foi informada de que eles não tinham batimentos cardíacos. Em meio ao choque e à dor, ela e o marido ainda precisaram lidar com um grande problema: pagar os custos do hospital. Elena fala sobre aborto espontâneo Reprodução/Instagram Após a perda dos bebês, os médicos indicaram que ela deveria passar por um procedimento de dilatação e curetagem, realizado para limpar e remover tecido do útero após um aborto espontâneo, considerada a forma mais segura de lidar com a situação. "Eu iria ser anestesiada e acordaria após um rápido procedimento", contou ela, em publicação no Instagram. Para ela, não teve dúvida, esse era o melhor caminho. "Eu decidi que faria isso, não importava o custo, porque parecia mais fácil e seguro. Mas o valor me espantou", lembrou. O total da sua conta do hospital foi mais de 40 mil dólares (cerca de 211 mil reais). O seu plano de saúde conseguiu cobrir a maior parte das despesas, mas ela ainda precisou pagar 3493 dólares (aproximadamente 18 mil reais). "Daria para a gente ir para Paris com esse dinheiro. Poderíamos fazer tantas outras coisas", lamentou. Aborto espontâneo: o que é e como identificar os sinais Aborto espontâneo, o vazio que fica Conta do hospital de Elena Reprodução/Instagram 'Perder um filho também é caro' Elena e o marido vinham guardando um dinheiro para usar quando ela engravidasse, então, tinham o suficiente para pagar as dívidas. "Mas foi doloroso usar o dinheiro para isso", revelou. "Não estou dizendo isso para reclamar, porque eu sei que ter um filho é muito caro. Mas, quis trazer isso para mostrar que perder um filho também é caro. E não precisava ser assim. Muitos outros países fazem esse procedimento por zero dólares", destacou. "Se esse país quer aumentar a taxa de nascimentos, eles precisam considerar que não devem falir as pessoas antes, durante ou depois de uma gravidez", finalizou. Initial plugin text Repercussão na web O post de Elena viralizou, deixando os internautas, principalmente os de outros países, em completo choque. "Como alemã, digo que isso é inacreditável! E se a própria vida da pessoa dependesse disso? Aqui, não teríamos pago um único centavo", escreveu um. "Como britânica que já sofreu vários abortos espontâneos, isso me dá enjoo só de pensar. Cobrar por qualquer tratamento médico já é desumano, mas isso ultrapassa todos os limites", disse outro. "Sinto muito pela sua perda. Sou francesa e nosso sistema de saúde é incrível — não é perfeito e é frágil, mas ainda assim incrível. Hoje me inscrevi em um hospital particular… 110 euros por uma noite, antes de o seguro privado reembolsar", contou um terceiro. Vale destacar que, no Brasil, o procedimento de dilatação e curetagem pode ser feito gratuitamente pelo SUS.
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Mulher dá à luz após FIV e descobre que bebê não era biologicamente seu, nos EUA Uma mulher que supostamente deu à luz um bebê que não era geneticamente seu está processando a clínica de fertilização in vitro da Flórida que armazenava seus embriões. Em uma ação judicial protocolada no Tribunal do Condado de Palm Beach, na Flórida, em 9 de janeiro, uma mulher e seu marido, identificados como Jane Doe nos documentos judiciais obtidos pela News 6 Orlando, afirmam que ela era paciente do Fertility Center of Orlando quando teria sido implantado o embrião errado. Pés de bebê jcomp/Freepik O casal que iniciou o tratamento de fertilização in vitro na clínica em março de 2025 e acreditavam que o embrião continha seu óvulo e o esperma de seu marido. Mas, ela, identificada como “caucasiana” nos documentos, teria dado à luz uma menina no início de dezembro que tinha a “aparência de uma criança não caucasiana”. Então, eles recorreram a testes genéticos e, segundo os documentos judiciais, teriam descoberto que o bebê não tinha relação biológica com nenhum dos dois pais. “De igual preocupação para os autores da ação é a evidente possibilidade de que outra pessoa tenha sido implantada com um ou mais de seus embriões e esteja grávida ou tenha estado grávida e atualmente esteja criando um ou mais de seus filhos”, alega o processo, segundo informou a WFLA. Mulher faz FIV, dá à luz e descobre que bebê não é seu Homem descobre que não é pai biológico de bebê que nasceu por meio de fertilização in vitro Em resposta à situação, os pais do bebê afirmam ter procurado o Fertility Center of Orlando para serem colocados em contato com os pais genéticos da criança até 7 de janeiro. Até a data do ajuizamento da ação, o casal afirmou não ter recebido nenhuma resposta da clínica à sua solicitação. Bebê não é geneticamente compatível com os pais “Um vínculo emocional intensamente forte foi criado entre John e Jane Doe e a criança ainda não nascida que Jane Doe carregou durante os nove meses de gestação e, apesar do conhecimento certo de que Baby Doe não é seu filho geneticamente compatível, esse vínculo emocional cresce a cada minuto de cada dia em que Baby Doe permanece sob seus cuidados”, alega o processo, segundo a WFLA. O texto acrescenta que o casal estaria disposto a manter o bebê sob seus cuidados; no entanto, ela “deveria, legal e moralmente, ser reunida a seus pais genéticos, desde que eles sejam aptos, capazes e estejam dispostos a acolhê-la”. Os autores da ação pedem que a clínica informe todos os pacientes que armazenaram seus embriões no local antes da implantação de Jane Doe, citando documentos judiciais. Eles também querem que a clínica ofereça testes genéticos gratuitos a todos os seus pacientes dos últimos cinco anos, além de testes para bebês que nasceram em decorrência de embriões implantados no centro de fertilidade. Os pais solicitam ainda que a clínica comunique aos pacientes quaisquer discrepâncias encontradas durante os testes. Troca de espermas: após 12 anos, pai descobre que bebê concebido por FIV não é seu filho biológico “Estamos cooperando ativamente com uma investigação para apoiar um de nossos pacientes na determinação da origem de um erro que resultou no nascimento de uma criança que não é geneticamente relacionada a eles”, afirmou o Fertility Center of Orlando em comunicado. “Múltiplas entidades estão envolvidas nesse processo, e todas as partes estão trabalhando diligentemente para ajudar a identificar quando e onde o erro pode ter ocorrido. Nossa prioridade continua sendo a transparência e o bem-estar do paciente e da criança envolvidos. Continuaremos a auxiliar de todas as formas possíveis, independentemente do resultado da investigação.”
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Park City: guia completo para férias em família na cidade com a melhor neve do mundo Nessa cidade, o Natal vai até março, o transporte público é gratuito e a neve é considerada a melhor do mundo. Assim é Park City, em Utah, nos Estados Unidos. Com paisagens de tirar o fôlego, um centrinho charmoso e várias estações de esqui, a cidade pode ser o destino perfeito para quem está buscando conforto e diversão para as próximas férias em família. Pais e filhos brincando na neve Divulgação/Visit Park City É uma viagem que encanta desde a chegada. Do aeroporto de Salt Lake City, capital do estado, já dá para ver as grandes montanhas cobertas de neve. O acesso a Park City é simples: fica a apenas 35 minutos de carro. A cidade é um charme. Andando pelas ruas, você se sente em um filme - não à toa, a região já foi cenário de diversas produções, como "Uma Quedinha de Natal", da Netflix. Tem crianças fazendo boneco de neve na rua, casinhas coloridas no estilo europeu e decorações de Natal mesmo fora de época. Estação de esqui Portillo, no Chile, oferece atrações para a família toda Bebês dormem do lado de fora, na neve, nos países nórdicos Menina fazendo boneco de neve Amanda Moraes Lá, você encontra estações de esqui para todos os níveis e gostos - desde quem está começando até os mais avançados. E Park City vai além das pistas, com diversas opções de lazer para aproveitar também fora da neve. Mas, planejar uma viagem internacional pode ser trabalhoso - ainda mais quando está viajando com crianças. Para ajudar, fizemos um guia completo com tudo que você precisa saber para organizar suas férias em família em Park City. Confira! Aqui você vai ler Qual a melhor época para ir? Vista de Deer Valley Amanda Moraes A temporada de neve vai do fim de novembro a abril - mas, para garantir, prefira ir a partir de dezembro. A melhor época para ir varia do que cada família prefere. Quem quer economizar, os melhores preços costumam ser em dezembro ou abril - começo e fim de temporada. Dezembro e janeiro costumam ser os meses mais gelados, com temperaturas que variam de 3°C a -10°C em média. O legal de dezembro são as experiências de Natal. Apesar das decorações ficarem expostas durante toda a temporada, a partir de 20 de dezembro é possível presenciar alguns momentos especiais, como ver o Papai Noel andando de teleférico, de ônibus e até esquiando. A cidade é repleta de decorações de Natal, que ficam expostas até março Amanda Moraes Janeiro tem mais chances de precipitação, o que significa que os níveis de neve podem estar mais altos. Fevereiro também costuma ter bastante neve e é um pouco mais quente, variando de 6°C a -9°C. Além disso, geralmente há eventos olímpicos na primeira semana, o que pode ser interessante para quem é fã dos esportes de inverno. Março costuma fazer mais sol, temperaturas vão de 9°C a -5°C, mas os preços podem ser um pouco mais elevados. Abril é o mês mais quente da temporada, variando de 15°C a -2°C. Quanto tempo ficar? O centro, Main Street, é cheio de casinhas coloridas Amanda Moraes Park City oferece muitos passeios e atividades divertidas. Se não tiver muito tempo, em cinco dias dá para conhecer as duas principais estações de esqui e ter um gostinho da cidade. Mas, quem puder estender a estadia, uma semana a 10 dias é o ideal para realmente conhecer tudo que o local tem a oferecer - dentro e fora das pistas de esqui. Como chegar Park City fica a 35 minutos de Salt Lake City Amanda Moraes Para chegar a Park City é preciso pegar um voo até Salt Lake City, capital de Utah. Não há voos diretos do Brasil, por isso, prepare-se para uma longa viagem. Mas, também pode ser uma oportunidade de mesclar dois destinos nos Estados Unidos se quiser ficar alguns dias na cidade em que vai fazer conexão. Chegando em Salt Lake City, o acesso é fácil: Park City fica a apenas 35 minutos de distância. Há várias opções de transporte. Confira: Transfer A mais confortável é solicitar um transfer - vans espaçosas que te buscam no aeroporto e deixam no hotel no horário combinado. Uma boa opção é o Kilimanjaro Transport e o Snow Country Limousine. Os valores variam de acordo com a empresa e o tipo de transporte escolhido, podendo variar de 90 a 250 dólares para grupos pequenos. Carros de Aplicativo Também é possível pedir um táxi ou carros de aplicativo, que funcionam normalmente na região. Ônibus Quem busca uma opção mais acessível e não se incomoda de pegar um trajeto um pouco mais longo pode optar por um ônibus. O megabus faz o trecho de Salt Lake City para Park City por cerca de 20 dólares. Carro alugado Outra opção é alugar um carro, mas lembre-se que pode ter neve na estrada e é preciso ter bastante cuidado. Como se locomover em Park City É muito fácil se locomover por Park City, mesmo se estiver sem carro. Têm ônibus gratuitos que circulam a cidade toda e são super fáceis de usar. Baixe o aplicativo Transit, ele te diz qual linha pegar, qual o ponto mais perto e em quanto tempo o ônibus vai chegar. Também baixe o Micro-Transit, que traz informações sobre os micro-ônibus que vão para lugares onde os ônibus regulares não chegam. Os pontos são bem arrumados (alguns são até fechados) e os veículos são bem pontuais e em ótimo estado. Com eles, dá para conhecer toda a cidade, inclusive chegar às estações de esqui; não é raro ver passageiros já embarcando com botas e esquis em mãos. Ônibus gratuito que circula por Park City Amanda Moraes Algumas hospedagens oferecem transporte gratuito, como os apartamentos do Empire Pass. Os hóspedes podem solicitar vans que te levam ou te buscam de várias regiões da cidade sem custo nenhum. É só baixar o aplicativo Empire Pass. Também é possível solicitar carros de aplicativo, que funcionam normalmente na região. Onde ficar Depende do que você quiser fazer. Canyons Village é um bairro charmoso localizado na base da estação de esqui de Park City Mountain. Há vários restaurantes e um centrinho lindo, com decorações natalinas e espaços abertos com neve, onde as crianças podem fazer boneco de neve. Há várias gôndolas que podem ser utilizadas para subir até as estações de esqui. Suíte do Hyatt Centric Amanda Moraes Além disso, é possível encontrar hotéis luxuosos e completos, como o Hyatt Centric e o Pendry Park City. Eles oferecem suítes para família, que são praticamente um apartamento, com salas espaçosas, cozinhas e até máquinas de lavar e secar roupas, perfeito para quem está com crianças. Eles são estilo "ski-in/ski-out", o que significa que é possível se arrumar dentro do hotel e ir andando até as gôndolas. Também há lugares para guardar os esquis. Piscina de Pendry Park City, com gôndolas ao fundo Amanda Moraes Quem pretende esquiar em Deer Valley pode optar por ficar em Empire Pass. Há vários apartamentos elegantes e espaçosos que podem ser alugados pelo site da InvitedHome. Os hóspedes também têm direito a transporte gratuito para diversas regiões da cidade, incluindo as estações de esqui. É possível solicitar pelo aplicativo Empire Pass. Suíte de um dos apartamentos de Flagstaff Residences, em Empire Pass Amanda Moraes Ainda dá para se hospedar em regiões um pouco mais afastadas, que oferecem hotéis com preços mais acessíveis, como o Best Western, porém, ficam mais longe das estações de esqui e atrações turísticas. No entanto, como a cidade não é muito grande e é fácil de se locomover por lá, os trajetos não costumam ser muito longos. Veja os valores aproximados para cada estadia, lembrando que pode variar dependendo da época do ano: Hyatt Centric (Canyons Village): diárias a partir de 387,50 dólares (cerca de 2 mil reais) Pendry Park City (Canyons Village): diárias a partir de 485 dólares (cerca de 2500 reais) Flagstaff Residences em Empire Pass (Deer Valley Resort): apartamentos com três suítes a partir de 700 dólares no verão (cerca de 3700 reais) e 2500 dólares no inverno (cerca de 13 mil reais) Vídeo: bebê de 8 meses viraliza ao esquiar com o pai Estações de esqui Família esquiando Divulgação/Visit Park City Esquiar em Park City é um passeio imperdível. A cidade é conhecida por ter a melhor neve do mundo, resultado do frio combinado com altitude, proximidade com o Grande Lago Salgado e o clima seco, criando uma neve consistente, leve, fofa e de baixa densidade, ideal para esquiar. Existem várias estações de esqui para todos os níveis na região, as mais famosas são Park City Mountain e Deer Valley. Saiba mais sobre cada uma delas: Park City Mountain Park City Mountain Amanda Moraes Park City Mountain é a maior estação de esqui dos Estados Unidos. Com quase 3 mil hectares, conta com dezenas de pistas para todos os gostos - desde os iniciantes até os mais avançados. Mesmo quem nunca esquiou pode ir sem medo! Ela pode ser acessada tanto por Canyons Village quanto por Mountain Village. Se estiver em Canyons Village, aproveite para subir pela gôndola Sunrise, que é nova. A subida por si só já é um passeio, com uma vista deslumbrante das montanhas de neve. Gôndola Sunrise Amanda Moraes Quando a fome bater, há um restaurante no topo da montanha. Lá tem banheiro, armários para guardas pertences e água gratuita. Também há uma creche onde crianças pequenas podem ficar enquanto os pais esquiam. Crianças a partir de 3 anos podem esquiar aqui. Valores: Aula particular de 3 horas (para até 6 pessoas): a partir de 995 dólares para até seis pessoas (cerca de 5300 reais) Aula em grupo de 3 horas para adultos: a partir de 259 dólares por pessoa (cerca de 1300 reais) Aula em grupo de 3 horas para crianças: a partir de 375 dólares por pessoa (cerca de 2000 reais) Ingresso para teleféricos: variam de 250 a 350 dólares (cerca de 1300 a 1800 reais) para um dia, mas valores dependem da época do ano. Compre com antecedência, costuma ser um pouco mais barato. Saiba mais aqui. Deer Valley Teleférico em Deer Valley Amanda Moraes Outra estação de esqui que vale a visita é Deer Valley. Com paisagens de tirar o fôlego, há pistas para todos os níveis e gostos, inclusive para iniciantes - mas vale destacar que é apenas para esqui, não é permitido snowboard. Peça ao professor para andar de teleférico, tem uma vista incrível das montanhas e da cidade. Não precisa ser avançado para isso, o teleférico leva para pistas tranquilas fáceis - mesmo para quem nunca esquiou antes. Quem for esquiar dois dias seguidos pode deixar os esquis gratuitamente na estação. Tem vários restaurantes por perto, tanto na montanha quanto na base. Deer Valley recebe muitas crianças e tem várias iniciativas infantis. Os mascotes fazem o maior sucesso com os pequenos e aparecem por lá às vezes para alegrá-los. Também tem uma creche onde crianças que ainda não podem esquiar podem ficar. Além disso, se os pais forem esquiar na primeira semana de dezembro, o filho esquia de graça. Maiores de 4 anos podem esquiar por aqui. Valores: Aulas particulares de 3 horas (para até 5 pessoas): de 960 dólares a 1065 dólares (cerca de 5000 a 5600 reais), dependendo da época do ano Aulas em grupo de 3 horas para adultos: de 295 a 350 dólares por pessoa (cerca de 1500 a 1800 reais), dependendo da época do ano Aulas em grupo de 3 horas para crianças (acima de 4 anos): a partir de 370 dólares por pessoa (cerca de 1900 reais) Ingressos para teleféricos: variam de 289 dólares a 339 dólares (cerca de 1500 a 1700 reais) para um dia. Compre com antecedência, costuma esgotar na alta temporada. Tem desconto se for comprar para vários dias. Saiba mais aqui. E se meu filho não sabe falar inglês? Não se preocupe! Park City recebe muitos turistas de outros países e há vários professores que falam espanhol e até português - mas é preciso entrar em contato com a estação de esqui e solicitar um professor latino com antecedência. Mesmo os que não são fluentes em outras línguas falam algumas palavras e usam mímica para ajudar na comunicação. Os professores são muito atenciosos e estão acostumados a ensinar crianças. Posso fazer a aula junto com meu filho? Sim! Para isso, é preciso agendar uma aula particular para a sua família, dessa forma, todos podem esquiar juntos, tanto as crianças quanto os adultos. Mas, se você optar por aulas em grupo, terão que se separar. Onde alugar o equipamento? Não faltam lugares para alugar equipamentos de esqui, há lojas em várias regiões da cidade. Alguns hotéis, como Hyatt Centric e o Pendry Park City, também oferecem aluguel de esquis. Outra opção para quem quer praticidade é contratar os Ski Butlers, eles levam os equipamentos até onde você estiver hospedado e, no final, buscam. Você especifica o seu tamanho com antecedência, mas eles levam várias opções para experimentar caso não sirva. Pacotes a partir de 67 dólares (cerca de 350 reais) por dia para adultos e 47 dólares (cerca de 250 reais) para crianças menores de 12 anos. O que levar para a estação de esqui? Não é preciso levar muitas coisas para a estação de esqui, opte por uma bolsa ou mochila pequena. Veja os principais itens para levar: Mochila ou bolsa pequena Lanche leve (barrinhas de cereal, castanhas e frutas secas são opções fáceis e dão bastante energia). Dica: coloque alguma coisa no bolso do seu filho para ele beliscar durante a aula se estiver com fome. Garrafa de água (as estações de esqui possuem bebedouros gratuitos) Protetor solar Protetor labial Óculos escuros Luvas Pequeno kit de primeiros socorros (band-aids e remédios) Passaporte (pode ser solicitado em restaurantes com bares) Tem armário para guardar os pertences? Sim! As estações possuem armários para guardar os pertences, mas costumam ser pagos e custam de 17 a 22 dólares em média. Dá para ir com bebês? Park City é um destino para famílias com crianças de todas as idades, incluindo bebês. Há muitos passeios para fazer na cidade, com museus interativos e restaurantes familiares. Além disso, em Deer Valley e em Park City Mountain há creches para bebês a partir de dois meses de idade. Assim, os pais podem deixar o filho aos cuidados dos funcionários enquanto curtem o dia esquiando. Também pode ser uma boa ideia para quem está viajando com crianças menores de 3 anos, que não podem participar das aulas. Valores para a creche: Deer Valley: a partir de 215 dólares (cerca de 1100 reais), mas varia de acordo com a época do ano. Saiba mais aqui. Park City Mountain: a partir de 200 dólares (cerca de 1000 reais), mas varia dependendo da época do ano. Saiba mais aqui. Que tipo de roupa levar? Família com roupas de esqui Divulgação/Visit Park City É preciso se preparar para enfrentar temperaturas abaixo de zero. Veja algumas dicas: Para esquiar Vista-se em camadas. Assim, você se mantém aquecido, mas se sentir calor enquanto estiver esquiando, pode ir retirando as peças ao longo do dia para ficar mais confortável. Confira: 1ª camada: roupa térmica. 2ª camada: isolamento (fleece ou lã). 3ª camada: roupa impermeável para proteger da neve. Acessórios: luvas, óculos escuro e pescoçeira ou cachecol. Pode levar uma touca, mas geralmente é necessário usar capacete, que já esquenta a cabeça. Meia: opte por meias grossas e compridas, preferecialmente de lã. Dessa forma, o pé fica quentinho e protegido da bota, que aperta bastante a perna. Calçado: se você já não for com as botas de esqui para a estação, use um sapato térmico e impermeável, senão, seu pé ficará molhado por conta da neve. Onde alugar as roupas? Dá para alugar tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, mas é muito mais vantajoso alugar em Park City. Assim, você consegue alugar só para os dias que irá realmente usar, não precisa ocupar espaço na mala e os preços são acessíveis, bem parecidos com os do Brasil - ou até mais baratos. Na loja Jans Sports, em Park City, as jaquetas e calças femininas e masculinas custam 28 dólares cada (cerca de 150 reais) por dia. Para o dia a dia Apesar de fazer bastante frio, dentro dos restaurantes, museus e lojas, os ambientes são climatizados. Por isso, leve um bom casaco para usar na rua, mas tenha camadas mais leves de roupa por baixo - dentro dos lugares você não vai sentir frio. Invista em uma boa meia e prefira sair com sapatos impermeáveis, pois pode ter neve ou gelo na rua. O que fazer se o meu filho se machucar esquiando? Mesmo com todo cuidado e atenção, acidentes acontecem. Mas, as estações de esqui estão preparadas para isso. Tem "ski patrols" por toda parte, profissionais que lidam com emergências médicas, ajudam pessoas com dificuldade a esquiar em segurança e até socorrem pessoas que querem descer da montanha e não conseguem mais esquiar. Caso seu filho se machuque, ele é levado para a "resort clinic", uma clínica localizada dentro da própria estação de esqui para cuidados médicos de emergência. Se for necessário, também é possível levar a criança para o hospital. A cidade tem um hospital grande que recebe acidentes em atividades de neve: o Intermountain Park City Hospital. Ele fica a cerca de 12 minutos de distância de Deer Valley e cerca de 11 minutos de Park City Mountain. Se precisar, a criança também pode ser levada de helicóptero ou ambulância para Salt Lake City. Como lidar com a altitude e tempo seco Lidar com a altitude não é fácil para os brasileiros, Park City fica a 2114 metros acima do nível do mar. Por isso, é comum sentir alguns incômodos nos primeiros dias, como náuseas, vômitos, tontura, dor de cabeça, cansaço e até falta de ar. Além disso, o clima da cidade é muito seco, o que pode contribuir para a desidatração e problemas respiratórios. Mas, os sintomas geralmente passam em poucos dias, conforme seu corpo se adapta ao clima. Veja algumas dicas para amenizar os desconfortos: Beba bastante água. Sempre ande com uma garrafinha cheia. Evite bebidas alcoólicas e comidas pesadas nos primeiros dias. Evite exercícios físicos pesados nos primeiros dias. Descanse e faça atividades mais leves. Deixe o esqui para dois ou três dias após a sua chegada, quando seu corpo já estiver mais acostumado. Beba eletrólitos. Eles ajudam a manter a hidratação e repõem minerais. Ótimos para beber após esquiar. Adquira oxigênio enlatado. É possível encontrá-lo em farmácias e na maioria dos hotéis - peça na recepção se sentir falta de ar. Utilize umidificadores. A maioria dos hotéis oferecem umidificadores. Se não encontrar no seu quarto, solicite na recepção. Leve protetores labiais e pomadas cicatrizantes. Ajudam a melhorar os machucados causados pelo frio e tempo seco. Quais remédios levar? Remédio para dor de cabeça Antitérmico Remédio para enjoo Remédio para diarreia e probiótico Kit de primeiros socorros (band-aid, gaze, esparadrapo, álcool em gel ou lenços antissépticos) Pomada cicatrizante Antiácido/anti-refluxo Soro fisiológico (para olhos e nariz) Termômetro Remédio para dor de garganta Outros itens úteis para o frio e tempo seco: Protetor solar Protetor labial Hidratante corporal Hidratante facial Que tipo de seguro-viagem escolher? É fundamental contratar um seguro-viagem ao planejar uma viagem que inclua esportes e atividades de aventura. A escolha deve ser feita com atenção, já que nem todos os planos cobrem modalidades como esqui e snowboard. Por isso, é importante verificar se o seguro contratado oferece esse tipo de proteção. Uma boa opção é o Vital Card, que inclui, sem custo adicional, cobertura para atividades amadoras na neve. Os valores variam de acordo com a idade do viajante, o número de dias e o destino. Saiba mais aqui. Precisa levar dinheiro em espécie? A maioria dos lugares aceita cartão, mas é sempre bom levar um pouco de dinheiro para emergências. Além disso, nos Estados Unidos, tem o costume de dar gorjetas em dinheiro. Em restaurantes o valor costuma ser de 15% a 20% e, em atividades, de 10% a 20%. Se utilizar os transportes gratuitos de hospedagens também é interessante dar uma pequena gorjeta. *A jornalista viajou a convite da Visit Park City
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Bolhas no corpo de recém-nascido revelam doença sem cura, em SP: “Meu mundo caiu” O surgimento de bolhas no corpo de um recém-nascido levou a família de Henri, hoje com 6 meses, a uma longa jornada até o diagnóstico de uma doença rara e sem cura: a epidermólise bolhosa. A mãe, Fernanda Louisy Gonçalves, 29 anos, de Jacareí (SP), chamou atenção para a condição ao compartilhar a descoberta nas redes sociais. Depois de muitos diagnósticos equivocados, a família de Henri descobriu que o bebê tem epidermólise bolhosa Reprodução/TikTok Segundo ela, os primeiros sinais surgiram muito cedo no filho. “A primeira bolha surgiu com 7 dias de vida. No hospital, como ele foi furado muitas vezes no dedo para medir a glicemia, achamos que fosse uma bactéria”, contou, em entrevista à CRESCER. Jovem brasileiro integrou estudo que levou à aprovação de tratamento contra a epidermólise bolhosa nos EUA Ele, então recebeu o primeiro antibiótico. O tratamento, no entanto, não surtiu efeito. Com o passar do tempo, novas hipóteses surgiram. Em retornos ao hospital, médicos chegaram a atribuir as bolhas à sudorese, mas o quadro continuou evoluindo. Ao todo, Henri chegou a tomar quatro antibióticos, incluindo um intravenoso, por causa da suspeita de impetigo bolhoso. “Passaram muitas pomadas e nada melhorava”, disse a mãe, que alerta que o uso excessivo de corticoides pode agravar esse tipo de lesão. Bebê de dois meses morre devido à doença rara que causa descolamento da pele O diagnóstico: “Nessa hora, meu mundo caiu” A situação se agravou quando o bebê perdeu a unha do pé. Fernanda procurou uma dermatologista, que levantou a hipótese de pênfigo bolhoso, uma doença autoimune crônica, e solicitou exames. Em seguida, outro profissional mencionou a possibilidade de epidermólise bolhosa. Diante da piora do quadro, Henri foi internado. Nesse período, a mãe lembra de ter ouvido comentários que a marcaram profundamente. “O que ela vai ficar fazendo aqui? Essa doença não tem cura”, disse uma médica de plantão. “Meu mundo caiu”, relatou Fernanda. Após insistência da família, um dermatologista especialista em doenças bolhosas foi acionado. “Ele me disse na hora: ‘Seu filho tem epidermólise bolhosa’”, recordou Fernanda. A confirmação, contudo, só veio após uma biópsia de pele e um exame genético, realizados quando o bebê tinha cerca de 3 meses. Assim, o diagnóstico apontou epidermólise bolhosa simples do tipo Dowling-Meara, considerada a forma mais grave dentro da classificação simples da doença. Bolhas causadas pela epidermólise bolhosa em Henri Arquivo pessoal Rotina intensa de cuidados Desde então, a rotina da família é marcada por cuidados diários intensos. “Temos rotinas diárias com curativos e limpeza, e estouramos todos os dias as bolhas com agulha, porque ainda não existe cura, somente os curativos”, explicou a mãe, ressaltando que o procedimento é doloroso para o pequeno. “Ele sente dor quando estouramos as bolhas e apertamos para sair o líquido”, diz. Além da dor, as lesões também causam um incômodo constante. “As bolhas incomodam, dão coceira, e algumas já vêm inflamadas. Aí precisamos ter cuidados a mais, com antibiótico oral, pomadas e antialérgico.” Em alguns momentos, inclusive, as feridas surgem na boca e dificultam a alimentação, além de contribuírem com diminuição dos níveis de ferro no organismo quando acompanhadas por sangramento. Depois de cesárea, mãe descobre que bebê não tinha pele em algumas partes do corpo A epidermólise bolhosa é uma condição genética e imprevisível que, em alguns casos, pode melhorar e reduzir com o tempo, de acordo com estudos. Ainda assim, não há garantias. Diante do quadro do caçula, o casal também decidiu fazer testes genéticos no filho mais velho. “Ainda não recebemos o diagnóstico, mas sabemos que eu ou o pai carregamos o gene”, contou Fernanda. Até o momento, Henri é o único caso confirmado na família. Diante das incertezas, a mãe diz que tenta seguir com esperança. “Hoje, vivemos um dia de cada vez, acreditando que Henri terá uma vida normal”, afirmou. Ela reconhece que o caminho é desafiador, especialmente pelos riscos de infecção e pelos altos custos dos curativos, mas reforça que tem fé em avanços futuros. “Seguimos crendo que o Henri terá uma vida normal, apesar de não saber se um dia chegará a cura para todos aqueles que precisam”, concluiu. Bebê com doença rara tem pele extremamente frágil, que se enche de bolhas Initial plugin text
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“Seu tênis encolheu!”: mãe anuncia gravidez de forma criativa e vídeo viraliza A gestação de Daniela Suriene, 31, que é de Canoas (RS), mas hoje vive em Ontário, no Canadá, foi muito planejada e esperada. Quando finalmente, aconteceu, ela queria contar ao marido, Guilherme Caciano, 34, de uma forma especial. Ela teve a ideia de comprar um tênis igual ao dele, mas no tamanho de um bebê. Então, o chamou e disse que tinha cometido um erro e que, ao lavar o tênis de que ele tanto gosta, acabou encolhendo. Quando mostrou o par de tênis de bebê, a emoção tomou conta da cena, que foi compartilhada e viralizou. Cena viralizou online Reprodução/redes sociais' Em entrevista a CRESCER, Daniela contou a história que está por trás do vídeo e explicou que esta é a sua segunda gestação, já que, em 2023, ela viveu um aborto espontâneo com 9 semanas. “Até então, nunca havíamos pensado em ter filhos. Mas, naquele ano, algo nos tocou de forma muito clara, e decidimos que queríamos viver a essa experiência”, conta. Depois da perda, veio o luto e uma pausa. “Quando retomamos as tentativas, percebi que precisava me preparar melhor, física e emocionalmente, para gerar uma vida”, relata. Em 2024, Daniela interrompeu novamente os planos de engravidar para cuidar da saúde. “Passei por um processo intenso de autocuidado, emagreci 32 quilos e, em outubro de 2025, fiz uma cirurgia para retirada de um pólipo uterino”, detalha. Só então, o casal voltou a tentar. “Retomamos as tentativas em novembro de 2025 e engravidei já no segundo mês. Por isso, essa gestação é tão especial: ela foi muito desejada, muito planejada e chega com ainda mais consciência, responsabilidade e gratidão”, afirma. Daniela descobriu a gravidez no dia 3 de janeiro de 2026 e a ideia do anúncio surgiu ali mesmo, de forma espontânea. “Eu queria que fosse leve, íntimo e com a nossa cara. Algo que surpreendesse, mas que também tivesse afeto e humor”, explica. Na mesma tarde, foi ao shopping comprar o tênis. À noite, deixou o celular gravando e encenou que o calçado do marido havia encolhido na lavagem. “Não teve roteiro. O maior desafio foi segurar a emoção e a ansiedade para manter a surpresa até o fim”, aponta. O marido, Guilherme, não desconfiou de nada. “Isso deixou o momento ainda mais especial, porque a reação foi completamente espontânea”, diz a grávida. Um detalhe contribuiu para a surpresa ser ainda maior: “No dia anterior, eu tinha comentado que estava com cólica e que achava que o meu período iria descer. Fiquei triste, imaginando que seria mais um mês sem dar certo. Então, para ele, a gravidez realmente não estava no radar”. Marido percebeu assim que viu tênis de bebê Reprodução/redes sociais' Quem aparece tentando “participar” da revelação é a husky do casal, Maya, de 7 anos, que pula animada no vídeo. “Nos comentários, muita gente brincou que ela já sabia de tudo. E, de certa forma, sabia mesmo”, conta Daniela. “No momento em que descobri a gravidez e comecei a chorar, ela veio até mim, como se estivesse me consolando. Então, quando contei para o meu marido, pareceu que ela queria contar junto. Ela é muito próxima de nós dois, especialmente dele”, afirma. Daniela ainda está no início da gestação, com 7 semanas, e a previsão do parto é para setembro. “Estamos vivendo essa fase com bastante cuidado, respeito e muita esperança de que tudo corra bem”, revela. Sobre os nomes, embora ainda não saibam o sexo do bebê, eles já têm preferências. “Se for menina, sempre tivemos um nome em mente desde a primeira gestação: Brianna. Em outubro de 2025, vivi algo muito simbólico: encontrei esse nome escrito em uma folha no chão de um estacionamento. Foi um daqueles momentos silenciosos que a gente guarda para sempre”, conta. “Não sabemos se a Brianna vem agora ou em uma próxima gestação, mas sentimos que esse nome já faz parte da nossa história”, completa. Apesar da repercussão, ela garante que o vídeo nunca teve intenção de viralizar. “Sempre compartilhei minha vida de forma muito natural, principalmente para manter amigos e familiares que moram longe próximos do nosso dia a dia. Foi um registro íntimo. Acho que tocou as pessoas justamente por ser verdadeiro”, destaca. Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui): Initial plugin text
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Menino se depara com cobra enorme em toboágua; vídeo acumula 125 milhões de views O que era para ser apenas um momento de diversão em família acabou se tornando um susto daqueles após um garotinho descer um toboágua e, no meio do percurso, se deparar com uma companhia totalmente inesperada: uma cobra enorme! Brasileirinha perde balão em parque da Disney e atitude de funcionária surpreende Tudo aconteceu durante uma visita ao Rincon Thermals & Adventures, um parque de aventura e águas termais na Costa Rica, conhecido por oferecer experiências em meio à natureza. Menino se surpreende com a presença de uma cobra em toboágua Reprodução/Instagram Como mostra o vídeo compartilhado pela mãe Maddy Hernandez no Instagram, o menino estava pronto para viver sua aventura no toboágua cercado por folhagens e árvores, com direito até a boia e capacete. Contudo, a brincadeira não acabou como esperado. Na cena seguinte da gravação, ele aparece no fim do escorregador, caindo na piscina aos prantos. É então que a filmagem revela o motivo do choro: no meio do caminho, havia uma cobra enorme que, é claro, rendeu um susto daqueles na criança. Mãe encontra cobra dentro do berço da filha: "Experiência assustadora" Apesar da presença inesperada, a família do pequeno levou a situação da melhor maneira possível. Em seu post, que viralizou mundo afora com mais de 125 milhões de views, Maddy fez questão de ressaltar que a equipe do parque lidou bem com a situação e resolveu rapidamente o problema, retirando o animal da atração para garantir que tudo ficasse seguro. Você viveu uma situação inusitada/curiosa com o seu filho que viralizou ou tem uma história interessante para contar? Envie para o nosso e-mail redacaocrescer@gmail com o assunto “Minha História” ou para o nosso WhatsApp (11) 98808-7558. “Nos divertimos muito no Rincon Thermals! Apesar de ter sido assustador na hora, a equipe foi super profissional e atenciosa com a nossa experiência. Eles até tentaram editar a cena da cobra para meu filho não ficar traumatizado depois, mas eu queria as cenas originais. Meus filhos adoraram e até repetimos a dose! Foi muito divertido e rendeu uma ótima história para contar”, escreveu a mãe no post. Repercussão nas redes sociais A mistura de medo e comédia do vídeo de Maddy acabou rendendo não só milhões de visualizações e compartilhamentos, mas comentários hilários de internautas que se chocaram com a situação vivida pelo menino. “Ia chegar só o meu corpo lá embaixo. A alma ia ficar no caminho”, escreveu uma pessoa, aos risos. “Ele e a cobra gritando de medo”, disse outra. “Dizem que os dois estavam tão assustados que choraram juntos e tudo mais”, brincou uma terceira. Menino de 8 anos tenta imitar Homem Aranha e é picado por viúva negra Houve, ainda, quem ficou preocupado com a situação, tanto pelo susto da criança, quanto pela segurança do animal. “A cobra está bem?”, questionou um internauta. “Coitadinho! Espero que isso não tenha estragado o resto da viagem dele”, disse outro. Initial plugin text
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Puerpério e luto: mulher perde marido para o câncer três dias antes de dar à luz gêmeas, em SC O fim do ano da design de sobrancelhas Rebeca Pereira da Silva, de 22 anos, foi marcado por um misto de emoções. No dia 27 de dezembro, a jovem, que mora em Santa Catarina, perdeu o marido Josmar de Souza — diagnosticado com leucemia. Três dias depois, ela deu à luz suas filhas gêmeas. Em meio ao luto e ao puerpério, Rebeca chamou atenção ao compartilhar sua história no TikTok (@rebeccasillva). Sua dor comoveu muitos internautas e a publicação acumulou mais de meio milhão de visualizações. Rebeca com o marido e as filhas Arquivo Pessoal Na seção de comentários, algumas pessoas dividiram suas próprias experiências. “Meu esposo morreu quando estava grávida de dois meses. Tínhamos acabado de descobrir a gravidez. Ela nasceu no mesmo dia do aniversário do pai”, escreveu uma internauta. Houve também quem se solidarizasse com Rebeca: “Que suas filhas consigam te trazer consolo e felicidade... continue por elas”, comentou outra. Você tem alguma história emocionante com seu filho ou filha que gostaria de compartilhar? Envie para o nosso e-mail redacaocrescer@gmail com o assunto “Minha História” ou para o nosso WhatsApp (11) 98808-7558. Rebeca com a família Arquivo Pessoal Surpresa em dobro O início de 2025 não foi fácil para Rebeca. Josmar começou a apresentar os sintomas da doença e, logo em seguida, ela vivenciou a dor de passar por um aborto espontâneo. No mês seguinte, ela decidiu voltar a tomar pílula anticoncepcional. Rebeca já tinha dois filhos — Brian, de 6 anos, e Benício, de 2. Apesar do sonho de ser mãe de menina, ela decidiu não ter mais filhos e agendou a laqueadura. “Assinei os papéis tudo certinho e fiz um teste de gravidez. Quando deu positivo, achei que era impossível, já que estava tomando pílula. Então, comprei mais três testes e todos deram positivos”. Rebeca grávida Arquivo Pessoal Isabel Veloso morre aos 19 anos após longa luta contra o câncer: influenciadora deixa bebê de 1 ano Grávida de oito meses de gêmeas morre junto com os bebês, em Curitiba Menino luta contra câncer em estágio 4, após doença ser confundida com amigdalite No entanto, as surpresas não pararam por aí! Ao fazer o primeiro ultrassom, o casal descobriu que dois bebês estavam a caminho. “Nós ficamos muito felizes. Não esperávamos gêmeos”, disse ela. Depois de dois meses, veio a notícia que Rebeca tanto sonhava: eram duas meninas. Brian e Benício Arquivo Pessoal O avanço da leucemia A notícia da gravidez foi um respiro de felicidade para a família. Afinal, a cada dia que passava, o quadro de Josmar se agravava. A princípio, os médicos acreditavam que fosse apenas anemia. No entanto, o nível de suas plaquetas baixou muito e levou ao diagnóstico de leucemia aguda. “Quando descobrimos o que ele realmente tinha, não havia mais o que fazer. Ele sairia vivo do hospital só por um milagre”, lembra. Em dezembro, ele foi internado e, infelizmente, não resistiu às complicações da doença, partindo aos 31 anos. “Foi tudo muito rápido! Em questão de semanas, descobrimos a leucemia e logo ele teve um quadro de hemorragia cerebral”. Rebeca com as filhas Arquivo Pessoal Rebeca estava na reta final da gravidez quando perdeu o marido. No dia 30 dezembro, com 36 semanas, ela deu à luz gêmeas Lívia e Luara. Hoje, jovem ainda tenta enfrentar os desafios de cuidar dos quatro filhos sem o apoio do marido. “É muito difícil passar pelo puerpério tendo que lidar com o luto, por mais forte que eu tente ser”, ela lamentou. Rebeca compartilhou sua história no TikTok Reprodução TikTok
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Gesso, cirurgia e botinha: rotina de um bebê com pé torto congênito emociona web Um vídeo que celebra a retirada do último gesso das perninhas de um bebê durante o tratamento do pé torto congênito (PTC) ultrapassou 2 milhões de visualizações no Instagram e chamou atenção para a rotina de cuidados para correção desta condição. Pé Torto Congênito: o que é, quais os sinais e os tratamentos A gravação foi publicada por Luciana Liberal da Mata Sales, 37 anos, de Recife (PE), e registra o encerramento de uma etapa importante do tratamento do filho, Gamaliel, 4 meses. Luciana viralizou ao compartilhar o processo e evolução do tratamento de PTC do filho Reprodução/Instagram Quando o post foi compartilhado, o bebê já havia feito oito semanas de tratamento com gessos, realizado a cirurgia de tenotomia – procedimento para reparar danos nos tendões, para aliviar dor ou corrigir deformidades – e permanecido por mais três semanas com gesso, até finalmente chegar ao uso da órtese, popularmente conhecida como botinha, que agora faz parte de sua rotina. Nos comentários, os internautas vibraram com a evolução do tratamento, enviando mensagens de carinho e incentivo à família. “Cada etapa é uma vitória”, disse uma mulher, que tem um filho com a mesma condição. “Mais uma etapa vencida! E vocês vencerão todas elas”, celebrou outra pessoa. “Minha filha passou por isso e, hoje, faz ginástica artística”, compartilhou uma terceira. Pé Torto Congênito: "Descobri durante a gravidez e tomei um susto; é difícil, mas tem tratamento", diz mãe Initial plugin text Diagnóstico ainda na gestação Luciana contou à CRESCER que o diagnóstico de Gamaliel veio ainda na gravidez. “Com 17 semanas de gestação, fomos para um exame de rotina comum, um USG obstétrico simples, e recebemos o diagnóstico que nosso filho ia nascer com pé torto congênito (PTC)”, relembrou. Segundo ela, o impacto inicial foi grande, especialmente pela incerteza sobre o futuro e a possibilidade de associação com outros quadros. “De início ficamos bem preocupados, devido ao fato de não sabermos como seria o futuro, o tratamento... Além disso, o PTC ainda poderia estar associada a alguma síndrome”, disse. A família buscou informação e preparo antes do nascimento. Luciana consultou dois ortopedistas pediátricos durante a gravidez e, três meses antes do parto, agendou um atendimento com um médico de referência para assim que o filho nascesse. O parto foi tranquilo, sem intercorrências. Após tratamento, pais retratam em foto, os gessos usados pela filha que nasceu com pé torto Após o nascimento de Gamaliel, a rotina da família passou a girar em torno das idas semanais à clínica para as trocas dos gessos, parte fundamental do tratamento. Em seguida, o bebê foi submetido à tenotomia, procedimento cirúrgico indicado em muitos casos de PTC, e finalmente entrou na fase da botinha. “Agora está na fase da órtese, uma botinha que ele usará 23h por dia durante 3 meses. Esse está sendo o maior desafio, devido ao fato da órtese ter um ferro que liga os pés”, explicou. Segundo a mãe, a adaptação foi difícil no início, mas tem sido de forma gradual. A expectativa com o tratamento é positiva. De acordo com Luciana, após essa fase mais intensa, Gamaliel deverá continuar usando a órtese até os 4 anos, por cerca de 14 horas diárias. “A expectativa é que ele tenha uma vida normal, que possa andar, correr, brincar, jogar bola”, afirma. O pé torto congênito é uma deformidade presente desde o nascimento, caracterizada pelos pés virados para dentro. Segundo a ortopedista Tatiana Guerschman, especialista no Método Ponseti no Brasil e do Sabará Hospital Infantil (SP), ainda não se sabe exatamente quais genes causam a condição, mas há indícios de que, por volta do segundo trimestre de gestação, células da parte interna do pé começam a se modificar, levando à deformidade. O quadro é relativamente frequente, atingindo duas a cada mil recém-nascidos no mundo e acometendo duas vezes mais meninos do que meninas. Mãe que sofreu com dores nas costelas na gravidez diz ter descoberto o motivo após dar à luz; especialista esclarece Gamaliel passou por uma etapa de tratamento com gesso nas perninhas e, agora, usa a botinha Arquivo pessoal Apoio e informação nas redes sociais A decisão de compartilhar a rotina nas redes sociais surgiu da falta de referências durante o processo. “Tive a ideia de compartilhar nossa história depois que tentei encontrar alguém que já tivesse vivido ou que estivesse passando pelo mesmo e não encontrei. Então resolvi ser esse canal de ajuda e de muita troca através do Instagram”, conta Luciana. Desde então, ela passou a receber mensagens de outras mães em diferentes fases do tratamento. “Hoje converso com inúmeras mães que já passaram, que estão passando e que ainda vão passar por tudo isso. O processo não é simples, não é fácil ver nossos filhos sofrendo, mas entendemos que é necessário”, conclui. Bebê que nasceu com pé torto congênito encanta web: 'Ele é adorável'
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Brasileirinha perde balão em parque da Disney e atitude de funcionária surpreende A pequena Antonella, 3, de Maceió, Alagoas, ficou de coração partido quando seu balão desamarrou do carrinho e saiu voando. Ao ver a menina chorando, uma das funcionárias se compadeceu e fez uma surpresa que alegrou o dia da pequena. "Ela disse que ninguém ficava triste na Disney. Fiquei muito emocionada", lembra a mãe, a empresária Marcela Lopes Meireles Gonçalves, 32. Antonella foi surpreendida após perder o balão Reprodção/Instagram Ela e família viajaram para Orlando (EUA), em janeiro. Desde o início da viagem, Antonella queria um balão das princesas, mas não encontravam em lugar nenhum. Quando finalmente acharam, a menina não conseguia conter a felicidade. Ela e o balão ficaram inseparáveis, ela o levava para todos os passeios. "Prendemos o balão ao carrinho, isso inclusive nos ajudava a localizá-lo. Uns 10 dias depois — sim, o balão dura esse tempo todo — já era nosso último dia de parque, estávamos na fila para tirar foto com o Sully [de Monstros S.A.], que estava relativamente longa", conta a mãe. Antonella brincava com o balão e mostrava para os amigos. "Em certo momento, a corda do balão se rompeu e ele voou para o céu. Ela começou a chorar muito, comoveu a fila inteira", lembra. Você tem algum vídeo viral com seu filho ou história que gostaria de compartilhar? Envie para o nosso e-mail redacaocrescer@gmail com o assunto “Minha História” ou para o nosso WhatsApp (11) 98808-7558. Brasileira acha que carrinhos particulares são cortesia da Disney e arma maior confusão: "Desatenta" Descubra 6 coisas que podem resultar na sua expulsão dos parques da Disney 'Fiquei muito emocionada' Antonella após receber o cupom Arquivo pessoal Cerca de cinco minutos depois, a funcionária que organizava a fila se aproximou. "Ela disse que ninguém ficava triste na Disney, que ela não conseguiria dar um balão exatamente igual ao das princesas, mas que o Mickey tinha mandado um ticket para ela ir a qualquer loja da Disney, escolher a princesa que ela quisesse", afirma. A atitude da funcionária pegou todos de surpresa. "Fiquei muito emocionada, afinal, aqui em casa somos apaixonados pela Disney. Já havíamos lido alguns relatos, mas nunca tinha acontecido algo assim com a gente. Agradeci bastante, disse a Antonella que agradecesse e desse um abraço na tia", diz. A garotinha ficou muito feliz e ansiosa para ir escolher seu novo brinquedo. "Fomos até a loja, chegando lá, achei que seria uma princesa pequena, algo assim, e a gerente da loja simplesmente disse que ela poderia escolher o que quisesse, que o cupom do Mickey não tem valor", lembra. O que ninguém te conta: 9 dicas para curtir a Disney ao máximo Antonella ficou muito contente com a notícia e escolheu uma casinha da Frozen. "Não para de brincar com ela, diz a todo mundo que foi o Mickey quem lhe deu, porque papai do céu quis o balão dela", destaca. Antonella ganhou um brinquedo com o cupom Reprodução/Instagram 'A Disney é um lugar mágico' Marcela ficou tão comovida com o ocorrido que decidiu publicar um vídeo nas redes sociais contando a história. A gravação fez o maior sucesso, alcançando mais de 600 mil visualizações no Instagram. Nos comentários, os internautas se emocionaram e contaram que já passaram por situações semelhantes. "Eu trabalhava na Disney e amava fazer 'magic moments' [momentos mágicos, em português]. É muito gratificante ver o sorriso voltando para o rostinho de uma criança", escreve um. "A sandália da minha filha estourou, eles deram a opção dela escolher qualquer sapato, sandália, tênis. Ela escolheu um tênis lindo e temático", diz outro. Casal faz chá revelação na Disney e sexo do bebê é anunciado pelo Mickey A empresária não imaginava que seu vídeo viralizaria dessa forma, mas foi uma ótima surpresa. "Já tem uns anos que posto sobre maternidade, dicas, viagens, estou sempre postando coisas da nossa vida e nunca tinha tido uma repercussão assim. Mas ficamos muito felizes, afinal, a Disney é um lugar mágico e tem um lugar especial no coração de nossa família. Acredito que essa história só ajudou a comprovar isso", finaliza. Initial plugin text
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Sozinha, mãe faz transformação total no quarto das filhas e resultado viraliza Quando decidiu transformar o quarto das filhas, Valdirene Cordeiro Mota, 26, de São José dos Campos (SP), não queria apenas mudar a decoração: ela queria criar um espaço com significado e afeto. Determinada e talentosa, ela resolveu assumir sozinha todas as etapas do projeto para o novo cantinho de Maria Eduarda, 6 anos, e Maria Júlia, 4. “A decisão veio muito do desejo de criar um espaço que tivesse sentido para elas e para a nossa família. Sempre gostei de colocar a mão na massa e percebi que, fazendo eu mesma, conseguiria unir criatividade, carinho e lembranças”, explica, em entrevista a CRESCER. A mãe colocou a mão na massa e transformou o quarto das filhas Reprodução/ Instagram Mais do que um quarto bonito, Valdirene queria um ambiente que refletisse a personalidade das meninas e a dinâmica da casa. A inspiração veio de estéticas atemporais, clássicas, vintage e cottage. Ela também buscou referências com perfis de outras criadoras de conteúdo que valorizam ambientes reais, vividos e cheios de história. “Mas, acima de tudo, me inspirei nas próprias meninas, nas personalidades delas e na vontade de criar um quarto delicado, funcional e acolhedor”, afirma. Mesmo sendo a primeira vez que executava a decoração completa de um ambiente sozinha, ela encarou o desafio com empolgação. “Sempre gostei de DIY e de experimentar projetos no dia a dia. Com o tempo, fui desenvolvendo um olhar mais criativo e entendendo o que funciona na prática e como adaptar ideias para a nossa realidade. Isso me deu segurança para assumir o projeto”, relata a mãe. Ela queria um espaço que tivesse significado e as meninas participaram de cada escolha Reprodução/ Instagram O processo virou também um momento de conexão em família. As filhas participaram de cada escolha. “Sempre que encontrava uma referência, mostrava para elas e perguntava o que achavam, quais cores preferiam, o que gostariam de ter no quarto. Foi um processo muito compartilhado”, relembra. O resultado, segundo Valdirene, foi ainda mais especial justamente por essa participação. “Elas ficaram muito felizes. Como acompanharam todas as etapas, o quarto se tornou um lugar com ainda mais significado. Elas percebem que a opinião delas importa e que aquele espaço foi construído a partir das escolhas delas”, analisa. Criadora de conteúdo digital com foco em rotina real, maternidade e projetos de decoração, Valdirene decidiu registrar a transformação em vídeo. A comparação do antes e depois acabou viralizando. “Eu já tinha uma boa leitura do que tende a performar bem nas redes. Sabia que o vídeo poderia interessar, porque mistura transformação, vida real e algo com que muitas mães se identificam. Mas não imaginava que a repercussão seria tão grande”, diz. Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui): Initial plugin text
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Posição de bebê na barriga dias antes do parto chama atenção. É normal? Veja o que diz especialista Ao completar 40 semanas de gestação, a empresária Gabriela dos Santos da Silva, 32 anos, estava em casa quando percebeu algo diferente — sentiu o bebê se mexer de forma intensa. O momento incomum foi registrado em vídeo e publicado no Instagram poucos dias antes do nascimento. “É sempre emocionante sentir o bebê mexer, mas naquela manhã foi diferente. Consegui perceber nitidamente que ele já estava posicionado para o parto, com a cabeça para baixo e o bumbum para cima. Não senti dor e fiquei bastante emocionada”, relata Gabriela, que atualmente mora em Orlando (EUA). Formato da barriga chamou atenção em vídeo que viralizou Reprodução/Redes sociais Experiência única no fim da gestação Liam Chagas nasceu no dia 4 de dezembro. Para a mãe, aquela movimentação intensa, sentida apenas uma vez, tornou-se um marco do fim da gestação, um instante simbólico que antecedeu o nascimento do filho. O comportamento do bebê parece ter atravessado o parto. “Mesmo agora, fora da barriga, ele continua gostando de ficar nessa posição”, conta Gabriela. Initial plugin text Sobre os movimentos do bebê Com o avanço da gestação e o crescimento do bebê, a maior parte das movimentações no útero passa a ser percebida pela gestante. Geralmente, as mulheres conseguem sentir os movimentos a partir da 20ª semana. No entanto, essa percepção pode variar de acordo com alguns fatores, como o tamanho do bebê, a idade gestacional e a quantidade de líquido amniótico. “Quanto maior a idade gestacional, maior é o bebê e mais fácil fica perceber os movimentos. Mulheres com maior volume de líquido amniótico costumam notar movimentações mais amplas. Além disso, a localização da placenta também influencia e pode diminuir a percepção da movimentação do bebê", explica Karina Belickas, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana. Antes e depois Reprodução/Redes sociais Outro ponto que interfere nessa percepção é o diabetes gestacional. “Nesses casos, é comum haver aumento da movimentação fetal relacionado à alimentação, principalmente após o almoço, o jantar ou algum lanche”, afirma a médica. Segundo a especialista, não existe uma regra que associe o aumento da movimentação fetal a algum risco para a gestante ou bebê. “A principal orientação é observar mudanças no padrão habitual da gestação e procurar o médico se algo se alterar de forma repentina”, finaliza. Initial plugin text
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O que mandar na lancheira? Ideias práticas — e que as crianças realmente comem Montar a lancheira das crianças costuma ser um dos desafios mais persistentes da rotina escolar. É a pressa do cotidiano, as exigências nutricionais, as comparações com as lancheiras dos filhos das influenciadoras nas redes sociais, as preferências ou restrições alimentares dos pequenos... E o pior é que, após tanta logística, não é raro que o lanche volte intacto para casa. Para a pediatra e neonatologista Juliana Alves, especialista em Pediatria Integrativa e Funcional, o segredo está em menos cálculos e mais em combinações inteligentes e realistas. A lancheira sempre volta cheia? Planejamento e escolhas certeiras podem ser a chave Freepik Lancheira equilibrada, na prática Muito se fala em prezar pelo equilíbrio na composição da lancheira. Mas o que isso significa? Conforme a especialista, o ideal é que a refeição ofereça energia, saciedade e nutrientes, respeitando a rotina e o apetite da criança. Em vez de números rígidos, vale pensar em grupos de alimentos que se complementam ao longo da semana. Segundo a médica, um bom lanche costuma incluir: Carboidrato, para garantir energia (pão, bolo caseiro, tapioca, cuscuz, aveia); Proteína, que ajuda na saciedade (queijo, iogurte, ovo, pastas de leguminosas); Fruta ou vegetal, fonte de fibras e vitaminas; Gorduras boas, quando possível (castanhas, pasta de amendoim, abacate). Ela lembra ainda que não é necessário ter tudo todos os dias. O equilíbrio acontece no conjunto da semana, e não em cada lanche isolado. Por que a lancheira volta cheia? Na maioria das vezes, o problema não está no alimento em si, mas no contexto. Porções grandes demais, itens difíceis de comer, combinações pouco atrativas ou alimentos que a criança não reconhece tendem a ser rejeitados. Há ainda o fator emocional: muitas crianças querem brincar no recreio ou chegam cansadas ao horário do lanche. Se não for prático, familiar e prazeroso, o alimento perde a disputa. Envolver a criança na escolha e no preparo também aumenta muito a aceitação. Tarefas simples, como escolher a fruta do dia ou montar o próprio sanduíche, já fazem diferença e fortalecem a relação do seu filho com a comida. Variar sem cair na monotonia (nem nos ultraprocessados) Variar não significa inventar receitas elaboradas. Pequenas mudanças de formato e apresentação já fazem diferença: Banana pode virar panquequinha, muffin ou rodelas com aveia; O pão aparece como sanduíche quente, frio ou enroladinho; Frutas ficam mais atrativas em espetinhos, saladas ou até assadas. Planejar a semana ajuda a evitar a repetição excessiva e ainda reduz a dependência de ultraprocessados. O drama das crianças seletivas ou com restrições alimentares A seletividade alimentar é comum na infância, e a lancheira não é o melhor espaço para grandes desafios. O ponto de partida é respeitar o estágio da criança. Prefira manter pelo menos um alimento que já sabe que seu filho aceita na lancheira. Quando for introduzir novidades, faça em pequenas quantidades e sem pressão. As chances de aceitação a novos sabores tendem a ser maiores quando você oferece em casa e não no ambiente escolar. Juliana reforça que a constância costuma funcionar melhor do que a insistência. Crianças que têm restrições alimentares, como alergias, também podem contar com boas opções. É possível, por exemplo, montar uma lancheira equilibrada sem lácteos. Fica mais fácil se , em vez de apenas “substituir o leite”, você repensar a composição. Algumas dicas são: Priorizar proteínas não lácteas (ovo, frango desfiado, grão-de-bico, lentilha, homus); Usar bebidas vegetais sem açúcar e com poucos ingredientes quando fizer sentido; Apostar em combinações naturalmente sem leite (frutas com aveia, bolos caseiros sem lácteos, panquequinhas de banana e ovo, tapioca ou cuscuz). Iogurtes vegetais podem aparecer ocasionalmente, mas não precisam ser a base do lanche. Alimentos coringa Alguns itens facilitam muito a rotina. Com esses básicos, é possível montar inúmeras combinações rápidas e, por isso, vale a pena ter sempre em casa. São alimentos como: Frutas da estação; Ovos; Queijos; Iogurte natural; Aveia; Pão ou bolo caseiro; Legumes já lavados e cortados. Industrializados: vilões ou aliados? Iogurtes naturais, pães simples, bolinhos caseiros industrializados e biscoitos sem recheio podem entrar pontualmente na lancheira. O problema é a dependência diária. Mas, em geral, eles podem ajudar, sim, nos dias mais corridos. Escolha com critério e priorize rótulos com: Lista de ingredientes curta; Pouco ou nenhum açúcar adicionado; Menos sódio e gorduras artificiais. Lanches para preparar antes e congelar Cozinhar em maior quantidade e congelar em porções individuais economiza tempo e evita decisões de última hora. Boas opções são: Muffins e bolinhos caseiros; Pão de queijo; Panquequinhas; Waffles; Pães e bolos fatiados. Atalhos inteligentes para a rotina real Para tornar a lancheira possível no dia a dia: Planeje a semana no fim de semana; Repita combinações que já funcionam; Tenha um “cardápio base” com variações; Aceite que nem todo lanche será perfeito. “Uma lancheira boa é aquela que a criança come e que cabe na rotina da família”, resume a pediatra. Lembre-se que a diferença está na soma de escolhas simples, repetidas com constância — e pensadas para a criança real, não para a lancheira idealizada.
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