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_Foto: Tais Carollo/comunicação ENFF_ _Da Página do MST_ Com a participação de 70 mulheres Sem Terra de todo o país, nesta segunda-feira (30), ocorreu o Ato de formatura do Curso Nacional das Defensoras Populares do Campo, realizado na Escola Nacional Florestan Fernandes, em Guararema, São Paulo. A atividade teve início no sábado (28/3). A iniciativa é fruto de uma parceria entre o MST, o Instituto Federal do Pará (IFPA – Campus Rural de Marabá) e o Ministério da Justiça, com apoio do Programa de gestão do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Pronasci), que durante um ano de atividades de formação reuniu 70 camponesas de todo o Brasil. Em 12 meses de formação, as camponesas participaram de atividades voltadas ao fortalecimento do feminismo e da luta camponesa, unindo saberes e lutas para garantir acesso à justiça e aos direitos das mulheres em 24 estados e no Distrito Federal. Com participações de mulheres Sem Terra das cinco regiões do país, o curso trouxe a diversidade e resistências das mulheres camponesas na luta por um novo projeto de sociedade. “A atividade buscou fortalecer a formação política das camponesas na troca de experiências e saberes para a construção coletiva de uma sociedade mais justa, igualitária e livre de violências. Reafirmamos que somos sujeitas da nossa própria história, defensoras do nosso futuro e, juntas, seguimos organizadas como mulheres Sem Terra na construção de novas relações de gênero”, destacou Lizandra Guedes, da coordenação nacional do setor de Gênero do MST. Durante o ato de formatura estiverem presentes mulheres que são referência na luta por direitos, como a Secretária Nacional de Acesso à Justiça, Sheila de Carvalho; Secretária Adjunta da Secretaria Nacional de Juventude, Jessy Dayane; Confundadora da ABJD e AJD, Kenarik Boujikian; Defensora Pública do Estado de São Paulo, Surraily Youssef; integrante da Diretoria do JUSTA, Luciana Zaffalon; integrante da direção nacional do MST, Ayala Ferreira, entre outras autoridades e trabalhadoras do MST. _Fotos: Tais Carollo/comunicação ENFF_ “Estamos encerrando um processo formativo nacional das Defensoras Populares do campo, em que estivemos debatendo, nos forjando enquanto sujeitos da nossa história e defensoras do nosso futuro. Saímos desse curso com a convicção de que ele faz parte do nosso processo de intervenção na sociedade. Faz parte do nosso processo de formação política e de humanização da vida”, afirmou a participante do MST, Beatriz. As camponesas passaram por um ano de formação, com a participação em encontros on-line, realizados uma vez por mês, Tempo Comunidade, com atividades nas comunidades de origem, e encerramento da atividade, com este encontro presencial na ENFF. O processo de formação se concentrou em três eixos principais de estudo, trabalho e troca de experiências: “Um primeiro foco foi de formação política ideológica, debatendo as relações entre classe, patriarcado, raça e as mulheres no capitalismo, mostrando a contradição entre capitalismo, patriarcado e racismo. O segundo eixo centrou-se na construção do feminismo camponês popular. E o terceiro, nos direitos das mulheres camponesas, abordando desde os temas do enfrentamento à violência, direito reprodutivo, e até encarceramento e políticas públicas para as mulheres do campo”, explica Lizandra. _Lizandra Guedes do setor de Gênero do MST_ _Fotos: Tais Carollo/comunicação ENFF_ Como resultado desse primeiro processo formativo, as defensoras organizaram um Caderno de Experiências, com o programa do curso, debates políticos e formativos, relatos dos trabalhos de base, realizados com as mulheres nas regiões, durante o Tempo Comunidade e poesias e músicas relacionadas ao tema da luta contra as violências e a equidade de gênero no campo e na cidade. A previsão é que a parceria continue com a expectativa de formação de uma segunda turma de Defensoras Populares do Campo, em maio deste ano, com a participação de 90 mulheres do campo. > _**Domingo é dia de Descanso** > Levantei cedinho > Preparei o café > E lavei as vasilhas antes de tomar o café > Limpei a casa > Agoei a horta > Colhi verduras > Me banhei e fui pra igreja > (porque hoje é domingo, dia de descanso) > Cheguei da igreja e preparei o almoço > Fiz sobremesa > Pus a mesa (hoje tem visita porque é domingo, dia de descanso)… > Lavei vasilhas > Fiz sala pras visitas > sorrindo o dia todo > Preparei o café da tarde (só um bolo, uns petiscos e um suco) > Lavei as vasilhas do café > Fui na roça pegar mandioca porque o Zé gosta de sopa na janta > Tratei os animais > Fiz a janta > Tomei banho > E agora vou dormir porque amanhã é segunda, é dia de trabalho > Hoje não. > Hoje é domingo, dia de descanso!_ > **Thalu** (Poesia escrita por mulher Sem Terra da Região Centro-Oeste. Publicada no Caderno de Experiência.) _Confira publicação de Caderno de Experiência do Curso Nacional das Defensoras Populares do Campo 2025/2026:_ Caderno de Experiência – Defensoras Popular do CampoBaixar _*Editado por Fernanda Alcântara_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Mulheres do MST encerram formação nacional de Defensoras do Campo, em São Paulo.
- bsmst
mst.org.br/2026/04/02/mulheres-do-m...
#Notcias #Defensorasdocampo #Fimdasviolncias #Formao #Igualdadedegnero #MulheresSemTera #Setordegnero

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_O seminário reúne mulheres Sem Terra de coletivos dos territórios de Reforma Agrária no estado. Foto: Aline Oliveira_ _Por Aline Oliveira Da Página do MST_ Entre esta sexta-feira (13) e sábado, 14 de março, cerca de 200 mulheres do MST de assentamentos e acampamentos no Ceará participam do Seminário Estadual das Mulheres Sem Terra, que acontece no Centro Frei Humberto, em Fortaleza. A atividade integra a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra, que neste ano tem como lema: “Reforma Agrária Popular: enfrentar as violências, ocupar e organizar” e teve início no último domingo, 8 de março em todo país. O seminário reúne mulheres representantes dos coletivos organizados nos territórios de Reforma Agrária do Ceará, dos assentamentos e acampamentos, com o objetivo de debater o enfrentamento às violências, planejar ações para os próximos períodos e fortalecer a organização das mulheres Sem Terra no estado. Para Kelha Lima, da Coordenação Nacional do MST, a Jornada Nacional das Mulheres Sem Terra reforça a importância da organização coletiva e da luta das mulheres na construção da Reforma Agrária Popular. > _Precisamos nos organizar para enfrentar as diversas violências que atingem a vida das mulheres. Não podemos nos calar diante das ameaças à vida. A Jornada Nacional também se propõe a avançar na luta pela terra e pela Reforma Agrária, além de formar e organizar as mulheres Sem Terra em seus territórios”_ , afirma. _Fotos: Aline Oliveira_ A programação segue até domingo, com uma ação de solidariedade, por meio da doação de alimentos a estudantes da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), em Redenção. De acordo com Nathalia Távora, assentada da Reforma Agrária no assentamento Geraldo Onofre, em Quixadá, o seminário também representa um espaço de fortalecimento da organização das mulheres e de construção de estratégias coletivas de luta nos territórios. “O seminário é uma forma legítima de garantir o acesso ao conhecimento, por meio de debates sobre os diversos tipos de violência que, infelizmente, também estão presentes no campo. Muitas vezes, não temos sequer informação sobre o que é considerado violência e sobre como podemos denunciar, combater e fortalecer os cuidados coletivos”, ressalta. _Foto: Aline Oliveira_ _Foto: Vitor Rodrigues_ A atividade reafirma o compromisso com a organização popular, a formação política e o fortalecimento da luta das mulheres nos territórios de Reforma Agrária do Ceará. E, ao reunir representantes de assentamentos e acampamentos de diversas regiões do estado, se consolida como um espaço de debate, solidariedade e construção coletiva de estratégias para o enfrentamento às violências e avanço da Reforma Agrária Popular nos territórios do MST. _*Editado por Solange Engelmann_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Seminário estadual reúne 200 mulheres Sem Terra no Ceará.
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#Notcias #Cear #Formaopoltica #JornadadasMulheres2026 #MulheresSemTera

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Original post on ursal.zone

MST no RS inicia vigília no Incra e cobra respostas sobre áreas para a Reforma Agrária.
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