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#
Hashtag
#RELIGIO
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Nicht #Religio ist das Gift, sondern was Menschen mit #Gier&Machtausnutzung und #GewaltinWortundTat daraus machten, um die #AusbeutungvonMensch&Natur zu betreiben.
Zum Beispiel mit #Dauerberieselung von #FakeNews bis hin zu #Lügen!
Diese Technik ist Jahrtausende alt und erprobt! #KirchenIndustrien

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#Religio, das lateinische Ursprungswort für Religion bedeutet einfach nur Achtgeben&beachten!
Nicht das ist schlecht, sondern nur die Auslegung der #KirchenIndustrien!
Eine kleine Gruppe im alten Rom wollte mit den eigentlichen Ideen von Jesus leben und nannten es #Religio!

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Letzteres ist die Bedeutung des lateinischen Wortes #Religio!
Aber seit Jahrtausenden wird es von den #KirchenIndustrien pervertiert!
Mit #Dauerberieselung von #FakeNews werden wir aufgefordert, #Dienst für die unsichtbare Wesenheit zu machen!
Diese Technik der #Dauerberieselung wird auch für die

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@AnarchoNinaWrites 💯✅👍
FUCK SKYFAIRIES:
#Atheism #fsckALLreligion #FsckChristoFacists #FsckSkyfairyDelusionists #FsckRWNJs #FsckThePatriarchy 🖕 #Feminism #FreedomFromReligion #RemoveALLReligiousTaxPreferencesFromALLAspectsOfSociety #religio...
#atheist #religion #faith #god

👉 Vote!

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#Umdenken❓ Ja bitte‼️
#Frieden und #Freiheit sind nur möglich mit individuellen #EINSCHRÄNKUNGEN! Welche?
#RespektfürMensch&Natur
#Sicherheit für #Lebenshaltungskosten
#Achtgeben&beachten
Letzteres ist die Bedeutung des lateinischen Wortes #Religio!
Ein #Dienst für Gott ist dazu nicht notwendig!

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Preview
A noite de 13 de março de 1964 caía sobre o Rio de Janeiro quando o presidente João Goulart (Jango), diante de uma multidão na Central do Brasil, anunciou medidas que alterariam o curso da história nacional. A fala de Jango sobre a limitação das remessas de lucro estrangeiro e a promessa de reforma agrária ecoaram não apenas nas ruas, mas também nos gabinetes de Brasília, nas sedes de corporações multinacionais e nos corredores de Washington, nos EUA. Em Belo Horizonte, dias antes, o deputado federal Leonel Brizola, cunhado do presidente, havia sido impedido de discursar por um grupo de senhoras que empunhavam terços como escudos contra o que consideravam uma ameaça vermelha. “Rosários de fé não podem ser levantados contra o povo”, advertiu Goulart na Central do Brasil. A resposta a essa advertência viria menos de uma semana depois, não em orações silenciosas, mas no ruído de meio milhão de pessoas marchando sobre o asfalto de São Paulo, na tarde de 19 de março, dia de São José, padroeiro da família. João Goulart durante comício na Central do Brasil, no Rio de Janeiro, em 13 de março de 1964 A Marcha da Família com Deus pela Liberdade começou na Praça da República às 16 horas e seguiu rumo à Praça da Sé. Faixas empunhadas pelos manifestantes traziam dizeres que misturavam devoção religiosa e anticomunismo visceral: “Nossa Senhora Aparecida, iluminai os reacionários”, “Vermelho bom, só o batom”, “Verde, amarelo, sem foice nem martelo”. Mas o que parecia ser uma manifestação espontânea de fiéis preocupados era, na verdade, o resultado de uma engrenagem muito mais complexa, como explica a doutora em história Janaína Cordeiro, da Universidade Federal Fluminense (UFF), que pesquisa a atuação de grupos femininos conservadores no período do Estado de exceção. Segundo Janaína, o movimento não surgiu do nada, mas sim de um contexto de intensa polarização política. “A primeira marcha acontece em São Paulo e é concebida como uma marcha de desagravo ao Rosário, que teria sido ofendido pelo Jango ali no Comício da Central do Brasil no dia 13 de março”, explica. Ela detalha que essas mulheres, majoritariamente donas de casa e professoras primárias de classe média, organizaram-se rapidamente: “Essas mulheres são fundamentalmente donas de casa. Quando elas exercem profissões, elas são, em geral, ligadas ao cuidado, consideradas até na época femininas”. Mulheres durante a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, em 1964, exibem uma faixa contra o regime cubano A organização do evento durou apenas cinco dias e contou ainda com a articulação de figuras como o deputado federal Antônio Sílvio da Cunha Bueno, do PSD, e o vice-governador de São Paulo, Laudo Natel. O nome da marcha foi sugerido pela freira Ana de Lurdes, que a via como “um ato de fé, numa hora de trevas”. Nos bastidores, o governador de São Paulo, Ademar de Barros, recolhia fundos junto ao empresariado na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para equipar a Força Pública e garantir a ordem do evento. Com base em documentos e no depoimento do ex-agente da Agência Central de Inteligência Americana (CIA), Philip Agee, a historiografia indica que a agência fornecia dinheiro ao Ibad (Instituto Brasileiro de Ação Democrática). Também teriam recebido contribuições da CIA e do empresariado para organizar a marcha, o Ipes (Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais), a Camde (Campanha da Mulher pela Democracia), a FAUR (Fraterna Amizade Urbana e Rural) e a SRB (Sociedade Rural Brasileira). Um documento sobre as “marchas da família”, organizado por Rodrigues Matias, obtido pela revista _Caros Amigos_ em 2002, registra que “João Batista Leopoldo de Figueiredo, presidente do Ipes, foi uma das peças angulares da articulação do movimento”. João Batista Leopoldo de Figueiredo, do Ipes, que teria recebido apoio da CIA ## **“Padre da CIA”: religião como arma de Guerra Fria** A trajetória de um padre irlandês que acreditava ter sido salvo por um milagre também ajuda a explicar como a fé religiosa se transformou em instrumento de política externa americana. Patrick Peyton, membro da Congregação de Santa Cruz, havia contraído tuberculose durante sua formação sacerdotal nos Estados Unidos. Quando se recuperou, atribuiu sua salvação à intercessão de Nossa Senhora e do Rosário. A partir desse momento, Peyton dedicou sua vida a criar um movimento transnacional de devoção que se tornaria um dos instrumentos mais sofisticados de influência americana na América Latina durante a Guerra Fria. Peyton produzia filmes e programas de rádio que promoviam a devoção ao Rosário. Em 1962, quando chegou ao Brasil, sua Cruzada do Rosário em Família se transformaria em um vetor de mobilização política de proporções inesperadas, também impulsionando a Marcha da Família com Deus pela Liberdade. O padre Patrick Peyton (à direita) com o governador de São Paulo Adhemar de Barros A doutora em história pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Isabella Villarinho Pereyra, descreve o papel dessa organização religiosa como fundamental para compreender o golpe de 1964. “As marchas eram meio que uma catarse coletiva daquele grupo de mulheres, que tinham uma agenda muito específica: salvar o Brasil do comunismo”, explica Pereyra. “E, naquele contexto, existia toda uma dinâmica de palavras que travavam uma batalha contra o comunismo, não apenas no âmbito físico dos militares, mas também na esfera espiritual”. O Rosário não era simplesmente um símbolo religioso. Era, na narrativa construída pela Cruzada, a única arma capaz de salvar o Brasil do comunismo. “As mulheres que marchavam acreditavam estar apelando a todos os tipos de ajuda possíveis, mobilizando não apenas a fé, mas também a mídia, as paróquias, as missas e a estrutura da Igreja Católica”, relata Pereyra. A conexão entre a Cruzada do Rosário em Família e a CIA não foi acidental. Ela havia sido construída por Peter Grace, um grande empresário do ramo de exportações, amigo pessoal de Alan Dulles, então diretor da CIA. “O Peter Grace era um grande empresário do setor de exportações. E ele era muito católico”, descreve Pereyra. Grace havia conhecido o padre Peyton em uma viagem a navio para a Europa, onde ambos participavam de uma feira de inovações tecnológicas. Impressionado pelos filmes e programas de rádio de Peyton, Grace se tornou seu principal financiador e, mais importante, seu intermediário junto à inteligência americana. Grace foi quem propôs levar o movimento das Cruzadas para a América Latina. A ideia encontrou apoio tanto na CIA quanto no Vaticano, que tinha suas próprias preocupações com a região. A Igreja Católica enfrentava dois problemas na América Latina: um número reduzido de padres e clérigos e a crescente influência de movimentos de esquerda. A combinação de interesses religiosos institucionais com os objetivos geopolíticos dos EUA criou uma aliança. O financiamento viria de Washington, mas a face pública seria religiosa. Quando a Cruzada do Rosário em Família se estabeleceu no Brasil, não foram homens de terno e gravata que fizeram a articulação inicial. Foram mulheres ligadas a grupos leigos católicos que criaram escritórios em Recife, no Rio de Janeiro, em Salvador, no Paraná e em Belo Horizonte. O clero católico, por meio de arcebispos e bispos, estabeleceu o primeiro contato com os fiéis, que se tornaram o braço direito da Cruzada. Essas mulheres, em sua maioria donas de casa e professoras primárias de classe média, ligadas à Igreja Católica, começaram a organizar-se em grupos que se multiplicaram rapidamente. Em São Paulo, a União Cívica Feminina (UCF) havia iniciado suas atividades em 1961, fundando núcleos no interior do estado, em Santos e outras cidades. No Rio de Janeiro, seis meses depois, foi fundada a Camde, que rapidamente expandiu seus núcleos para outros bairros e cidades da região. Mas havia um detalhe crucial: muitos dos maridos, irmãos e homens da família dessas mulheres eram militares, empresários ligados ao Ipes e ao Ibad, ou executivos de corporações multinacionais. Janaína Cordeiro ressalta que, embora as mulheres tivessem um papel de liderança muito forte e importante naquela conjuntura, essas outras organizações envolvidas também foram centrais. “Tinham o que eles chamavam, na época, de classes produtoras; tinham setores do empresariado; tinham alguns sindicatos organizados que também chamavam para a marcha; tinham outras igrejas para além da Igreja Católica.” * Cruzada do Rosário em Família no Rio de Janeiro * Cruzada do Rosário em Família no Rio de Janeiro * Poster do Jornal do Dia sobre a Cruzada em Porto Alegre ## ​**A orquestração invisível** Segundo a pesquisa de Pereyra, a CIA determinava para onde as marchas do Rosário tinham de ir. “Sempre que eles chegavam no movimento, eram marcados jantares com empresários e a mídia local. Então, eles recebiam muitos empresários e associações comerciais e industriais e enviavam muitas cartas a essas pessoas”, detalha Pereyra. O financiamento não vinha apenas da CIA. Grandes corporações americanas, bem como empresários brasileiros ligados ao capital nacional, injetaram recursos para sustentar o movimento uma vez estabelecido nos estados brasileiros. A Aliança para o Progresso, programa de cooperação econômica americano, servia como um canal adicional de recursos. Havia uma narrativa que permeava todas as cruzadas, uma frase que aparecia em documentos da época: “A verdadeira revolução foi sua mãe que fez”. Essa construção narrativa permitia que as mulheres exercessem poder político sem que isso fosse reconhecido como tal. Permitia que a CIA operasse por meio de estruturas religiosas e familiares, evitando a aparência de intervenção externa. Segundo Janaína Cordeiro, a narrativa funcionou: “a mobilização legitimava o golpe, que era apresentado como resposta ao clamor das ruas”. Um dos documentos mais reveladores da pesquisa de Pereyra indica que Peter Grace menciona a necessidade de uma entrevista entre o Padre Peyton e a CIA, na qual se evidencia que a conexão entre a religião, o empresariado e a inteligência americana não era informal ou acidental. Carta de 1961 revela elo entre a Cruzada do Rosário, Peter Grace e o diretor da CIA, Allen Dulles ## **O legado de uma marcha funesta** Para compreender como as Cruzadas do Rosário em Família e, posteriormente, a própria Marcha da Família com Deus pela Liberdade encontraram terreno fértil no Brasil, é preciso considerar o contexto de polarização política que marcou o início dos anos 1960. O governo de Jango enfrentava uma poderosa coalizão de forças conservadoras e ultrarreacionárias. As reformas de base propostas por Goulart desagradavam profundamente os setores conservadores. A limitação às remessas de lucro estrangeiro afetava as multinacionais. A reforma agrária aterrorizava os fazendeiros. A mobilização dos sindicatos e dos trabalhadores, coordenada pelo Comando Geral dos Trabalhadores (CGT), assustava a burguesia. Nesse contexto de radicalização política, as Cruzadas do Rosário em Família ofereciam uma linguagem que permitia aos setores retrógrados expressar suas preocupações em termos religiosos e familiares, em vez de puramente econômicos ou políticos. Manchete do Jornal do Brasil sobre marcha em São Paulo O historiador Boris Fausto, em entrevista para a **Agência Pública** em 2019, ressalta que a marcha demonstrou que o golpe possuía um lastro social significativo no meio urbano, especialmente nas classes média e alta, mas adverte que “daí a falar em ‘movimento representativo do conjunto da sociedade’ vai uma enorme distância”. A grande imprensa, com raras exceções, como o jornal _Última Hora_ , de Samuel Wainer, desempenhou um papel crucial na construção do clima de pânico, mobilizando à exaustão o tema do perigo vermelho. _O Estado de S. Paulo_ , por exemplo, publicou em suas páginas o manifesto de convocação da marcha, alinhando-se abertamente aos conspiradores. “A ameaça imediata de implantação de um regime comunista não havia”, afirma Fausto. O que existia era uma radicalização política e uma disputa pelos rumos do desenvolvimento nacional. O golpe de 1964, longe de ser uma mera “quartelada”, foi uma articulação civil-militar-empresarial que surpreendeu as forças democráticas e se instalou com absoluta força. A ditadura que se seguiu evidenciou a verdadeira natureza do movimento. Quando a Marcha da Família terminou no começo da noite de 19 de março e a Catedral da Sé realizava a última missa do dia, o destino do governo Jango estava selado. Doze dias depois, o golpe seria consumado. A marcha havia fornecido a chancela civil que os militares precisavam para agir. A primeira marcha em São Paulo serviu de rastilho de pólvora. No Rio de Janeiro, uma marcha foi planejada para 2 de abril, mas o golpe foi antecipado para 31 de março e efetivado em 1° de abril, transformando a manifestação em uma “Marcha da Vitória”. A que ocorreu no Rio reuniu cerca de 800 mil pessoas, segundo estimativas mais prudentes, enquanto São Paulo contabilizava 500 mil. Janaína Cordeiro pontua a dimensão dessa mobilização: “A marcha do Rio foi a maior que teve. A partir daí, essas marchas passaram a ser de comemoração”. Ela acrescenta que o fenômeno se espalhou pelo país: “ao que parece, o Brasil marchou até setembro”. O ar daquele março de 1964 estava carregado de eletricidade, recordaria o historiador Jacob Gorender em entrevista sobre a véspera do golpe militar. A Operação Brother Sam, articulada por Washington, posicionou a Marinha e a Força Aérea americanas prontas para intervir no Brasil caso o golpe enfrentasse resistência armada ou resultasse em guerra civil. A intervenção direta não foi necessária, mas a presença da frota ao largo da costa brasileira serviu como garantia de que o projeto de deposição de Goulart não falharia. A derrubada do governo legítimo era uma prioridade na lógica da Guerra Fria, em que a retórica do “perigo vermelho” justificava a supressão das liberdades democráticas. Mas o entusiasmo de muitos participantes logo se transformaria em desilusão. Parcelas da sociedade que apoiaram a queda de Jango, acreditando em uma intervenção breve para “restaurar a ordem”, viram-se presas a um regime autoritário que duraria 21 anos. Em 1968, muitos dos que haviam marchado com terços nas mãos estariam nas ruas protestando contra a violência de Estado. A ditadura que se seguiu suprimiu as liberdades, fez uma limpeza no parlamento, perseguiu e torturou opositores, até matá-los, como retrataram os filmes “Eu ainda estou aqui” (2024) e “O Agente Secreto” (2025).

CIA: como agência americana impulsionou Marcha da Família com Deus pela Liberdade.
- bsapub
apublica.org/2026/03/cia-como-agencia...
#Portugus #Ditaduramilitar #EstadosUnidos #Poltica #Religio

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Hast ja recht, aber was ist denn diese "rechte bubble"?
Sind das Fundamentalisten der Männer-Gläubigkeit der KirchenIndustrien,
die nicht mit #Achtgeben&beachten (Bedeutung von #Religio) leben können?
Sind das Fan's der gierigen Machtausnutzer, die selbst zu gern Macht ausüben wollen?
Oder sind

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Letzteres ist die Bedeutung des lateinischen Wortes #Religio, das Ursprungswort für Religion, das von den #KirchenIndustrien pervertiert wurde!
Die haben zur #Realitätsverschiebung die Technik der #Dauerberieselung mit #FakeNews bis hin zu #Lügen perfektioniert!
Wir leisten #Dienst für Unsichtbare?

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#Religio) und natürlich #Sicherheit für die #Lebenshaltungskosten!

Zu allgemein?
Stephen #Hawking hatte mal was über die Verteilung der Erträge aus Maschinen gesagt! Und bezweiflelt, dass die Eigentümer bereit zur Verteilung an alle wären.
Wenn jeder Mensch eine #Entlohnung in Höhe von statistisch

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Wenn wir die Bedeutung des lateinischen Ursprungswort für Religion ernst nehmen würden, dann gäbe es keine Probleme mit Mann!
Denn wenn wir alle #Achtgeben&beachten (Bedeutung von #Religio) ernst nehmen würden, gäbe es keine #Gier&Machtausnutzung.
Können wir das überhaupt?
Idealistisch gutes tun?

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Also die eigentliche Bedeutung des lateinischen Ursprungswort für Religion #Religio ~ #Achtgeben&beachten

Dazu ist kein Dienst für die unsichtbaren Wesenheiten notwendig!
Nur der Verzicht auf #Gier&Machtausnutzung / #GewaltinWortundTat

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Wenn wir die Bedeutung des lateinischen Ursprungswort für Religion ernst nehmen würden, dann gäbe es keine Probleme mit Mann!
Denn wenn wir alle #Achtgeben&beachten (Bedeutung von #Religio) ernst nehmen würden, gäbe es keine #Gier&Machtausnutzung.
Können wir das überhaupt?
Idealistisch gutes tun?

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No Brasil, cerca de 140 milhões de mensagens são trocadas por dia apenas com o ChatGPT, segundo a OpenIA, responsável pela tecnologia de Inteligência Artificial (IA) que destaca que o país está entre os três que mais utilizam o recurso no mundo. Esse uso já se reflete nos campos do trabalho, da informação e do aprendizado. Mas o que acontece quando a IA passa a mediar também o campo simbólico, espiritual e religioso? Nesta temporada, _Diálogos para entender o que é real,_ o Pauta Pública convida o acadêmico e pastor Valdinei Ferreira para falar sobre o atual cenário de uso da IA relacionado à fé, desde usuários que acreditam estar de fato conversando com uma consciência de outra dimensão, até as situações mais corriqueiras, como a utilização da IA para criar sermões e pregações que são reproduzidas por pastores nas igrejas. Na entrevista ele fala como tem sido a adaptação para estes novos tempos e aponta os principais desafios e limites das tecnologias em relação às vivências humanas. De acordo Ferreira, o grande desafio é ajudar as pessoas a entenderem que existe um viés e que é preciso formar algum tipo de filtro crítico para que elas não sejam manipuladas pelas ferramentas de IA.” É difícil de entender e conseguir prever exatamente como as próprias igrejas e lideranças vão se posicionar em relação a isso […] e a gente tem uma falta de clareza de como as respostas são geradas. Então é bem difícil prever se isso pode recrudescer ainda mais o fundamentalismo.” Leia os principais pontos da conversa e ouça o podcast completo abaixo. __ __ ## EP 208 A fé que move algoritmos 20 de março de 2026 · Pastor e acadêmico, Valdinei Ferreira, fala sobre o encontro entre fé e inteligência artificial __ __ 0:00 -:– __15 __15 ______ ____ Veja mais episódios desta série **Você escreveu****um artigo****sobre como alguns pastores já utilizam a inteligência artificial para criar sermões, e como alguns fiéis também já consultam ferramentas como o ChatGPT, como uma espécie de oráculo. Gostaria de saber como a inteligência artificial pode transformar a experiência religiosa?** Eu tenho a impressão que [a IA] está transformando e transformará ainda mais a experiência religiosa. Há muitas frentes ou direções, mas ainda é difícil a gente conseguir mapear. Uma delas é o uso que os religiosos fazem da inteligência artificial para elaboração do conteúdo, seja do sermão, de outras orientações, uma fonte de consulta. Isso é parte da performance religiosa, não é a performance toda, porque buscar um sermão, pedir para elaborar um sermão na inteligência artificial é uma parte do sermão, outra parte é entregar esse sermão, performar. Outra é a dos fiéis. A coisa é tão dinâmica e surgem novas aplicações, atualizações. Por exemplo, eu menciono no artigo uma ferramenta PastorsAI, que foi desenvolvida por gente ligada à igreja, à teologia nos Estados Unidos, e é, inclusive, uma ferramenta que eu tenho recomendado também para alguns pastores, não para substituir o sermão. Porque na experiência religiosa, também tem esse elemento da inspiração pessoal, um tipo de jornada muito específica em que a leitura do texto bíblico é mediada pela experiência do pastor e, ao mesmo tempo, pela leitura das necessidades dos ouvintes, da comunidade. E tem a questão do tempo. Existem, de fato, muitos pastores que se dividem entre o trabalho religioso e uma outra atividade profissional. Então, isso pode ser um encurtamento na produção de conteúdo. Mas eu tenho, por exemplo, utilizado essa ferramenta, PastorsAI, que você toma o texto do sermão que você escreveu, sobe e ele gera uma série de produtos a partir do sermão. Por exemplo, um guia de estudos para a comunidade, posts para o Instagram, outras reflexões a partir do sermão e feitas com muita qualidade, com uma interação bíblica, com um diálogo com a própria teologia evangélica protestante. E, nesse sentido, é mais uma ferramenta que encurta e acelera processos. O que envolvia, por exemplo, ter uma equipe de comunicação. Essa equipe já fica mais reduzida. **Digamos que eu quero me comunicar com Deus, então vou fazer uma pergunta ali para o ChatGPT esperar que Deus se comunique comigo a partir dessa IA. Será que isso não pode endurecer ainda mais, por exemplo, o fundamentalismo religioso, aquela ideia das verdades absolutas, ou uma tendência desse cristianismo que vai ali mais para a direita?** É possível. Acho que o grande desafio é conseguir dialogar e ajudar as pessoas a entenderem que existe o viés, que você pode ter esse tipo de direcionamento e formar algum tipo de filtro crítico para que ela não tenha só uma confirmação ou só uma manipulação a partir da ferramenta. Mas é difícil de entender e conseguir prever exatamente para onde isso vai, o tipo de uso que vai ser feito, como que as próprias igrejas e lideranças vão se posicionar em relação a isso, porque as igrejas também são muito ciosas e os líderes em relação a um tipo de autonomia que os fiéis ganham, para que não diminua uma dependência da igreja, e a pessoa passe a ter uma dinâmica devocional, religiosa, que não passe pela instituição. Eu fico imaginando que é possível ter um prompt a partir das palavras de Jesus, ou que selecione somente os ditos de Jesus e formule as perguntas. Mas também não é só o texto literal, depende do contexto, do que é perguntado. E a gente tem uma falta de clareza de como funciona o texto. , como as respostas são geradas. Então é bem difícil prever o uso, se isso pode recrudescer ainda mais o fundamentalismo. Participei de um congresso de psicanálise no final do ano, e um dos temas era inteligência artificial, um congresso de psicologia analítica junguiana, e um dos palestrantes relatou uma experiência dele com a IA, pedindo que a IA se comportasse como determinado psicanalista. Aí resolvi fazer o meu experimento. Fiz um prompt para que a IA agisse como Jung e interpretasse os meus sonhos. E é muito interessante, porque o que ela está fazendo basicamente é acessando a literatura junguiana e construindo interpretações dos meus sonhos. Há coisas muito interessantes que são ditas, mas também é fácil perceber. Por exemplo, os dois últimos parágrafos têm sempre uma estrutura muito semelhante e uma estrutura de dizer alguma coisa muito agradável para mim, muito encorajador, estimulante. **Como você acha que o uso das _deepfakes_ , esses vídeos realistas criados com inteligência artificial, vai afetar ou piorar a circulação de notícias falsas, principalmente nos grupos das igrejas no WhatsApp, por exemplo. Já existem inclusive grupos de checagem específicos, como o ****coletivo Bereia****, que faz um trabalho super bacana de checagem de notícias no mundo cristão. Mas você acha que isso pode se tornar um problema, esse uso das _deepfake_ s nessas eleições? Elas podem piorar essa coisa das informações falsas circulando nesses grupos? E outra pergunta é como você vê o voto dos evangélicos nessas eleições? ** A impressão que eu tenho é que haverá, no segmento evangélico, um pouco mais de cautela, um pouco mais de moderação em relação ao que foi nas eleições de 2018 e de 2022. A razão pela qual eu penso que será assim é que [essa questão política ] tem consequências graves para as igrejas em termos de desgaste. Muitas pessoas que foram condenadas no 8 de janeiro, pelos atos golpistas no 8 de janeiro, são pessoas ligadas a igrejas evangélicas. Então, isso produziu um desgaste. E, por outro lado, acho que o governo Lula foi bem cauteloso nesse mandato em não alimentar, em não ter ações que pudessem fomentar a pauta dos costumes contra o governo. Não há fatos novos que possam, até onde eu tenho conhecimento, ser explorados como em 2018 ou 2022. Por exemplo, as igrejas não foram fechadas, continuam seguindo. Há alguns bolsonaristas que deixaram esse campo, evangélicos bolsonaristas, e estão migrando. Penso, por exemplo, no Otoni de Paula (MDB-RJ). Então, há esse movimento e eu tenho a impressão que isso será mais fraco do que nas outras eleições. O que não significa que não haja resistência à esquerda, eu acho que essa resistência ou cautela existe, mas eu não vejo a mesma onda tão forte como 2018 e 2022. Porém, podem surgir fatos novos e as coisas podem se modificar. Quanto à questão das _deepfakes_ , acho que tem um elemento muito difícil. Eu me lembro do livro do Umberto Eco, a _Viagem na Irrealidade Cotidiana_. Ele disse que seria difícil, que era difícil distinguir a cópia do original, no caso das obras de arte, e que às vezes poderia ficar igual ou até superior ao original. Com a tecnologia fica muito difícil, cada vez mais difícil fazer essa distinção do que é real e o que não é real, o que é feito, o que é construído artificialmente. Eu acho que essa fronteira vai ficar mais difícil. É difícil também porque as pessoas decidem o voto, a adesão política com base em fatores mais emocionais e irracionais e depois elas buscam os argumentos em um vídeo. Ele até pode ser interpretado como não real, mas se representa em alguma medida o que a pessoa acredita, ou retrata parte do que aconteceu na realidade, o resultado disso pode ser imprevisível, embalando essa irracionalidade que move as eleições de um jeito que a gente não viu ainda, que pode ter consequências eleitorais muito fortes. Então, eu acho que esse trabalho de checagem vai ser muito mais necessário, mas não sei também até que ponto ele resolve, porque o fato de receber no grupo, receber de alguém que se confia [pode bastar]. O sociólogo Paul Freston que usa uma expressão, em que ele usa a imagem de uma lavanderia como se fosse a fake news, que ao passar por alguém conhecido, a informação falsa é lavada e recebe um lastro de verdade, chegando para a pessoa como uma coisa autêntica. Esse é um desafio que a gente vai ter que esperar para saber o tamanho do estrago. Torço que não seja tão grande o estrago, mas acho que terá danos e a gente não sabe ainda como manejar isso.

Fé e IA: como as tecnologias estão transformando as experiências religiosas.
- bsapub
apublica.org/2026/03/fe-e-ia-como-as-...
#Portugus #Comportamento #IntelignciaArtificial #Religio #Tecnologia

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Danke!
Ja Du musst Dich äußern!
Denn nicht nur die Männertruppen,die sich gegenseitig hochgeilen,wenn sie unter sich über ihre Alte quatschen.
Ganz prinzipiell aber,warum strebt unsere Gesellschaft keine #GEMEINSCHAFT voller #RespektfürMensch&Natur + #Achtgeben&beachten (Bedeutung von #Religio) an?

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#Religio wurde von den #KirchenIndustrien pervertiert.
Eine kleine Gruppe im alten Rom wollte mit den eigentlichen Ideen von Jesus leben.
Erst der Kaiser und später die #Inquisition übernahmen das Wort mit #Gier&Machtausnutzung, die bis heute anhält.

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Interessant in diesem Zusammenhang ist, das sich auch angebliche Religionsangehörige so mies verhalten!
Denn Religion ( #Religio ist das lat. Ursprungswort) bedeutet eigentlich #Achtgeben&beachten!

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## EP 208 A fé que move algoritmos 20 de março de 2026 · Pastor e acadêmico, Valdinei Ferreira, fala sobre o encontro entre fé e inteligência artificial __ __ 0:00 -:-- __15 __15 ______ ____ Veja mais episódios desta série Atualmente, a Inteligência Artificial está presente em grande parte das atividades humanas. O seu uso já reflete impactos no campo do trabalho, da informação e do aprendizado, mas o que acontece quando essas tecnologias passam a mediar também o campo simbólico, espiritual e religioso? Há desde usuários que acreditam estar de fato conversando com uma consciência de outra dimensão até as situações mais corriqueiras, como pastores que utilizam IA para criar sermões e pregações. Para falar sobre esse tema pouco explorado, o Pauta Pública recebe o acadêmico e pastor Valdinei Ferreira, da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. Na conversa com Andrea Dip, ele fala como tem sido a adaptação para estes novos tempos em que as inteligências artificiais encontram a fé. De acordo com o pastor, a IA não só está transformando como deve transformar ainda mais as experiências religiosas. Ao mesmo tempo que destaca limites importantes, como saber criar um filtro crítico para interpretar as mensagens e não deixar as tecnologias substituírem as vivências.

A fé que move algoritmos.
- bsapub
apublica.org/podcast/2026/03/podcast-...
#Portugus #IntelignciaArtificial #Poltica #Religio #Tecnologia

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In Sachen Religionen möchte ich auf die eigentliche Bedeutung des lateinischen Wortes #Religio hinweisen : #Achtgeben&beachten
Erst im Mittelalter ist der Begriff "Gottesfürchtigkeit" dazu gekommen. In diesem Zusammenhang stellt sich die Frage, warum die Kirchen/-Vertreter Menschen Angst machen wollen?
Mit dem ursprünglichen Begriff Religio, hat das nichts zu tun.
Daher sollte man darüber nachdenken, ob man den Begriff "Religion" überhaupt noch in einem Zusammenhang mit mit Kirchen/-Sekten verwenden sollte.
Ich meine NEIN. Ich bin #Religio, kümmere mich um um die Mitmenschen. Achte und beachte sie. Gott? Menschen Erfindung!
Viel wichtiger wäre es, allen Menschen durch Bildung genügend Selbstbewusstsein zu vermitteln, dass sie an sich selbst glauben können, weil sie sich genügend Wissen angeeignet haben, um ihre vorhandenen Fähigkeiten für die eigene Weiterentwicklung und die Weiterentwicklung aller einsetzen zu können. Im Sinne von RELIGIO - Acht geben, beachten.
Also #Respekt für und vor Anderen!

In Sachen Religionen möchte ich auf die eigentliche Bedeutung des lateinischen Wortes #Religio hinweisen : #Achtgeben&beachten Erst im Mittelalter ist der Begriff "Gottesfürchtigkeit" dazu gekommen. In diesem Zusammenhang stellt sich die Frage, warum die Kirchen/-Vertreter Menschen Angst machen wollen? Mit dem ursprünglichen Begriff Religio, hat das nichts zu tun. Daher sollte man darüber nachdenken, ob man den Begriff "Religion" überhaupt noch in einem Zusammenhang mit mit Kirchen/-Sekten verwenden sollte. Ich meine NEIN. Ich bin #Religio, kümmere mich um um die Mitmenschen. Achte und beachte sie. Gott? Menschen Erfindung! Viel wichtiger wäre es, allen Menschen durch Bildung genügend Selbstbewusstsein zu vermitteln, dass sie an sich selbst glauben können, weil sie sich genügend Wissen angeeignet haben, um ihre vorhandenen Fähigkeiten für die eigene Weiterentwicklung und die Weiterentwicklung aller einsetzen zu können. Im Sinne von RELIGIO - Acht geben, beachten. Also #Respekt für und vor Anderen!

Jesus leben wollten und das #Religio nannten.
Aber schon damals der Kaiser seinem dekadenten Volk diese Art mit #GewaltinWortundTat überhelfen wollte, um seine #Gier&Machtausnutzung zur #AusbeutungvonMensch&Natur zu nutzen.
Immer wieder, ist es in den letzten Jahrtausenden so gewesen...

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Können wir eine #GEMEINSCHAFT mit #RespektfürMensch&Natur + #Achtgeben&beachten (Bedeutung von #Religio) werden, die jedem die #Sicherheit für die #Lebenshaltungskosten gibt?
Viele Frauen können das!
Die meisten Männer nicht!

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#Freiheit und insbesondere #Frieden sind nur möglich mit individuellen #EINSCHRÄNKUNGEN!
Welche?
#RespektfürMensch&Natur
#Achtgeben&beachten (Bedeutung von #Religio ohne #KirchenIndustrie❗) sowie die #Sicherheit für die #Lebenshaltungskosten!
Wenn unsere Verantwortungslosen in den Regierungen...

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Hallo Sarah, ist die These:

#Freiheit und insbesondere #Frieden sind nur möglich mit individuellen EINSCHRÄNKUNGEN❗️Welche❓
#RespektfürMensch&Natur und #Achtgeben&beachten (= #Religio ohne #KirchenIndustrie) und #Sicherheit für #Lebenshaltungskosten

satirisch aufbereitbar? Oder ist sie falsch?

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#Achtgeben&beachten!
Also die Bedeutung des lateinischen Wortes #Religio!
Fehlt das Engagement dafür, wird es immer zu #GewaltinWortundTat kommen!
Seit Jahrtausenden wird ein System von #Gier&Machtausnutzung zur #AusbeutungvonMensch&Natur bevorzugt!
Geschichtsbücher beschreiben gerne die "Helden"

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Egal welche unsichtbare Wesenheit, alle sind Menschenwerk um die #Realität der Menschen zu verändern! Glauben statt Wissen!
Ich bin #Religio - im ursprünglichen Sinne! Lebe mit #Achtgebenundbeachten (Bedeutung von #Religio)
Die #WENIGEN wollen uns weiß machen, dass sie im göttlichen

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Was er nie begreifen kann:
#Freiheit und insbesondere #Frieden sind nur möglich mit individuellen #EINSCHRÄNKUNGEN! Welche?
#RespektfürMensch&Natur
#Sicherheit für #Lebenshaltungskosten
#Achtgeben&beachten
Letzteres ist die Bedeutung des lateinischen Wortes #Religio - ohne #KirchenIndustrien -

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#Realität besteht aus den mit #Dauerberieselung eingehämmerten #Info-Bits!
Die Menschen sollen glauben - nicht wissen!
Eine #Realität in der eine unsichtbare Wesenheit die Geschicke der Menschheit leitet, ist so eine durch #Dauerberieselung erzeugte #Realitätsverschiebung!
Ich bin #Religio

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ist die Bedeutung des lateinischen Wortes #Religio!
Erdacht von einer kleinen Gruppe im alten Rom! Die wollten mit den eigentlichen Ideen von Jesus leben!
Aber erst der Kaiser und später die #Inquisition übernahmen es mit #Gier&Machtausnutzung +#GewaltinWortundTat um #AusbeutungvonMensch&Natur zu

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#GewaltinWortundTat die #AusbeutungvonMensch&Natur zu betreiben.
Das eigentliche #Achtgeben&beachten (Bedeutung von #Religio) geriet in den Hintergrund.
Obwohl viele Menschen, die Unterstützung leisteten, wichtige Projekte in Angriff nahmen.
Wissenschaftlich betrachtet, gibt es keinen Gott.

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Welcher Politiker ist denn fähig zu #EINSCHRÄNKUNGEN?
Zum Beispiel zu #RespektfürMensch&Natur?
Oder als Christdemokrat zu #Achtgeben&beachten, der Bedeutung des lateinischen Wortes #Religio?
Oder gar jedem Menschen #Sicherheit für #Lebenshaltungskosten zu geben?
#Freiheit / #Frieden ist so möglich‼️

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#Achtgeben&beachten
Das ist die Bedeutung des lateinischen Wortes #Religio
Erdacht von einer kleinen Gruppe im alten Rom, die mit den ursprünglichen Ideen eines gewissen Jesus leben wollten!
#Gier&Machtausnutzung des Kaisers und der #Inquisition haben es übernommen und dem Volk eingehämmert um

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#Freiheit und insbesondere #Frieden sind nur möglich mit individuellen #EINSCHRÄNKUNGEN ‼️ Welche ❓
#RespektfürMensch&Natur
#Sicherheit für #Lebenshaltungskosten
#Achtgeben&beachten
Letzteres ist die Bedeutung des lateinischen Wortes #Religio
Dazu braucht man keine #KirchenIndustrien, kann man allein

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