Lágrimas caem de seu rosto. Palavras não ditas, versos sem lírica e rimas para expor mágoas infidáveis. Seu caderno geme. Sua caneta, sangra. E assim, se evita um suicídio. Os papéis urram, as horas passam e poemas ruins saem das entranhas da parideira insignificante. Há pouco amor, para monstros. Então, que haja caneta e papel, para vomitar mágoas e gerar letras insossas.
La Llorona.
Da Série: E-Visceração.
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