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No dia 17 de abril de 2016, o Brasil acompanhou a votação do segundo pedido de impeachment de um presidente da República desde a redemocratização do país. Diferente do ocorrido com Fernando Collor (PRN) em 1992, que renunciou ao cargo antes da votação final, o processo contra Dilma Rousseff (PT) chegou até o fim, e o período foi marcado por polêmicas e ataques misóginos à então presidente, reeleita pela maioria dos votos nas eleições de 2014. A Câmara dos Deputados aprovou a abertura do processo por 367 votos a favor e 137 contra, com sete abstenções. Com transmissão em rede nacional, parte das justificativas de voto apresentadas a favor do impeachment eram carregadas de discurso de ódio, ataques pessoais à presidente e até apologia ao crime, como a fala do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que era deputado federal na época, dedicou seu voto ao Carlos Alberto Brilhante Ustra, que foi torturador de Rousseff durante a ditadura militar. Após a votação, o processo seguiu para o Senado Federal e foi concluído em 31 de agosto de 2016, a ex-presidente foi afastada definitivamente do cargo. Em entrevista ao**Pauta Pública** , o ex-deputado federal e pré-candidato à vaga na Câmara dos Deputados por São Paulo pelo PT, Jean Wyllys, relembra o clima daquele dia em que também foi ofendido por Bolsonaro com falas homofóbicas e reagiu com uma cusparada. Após este evento, ele passou a sofrer ameaças e decidiu renunciar ao que seria seu terceiro mandato pelo PSOL. Wyllys analisa elementos que transformaram a votação em um espetáculo político. Segundo ele, a própria organização do plenário teria sido alterada para a votação, com a instalação de uma passarela central que obrigava os parlamentares a se deslocarem até um ponto de votação visível, em um formato diferente do habitual. “Ele [Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, que conduziu a votação] montou um cenário para que você desfilasse e fosse lá na frente para dar o voto. Não bastava tirar a Dilma do poder, era preciso um ritual de humilhação. [Neste caso], o componente da misoginia foi imprescindível”, afirma. Leia os principais pontos da conversa e ouça o podcast completo abaixo. __ __ ## EP 211 O impeachment de Dilma Rousseff: 10 anos da votação que mudou o Brasil 10 de abril de 2026 · Jean Wyllys relembra o dia que inaugurou uma nova realidade na dinâmica política brasileira __ __ 0:00 -:– __15 __15 ______ ____ Veja mais episódios desta série **Este ano faz 10 anos da cusparada que você deu em Bolsonaro, e tanta coisa aconteceu desde então. Eu queria te pedir para fazer uma retrospectiva: como você vê esse episódio hoje, depois desses 10 anos e de tudo o que aconteceu?** Olha, esse episódio foi ressignificado ao longo do tempo. Hoje você pode dizer que é uma cusparada, ou, como a gente diz na Bahia, uma “cuspida invejada”. Mas ainda segue sendo uma cuspida também muito odiada. Muita gente reagiu mal. Fazendo uma retrospectiva, na verdade, eu ter cuspido na cara de Bolsonaro naquela noite foi o ápice de um conjunto de indignações que vinham se acumulando em mim desde os movimentos para tirar Dilma do poder, os movimentos de extrema direita que ocuparam as ruas. Movimentos que começaram em 2013, com uma reivindicação mais ou menos justa, que era o Passe Livre, e que depois se transformou no Brasil Livre e no Movimento Brasil Livre, esse movimento de extrema direita financiado pela direita brasileira. Eu era deputado federal, no meu segundo mandato, pelo PSOL; portanto, eu fazia, do ponto de vista político, uma espécie de oposição de esquerda ao governo Dilma. Só que, ao meu ver, eu saí dessa posição de oposição para me colocar em defesa da legalidade, da democracia, do Estado de Direito. Principalmente para o cumprimento das normas e me colocar contra a mistificação e a mentira. Porque a cobertura mediática naquele momento confundia a investigação da Lava Jato com os desacertos do governo Dilma e ficou tudo confundido no imaginário, e principalmente com misoginia. Porque a misoginia era um componente fundamental para fazer essa liga. Eu acho até que setores do PT meio que entregaram a Dilma de mão e não fizeram nada. Então, o lado das pessoas contra o impeachment era um lado menor, mas se você olhava do ponto de vista étnico-racial, eram os pretos, os sem terra, as mulheres feministas e o movimento LGBT que estavam deste lado. No lado direito eram os brancos, vestidos de verde e amarelo abrindo champanhe. Quando eu me arrumei para sair naquele domingo, eu lembrei de um cardigan vermelho que eu tinha e o coloquei. Até porque a gente estava vivendo uma estupidez que até havia uma criminalização do vermelho. **Como você avalia o momento da votação?** Além da divisão da Esplanada em dois lados, havia um lado à direita que era majoritariamente branco, financiado pela Fiesp [Federação das Indústrias do Estado de São Paulo], com ônibus fretados pelo agronegócio. Eles tinham muito mais gente. Para criar um clima nacional de humilhação, não bastava tirar a Dilma do poder, era preciso um ritual de humilhação. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, foi quem deu o seguimento ao processo de impeachment, com ódio, porque Dilma começou a investigar a corrupção da qual ele fazia parte. Dilma, honesta que era, não abria mão da sua honestidade e foi adiante. É provável que Eduardo Cunha ainda tenha lucrado com a noite do impeachment, porque ele contratou uma empresa para mudar a arquitetura interna do plenário Ulysses Guimarães. No plenário, tem o lado direito e o lado esquerdo e duas tribunas. A votação poderia ser exatamente assim como é sempre, com qualquer votação. Quando você é de direita, você vai para a tribuna da direita, e você vai para a esquerda quando você é de esquerda. Ele contratou uma empresa que mudou essa arquitetura, construiu uma passarela no meio, uma passarela suspensa. Então, você subia nessa passarela que seguia do fundo do plenário até a frente do plenário. Essa passarela terminava numa espécie de círculo, onde estava o microfone. Você ia naquele círculo e votava. Ele montou realmente um cenário para humilhar, para que você desfilasse e fosse lá e humilhasse Dilma. A gente viu aquela sequência de votos pavorosa. A Globo suspendeu toda a sua programação, apoiando o golpe contra Dilma, apoiando Eduardo Cunha e cobriu toda a votação do processo de impeachment. Ou seja, não bastava humilhar Dilma ali no lugar dela, mas tratava-se de humilhá-la nacionalmente. E aí o componente da misoginia foi imprescindível. Nenhum homem, nem Collor, que foi um um notório corrupto, foi deposto dessa maneira. Era e é uma mulher honesta que estava sendo deposta, porque, claro, eles queriam implementar um programa econômico que não era o dela, que não foi aprovado nas urnas, mas, ao mesmo tempo, tinha esse ódio da mulher. **Agora, o Bolsonaro foi preso, mas a extrema direita, inclusive o bolsonarismo, não deixou de existir. Temos eleições este ano, e algumas pesquisas mostram Flávio Bolsonaro crescendo nas intenções de voto. Como você avalia esse cenário no Brasil?** Há dois movimentos que me preocupam. O primeiro é o da imprensa tradicional, hegemônica no Brasil, que tem se colocado ao lado de Flávio Bolsonaro, a ponto de, muitas vezes, omitir seu sobrenome nas notícias. Essa imprensa, que pertence a setores da classe dominante, já se aliou outras vezes a projetos autoritários e pode fazê-lo novamente, mesmo com o risco de levar o país à instabilidade. Estamos falando de trocar um cenário de estabilidade econômica, com crescimento e bons indicadores sociais, por um projeto liderado por um aventureiro, filho de alguém condenado por tentativa de golpe. E há também o papel das _big techs_ , que considero ainda mais perigosas. Uma alteração de algoritmo pode influenciar decisivamente o fluxo de informações às vésperas da eleição, como ocorreu em 2018. Naquele momento, houve um impacto direto sobre as subjetividades do eleitorado nas semanas finais, o que não foi captado pelas pesquisas. Isso explica resultados inesperados, como a derrota de Dilma para o Senado em Minas Gerais e a ascensão de figuras como Wilson Witzel no Rio de Janeiro. Por isso, é fundamental que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e os TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) estabeleçam mecanismos de controle e acordos com as plataformas digitais para evitar esse tipo de interferência. Precisamos garantir que o processo eleitoral não seja distorcido por desinformação em massa. Além disso, não podemos normalizar figuras como Flávio Bolsonaro. Em 17 de abril de 2016, houve uma normalização quando Jair Bolsonaro dedicou seu voto a um torturador. Aquilo teve consequências diretas no que vimos depois, inclusive na eleição de 2018 e na condução da pandemia. Não podemos permitir que isso se repita.

O impeachment de Dilma Rousseff: 10 anos da votação que mudou o Brasil.
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#Portugus #DilmaRousseff #Impeachment #JairBolsonaro #Poltica

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#JairBolsonaro 🇧🇷

Sou de direita com orgulho #bolsonaro #brasil #povo #patriotas #direita

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From a vaccine mascot to business leadership, lessons for the US from Brazil’s public health system in building public trust and keeping it#Antivaccination #Brazil #CentersforDiseaseControlandPreventionCDC #COVID19 #JairBolsonaro #Measles #PublicHealth #RobertF.KennedyJr.RFKJr. #Vaccination #Vaccine

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Original post on ursal.zone

Médica que defendeu ‘tratamento precoce’ na pandemia entra no PL e ganha vídeo de Flávio Bolsonaro.
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#Poder #Candidata #Cloroquina #Covid #Covid19 #FlvioBolsonaro #JairBolsonaro #Negacionismo #NiseYamaguchi […]

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A relação entre os Estados Unidos e o Brasil é, no mínimo, complexa. Da tentativa atual do pré-candidato à presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro, de que os EUA interfiram nas eleições brasileiras, à postura oposta de Joe Biden, em 2022 – que se posicionou contra qualquer tentativa de invalidar as urnas – a democracia brasileira ora foi vista como benéfica, ora como problema, para os homens que comandaram a Casa Branca. Entre 1962 e 1964, duas administrações americanas minaram a democracia no Brasil. Em 30 de julho de 1962, o presidente John F. Kennedy (1961-63) reuniu-se com Lincoln Gordon, embaixador dos EUA no país, e Richard Goodwin, Subsecretário Adjunto de Estado para Assuntos Interamericanos, na Casa Branca, para discutir a relação entre o presidente João Goulart (1961-64) e os militares brasileiros. Em sua conversa, que foi gravada e preservada como registro da reunião, o embaixador Gordon comentou: > — “Acho que uma de nossas tarefas importantes é fortalecer a espinha dorsal das Forças Armadas. Deixar claro, discretamente, que não somos necessariamente hostis a qualquer tipo de ação militar, se ficar claro que o motivo da ação militar é…” > — “Contra a esquerda”, Kennedy completou a frase. Gordon acrescentou: > — “Ele [Goulart] está entregando o maldito país aos…” > — “Comunistas”, novamente, Kennedy completou. Poucos instantes depois, Goodwin comentou: > — “Podemos muito bem querer que eles [os militares brasileiros] assumam o poder no final do ano, se puderem”. Kennedy foi assassinado em 22 de novembro de 1963, antes que as condições estivessem propícias dentro das Forças Armadas brasileiras para realizar um golpe de Estado com o apoio dos EUA contra o governo de esquerda de Goulart. Isso ocorreria em 31 de março de 1964, enquanto Lyndon B. Johnson (1963-69) ocupava a Casa Branca. Em meados de março de 1964, imediatamente antes da tomada do poder pelos militares, o presidente Johnson convocou uma série de reuniões, que incluíram Thomas Mann, o Secretário de Estado Adjunto para Assuntos Interamericanos; altos funcionários do governo; e os embaixadores dos EUA na América Latina. Nessa reunião, Mann apresentou sua abordagem de política externa para a região: “Os Estados Unidos não tomarão, no futuro, uma posição a priori contra governos que chegam ao poder por meio de golpes militares”. O conteúdo das conversas que ocorreram na conferência da Casa Branca vazou para a imprensa. Serviu como uma mensagem clara para as forças militares brasileiras de que Washington estava dando sinal verde para a derrubada do governo Goulart. O embaixador Gordon, confiante de que o Brasil estava à beira de uma revolução nos moldes da Revolução Cubana, mobilizou a Casa Branca para apoiar os militares conspiradores que se preparavam para tomar o poder. Ele convenceu o governo Johnson a implementar a “Operação Irmão Sam” (_Operation Brother Sam_), que incluía o envio de uma força-tarefa naval para a região para apoiar os golpistas caso os partidários de Goulart resistissem à tomada do poder pelos militares. Gordon também persuadiu o presidente dos EUA a reconhecer a transição de poder em 2 de abril de 1964, de um governo civil para um governo militar, sem questionar a legitimidade do novo regime. Durante os primeiros quatro anos do governo militar brasileiro, apenas algumas vozes críticas nos Estados Unidos se manifestaram contra a ditadura. No entanto, à medida que a resistência ao regime cresceu em 1967 e 1968, levando a uma repressão e à imposição do Ato Institucional nº 5 (AI-5) em 13 de dezembro de 1968, as forças de oposição brasileiras tentaram buscar apoio no exterior para se mobilizar contra os generais no poder. Em 1969, o ex-congressista Márcio Moreira Alves, cassado com a promulgação da AI-5 e exilado no Chile, viajou aos Estados Unidos para se encontrar com líderes democratas do Congresso americano e explicar-lhes a natureza repressiva do regime militar. Alves retornou a Washington no ano seguinte para se reunir com acadêmicos americanos na Segunda Conferência da Associação de Estudos Latino-Americanos, onde incentivou especialistas em América Latina a apoiarem uma resolução que pedia o fim da ajuda militar americana ao Brasil. Esse esforço foi um pequeno capítulo em uma significativa campanha descentralizada e nacional de longo prazo nos Estados Unidos, que mobilizou exilados brasileiros juntamente com seus aliados americanos — clérigos, acadêmicos, ex-missionários, políticos e outros — para denunciar a ditadura e educar os formuladores de políticas e o público americano sobre a situação no Brasil. Apesar disso, nas duas décadas seguintes, com exceção dos quatro anos do governo Jimmy Carter (1977-1981), a Casa Branca ofereceu apoio econômico, militar e diplomático à ditadura. Esses anos representaram talvez o pior período da história das relações entre os dois maiores e mais importantes países do hemisfério ocidental. ## **Biden e o “Trump dos Trópicos”** Um outro momento crucial – e bastante diferente na tumultuada relação entre as duas nações – ocorreu entre 2021 e 2023, quando Joseph Biden (2021-2025) ocupou a Casa Branca. A eleição de Donald Trump em 2016 representou uma polarização política radical nos Estados Unidos, culminando na invasão do Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2021 por apoiadores de Trump, após a derrota do candidato nas eleições presidenciais americanas de 2020. Foi a primeira vez desde a Guerra Civil Americana (1861-65) que uma insurgência tentou derrubar um governo democraticamente eleito dentro das fronteiras dos EUA. Embora o Pentágono, o Departamento de Estado e a Casa Branca tenham uma longa tradição de interferir nos assuntos internos de outros países, incluindo a orquestração de mudanças de regime, ainda existe um forte tabu nos Estados Unidos contra a interferência de generais americanos na política interna dos EUA. Esse foi um fator que contribuiu para explicar por que os esforços de Trump para reverter os resultados das eleições falharam. Além disso, a experiência de uma insurgência de direita ameaçando a democracia americana reforçou a abordagem cautelosa que o novo governo Biden adotou em relação a Jair Bolsonaro, apelidado por jornalistas de “Trump dos Trópicos”. As reservas de Biden em relação ao governo Bolsonaro resultaram em uma série de gestos da Casa Branca destinados a enviar uma mensagem muito diferente às Forças Armadas brasileiras daquela de 1964: ou seja, que o governo dos EUA agora _se opunha_ veementemente a qualquer tentativa dos militares brasileiros de subverter o processo eleitoral democrático no Brasil. Para sublinhar a política de Biden em relação ao Brasil, a Casa Branca enviou Jake Sullivan, seu conselheiro de Segurança Nacional, para se encontrar com Jair Bolsonaro em 2021, quando Bolsonaro já havia iniciado uma campanha sugerindo que poderia haver fraude nas eleições presidenciais de 2022. Em seu encontro, Sullivan enfatizou o apoio do governo dos EUA ao processo eleitoral brasileiro. Segundo Tom Shannon, ex-embaixador dos EUA no Brasil, “Sullivan e a equipe que o acompanhou saíram com a impressão de que Bolsonaro era totalmente capaz de tentar manipular os resultados das eleições ou negá-los, como Trump havia feito. Portanto, houve muita reflexão sobre como os Estados Unidos poderiam apoiar o processo eleitoral sem parecer que estavam interferindo.” A administração Biden enviou então vários representantes ao Brasil. Em julho de 2021, o diretor da CIA, William Burns, visitou Brasília para instar o governo brasileiro a não questionar a integridade das eleições de 2022. No ano seguinte, o secretário de Defesa, Lloyd Austin, visitou o Brasil e transmitiu uma mensagem semelhante às Forças Armadas brasileiras. Em 19 de julho de 2022, um dia depois de Bolsonaro se reunir com embaixadores estrangeiros no Brasil para enfatizar que considerava o processo eleitoral do país comprometido, o Departamento de Estado dos EUA emitiu uma declaração afirmando: “O Brasil tem um histórico sólido de eleições livres, justas e transparentes, e os Estados Unidos confiam que seu sistema eleitoral refletirá a vontade do povo nas eleições de outubro”. O porta-voz do Departamento de Estado acrescentou: “As eleições conduzidas pelo sistema eleitoral e pelas instituições democráticas competentes e comprovadas do Brasil servem de modelo para nações do hemisfério e do mundo”. A posição de Biden fazia parte de um movimento internacional mais amplo de governos progressistas e democráticos que enviaram sinais claros às Forças Armadas brasileiras de que, caso apoiassem as tentativas de Bolsonaro de reverter os resultados eleitorais, sofreriam isolamento internacional. Essas vozes legitimaram o processo eleitoral. Telefonemas de Biden, do presidente francês Emmanuel Macron e de outros líderes mundiais para o presidente eleito Lula da Silva, minutos após o anúncio de sua vitória, consolidaram ainda mais sua posição, enquanto Bolsonaro tentava mobilizar suas forças para questionar o resultado eleitoral. Embora Bolsonaro e seus principais apoiadores tenham ignorado os alertas de líderes internacionais, setores das Forças Armadas brasileiras não o fizeram. Sua decisão de não participar da tentativa de golpe de Estado dividiu as Forças Armadas e sabotou seu sucesso. A insurreição em Brasília, em 8 de janeiro de 2023, fracassou. O Supremo Tribunal Federal condenou Bolsonaro por liderar uma organização criminosa que tentou um golpe de Estado e o sentenciou a 27 anos de prisão, juntamente com militares e civis conspiradores, que receberam penas menores. Entre 1962 e 1964, no auge da Guerra Fria, os presidentes democratas John F. Kennedy e Lyndon Johnson agiram para minar a democracia e legitimar os esforços das Forças Armadas brasileiras para chegar ao poder. Em 2022 e 2023, outra administração democrata adotou uma postura completamente diferente, que ajudou a fortalecer a democracia no Brasil. O ex-presidente Joe Biden atuou de forma oposta aos democratas que apoiaram a ditadura no Brasil — e defendeu que as eleições brasileiras não deveriam ser contestadas ## **O Brasil na lista de Trump** A eleição de Jair Bolsonaro em 2018 provocou uma reação política intensa nos Estados Unidos entre imigrantes brasileiros e acadêmicos que pesquisam e lecionam sobre o Brasil. Em 1º de dezembro de 2018, 200 ativistas se reuniram na Faculdade de Direito da Universidade Columbia em Nova York para fundar a Rede nos Estados Unidos pela Democracia no Brasil. A assembleia também votou pela criação do Washington Brazil Office (WBO), que “apoia e realiza atividades de advocacia, conhecimento e cooperação para fortalecer a sociedade civil, proteger os direitos humanos, promover o desenvolvimento socioeconômico sustentável e defender a democracia e o Estado de Direito”. Ao longo dos quatro anos seguintes, centenas de ativistas em todos os Estados Unidos organizaram cerca de mil protestos, palestras, petições, declarações públicas e atividades de lobby no Congresso, denunciando as medidas autoritárias do governo Bolsonaro e defendendo a democracia brasileira, as ONGs progressistas e os movimentos sociais. Com a proximidade das eleições presidenciais brasileiras de 2022, o Washington Brazil Office concentrou-se em dialogar com membros do Congresso dos EUA, bem como com representantes do Departamento de Estado, da Casa Branca e de organizações internacionais sediadas em Washington, D.C. A ação mais importante do WBO foi a organização de uma delegação de representantes de vinte ONGs e movimentos sociais brasileiros que viajaram à capital dos EUA para alertar políticos e formuladores de políticas sobre as sérias ameaças à democracia no Brasil. Como resultado da visita e de outras articulações, o Senado dos EUA aprovou uma resolução afirmando que, caso as Forças Armadas brasileiras tentassem interferir nas eleições brasileiras, apresentaria uma legislação cortando toda a ajuda militar e econômica ao país. Sem dúvida, por muitos anos, observadores políticos e historiadores debaterão o peso relativo das diferentes manifestações no Brasil e no exterior para dividir com sucesso as Forças Armadas e minar a tentativa de golpe. No entanto, os perigos de 2022 e 2023 não foram evitados. Trump deixou claro que não tem escrúpulos em interferir em assuntos internos em toda a América Latina, desde seu apoio financeiro de 20 bilhões de dólares ao governo Millei na Argentina, às vésperas das eleições para o Congresso, até a intervenção de Trump na Venezuela. As manifestações de Eduardo Bolsonaro e outros nos Estados Unidos, que condicionaram as tarifas de Trump sobre o Brasil a uma anistia para Jair Bolsonaro, são um lembrete de que o atual presidente dos EUA pode ser facilmente influenciado pelos assessores de extrema direita que o cercam. A possibilidade iminente de o governo Trump declarar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas e, em seguida, vinculá-los ao presidente Lula da Silva é mais uma forma pela qual o atual governo dos EUA tentará influenciar o resultado das eleições brasileiras. Sem um aliado na Casa Branca, neste ano eleitoral será ainda mais difícil do que há quatro anos aproveitar a solidariedade internacional em defesa da democracia brasileira. Trump gostaria de consolidar governos de extrema direita em toda a América. O Brasil é o próximo país em sua lista.

A Casa Branca, o Brasil e uma história de golpes: 1964 e 2022.
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Presidenciável do PSD, Caiado delira ao prometer anistia ao golpista Jair Bolsonaro | Ucho.Info

Presidenciável do PSD, Caiado delira ao prometer anistia ao golpista Jair Bolsonaro #PSD #RonaldoCaiado #GilbertoKassab #EduardoLeite #eleicaopresidencial #polarizacao #anistia #JairBolsonaro #GolpedeEstado #inconstitucional tinyurl.com/ycy2bu28

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> _Quer receber os textos desta coluna em primeira mão no seu e-mail? Assine a newsletter Xeque na Democracia, enviada toda segunda-feira, 12h. Para receber as próximas edições,__inscreva-se aqui._ “Apliquem pressão diplomática para que nossas instituições funcionem adequadamente”, disse Flávio Bolsonaro no último sábado (28/3) em Texas, dirigindo-se a uma plateia cheia de nomes da extrema direita ao estrear no CPAC, evento cujos organizadores, Mercedes e Matt Schlapp, são amigos e aliados de Eduardo Bolsonaro nos EUA. É Eduardo quem organiza os CPACs no Brasil. “Em vez da administração Biden interferir em nossas eleições para instalar um socialismo que odeia a América, aplicar pressão diplomática por eleições livres e justas baseadas em valores de origem americana”, completou. Chama a atenção a ausência da palavra “democracia” no discurso de Flávio Bolsonaro. Nem uma só vez a palavra foi mencionada. O pré-candidato não pediu que os EUA façam pressão por “eleições democráticas” no Brasil, mas que as nossas eleições sejam “baseadas em valores de origem americana”, ou seja, que sigam os interesses dos EUA. **Sai a democracia, entra a “liberdade” norte-americana, que agora declara abertamente poder intervir onde quiser, quando quiser.** Isso demonstra que Flávio e Eduardo estão absolutamente alinhados com a novilíngua trumpista – e que estão sendo assessorados por conselheiros experientes da extrema direita, que conhecem bem o público americano do CPAC e sua leniência com a erosão da democracia como valor e na prática realizada por Trump. Chegarei a isso mais adiante. **Um pedido a uma intervenção estrangeira deveria chocar a imprensa e a opinião pública brasileira.** Por mais entreguistas que fossem incontáveis candidatos no passado, nenhum se aventurou a pedir que os EUA “pressionem” nossas instituições tão claramente. Mas infelizmente, com exceção da newsletter Meio, a imprensa pegou leve demais na sua interpretação do pedido de Flávio. Preferiu se apegar às aspas de Flávio e deixou de dizer o óbvio: **o tal candidato Flávio “moderado” não existe.** A candidatura da família Bolsonaro tem como eixo principal anistiar os golpistas e alinhar nosso país ao que quiser o governo norte-americano de Trump. Ou, dito mais claramente: **a candidatura de Flávio nada mais é uma sequência ao plano de Steve Bannon de colocar Eduardo Bolsonaro na presidência do Brasil** , como já alertei aqui nesta coluna. E faz parte deste plano, primeiro, as pressões tarifárias conquistadas graças ao lobby de Eduardo nos EUA, depois os processos e a lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, e agora recentemente, o envio do assessor do Departamento de Estado para assuntos do Brasil, Darren Beattie, para visitar Jair Bolsonaro na prisão e tentar criar um fato político que o colocasse como “vítima de perseguição” da ditadura brasileira. A visita foi primeiro permitida e depois suspensa por Alexandre de Moraes, e depois o visto foi retirado pelo Itamaraty. Muitos capítulos dessa nova conspiração internacional para vender o Brasil aos EUA ainda vão acontecer, sob a batuta de duas figuras fundamentais: **Steven Miller** , assessor de Trump que vivia por aqui durante o governo de Jair, e **Steve Bannon** , quem afirmou em evento na posse de Donald Trump que Eduardo Bolsonaro seria o futuro presidente do Brasil. Novos capítulos podem incluir desde a volta de tarifas, retaliações ou outras pressões feitas pelo Departamento de Estado, Comércio, Tesouro ou Justiça dos Estados Unidos, até outras ações pensadas desde os EUA para criar fatos políticos que vitimizem Jair Bolsonaro e reforcem a ideia que o Brasil vive uma ditadura. Está ainda no cardápio intervencionista a decretação de organizações criminosas brasileiras como “terroristas”, permitindo ação militar norte-americana no nosso litoral. **Tudo isso pode acontecer no meio da disputa eleitoral**. Para entender como a candidatura de Flávio está sendo forjada desde a extrema direita dos EUA, vale analisar com mais cuidado o discurso de Flávio no CPAC. É normal que presidenciáveis ajustem o discurso de acordo com a sua plateia. Mas o que Flávio disse à direita americana vai ficar marcado como o discurso mais entreguista da história do Brasil. Em resumo, **Flávio prometeu terras raras para apoiar a indústria de defesa e o desenvolvimento de IA nos Estados Unidos** , além de tachar de cara as organizações de narcotráfico de “terroristas”, pedindo “ajuda para combater cartéis de drogas transnacionais”. Mas, antes disso, Flávio se esforçou em **convencer a plateia que o Brasil importa para os interesses estratégicos dos EUA** – citando nosso tamanho, nossa população e o fato que temos “as maiores reservas de água doce do mundo, terras agrícolas vastas que alimentam o mundo e recursos energéticos que poderiam abastecer continentes”. “Mas aqui está o que realmente deveria chamar sua atenção. O Brasil está se tornando — vai ser — o campo de batalha onde o futuro do hemisfério será disputado, porque **o Brasil é a solução dos Estados Unidos para romper a dependência da China** em relação a minerais críticos, especialmente terras raras”, disse Flávio, apelando em seguida para o sentimento militarista: “Essas terras raras são essenciais para os processadores de computador e para a revolução da IA que está transformando nosso mundo, além dos equipamentos de defesa americanos. Sem esses componentes, a inovação tecnológica americana se torna impossível e a produção dos sistemas militares avançados que mantêm a superioridade americana cai nas mãos de adversários”. O pré-candidato disse com orgulho que Bolsonaro era conhecido como “Trump dos trópicos”, comparou a facada à tentativa de assassinato de Trump e afirmou que sua condenação pelo atentado ao Estado Democrático de Direito era “similar à que foi feita contra Donald Trump por insurreição”. Se tentava se demonstrar moderado, naquele discurso Flávio demonstrou **aplaudir todos os temas caros à extrema direita americana abraçados pelo pai.** Disse que Jair está preso “por defender nossos valores conservadores sem medo e por se opor ao sistema”, por lutar “contra a tirania da Covid”, contra cartéis de drogas, “contra os interesses da elite global, contra a agenda ambiental radical, contra a agenda woke que destrói famílias e, acima de tudo, ele lutou pela liberdade.” Em contraste, se eleito, Flávio diz que “nós teremos, mais uma vez, um presidente que luta contra os interesses da elite global, contra a agenda ambiental radical, contra a agenda woke que destrói famílias, contra os cartéis de drogas e, acima de tudo, luta pela liberdade e pelos valores tradicionais. Um presidente que proclama sem medo que Jesus Cristo é o nosso Senhor.” Assim, disse, “estaremos celebrando o nascimento da aliança conservadora mais forte da história do Hemisfério Ocidental.” Veja aí de novo a palavra “liberdade” entrando no lugar da palavra “democracia”. Há duas narrativas importantes de se depreender do discurso, que estão sendo forjadas a partir da direita norte-americana e que com certeza serão como motes de campanha pelas redes de desinformação. 1. Joe Biden teria “interferido” na eleição de 2022 através de financiamentos da Usaid (nunca houve comprovação de que esses financiamentos tiveram qualquer influência no resultado eleitoral). 2. Lula “defende” narco-terroristas do PCC e CV, e o governo atual teria “impedido” sua designação como terroristas. Eis o que disse Flávio: “De acordo com um artigo publicado ontem pelo New York Times, o presidente do meu país faz lobby nos Estados Unidos para proteger organizações terroristas que oprimem meu povo, lavam dinheiro e exportam drogas e armas para os Estados Unidos e para o mundo”. Mas o que Flávio quis com este discurso? Primeiro, entendo que o discurso, que apela fortemente a um nacionalismo da ultra-direita americana e até seus delírios conspiratórios, é possivelmente produto de consultores americanos, que entendem perfeitamente o público do CPAC. Bem escrito, sucinto, feito para se encaixar perfeitamente nos 15 minutos dedicados, ele foi decorado e treinado por Flávio Bolsonaro, que não é fluente em inglês, como demonstra este vídeo publicado pelo Congresso em Foco, no qual Eduardo traduz uma pergunta feita em inglês a Flávio. Ou seja: **houve treinamento e preparação, e foram feitos por profissionais.** Segundo, por mais que Flávio tenha dirigido o apelo a autoridades americanas, pedindo para fazerem “pressão diplomática”, a ladainha, que recorre ao conspiracionismo MAGA e leva em conta a completa falta de conhecimento deste público sobre o Brasil, foi bem elaborada para mobilizar os atendentes do CPAC. Se não fosse algo proibido pela Legislação Eleitoral, eu **poderia até comparar o discurso com um “pitch” de investimento, em busca de atrair financiamento para um projeto de longo prazo** – afinal, políticos, empresários, e financiadores de campanhas republicanas estavam na plateia. Estamos ainda em março de 2026, mas esta já é a terceira viagem de Flávio aos EUA. O senador passou o réveillon em um evento organizado pelo pastor André Valadão em Orlando. Em janeiro, seguiu para o Texas e para Washington, onde tentou sem sucesso um encontro com o senador americano Marco Rubio, aliado de Donald Trump, além de ter se reunido com aliados de Eduardo, cujos nomes não foram revelados. No dia 20 de janeiro de 2026, Flávio esteve em Israel em uma viagem com roteiro de acenos políticos e religiosos montado por Eduardo, buscando reforçar os laços com a direita internacional e adicionar um verniz religioso à sua pré-candidatura. Um dos episódios simbólicos dessa agenda foi uma videochamada feita do alto de uma colina próxima ao Mar da Galileia com parlamentares aliados, posteriormente publicada nas redes sociais. Já no dia 19 de fevereiro, o senador embarcou novamente para os Estados Unidos para cumprir compromissos com integrantes da equipe de Donald Trump, embora os nomes das autoridades com quem pretende se encontrar não tenham sido divulgados. Na sequência, Flávio seguiu para Nashville, no Tennessee, acompanhado de Eduardo Bolsonaro e do influenciador Paulo Figueiredo, onde participou de um evento promovido pela _think tank_ conservadora PragerU e concedeu uma entrevista à CEO da organização, Marissa Streit. Tudo isso indica uma coisa claramente: **a campanha bolsonarista tem um forte QG nos EUA**. O plano eleitoral de Flávio é apenas a continuação da campanha coordenada por Eduardo desde que se mudou para o país em março do ano passado.

O “moderado” Flávio Bolsonaro pediu intervenção dos EUA nas eleições.
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Moraes dá 24 horas para a defesa de Bolsonaro explicar fala do filho Eduardo sobre gravação | Ucho.Info

Moraes dá 24 horas para a defesa de Bolsonaro explicar fala do filho Eduardo sobre gravação #STF #AlexandredeMoraes #JairBolsonaro #golpista #GolpedeEstado #condenacao #prisao #regimedomiciliar #EduardoBolsonaro #video tinyurl.com/yabj23z3

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How a diplomatic snub evokes the complicated US-Brazil relationship in the second Trump era#Bolsonarism #Brazil #Brazilpolitics #DonaldTrump #Elections #Farrightpolitics #JairBolsonaro #Lawfare #LuladaSilva #SouthAmerica #USImperialism

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#JairBolsonaro belongs in #jail for life just like #realDonaldTrump

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Original post on ursal.zone

Como Flávio Bolsonaro quer trazer guerra de Trump ao Brasil.
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#DireitaAssanhada #AmricaLatina #CV #DonaldTrump #DoutrinaDonroe #Eleies #Extremadireita #FlvioBolsonaro #JairBolsonaro […]

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Foto: Diego Herculano/Reuters

#Bolsonaro #JairBolsonaro #Prisão #DF #Política

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Flávio Bolsonaro recorre ao coitadismo nauseante para criticar prisão domiciliar do pai golpista | Ucho.Info

Flávio Bolsonaro recorre ao coitadismo nauseante para criticar prisão domiciliar do pai golpista #FlavioBolsonaro #JairBolsonaro #golpista #condenado #prisaodomiciliar #coitadismo #vitimizacao tinyurl.com/5fmnpupr

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou que o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro cumpra prisão domiciliar por 90 dias após sua alta do hospital. Bolsonaro está internado no DF Star, em Brasília, desde 13 de março, em função de um quadro de broncopneumonia. O ex-presidente deu entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após passar mal em sua cela no 19º Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, conhecido como Papudinha. Ele já foi transferido para o quarto e, segundo o último boletim médico desta terça-feira, 24 de março, poderá ter alta caso continue se recuperando. A permissão de Moraes atendeu a um parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR) emitido na segunda, 23, indicando a transferência de Bolsonaro para o regime domiciliar. Após o prazo de 90 dias, o ministro irá reavaliar a situação de saúde de Bolsonaro. Em sua decisão, o ministro pondera que a excepcionalidade do quadro de saúde, comprovada nos autos, demonstra que “a concessão de prisão domiciliar humanitária temporária é a indicação mais razoável para a plena recuperação do custodiado”, com posterior realização de perícia médica para eventual prorrogação do prazo. Moraes também salienta a adequação das condições do estabelecimento prisional em garantir tratamento seguro e adequado ao ex-presidente, “com absoluto respeito à sua saúde e dignidade”. Segundo o ministro, o procedimento estabelecido “foi extremamente eficiente”, permitindo sua imediata remoção para hospital particular, sem qualquer necessidade de autorização judicial específica. Leia a íntegra da decisão. É a primeira vez que o ministro do STF atende ao pedido de prisão domiciliar que tem sido feito reiteradamente pela defesa do ex-presidente. Em novembro do ano passado, após ser julgado como culpado por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, para cumprir sua pena de 27 anos e 3 meses. No local, o ex-presidente já demonstrava problemas de saúde. Nos últimos dias de dezembro de 2025, Bolsonaro foi transferido para o DF Star e realizou quatro cirurgias, todas para tentar resolver as crises de soluço que acometem o político. Menos de um mês depois, ele precisou ser internado novamente após um mal-estar . Em função da queda, Bolsonaro bateu a cabeça em um móvel da cela e teve um leve traumatismo craniano. Após sua recuperação, ele foi transferido para a Papudinha, onde, segundo a sua defesa, ele teria melhores condições para cuidar da saúde e atendimento médico 24 horas. Bolsonaro já esteve em prisão domiciliar. Antes da transferência para a Superintendência da PF, o ex-presidente cumpria prisão preventiva, também determinada por Moraes, em sua residência. Após o julgamento no STF, entretanto, durante uma vigília de apoiadores organizada pelo filho, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ele tentou romper a tornozeleira eletrônica com uma solda.

Alexandre de Moraes autoriza 90 dias de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro.
- bsapub
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#Portugus #AlexandredeMoraes #JairBolsonaro #Poltica #STF

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Alexandre de Moraes concede prisão domiciliar ao golpista Jair Bolsonaro por 90 dias | Ucho.Info

Alexandre de Moraes concede prisão domiciliar ao golpista Jair Bolsonaro por 90 dias #STF #AlexandredeMoraes #tramagolpista #GolpedeEstado #JairBolsonaro #condenacao #prisaodomiciliar #Papudinha tinyurl.com/mutwbskd

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Moraes concede prisão domiciliar a Jair Bolsonaro

Moraes concede prisão domiciliar a Jair Bolsonaro

O ministro do STF estipulou que o prazo comece a contar após a alta hospitalar do ex-presidente, que trata uma broncopneumonia. - https://nordeste7.com.br/?p=18287

#nordeste7 #AlexandredeMoraes #JairBolsonaro #Papudinha #PrisãoDomiciliar #STF 

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PGR emite parecer favorável à prisão domiciliar para o golpista condenado Jair Bolsonaro | Ucho.Info

PGR emite parecer favorável à prisão domiciliar para o golpista condenado Jair Bolsonaro #PGR #STF #JairBolsonaro #GolpedeEstado #tramagolpista #condenacao #prisao #Papudinha #prisaodomiciliar tinyurl.com/59v8see3

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Leia mais no site do InfoMoney.

Foto: Ton Molina/STF

#Bolsonaro #JairBolsonaro #Prisão #Política

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In 2014, reporter Manuela Borges told former Brazilian President Jair Bolsonaro that he will face
In 2014, reporter Manuela Borges told former Brazilian President Jair Bolsonaro that he will face YouTube video by RWT - News

#JairBolsonaro #Brazil #FailedCoupAttempt #Misogyny #ReporterManuelaBorges #Accountability

Originally posted to YouTube Nov. 2025:

youtube.com/shorts/xLSSP...

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#BomDia a todos nesse #Sabado Agradeço a #DEUS por esse dia de vida , e tbm Hoje é o Dia de Comemorar o Aniversário Do Verdadeiro Presidente do #Brasil #JairBolsonaro #JairMessiasBolsonaro

#FelizAniversario Presidente estamos com Senhor 😏👍

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Flávio Bolsonaro perde sobrenome nas manchetes Tentativa de moderar a figura do senador já está em curso.

Flávio Bolsonaro perde sobrenome nas manchetes: a maquiagem da imprensa para suavizar o ‘Zero Um’.
- bsintcpt
www.intercept.com.br/2026/03/20/flavio-bolson...
#Poder #CrticadaImprensa #FlvioBolsonaro #Grandeimprensa #JairBolsonaro #PartidoLiberal

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Home Transparency International – The global movement to end the injustice of corruption

Corruption perception index from transparency.org

Brazil is rated 107th best, United States is rated 29th best. But #JairBolsonaro is banned from running for office until 2060 after his attempted coup

@workers.bsky.social
@feralcommie.bsky.social
@workers.bsky.social

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Trump departs for Asia where he will meet with China's Xi. Here's

Trump departs for Asia where he will meet with China's Xi. Here's

On 17 Mar 2019: Brazilian President #JairBolsonaro arrives in the US for face-to-face meetings with #DonaldTrump.

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Bolsonaro’s kidney function improves but he remains in intensive care
Bolsonaro’s kidney function improves but he remains in intensive care YouTube video by B.C. Begley

Bolsonaro’s kidney function improves but he remains in intensive care
#BrazilPolitics #JairBolsonaro #GlobalNews
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O último refluxo de Jair | Outras Palavras O drama clínico do ex-presidente vai além da medicina. Seu corpo e o projeto político decadente do clã passam a funcionar do mesmo jeito: contaminados pelo próprio excesso. E a viabilidade eleitoral de seu herdeiro cresce das entranhas em decomposição do pai

O último refluxo de Jair.
- bsoplvr
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#DireitaAssanhada #Bolsonarismo #Broncopneumoniabacterianabilateral #Eleies2026 #Extremadireita #FlvioBolsonaro #InternaodeBolsonaro #JairBolsonaro #Papudinha #Persquisasdeintenodevot #STF

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Bolsonaro continúa estable en cuidados intensivos, pero tiene deterioro en su función renal – Expedientes El exmandatario brasileño padece una bronconeumonía bacteriana mientras cumple su condena en prisión

🇧🇷 #Brasil | 👉 expedientes.ec/bolsonaro-co...
El exmandatario brasileño, Jair Bolsonaro, continúa en terapia intensiva mientras su defensa insiste en el pedido de prisión domiciliaria. #JairBolsonaro

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Brazil’s ex-President Bolsonaro is in intensive care with pneumonia, hospital says Brazil’s former President Jair Bolsonaro is in intensive care with pneumonia. A hospital in Brasilia says tests confirmed bronchopneumonia, likely caused by aspiration.

#Brazil #JairBolsonaro

AP:

apnews.com/article/braz...

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Brazil pulls visa of Trump adviser who asked to visit Bolsonaro in prison Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva says Darren Beattie was 'prohibited from visiting' Bolsonaro in prison.

Brazil pulls visa of Trump adviser who asked to visit Bolsonaro in prison #JairBolsonaro #LuizInacioLuladaSilva #TrumpAdviser #Brazil #SouthAmerica

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Golpista condenado, Bolsonaro está na UTI com broncopneumonia, informa hospital | Ucho.Info

Golpista condenado, Jair Bolsonaro está na UTI com broncopneumonia, informa hospital #JairBolsonaro #golpista #negacionista #condenacao #prisao #Papudinha #internacaohospitalar #UTI #broncopneumonia #mimimi tinyurl.com/z32uze47

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ORAÇÃO PARA SÃO MIGUEL ARCANJO 🙏🏼#oração #Jesus #palavradedeus #JAIRBOLSONARO 🙏

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