A direita portuguesa vem buscar os nossos corpos
A repatologização como projecto político: quando a direita se une contra a autodeterminação.kuircuir.pt/a-direita-portuguesa-vem...
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Posts by Kuir Cuir
A hegemonia masculina é um regime material que define que corpos contam, que vidas são reconhecidas e que identidades podem existir sem risco de violência.
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Inspirado em Spivak, este ensaio questiona a proibição da burca como instrumento de dominação e silenciamento, propondo uma escuta efetiva das vozes subalternas.
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A atribuição do Prémio Nobel da Paz a Maria Corina Machado revela mais do que uma decisão política: traduz uma opção ideológica profundamente marcada por uma leitura liberal e conservadora da noção de “paz”.
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De 23 a 31 de agosto, jovens entre os 16 e os 30 anos reúnem-se em Vila Nova de Milfontes para partilha, diversão e apoio mútuo. Vê como podes participar:
Uma tenda cheia de orgulho 🏕️🌈 rede ex aequo promove acampamento nacional para jovens LGBTI+
Concerto de Final de Temporada do Colegas – Coro LGBTI+
No próximo domingo, 29 de junho, às 19h00, o Colegas – Coro LGBTI+ da ILGA Portugal sobe ao palco do Centro LGBTI+ para o seu concerto de final de temporada. Não percas! 🌈
+info 🦋 ilga-portugal.pt/centro-lgbti...
“A preocupação maior é o crescimento da extrema-direita numa cidade [Entroncamento] tradicionalmente de esquerda, mas onde o crescimento da extrema-direita é brutal.”
Júlia Mendes Pereira é candidata nas autárquicas pelo Bloco de Esquerda: “Uma mulher trans é capaz de assumir um combate como este”
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Ontem pudemos assistir ao desfile de mais de 200 000 manifestantes na Marcha do Orgulho LGBTQIA+ de Budapeste, a maior de sempre na cidade. A dimensão do protesto não é indiferente às medidas repressivas que Orbán e o seu partido, Fidesz, têm imposto à comunidade LGBT+.
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HOJE! 🤩 A Marcha do Orgulho #LGBTI do #Porto traz caderno de reivindicações interseccional. Descobre e prepara-te para a marcha 💪🌈
... narrativas mediáticas manipuladas e por disputas internas entre agendas de respeitabilidade e revolta. O percurso revela que os direitos nunca foram garantidos – são construções contínuas e precárias que exigem vigilância, memória e solidariedade transversal.
Fim de 🧵➡️💬
Apesar da violência social e policial, emergiram focos de contestação que anteciparam Stonewall, um momento fundador da resistência cuir. Os motins de 1969 não encerraram a luta, mas abriram novas frentes, acompanhadas por...
...é feita de resistências persistentes, tensões internas e conquistas disputadas. O ciclo inicia-se com a “ameaça lavanda” e a perseguição institucionalizada através da Ordem Executiva 10450, que cimentaram décadas de exclusão e silenciamento.
Início de 🧵➡️💬
O Caderno 1, do pós-guerra a Stonewall, traça um percurso desde a repressão sistemática das pessoas cuir no pós-guerra dos E.U.A. até à revolta de Stonewall, evidenciando que a luta LGBTQIA+...
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#Podcast 🎙️🌈 Esta semana falamos do ataque de Trump às Linhas de Apoio #LGBTQ ; mais um passo na prevenção do VIH com PrEP injetável apenas a cada 6 meses 💉; o orgulhoso e jurássico Jonathan Bailey 🦖🥰; e ainda há rescaldo Kalorama com Scissor Sisters + FKA Twigs. Não percas! 🦄
A Marcha do Orgulho LGBTQ+ em Budapeste acontece hoje sob o símbolo oficial da cidade. Esta decisão surge depois do Parlamento húngaro, dominado pela extrema-direita de Viktor Orbán, ter aprovado em março uma lei que permite a proibição de marchas LGBTQ+, alegando “proteção das crianças“.
🧵3/3 os ecos de resistência (Parte III e IV), a noite fundadora de Stonewall (Parte V), a manipulação mediática (Parte VI) e as tensões internas (Parte VII), aqui confrontamos a ilusão da chegada, reafirmando que os direitos não são um ponto de chegada, mas um campo em permanente disputa.
🧵2/3 que se prolonga até hoje. Revisita-se o surgimento dos primeiros coletivos em Portugal, a resistência à homonormatividade e a contínua luta contra as violências quotidianas e os crimes de ódio. Se nas partes anteriores explorámos o apagamento (Parte I e II),
🧵1/3 Nesta oitava e última parte, prosseguimos pelos caminhos sinuosos da resistência cuir. Partindo da efervescência social dos anos 70 e das fraturas internas no seio do movimento LGBTQIA+, abordamos o impacto da homofobia institucional e social
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Neste episódio do #Podcast 🎙️🌈abordamos o encerramento de linhas de apoio #LGBTI nos EUA por Donald Trump; uma nova promessa terapêutica na prevenção do VIH; a estrela queer em ascenção de Jonathan Bailey 🦖🌈 e no No Dar Voz A... Scissors Sisters ✂️ e FKA Twigs 🔊 no Kalorama. Não percas! 🦄
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as disputas entre estratégias de assimilação e visibilidade radical, os confrontos entre a busca pela respeitabilidade e a necessidade de romper com a norma heterossexual. É o início de um debate ainda hoje vivo: quem cabe no orgulho e quem continua a ser deixado de fora?
da ameaça lavanda e dos silêncios institucionais (Parte I e II), às revoltas antes de Stonewall (Parte III e IV), ao grito de libertação de Stonewall (Parte V) e ao apagamento político e mediático que se seguiu (Parte VI). Nesta Parte VII, entramos no campo das tensões internas:
Penúltimo artigo da série: do pós-Guerra a Stonewall
Ao longo desta série, percorremos os caminhos sinuosos da resistência LGBTQIA+:
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O protesto foi tratado como desordem, não como resistência. Este artigo revisita essas manchetes, desmonta o tratamento jornalístico da época e mostra como a homofobia — explícita ou estrutural — foi a verdadeira protagonista das primeiras páginas.
Entre títulos sensacionalistas, descrições burlescas e uma linguagem carregada de preconceitos, a imprensa representou os manifestantes como figuras excêntricas e perigosas, apagando-lhes a agência política.