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Abril de luta e memória: O que veio 30 anos depois do massacre de Eldorado dos Carajás Três décadas após a tragédia, trabalhadores rurais seguem mobilizados por direitos, justiça social e mudanças no campo

Abril de luta e memória: O que veio 30 anos depois do massacre de Eldorado dos Carajás.
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Nesta quarta-feira, dia 15, a capital Aracaju amanheceu coberta de denúncias e cobranças. FOTO: MST SE Nesta quarta-feira, dia 15, a capital Aracaju amanheceu coberta de denúncias e cobranças. FOTO: MST SE A Marcha do MST da Bahia chega a Salvador e já inicia o diálogo com o governo. Foto: Ascom/SDR Camponeses ocupam INCRA em Maceió nesta quarta. Ação reúne cerca de 400 pessoas na capital alagoana. Foto: Lucas Gabriel Camponeses ocupam INCRA em Maceió nesta quarta. Ação reúne cerca de 400 pessoas na capital alagoana. Foto: Lucas Gabriel Nesta quarta (15), em torno de 200 militantes do MST, vindos de várias regiões do estado de São Paulo ocuparam a Procuradoria do Estado, em Presidente Prudente. Foto: Coletivo de Comunicação MST São Paulo Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária tem início na Paraíba com ocupação do INCRA em João Pessoa. Foto: Carla Batista Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária tem início na Paraíba com ocupação do INCRA em João Pessoa. Foto: Carla Batista Mobilização do MST reúne centenas de camponeses/as em Curitiba durante Jornada de Lutas. Foto: Ednubia Ghisi Mobilização do MST reúne centenas de camponeses/as em Curitiba durante Jornada de Lutas. Foto: Murilo Bernardon Mais de 250 famílias ocupam o Incra em Imperatriz nesta quarta-feira (15). Foto: Luiza Amanda Mais de 250 famílias ocupam o Incra em Imperatriz nesta quarta-feira (16). Foto: Luiza Amanda Foto: Marcelo Cruz Foto: Marcelo Cruz MST realiza marcha em defesa da Reforma Agrária no RN. Foto: Luisa Medeiros e Rayz Yohan MST realiza marcha em defesa da Reforma Agrária no RN. Foto: Luisa Medeiros e Rayz Yohan MST ocupa Fazenda Córrego, no sertão central do Ceará. Foto: MST MST ocupa Fazenda Córrego, no sertão central do Ceará. Foto: MST Cerca de 200 trabalhadores Sem Terra do estado do Piauí ocuparam a sede do Incra, em Teresina. Foto: Rayane Dias Cerca de 200 trabalhadores Sem Terra do estado do Piauí ocuparam a sede do Incra, em Teresina. Foto: Rayane Dias Ocupação MST Pernambuco em Amaraji. Foto: MST PE Ocupação MST Pernambuco em Amaraji. Foto: MST PE Ocupação MST Pernambuco em Saloá. Foto: MST PE Famílias do MST ocupam terra da União lote 15P, em São Sebastião do Tocantins. Foto: Comunicação MST no Tocantins Famílias do MST ocupam terra da União lote 15P, em São Sebastião do Tocantins. Foto: Comunicação MST no Tocantins Ato denuncia dívidas da Usina Santa Helena e relembra mártires de Eldorado dos Carajás. Foto: MST GO Prudente. Foto: Coletivo de Comunicação MST em São Paulo Ato denuncia dívidas da Usina Santa Helena e relembra mártires de Eldorado dos Carajás. Foto: MST GO Acampamento do MST na Curva do S. Foto: Nacho Lemus e Julia Nassuf Acampamento do MST na Curva do S. Foto: Nacho Lemus e Julia Nassuf * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária 2026.
- bsmst
mst.org.br/2026/04/17/jornada-nacio...
#GaleriasdeImagens #DireitosHumanos #Jornada #JornadadeLutaspelaReformaAgrria2026 #Lutasemobilizaes #Nacional #Reformaagrria

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Com foco em investigação, litigância e mobilização, a CTRL+Z também quer tornar o debate sobre direitos digitais mais próximo da população. Saiba mais em crtlz.org.br e artigo19.org/2026/04/17/c... #internet #utopia #tecnologia #redessociais #direitoshumanos #democracia

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Você já pensou o quanto as plataformas digitais moldam nosso cotidiano, mas o uso pouco regulado desses espaços tem gerado impactos profundos?

#internet #utopia #tecnologia #redessociais #direitoshumanos #democracia

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As inscrições estão abertas até o dia 4 de maio. Confira os critérios, organize a documentação e participe!

#PrêmioLuanaBarbosa #DireitosHumanos #GestãoPública #LGBTQIAmais #PolíticasPúblicas

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Em 1994, após décadas de silêncio, Israel aprovou uma lei de indenização para as vítimas, mas para muitos a justiça nunca chegou. É uma ferida aberta que nos lembra o perigo da ciência sem ética. 🚫🧬 #História #DireitosHumanos #Israel

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No dia 18 de abril de 1996, o fotógrafo carioca João Roberto Ripper, hoje com 73 anos, desembarcou no sudeste do Pará com uma passagem comprada pela sogra, 100 reais no bolso e uma missão de registrar uma das maiores matanças no campo na história do país: o massacre de Eldorado dos Carajás. “Quando eu soube que era um massacre com aquelas proporções, pelo que eu já documentava, eu sabia a importância que tinha”, conta. Registros de João Roberto Ripper foram fundamentais para comprovar a gravidade do massacre ocorrido há 30 anos, no Pará. Todas as fotos que ilustram essa matéria fazem parte do Acervo João Roberto Ripper, um projeto associado ao ICICT/Fiocruz. Neste 17 de abril, o massacre completa três décadas sob uma sombra que o tempo não conseguiu dissipar. Em 1996, o que deveria ser uma marcha por terra e dignidade transformou-se numa das principais injustiças contra camponeses que reivindicam o direito à terra, com a morte de 21 agricultores. Um episódio que redesenhou a luta agrária no Brasil e expôs a faceta da violência contra camponeses no sudeste paraense. Naquele outono de 1996, cerca de 1.500 famílias ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) acampavam na região do “S” — uma curva acentuada na estrada que liga Curionópolis e Eldorado dos Carajás. O objetivo era marchar até Belém para pressionar pela desapropriação da Fazenda Macaxeira, considerada improdutiva. A resposta do Estado, sob o governo de Almir Gabriel (PTB), foi o envio de 155 policiais militares. O que se seguiu foi uma operação marcada por irregularidades: policiais sem identificação nas fardas e armados com fuzis e submetralhadoras contra trabalhadores que portavam, no máximo, ferramentas de trabalho. A ação resultou na morte de 19 pessoas no local e duas que faleceram dias depois devido aos ferimentos. A perícia revelou uma brutalidade que chocou observadores internacionais: muitos dos trabalhadores foram executados à queima-roupa ou por instrumentos cortantes. As fotos de Ripper foram fundamentais para a perícia. Apesar da repercussão global, dos 155 policiais envolvidos, apenas os comandantes da operação — o Coronel Mário Colares Pantoja e o Major José Maria Pereira Oliveira — foram condenados a penas de reclusão, que começaram a ser cumpridas em 2012, 16 anos após o episódio. A data do massacre transformou-se no Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária. Mais do que um marco sobre o luto, tornou-se um símbolo de resistência. O local do crime hoje abriga o “Assentamento 17 de Abril”, onde os sobreviventes e seus descendentes cultivam a terra que custou tanto sangue. A data do massacre transformou-se no Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária. Mais do que um marco sobre o luto, tornou-se um símbolo de resistência. O local do crime hoje abriga o “Assentamento 17 de Abril”, onde os sobreviventes e seus descendentes cultivam a terra que custou tanto sangue. ## Por que isso importa? * No Brasil, de 1985 até os dias atuais, já ocorreram 59 massacres no campo, com 302 mortes. Os dados são da Comissão Pastoral da Terra (CPT) * Segundo o MST, o Pará, em 2026, segue como o estado brasileiro líder em conflitos no Campo As fotografias de Ripper mostram uma imersão no massacre de Eldorado dos Carajás guiado pelo que ele chama de “fotografia compartilhada”, ou “fotografia do bem-querer” — uma prática onde a câmera é um elo de dignidade. Durante dez dias, entre alojamentos da Comissão Pastoral da Terra (CPT), acampamento do MST e o silêncio dos velórios, ele documentou corpos marcados por tiros à queima-roupa e golpes de foice. Suas lentes registraram a brutalidade das mãos cortadas que tentavam proteger rostos, imagens que serviram como peças fundamentais para confrontar a versão oficial do Estado. * * * * * “Já tinha sido feita uma autópsia, mas foi uma autópsia totalmente fajuta, de quem não queria descobrir nada. Então, o pessoal do governo, da parte dos direitos humanos, pediu (…) uma nova autópsia. Estávamos lá alguns fotógrafos e ele perguntou (…) faria as fotos que serviriam como prova. E aí eu fiz”, conta Ripper. Três décadas depois, Ripper — um mestre em capturar a beleza das comunidades tradicionais — revisita a memória daquele “asfalto de desamor”. Nesta entrevista, ele reflete sobre a dor de fotografar chorando, a “hipocrisia da imparcialidade da imprensa” e como, mesmo diante da morte, a teimosia em ser feliz e a luta pela terra permanecem como as maiores bandeiras de camponeses. Abaixo os trechos mais importantes da entrevista de João Roberto Ripper concedida à **Agência Pública**. **Na semana que antecedeu o dia 17 de abril, em qual pauta você estava trabalhando? Você já estava na região?** Quando eu soube que era um massacre com aquelas proporções, pelo que eu já documentava, eu sabia a importância que tinha. Eu não sabia o quanto iria repercutir, mas que era uma coisa de fundamental importância e um absurdo de proporção descomunal, eu sabia. Eu ia sempre para aquela região, documentei várias vezes, mas eu não estava na região quando aconteceu [o massacre]. Quando fiquei sabendo, comecei uma maratona de buscar condições para ir. Na época, a mãe da minha companheira comprou a passagem para mim emprestado, e eu fui para lá com 100 reais. Cheguei lá no dia seguinte. Já tinha sido feita uma autópsia, mas foi uma autópsia totalmente fajuta, de quem não queria descobrir nada. Então, o pessoal do governo, da parte dos direitos humanos, pediu para o Nelson Mancini, o legista, fazer uma nova autópsia. Estávamos lá alguns fotógrafos e ele perguntou para o [Sebastião] Salgado, que infelizmente não está mais conosco, quem faria as fotos que serviriam como prova. E aí eu fiz. É claro que consegui documentar ainda algumas outras coisas, mas fiquei muito preso a documentar todas as pessoas que tinham sido assassinadas e todos os detalhes do assassinato.; A maioria das pessoas foi morta depois de levar tiro, tanto que muitos tiveram as mãos cortadas, porque botavam a mão para se proteger. Eu documentei todos os detalhes, de todas as pessoas. E essas fotos não eram um trabalho que eu podia fazer profissionalmente, porque você não pode entregar para imprensa uma coisa que você já sabe que tinha pedido, então eu fiz a documentação e encaminhei toda ela para apuração de um processo que foi contra o governo do Estado do Pará e contra a Polícia Militar. As fotos serviram para isso. Depois foi feita toda uma nova autópsia, os corpos dos trabalhadores assassinados foram colocados de novo no caixão e em cima de caminhões. Os fotógrafos se dividiram e a gente foi parar na sede do Incra em Marabá. Lá os caixões foram retirados, colocados no chão, e aconteceu uma manifestação em frente ao órgão. Depois a gente seguiu para o velório, que só acabou na noite do outro dia, e os corpos foram levados para o enterro, no “muque” [no braço]. Os trabalhadores levaram todos os caixões e, então, foi feito o enterro. **Quando você chegou na região, qual foi a primeira imagem que te fez entender a dimensão daquele massacre?** Toda a situação porque foi uma violência muito grande. Eu já tinha fotografado assassinatos, violências, mas eu nunca tinha fotografado um massacre. E depois a gente, infelizmente, vê que tem mais que denunciar mesmo. O número de pessoas, nos anos seguintes, que defendiam o massacre me assustou. Eu acho que quando a gente faz um processo de documentação, a gente não pode se furtar de mostrar as mazelas, mostrar os absurdos que acontecem, como também não deixar de mostrar as belezas que acontecem com essas mesmas populações que sofrem os massacres. Então você vê pessoas perseguidas, pessoas que são mortas, pessoas que resistem, por exemplo, entre as populações tradicionais, entre os trabalhadores rurais, o MST, em inúmeras vezes a gente já viu trabalhadores que foram assassinados. **Você ficou quanto tempo circulando na região?** Eu fiquei mais ou menos 10 dias, eu tinha que encaminhar as fotos, tinha que fazer as reportagens, sair, e também fui muito quebrado de dinheiro. Eu sempre tive a parceria com as organizações de direitos humanos, então se precisasse, dormia na Comissão Pastoral da Terra, num alojamento do MST, isso sempre fez parte e foi assim que eu fui esticando. **Você é um defensor da ‘fotografia compartilhada’. Como foi o processo de ganhar a confiança das famílias e dos sobreviventes em um momento de dor extrema e medo?** A primeira coisa que eu sempre uso é dizer a verdade e explicar como o trabalho é feito. E a fotografia compartilhada, que eu chamo de fotografia do bem-querer, é quando a gente consegue fotografar qualquer pessoa, qualquer grupo, independente se ele está no seu trabalho, se ele está em um momento positivo – porque eles estão sempre trabalhando, festejando seus trabalhos – ou se estão sofrendo uma violência, uma prisão, uma tortura ou um massacre. Você tem sempre que mostrar a realidade. A foto, quando ela chega a qualquer pessoa, tem que ser um elo de querer bem ou de bem-querer entre o fotografado e quem recebe a foto. Acho que essa é a fotografia compartilhada, onde você compartilha com o fotografado e você deixa de compartilhar, por exemplo, com o seu chefe de reportagem com o diretor do jornal, eu prefiro muito mais esse compartilhamento. Eu não acredito na fotografia imparcial, acho que a imparcialidade é uma grande hipocrisia. A gente tem que se posicionar. Eu faço uma fotografia que é parcial, ser parcial não quer dizer em momento algum que ela seja inventada, que ela seja feita. **Mas como você equilibra isso nesses momentos de tanta dor, de trauma? É no momento da edição ou captação?** Sempre que você está fotografando, você está vendo e repetindo para você o que é visto. Eu acho que uma foto pode mostrar a dor, a agonia ou a beleza e a alegria, mas eu acho que o fio condutor tem que ser a dignidade. Então fotografe com dignidade, seja na dor ou seja na alegria. Eu faço isso tanto na hora que fotografo, como na hora que edito. Na edição, você pode privilegiar os absurdos e as belezas dos fazeres, ou seja, privilegia o ser humano. E tem que tentar olhar para as pessoas de forma que, ao se receber a reportagem, você faça com quem vê as fotos, queira bem a essas pessoas. Porque uma das formas violentas que existem é você não editar a beleza dos pobres. Quando você faz esse tipo de trabalho, você tem uma opção por documentar aquela pessoa que sofre diversos tipos de violência, mas que estão constantemente resistindo teimando em ser feliz. A gente tem que mostrar isso com dignidade. Quando você edita, você está escolhendo como mostrar. Você pode mostrar uma violência e se você não tiver o cuidado e o respeito pelas pessoas, você quase que transforma a vítima em algoz. Quer dizer, a tua forma de olhar, a tua forma de fotografar e de ver com dignidade aquelas pessoas, ela é fundamental. **Passados 30 anos, você enxerga paralelos entre a violência no campo que fotografou e os conflitos agrários e ambientais que o Brasil enfrenta hoje?** A relação continua porque os massacres continuam. E aí eu acho que nós, jornalistas, somos muito responsáveis, porque a gente tem que ter força, coragem para denunciar e também para mostrar as coisas boas, porque quando você não mostra as coisas boas, elas não viram pautas, elas não viram matérias, você só separa para ser mostrado os problemas onde estão envolvidos os trabalhadores. Então eu acho que a gente tem uma responsabilidade muito grande enquanto jornalista para continuar documentando e denunciando. Independente, se ainda não resolveu, é mais uma razão para se estar firme, até se resolver. Pega Carajás, o que aconteceu com o governador? Se não me engano, dois comandantes foram presos. E depois fica por isso mesmo. Quer dizer, como aquilo aconteceu, como tanta gente foi morta, com tanta prova? Mortos a tiro, a facada, a golpes de foice. Você tem todo um porquê de fazer as coisas. Quando é o Poder, o Estado, se amenizam as consequências. De repente, o Poder tem a cara de pau de dizer que “foram 120 mortos”, não no caso de Carajás, mas [na operação] no Rio de Janeiro, porém se 21 ou 120 tanto faz para Estado. Eu acho que, como não se tem uma edição politizada no grosso do trabalho das informações, se atenua muito a violência do Estado. O Estado é muito responsável por esses processos e mesmo assim nenhum governador é condenado por autorizar um massacre. **Existe algum momento ou cena daqueles dias que você escolheu não fotografar por respeito ou ética, mas que nunca saiu da sua mente?** Como eu tinha que ter provas, eu acabei tendo que fotografar praticamente tudo. Eu fotografava e chorava. Agora, uma coisa que, com todo esse absurdo, que foi muito difícil, eu achei lindo, foi quando eu voltava e, à distância, eu vi um casal de velhos. E esse casal de velhos se acariciou e se beijou. E eu vi aquilo e pensei: meu Deus, o que quer dizer isso? Tô vindo de um massacre, ‘tô’ tão sofrido, tão dolorido de ver tudo aquilo que eu vi e agora estou vendo isso aqui. E a gente tem o tempo todo que testar entre os espaços do amor e do desamor. É fácil para a gente poder ter postura de desamor, postura de competição, ou trabalhar querendo a justiça, a igualdade e o bem-querer. **Você é um fotógrafo que sempre faz questão de ressaltar e ver o ser humano pelo lado positivo. Como foi para você ter que lidar com esses momentos de tragédias?** São momentos que a gente fotografa com tristeza. Ter sentimentos, sentir tristeza, se indignar com as injustiças faz parte do legado jornalístico. Assim como se maravilhar com as coisas boas. Então, se a gente quer viver uma vida melhor, acabar com as injustiças, acabar os massacres, acabar o extremo do processo violento de Estados, que não querem que a gente veja e ouça é importante registrar, denunciar. A gente vai completar mais um ano do massacre e os camponeses vão continuar lutando, como teve [gente] lutando logo depois do massacre, com as suas bandeiras e como luta [até hoje], seja nos exemplos do MST, seja nos exemplos das diversas populações tradicionais que existem espalhadas por esse país. Quer dizer, as pessoas teimam em ser felizes, ainda bem. Mas a gente tem que ter clareza que é uma opção e se a gente quer estar invertendo contextos, a gente tem que ser incansável na teimosia de querer que isso acabe, para que as pessoas tenham mais condições de serem felizes. **Mesmo levando em consideração que fotográfo deseja tratar esses episódios com dignidade, parece que a violência exacerbada tem mais prestígio no cotidiano do fotojornalismo. Como você vê isso?** Sempre se educou o fotógrafo que a tragédia vale mais a pena, porque ela chama mais atenção, ela é mais fácil de argumentar, porque ela é uma tragédia. **Mesmo sendo para o fotógrafo uma situação angustiante?** É, mas ele aprendeu a trabalhar para ter a primeira página, não para mudar a realidade. A gente aprendeu o discurso de que jornalistas têm que ser imparciais. Isso não existe, é hipócrita. **Que conselho você dá para os jovens fotógrafos que querem documentar as questões sociais de hoje?** Eu acho que é manter sempre no seu trabalho a dignidade, entender que a gente não é imparcial, que a gente tem que se posicionar. E se posicione com dignidade, tenha dignidade como o diapasão da música, da sua fotografia. Procure temas que você possa ter afinidade e você vai ver acontecer. Se você quer documentar temáticas sociais, populações tradicionais, o Brasil talvez seja um dos países que mais têm essas populações, que todos têm uma história fantástica, mas todos têm uma história de opressão. Então, insista, não desista nunca. Apurar cada vez mais e procurar ter sempre dignidade nas suas fotos. Fotografar é um prazer muito grande. Às vezes a gente fotografa coisas em que a gente fica triste. Mas a gente tem que mostrar as injustiças no mundo, mas com o mesmo peso também mostrar as belezas das populações que existem e que estão lutando e que merecem ser tratadas com dignidade. Teve o massacre, teve as dores, mas em momento algum a terra deixou de ser a bandeira do camponês. Então, a gente tem que aprender isso com eles, com as populações tradicionais, de dizer que a gente tem que denunciar as mazelas e trabalhar até que elas não aconteçam mais.

30 anos do massacre de Eldorado dos Carajás: o fotógrafo do Bem-Querer diante do horror.
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apublica.org/2026/04/30-anos-de-eldor...
#Portugus #Direitoshumanos #MST #Reformaagrria #Violncia

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Original post on ursal.zone

Manifesto contra a perseguição sionista àqueles que defendem o povo palestino!.
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marxismo.org.br/manifesto-contra-a-perse...
#Brasil #AlQuds #Antijudasmo #Antissemitismo #Antissionismo #Apartheid #BenjaminNetanyahu […]

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Cholitas da Babilônia: indígenas andinas reimaginando a migração no Brasil Um grupo de artistas andinas e indígenas em São Paulo transforma a migração em criatividade, ação política e identidade coletiva a partir da Casa das Cholitas

Cholitas da Babilônia: indígenas andinas reimaginando a migração no Brasil.
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A Anistia Internacional se manifestou após a condenação pelo Júri Popular da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Salvador de Arielson da Conceição dos Santos e Marílio dos Santos pelo assassinato da ialorixá e líder quilombola Maria Bernadete Pacífico Moreira, a Mãe Bernadete. A decisão foi tomada na noite da última terça-feira, 14 de abril. Arielson da Conceição dos Santos, apontado como um dos executores do crime, foi condenado a 29 anos e 9 meses de prisão. Já Marílio dos Santos, que está foragido da Justiça e representado pelo seu advogado de defesa, foi condenado como um dos mandantes do homicídio a 40 anos, 5 meses e 22 dias. Ambos irão cumprir a pena em regime fechado. Segundo a nota da Anistia, “a decisão representa um avanço relevante, especialmente em um contexto em que o Brasil figura entre os países que mais matam defensoras e defensores de direitos humanos e registra elevados índices de impunidade nesses casos”. No mesmo texto, a organização pondera, entretanto, que “apesar dos avanços, lacunas ainda não esclarecidas podem fragilizar esses resultados e expor as limitações de um sistema de proteção já precário. É fundamental garantir a responsabilização de todos os envolvidos no crime, incluindo aqueles que ainda não foram julgados, para que a resposta do Estado esteja à altura da gravidade do caso”. Além da “responsabilização plena”, “com transparência, devida diligência e sem tolerância a formas de impunidade parcial”, a Anistia Internacional Brasil ainda destaca a necessidade de reparar “à família de Mãe Bernadete e à comunidade do Quilombo Pitanga dos Palmares”, como também “mudanças estruturais e de não repetição”. Entre elas, a organização cita “o fortalecimento efetivo dos programas de proteção a defensoras e defensores de direitos humanos” e “proteção territorial para comunidades quilombolas, indígenas e tradicionais” por meio da titulação dos territórios. Mãe Bernadete, foi assassinada no dia 17 de agosto de 2023, com 25 tiros, dentro de sua casa, na presença de seus três netos, no Quilombo Pitanga de Palmares, em Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador. Desde 2019, a ialorixá estava inserida no Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos da (PPDDH). A líder quilombola e religiosa era conhecida como uma defensora dos direitos das comunidades quilombolas, dos direitos humanos e ainda atuava na luta contra o tráfico de drogas. Após investigações sobre o caso, a Polícia Civil da Bahia concluiu que a execução foi a mando dos líderes criminosos na região: Marílio dos Santos, o ‘Maquinista’, e Ydney Carlos dos Santos de Jesus, o ‘Café’. No processo, Santos e Jesus são apontados como responsáveis por práticas criminosas na barraca Pitanga Point, denunciadas pela ialorixá, o que teria motivado sua execução. Ao todo, foram seis pessoas indiciadas pelo Ministério Público da Bahia: Josevan Dionísio dos Santos, Arielson da Conceição Santos, Marílio dos Santos, Ydney Carlos dos Santos de Jesus e Sérgio Pereira de Jesus. A ialorixá também perdeu um filho biológico, em 2019, assassinado a tiros dentro de seu carro, em Pitanga de Palmares. Flávio Gabriel Pacífico dos Santos, conhecido como Binho do Quilombo, era reconhecido pela luta em prol da comunidade quilombola e chegou a se candidatar a vereador do município de Simões Filho. Após sua morte, Mãe Bernadete fez diversas denúncias que resultaram em ameaças à sua vida. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) pediu à Justiça, em março deste ano, o arquivamento do processo sobre a morte de Binho do Quilombo, por falta de provas. A morte de Mãe Bernadete foi amplamente repercutida. Em 2024, Wellington Santos Pacífico, um dos netos de Bernadete que presenciou o homicídio, discursou na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York falando como o estado falhou em manter a avó segura, mesmo ela fazendo parte do programa de proteção a defensores de direitos humanos. Em contrapartida, em 2025, Jurandir Pacífico, filho da Mãe Bernadete, em conjunto com o Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) apresentou propostas para fortalecer a proteção de defensores de direitos humanos em comunidades tradicionais, realizando uma agenda de formação para policiais da Bahia e aumentando a educação em direitos humanos na sociedade civil. ## **Julgamento** Marílio dos Santos e Arielson da Conceição dos Santos responderam por homicídio qualificado cometido por motivo torpe, meio cruel, com impossibilidade de defesa. Arielson também responde por roubo supostamente realizado durante a execução de Mãe Bernadete. O julgamento, que foi adiado em março, durou dois dias e dois dos cinco acusados no processo foram ouvidos. O primeiro dia de julgamento, na segunda-feira, teve o interrogatório do réu Arielson, que confessou sua participação no assassinato, mas alegou que grupo pretendia apenas intimidar a Mãe Bernadete. Segundo ele, o que era pra ser uma intimidação, saiu do controle por causa de Josevan Dionísio dos Santos, conhecido como “BZ”, a quem acusou de ser responsável pelos tiros que atingiram a ialorixá. Em depoimento, o réu disse que sua desavença com a líder quilombola era pela oposição da Mãe Bernadete à presença dele no quilombo e que ela ameaçava chamar a Polícia Federal para retirá-lo do local.O advogado que representou Marílio dos Santos alegou, na entrada do Tribunal, no segundo dia de júri, que a inclusão de seu cliente no processo ocorreu pela “fama” e por sua ficha criminal. Ele ainda argumentou que, no momento da morte de Bernadete, o réu estava foragido por outros delitos. O advogado ainda afirmou que pretende recorrer da decisão do júri.

Após condenações por morte de mãe Bernadete, Anistia pede reparação e “não repetição”.
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apublica.org/nota/anistia-pede-repara...
#Portugus #Direitoshumanos #Poltica #Religio #Violncia

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A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou projeto que reconhece a profissão de cuidador e proposta que aumenta a pena para estupro com resultado morte. Sugestão sobre autocultivo de cannabis foi rejeitada. #DireitosHumanos

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#Repost @professorflaviomuniz
Você se lembra?#histórianegra #racismoestrutural #direitoshumanos #racismo

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Seminário no Pará denuncia fechamento de escolas do campo e mobiliza defesa dos territórios Evento debate fechamento de escolas do campo no Pará e propõe ações para fortalecer a educação nos territórios

Seminário no Pará denuncia fechamento de escolas do campo e mobiliza defesa dos territórios.
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#Direitoshumanos

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Seguimos trabalhando para que nenhuma violência contra comunicadores seja tratada como comum — e para que a liberdade de imprensa seja garantida em toda sua plenitude.

#DiaDoJornalista #Jornalismo #Brasília #Protocolo #Investigação #Comunicadores #DireitosHumanos

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🛡️ Valorização profissional!
Vereador Hugo Zotti pede reajuste salarial para os membros do Conselho Tutelar em Monte Santo de Minas 👧👦✅
#DireitosHumanos #ServiçoPúblico
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🎯 Por isso, levamos um posicionamento firme para o 9º Fórum da América Latina e Caribe: a criação de um 18º objetivo. Um compromisso que o mundo não pode mais adiar.

Alguém arrisca dizer o tema desse novo ODS? Contamos no próximo post!

#MDHC #BrasilNoMundo #Agenda2030 #DireitosHumanos #ODS18

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Não somos o problema. Somos o reflexo.
E o que esse reflexo mostra é um mundo pouco preparado para nos acolher, sem espaço para quem não “encaixa”. Cansa ter de viver a traduzir a própria existência para ser aceite.

Não somos um defeito. Somos o espelho de uma sociedade seletiva.

#direitoshumanos

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A Associação Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Anafitra) vai denunciar o Ministério do Trabalho e Emprego na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) após a demissão de Luiz Felipe Brandão de Mello da função de Secretário de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, nesta segunda-feira, 13 de abril. Quem afirma é o auditor fiscal do Trabalho e membro da Coordenação Executiva Nacional da Anafitra, Rodrigo Carvalho. A primeira dessas ações [que serão tomadas pela Anafitra] é simplesmente denunciar o governo na corte em que ele já foi condenado, que é na Corte Interamericana de Direitos Humanos. Não só a Anafitra está fazendo isso, mas também, em conjunto, com o Instituto Trabalho Digno, que promove esses estudos técnicos sobre a fiscalização e é composto também por auditores fiscais do trabalho”, afirma Carvalho. Segundo o coordenador da associação, os auditores estão “trabalhando em protesto” por causa das interferências do ministro Luiz Marinho na inclusão de determinadas empresas na lista suja de empregadores que submetem trabalhadores a condições análogas à escravidão. Ele afirma que a Associação também espera a decisão do STF sobre as “avocações” ou do Ministério Público do Trabalho da 10ª Região. “Estamos aguardando a decisão judicial definitiva sobre essa questão, se são válidas, ou não, essas avocações. A palavra final sempre vai ficar por conta da justiça, nesse caso. Mas não só isso, nós estamos tomando outras atitudes em relação a políticas, em relação a essas avocatórias e esses processos de ataque do ministro do Trabalho”, acrescenta. Tanto a Anfitra como auditores fiscais de carreira denunciaram à **Agência Pública** que o afastamento de Brandão de Mello teria ocorrido porque ele não atendeu ao pedido do ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT), de retirar a montadora chinesa de carros elétricos BYD da lista suja do Trabalho análogo ao escravo. “Não há como dourar a pílula, ele [Brandão de Mello] foi dispensado desse cargo, ele não pediu dispensa, ele foi dispensado desse cargo, por exercer o dever legal dele”, declarou Carvalho. “O ministro deu uma ordem informal ao secretário para não colocar a BYD na lista. Mas o SIT [secretário de Inspeção do Trabalho] não tinha motivos técnicos para não colocar e, por isso, colocou. O ministro ainda tentou fazer com que o SIT pedisse pra sair, pra não dar ruído, mas o SIT se recusou”, afirmou um servidor do MTE que pediu anonimato para evitar retaliação. Como a **Pública** já havia noticiado na última sexta-feira, 10 de abril, a BYD ficou menos de três dias na “lista suja” do MTE, divulgada na segunda-feira passada, 6. A empresa conseguiu uma decisão liminar na Justiça do Trabalho de Brasília para a retirada de seu nome. A publicação da lista com a BYD na segunda-feira, segundo as diversas fontes procuradas pela reportagem, estava de acordo com a legalidade. Segundo outro auditor fiscal, que trabalha no processo de elaboração da lista e também pediu anonimato pelas mesmas razões, as negociações com a montadora e o MTE para um termo de ajuste após as autuações por trabalho análogo ao escravo existiam, mas não tinham avançado. Com isso, o prazo para publicação da lista, que é definido por portaria do ministério, chegou e ela foi publicada. “É uma periodicidade que a gente não tem como flexibilizar. A gente não tem esse poder, está na norma, e a gente tem que atuar de acordo com a norma”, disse. “A gente tem uma tranquilidade de ter executado um ato legal, na verdade, obrigatório, porque a norma impõe essa publicação, nessa periodicidade, nessa data”, acrescentou. Por essa razão, a demissão do secretário causou assombro na equipe. “É uma situação totalmente absurda, porque é um secretário que está saindo pelo cumprimento do dever legal dele. Ele está saindo porque cumpriu a lei”, disse um dos auditores. “Foi algo impensável. Ele [ministro Luiz Marinho] pode dispensar sempre, pois é o ministro, ‘dono do cargo’. Mas o motivo da dispensa é que é imoral, um desvio de finalidade. E faz pra intimidar a inspeção do trabalho”, complementou o outro. Procurado, o MTE afirmou que “A exclusão da empresa BYD ocorreu em cumprimento a decisão liminar da Justiça do Trabalho. Sobre a exoneração do secretário de Inspeção do Trabalho, se trata de ato administrativo de gestão, de prerrogativa de ministro de estado”. Em nota, a Anafitra ainda diz que o episódio representa “grave sinal de retaliação institucional”. “A exoneração de uma autoridade por cumprir a lei é um fato extremamente grave”, diz Carvalho na nota. “Isso fragiliza a autonomia da fiscalização e coloca em risco uma política pública construída ao longo de décadas”, adverte. ## **Trabalho escravo: JBS também entrou e saiu da lista** Não é a primeira vez que a interferência do ministro na divulgação da lista é motivo de críticas. Um exemplo foi o processo administrativo contra a JBS Aves, em que Luiz Marinho, conforme divulgado pela Pública, avocou para si a decisão, ou seja, usou a prerrogativa do cargo para decidir pessoalmente o resultado do processo. A mesma prática foi observada em outras ações do MTE. A Associação dos auditores fiscais salienta em seu posicionamento que questionou no STF “a constitucionalidade desse dispositivo, após sua utilização para anular autuações em casos envolvendo empresas como JBS Aves Ltda., Fazenda Santa Colomba, APAEB (BA) e LCM Construtora”. Segundo os auditores fiscais que conversaram com a reportagem, a avocação é uma ferramenta utilizada pelo ministro que “tem puxado autos que já foram julgados procedentes administrativamente, ou seja, por esse julgamento administrativo as empresas de fato, infringiram a norma para submeter trabalhadores a condições análogas ao de escravo, e ele fez essa avocação para anular esses autos”. Outra preocupação apontada é com a credibilidade e manutenção da “lista suja” do trabalho análogo ao escravo. Segundo os auditores e a Anafitra, a lista não é uma punição, mas uma “importante ferramenta de transparência”. “Uma das consequências desse ato é o enfraquecimento efetivo da lista suja. Porque, a continuar essas avocatórias e essas pressões, quando se cumpre o trabalho de forma legal, entrarão na lista suja apenas aquelas empresas que não têm força política para tal”, avalia Carvalho. O dirigente afirma que a inclusão da BYD na lista suja “foi feita de forma legal, e gerou uma atitude do ministro de simplesmente dispensar o responsável por toda essa política, dentro da fiscalização do trabalho, que é o secretário de Inspeção do Trabalho”. “A Lista Suja é considerada um dos principais instrumentos de transparência no combate ao trabalho escravo e tem reconhecimento internacional. Para a Anafitra, os episódios recentes podem comprometer não apenas a credibilidade desse mecanismo, mas também os compromissos assumidos pelo Brasil perante organismos internacionais de direitos humanos”, aponta também a Associação.

BYD e trabalho escravo: associação de auditores vai denunciar Ministério do Trabalho.
- bsapub
apublica.org/nota/trabalho-escravo-by...
#Portugus #Direitoshumanos #MinistrioPblico #Poltica #Trabalho #Trabalhoescravo

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Original post on ursal.zone

Como a Hungria derrubou a ultradireita.
- bsoplvr
outraspalavras.net/estadoemdisputa/como-a-h...
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III Congresso Brasileiro de Enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes O III Congresso Brasileiro de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes é organizado pela Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescente...

Acesse o site pelo link e fique de olho nos canais do MDHC e de parceiros, porque vem mais novidade por aí.

Até mais! ♥ sites.google.com/view/iiicbev...

#18M #Crianças #Adolescentes #MDHC #DireitosHumanos

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Até quando o planeta será refém de dois terroristas? Que seus Estados não o sejam: devem demonstrá-lo com a destituição imediata de DT e BN. Urge estabelecer uma nova governança mundial!
#Paz
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#DiplomaciaPelaPaz
#DefesaDaVida

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Quando não se morre Em meio aos escombros da guerra, Omar transforma sucata em marionetes para devolver sorrisos e esperança às crianças

Quando não se morre.
- bsapub
https://apublica.org/2026/04/quando-nao-se-morre/
#Portugus #Direitoshumanos #Guerra #Poltica #Violncia

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Estamos com eles para garantir dignidade, respeito, memória, autonomia e direitos humanos, dentro e fora dos territórios.

#AcampamentoTerraLivre #ATL2026 #PovosIndígenas #DireitosHumanos

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🌍 Dia Internacional dos Ciganos: Um Compromisso de Todos

As sociedades constroem-se com união e não divisão.

#Portugal #DireitosHumanos #Inclusão #RomaDay #Igualdade

sicnoticias.pt/pais/2026-04...

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Jornada de direitos humanos 2026 - Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial - 09/04/2026
Jornada de direitos humanos 2026 - Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial - 09/04/2026 YouTube video by Câmara dos Deputados

#AoVivo I Acompanhe a Jornada de direitos humanos. Promovido pela Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial, o debate nterativo conta com a participação de representantes de organizações e moviments sociais de defesa dos #direitoshumanos.

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A defesa da liberdade de expressão é também a defesa da democracia.

#LiberdadeDeExpressão #Democracia #DireitosHumanos #CIDH #RELE #AcessoÀInformação #AmbienteDigital

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A informação precisa chegar a todas as pessoas, sem exceção. Por isso, mais do que celebrar, este dia nos desafia a construir um mundo verdadeiramente inclusivo.

Pense nisso e compartilhe!

#Braille #Acessibilidade #Inclusão #DireitosHumanos #EducaçãoParaTodos

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A Organização das Nações Unidas reconheceu oficialmente o tráfico transatlântico de africanos escravizados.

👉 Acesse agora a matéria completa no link WWW REGISANDRADE COM BR no início da página ou confira nos Stories.📲📌

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Governo do Brasil institui o Estatuto dos Direitos do Paciente Norma estabelece garantias como direito à informação clara, consentimento sobre tratamentos, dentre outros, além de definir deveres do paciente

Governo Lula institui Estatuto dos Direitos do Paciente
tvtnews.com.br/governo-inst...

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Escolas ainda não estão preparadas para lidar com sexismo entre alunos, apontam especialistas Entre silêncio institucional e despreparo, escola é essencial para romper ciclo da violência contra mulheres

Escolas ainda não estão preparadas para lidar com sexismo entre alunos, apontam especialistas.
- bsmnja
midianinja.org/escolas-ainda-nao-estao-...
#Direitoshumanos

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