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A Associação Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Anafitra) vai denunciar o Ministério do Trabalho e Emprego na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) após a demissão de Luiz Felipe Brandão de Mello da função de Secretário de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, nesta segunda-feira, 13 de abril. Quem afirma é o auditor fiscal do Trabalho e membro da Coordenação Executiva Nacional da Anafitra, Rodrigo Carvalho. A primeira dessas ações [que serão tomadas pela Anafitra] é simplesmente denunciar o governo na corte em que ele já foi condenado, que é na Corte Interamericana de Direitos Humanos. Não só a Anafitra está fazendo isso, mas também, em conjunto, com o Instituto Trabalho Digno, que promove esses estudos técnicos sobre a fiscalização e é composto também por auditores fiscais do trabalho”, afirma Carvalho. Segundo o coordenador da associação, os auditores estão “trabalhando em protesto” por causa das interferências do ministro Luiz Marinho na inclusão de determinadas empresas na lista suja de empregadores que submetem trabalhadores a condições análogas à escravidão. Ele afirma que a Associação também espera a decisão do STF sobre as “avocações” ou do Ministério Público do Trabalho da 10ª Região. “Estamos aguardando a decisão judicial definitiva sobre essa questão, se são válidas, ou não, essas avocações. A palavra final sempre vai ficar por conta da justiça, nesse caso. Mas não só isso, nós estamos tomando outras atitudes em relação a políticas, em relação a essas avocatórias e esses processos de ataque do ministro do Trabalho”, acrescenta. Tanto a Anfitra como auditores fiscais de carreira denunciaram à **Agência Pública** que o afastamento de Brandão de Mello teria ocorrido porque ele não atendeu ao pedido do ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT), de retirar a montadora chinesa de carros elétricos BYD da lista suja do Trabalho análogo ao escravo. “Não há como dourar a pílula, ele [Brandão de Mello] foi dispensado desse cargo, ele não pediu dispensa, ele foi dispensado desse cargo, por exercer o dever legal dele”, declarou Carvalho. “O ministro deu uma ordem informal ao secretário para não colocar a BYD na lista. Mas o SIT [secretário de Inspeção do Trabalho] não tinha motivos técnicos para não colocar e, por isso, colocou. O ministro ainda tentou fazer com que o SIT pedisse pra sair, pra não dar ruído, mas o SIT se recusou”, afirmou um servidor do MTE que pediu anonimato para evitar retaliação. Como a **Pública** já havia noticiado na última sexta-feira, 10 de abril, a BYD ficou menos de três dias na “lista suja” do MTE, divulgada na segunda-feira passada, 6. A empresa conseguiu uma decisão liminar na Justiça do Trabalho de Brasília para a retirada de seu nome. A publicação da lista com a BYD na segunda-feira, segundo as diversas fontes procuradas pela reportagem, estava de acordo com a legalidade. Segundo outro auditor fiscal, que trabalha no processo de elaboração da lista e também pediu anonimato pelas mesmas razões, as negociações com a montadora e o MTE para um termo de ajuste após as autuações por trabalho análogo ao escravo existiam, mas não tinham avançado. Com isso, o prazo para publicação da lista, que é definido por portaria do ministério, chegou e ela foi publicada. “É uma periodicidade que a gente não tem como flexibilizar. A gente não tem esse poder, está na norma, e a gente tem que atuar de acordo com a norma”, disse. “A gente tem uma tranquilidade de ter executado um ato legal, na verdade, obrigatório, porque a norma impõe essa publicação, nessa periodicidade, nessa data”, acrescentou. Por essa razão, a demissão do secretário causou assombro na equipe. “É uma situação totalmente absurda, porque é um secretário que está saindo pelo cumprimento do dever legal dele. Ele está saindo porque cumpriu a lei”, disse um dos auditores. “Foi algo impensável. Ele [ministro Luiz Marinho] pode dispensar sempre, pois é o ministro, ‘dono do cargo’. Mas o motivo da dispensa é que é imoral, um desvio de finalidade. E faz pra intimidar a inspeção do trabalho”, complementou o outro. Procurado, o MTE afirmou que “A exclusão da empresa BYD ocorreu em cumprimento a decisão liminar da Justiça do Trabalho. Sobre a exoneração do secretário de Inspeção do Trabalho, se trata de ato administrativo de gestão, de prerrogativa de ministro de estado”. Em nota, a Anafitra ainda diz que o episódio representa “grave sinal de retaliação institucional”. “A exoneração de uma autoridade por cumprir a lei é um fato extremamente grave”, diz Carvalho na nota. “Isso fragiliza a autonomia da fiscalização e coloca em risco uma política pública construída ao longo de décadas”, adverte. ## **Trabalho escravo: JBS também entrou e saiu da lista** Não é a primeira vez que a interferência do ministro na divulgação da lista é motivo de críticas. Um exemplo foi o processo administrativo contra a JBS Aves, em que Luiz Marinho, conforme divulgado pela Pública, avocou para si a decisão, ou seja, usou a prerrogativa do cargo para decidir pessoalmente o resultado do processo. A mesma prática foi observada em outras ações do MTE. A Associação dos auditores fiscais salienta em seu posicionamento que questionou no STF “a constitucionalidade desse dispositivo, após sua utilização para anular autuações em casos envolvendo empresas como JBS Aves Ltda., Fazenda Santa Colomba, APAEB (BA) e LCM Construtora”. Segundo os auditores fiscais que conversaram com a reportagem, a avocação é uma ferramenta utilizada pelo ministro que “tem puxado autos que já foram julgados procedentes administrativamente, ou seja, por esse julgamento administrativo as empresas de fato, infringiram a norma para submeter trabalhadores a condições análogas ao de escravo, e ele fez essa avocação para anular esses autos”. Outra preocupação apontada é com a credibilidade e manutenção da “lista suja” do trabalho análogo ao escravo. Segundo os auditores e a Anafitra, a lista não é uma punição, mas uma “importante ferramenta de transparência”. “Uma das consequências desse ato é o enfraquecimento efetivo da lista suja. Porque, a continuar essas avocatórias e essas pressões, quando se cumpre o trabalho de forma legal, entrarão na lista suja apenas aquelas empresas que não têm força política para tal”, avalia Carvalho. O dirigente afirma que a inclusão da BYD na lista suja “foi feita de forma legal, e gerou uma atitude do ministro de simplesmente dispensar o responsável por toda essa política, dentro da fiscalização do trabalho, que é o secretário de Inspeção do Trabalho”. “A Lista Suja é considerada um dos principais instrumentos de transparência no combate ao trabalho escravo e tem reconhecimento internacional. Para a Anafitra, os episódios recentes podem comprometer não apenas a credibilidade desse mecanismo, mas também os compromissos assumidos pelo Brasil perante organismos internacionais de direitos humanos”, aponta também a Associação.

BYD e trabalho escravo: associação de auditores vai denunciar Ministério do Trabalho.
- bsapub
apublica.org/nota/trabalho-escravo-by...
#Portugus #Direitoshumanos #MinistrioPblico #Poltica #Trabalho #Trabalhoescravo

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A BYD, uma das maiores montadoras de carros elétricos do mundo, entrou — e saiu — da lista suja do trabalho análogo ao escravo brasileira em uma semana. Na verdade, em menos de três dias. Na segunda-feira, 6 de abril, a montadora chinesa apareceu junto a outros 168 nomes na classificação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que reúne pessoas e empresas responsabilizadas por trabalho escravo. A lista traz apenas quem já foi autuado, teve direito à defesa administrativa e o processo passou por duas instâncias no ministério. Quem entra na lista fica nela por 2 anos, e o nome é retirado caso não apareçam novos casos e a situação seja regularizada junto à fiscalização. A BYD, contudo, ficou menos de três dias na lista. A empresa entrou com um mandado de segurança na Justiça para sair do cadastro. Na noite de quarta-feira, 8 de abril, o juiz Luiz Fausto de Marinho Medeiros, da 16ª Vara do Trabalho de Brasília, entendeu que não ficou comprovada a existência de vínculo direto entre a BYD e os trabalhadores, e concedeu o pedido para retirada do nome. “Não é possível vislumbrar a existência da subordinação estrutural, quando se percebe que o objeto social da impetrante é a fabricação de veículos, e o auto de infração menciona que os trabalhadores foram contratados para atuar na construção e instalação da fábrica da BYD no Brasil, o que afasta, em princípio, a inserção destes na estrutura organizacional da empresa”, escreveu o magistrado na decisão. A reportagem procurou a BYD para se manifestar sobre a situação, que ainda não respondeu. O espaço segue aberto e caso haja manifestação, o texto será atualizado. ## **Fábrica da BYD na Bahia: Pública revelou denúncias de maus tratos a funcionários chineses** Ministério Público do Trabalho resgatou 163 trabalhadores chineses em fábrica da BYD na Bahia As denúncias de infrações trabalhistas na BYD surgiram primeiro na **Agência Pública** , em uma reportagem de novembro de 2024. Na época, a **Pública** mostrou como quase 500 funcionários estariam em condições degradantes na construção da primeira fábrica de carros elétricos do Brasil, celebrada pelo governo baiano e pelo federal. Os relatos e registros apontavam agressões físicas, alojamentos sujos, banheiros imundos e operários atuando sem equipamentos de proteção individual, com rotinas de 12 horas por dia, de domingo a domingo. A reportagem apontou que a BYD havia contratado cerca de 470 operários chineses através de três empresas do país asiático. Em 2024, menos de um mês após a denúncia, o Ministério Público do Trabalho (MPT) resgatou 163 operários chineses que estariam sendo submetidos a condições análogas à escravidão. No ano seguinte, a empresa foi processada pelo MPT por trabalho escravo e tráfico de pessoas junto às empresas terceirizadas que atuavam na instalação da fábrica. No início de 2026, a BYD fechou um acordo com o MPT, junto às terceirizadas, com o pagamento de R$ 40 milhões em danos morais individuais e coletivos. Após a primeira denúncia da **Pública** , nova reportagem mostrou que a empresa teria instalado câmeras de filmagem nas áreas administrativas e nos galpões de obras para vigiar os funcionários. Além disso, segundo a denúncia, foi instalado um programa de computador que cria uma marca d’água com nome de cada funcionário para identificar de que máquina partiu materiais compartilhados com o público externo. Procurada na época, a BYD disse, em nota, que “medidas relacionadas à proteção de segredos industriais são práticas comuns e essenciais em indústrias de ponta, especialmente para empresas líderes em inovação tecnológica” e que “essas ações refletem a responsabilidade de proteger ativos estratégicos e são adotadas de forma consistente, respeitosa e dentro da lei em todas as unidades de negócios do grupo”.

BYD entra e sai da lista suja do trabalho escravo em menos de três dias.
- bsapub
apublica.org/nota/byd-entra-e-sai-da-...
#Portugus #Empresas #Justia #Trabalhoescravo #Violncia

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Amado Batista e BYD estão entre os 169 novos nomes da Lista Suja do Trabalho Escravo O cantor foi autuado em atividades relacionadas ao cultivo de milho, em Goiás; a empresa foi responsabilizada pela submissão de 163 trabalhadores chineses durante a construção de sua fábrica em Camaça...

Divulgada em 6/4 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a nova #ListaSuja do #TrabalhoEscravo torna públicos os dados de pessoas físicas e jurídicas responsabilizadas por trabalho escravo, após exercerem o #direitodedefesa. Com a atualização, a lista chega a 613 empregadores. Até quando?

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Chinesa BYD é incluída na lista suja do trabalho escravo | Ucho.Info

Chinesa BYD é incluída na lista suja do trabalho escravo #trabalhoescravo #listasuja #Camacari #BYD #montadora #carroseletricos #China #AmadoBatista tinyurl.com/mw447yn5

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Amado Batista na lista do trabalho escravo: veja detalhes de fazenda | G1 Ações de fiscalização foram realizadas em duas propriedades do artista em Goianápolis, em 2024. Defesa diz que as irregularidades apontadas foram 'corrigidas'.

O cantor bolsonarista Amado Batista na lista suja do #TrabalhoEscravo: fazenda não tinha cama e nem local para refeições.
g1.globo.com/go/goias/not...
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Processo de trabalho escravo na Bahia repercute fora do Brasil Reportagem do jornal Washington Post analisou as denúncias sobre trabalho análogo à escravidão da BYD em Camaçari (BA). Leia no Poder360.

Processo de trabalho escravo na Bahia repercute fora do Brasil: Reportagem do jornal Washington Post analisou as denúncias sobre trabalho análogo à escravidão da BYD em Camaçari (BA). Leia no Poder360. #TrabalhoEscravo #Bahia

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#Resistência | 📢No último dia 9 de março, cerca de 400 mulheres e 200 homens do MST ocuparam uma área da Usina da Companhia Bioenergética Brasileira (CBB), no município de Vila Boa de Goiás.

🔗 Leia a matéria pelo link: mla.bs/eacd30ea

#Goiás #MovimentoSemTerra #TrabalhoEscravo #CPT50Anos

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Volkswagen pagará R$ 165 mi por escravidão em fazenda durante ditadura - Migalhas TRT da 8ª região reconheceu a imprescritibilidade da pretensão e a responsabilidade da empresa como integrante de grupo econômico.

Vai de Volks. #Volkswagen #TrabalhoEscravo #JusticaDoTrabalho #DitaduraNuncaMais
www.migalhas.com.br/quentes/4509...

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#TrabalhoEscravo | 🚨 A Volkswagen enfrentará, nesta manhã, às 9h, o julgamento na segunda instância da Justiça do Trabalho por ter submetido trabalhadores a condições análogas às de trabalho escravo.

🔗 Leia a notícia pelo link: encurtador.com.br/DoLi

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#TrabalhoEscravo | 🛣 Segundo Auditores Fiscais do Trabalho e agentes da CPT, trabalhadores foram vítimas de contratação irregular com o envolvimento de fazendeiro(s) de Santa Catarina e ‘gato(s)’ do Maranhão.

📲 Leia a notícia completa pelo link: mla.bs/4a7a4b0d

#SãoPaulo #Maranhão #CPT50Anos

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#TrabalhoEscravo | Rodas de conversa, seminários, panfletagem e cine-debate estão entre as atividades realizadas pelos regionais da CPT na Semana de Combate ao Trabalho Escravo.

🔗Confira as ações: encurtador.com.br/AYbM

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⛓️Você sabia que ainda existe #TrabalhoEscravo no Brasil?
reunimos diversas informações sobre o tema em nosso site e você pode conferir notícias, artigos, vídeos e saber como denunciar casos de trabalho escravo.

📌Acesse cptnacional.org.br/trabalho-escravo-contemporaneo/ e saiba mais!

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#TrabalhoEscravo | Na última quinta-feira (29), a CPT Piauí, junto a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo no Piauí (Coetrae-PI), realizou uma blitz educativa no município de Barras, com panfletagem e falas informativas sobre a temática do trabalho escravo contemporâneo.

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#TrabalhoEscravo | Na Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, a CPT Pará realizou uma série de atividades educativas e de conscientização.

⛓️‍💥A programação contou entrevistas em Belém, instalação de outdoors em São Félix do Xingu e Tucumã, panfletagem e palestra.

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#TrabalhoEscravo | Na manhã desta quarta-feira (28) a CPT Goiás participou de atividade realizada pela Associação dos Auditores-Fiscais do Trabalho no Estado de Goiás (AAFITEGO), em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.

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#TrabalhoEscravo | A CPT regional Ceará também está com a agenda cheia na mobilização da Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.

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Mato Grosso lidera lista de trabalho escravo de 2025 607 trabalhadores foram resgatados no estado em condições análogas à escravidão. Minas Gerais, São Paulo e Paraíba aparecem em seguida

Resgate de 607 trabalhadores puxa Mato Grosso (estado que deu mais de 65% dos votos para Bolsonaro em 2022) deu para o topo da lista de #TrabalhoEscravo de 2025
www.brasildefato.com.br/2026/01/28/e...

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#TrabalhoEscravo | Na manhã de hoje, o regional da CPT no Mato Grosso do Sul participou do lançamento do Plano Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo, em Campo Grande. A atividade faz parte de uma série de ações referentes à Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.

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#TrabalhoEscravo | Na Semana de Combate ao Trabalho Escravo, o regional Araguaia-Tocantins da CPT marca presença com ações de conscientização pelo estado.

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Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo: A Urgente Luta e Fiscalização

Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo: A Urgente Luta e Fiscalização

#NotíciasJurídicas #direitoshumanos #DireitosHumanosDetentos #TrabalhoEscravo Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo: A Urgente Luta e FiscalizaçãoO trabalho escravo é uma violação grave dos direitos humanos, onde indivíduos são forçados a trabalhar sob coação e em péssimas condições. Combater

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#TrabalhoEscravo | O ano 2026 começa como terminou o ano 2025: com a paralisia das operações de combate ao trabalho escravo, deixando sem atendimento grande número de pessoas atualmente em situação de trabalho escravo.

📄Leia o artigo completo: encurtador.com.br/IZzq

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OAB promove seminário virtual sobre trabalho escravo e tráfico de pessoas

OAB promove seminário virtual sobre trabalho escravo e tráfico de pessoas

#EventoseProgramações #SeminárioOAB #TrabalhoEscravo #Tráficodepessoas OAB promove seminário virtual sobre trabalho escravo e tráfico de pessoasO seminário sobre trabalho escravo e tráfico de pessoas, promovido pela OAB, oferece uma oportunidade única para aprender e discutir temas relevantes....

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Para se proteger, pesquise, confirme informações, não entregue documentos e mantenha contato com pessoas de confiança.

🔴🟡🟢 Atenção, cuidado e prevenção podem salvar sua vida.

Trabalho escravo é crime. Disque 100 e denuncie.

#Disque100 #AliciamentoDigital #TrabalhoEscravo

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A imagem também tem fundo azul. Na parte superior, dentro de uma faixa rosa, está escrito:

“ANTES DE ACEITAR UMA OFERTA DE TRABALHO NO EXTERIOR:”

À esquerda, há uma ilustração de uma mala de viagem amarela com detalhes em preto.

À direita da mala, quatro orientações aparecem acompanhadas de checkmarks amarelos:

“Pesquise a empresa”

“Desconfie de pedidos de documentos ou taxas”

“Converse com alguém de confiança”

“Nunca viaje sem contrato ou informações claras”

Na parte inferior da imagem, aparece um bloco azul mais escuro com a frase em branco:

“SUSPEITOU? DENUNCIE.”

Na parte de baixo estão os logotipos:

Disque 100

Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

Governo do Brasil — Do Lado do Povo Brasileiro

A imagem também tem fundo azul. Na parte superior, dentro de uma faixa rosa, está escrito: “ANTES DE ACEITAR UMA OFERTA DE TRABALHO NO EXTERIOR:” À esquerda, há uma ilustração de uma mala de viagem amarela com detalhes em preto. À direita da mala, quatro orientações aparecem acompanhadas de checkmarks amarelos: “Pesquise a empresa” “Desconfie de pedidos de documentos ou taxas” “Converse com alguém de confiança” “Nunca viaje sem contrato ou informações claras” Na parte inferior da imagem, aparece um bloco azul mais escuro com a frase em branco: “SUSPEITOU? DENUNCIE.” Na parte de baixo estão os logotipos: Disque 100 Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania Governo do Brasil — Do Lado do Povo Brasileiro

Desconfie, busque informação e não tome decisões por impulso. Seja prudente e evite uma tragédia com você ou com pessoas próximas.

Suspeitou? Denuncie. Disque 100.

#Disque100 #AliciamentoDigital #TrabalhoEscravo

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Denuncie o aliciamento digital para prevenir novos
casos e proteger vidas. Disque 100.

#Disque100 #AliciamentoDigital #TrabalhoEscravo

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'Escravidão moderna': o que é a escala 996, que está sendo adotada nos EUA
'Escravidão moderna': o que é a escala 996, que está sendo adotada nos EUA YouTube video by UOL

Startups nos 🇺🇲 #EUA estão testando outro modelo: 72 horas de trabalho semanais. A proposta veio da 🇨🇳 #China e foi chamada de #Escala996 - de 9h às 21h, 6 dias/semana.
Na China foi proibido. Nos EUA, está ganhando adeptos.

youtube.com/watch?v=6kDL... -

Via @andremachado - #trabalhoescravo -

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📃 leia o artigo pelo link: mla.bs/81649ec8

📝 Por Brígida Rocha dos Santos, agente pastoral da CPT-MA, e Francisco Alan Santos Lima, da Coordenação da CPT-PA

#COP30 #CPTNaCOP30 #VozesDaTerra #COP #COPdoPovo #TrabalhoEscravo

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Lista Suja do Trabalho Escravo Tem 159 Empregadores no Brasil Trabalho escravo ainda é uma realidade no Brasil. Descubra como a nova lista suja destaca 159 empregadores envolvidos na exploração.

#DireitosdoTrabalhador #direitoshumanos #listasuja #TrabalhoEscravo Lista Suja do Trabalho Escravo Tem 159 Empregadores no BrasilO trabalho escravo no Brasil é um problema sério, com medidas como a lista suja, resgates e denúncias sendo fundamentais no combate à exploração. O go...

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Minas segue no topo da lista suja do trabalho escravo no Brasil Entre 2020 e 2025, mais de 1,5 mil trabalhadores foram resgatados no Brasil

Entre 2020 e 2025, mais de 1,5 mil trabalhadores foram resgatados no Brasil

#geral #brasil #ministériodotrabalhoeemprego #listasuja #trabalhoescravo #jornalhojeemdia

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Menino 23 - Infâncias Perdidas no Brasil | Trailer Oficial
Menino 23 - Infâncias Perdidas no Brasil | Trailer Oficial YouTube video by Elo Studios

Pós abolição, década de 30, fazendeiro paulista adota 50 meninos negros com a anuência do estado brasileiro que ficou observando silenciosamente um dos maiores crimes contra a dignidade de crianças e adolescentes brasileiros.

#trabalhoescravo #racismo #exploração #adultização #sãopaulo

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