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#DIREITA
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https://www.infomoney.com.br/politica/fundador-do-mbl-busca-se-diferenciar-de-bolsonaro-e-se-inspira-em-milei/

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Renan Santos mira jovens e adota discurso radical na pré-campanha.

Leia mais no site do InfoMoney: www.infomoney.com.br/politica/fun...

Foto: Cauê Del Valle/Missão

#MBL #RenanSantos #Missão #Direita #Política

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PL da misoginia SIM!
#pldamisoginia #pldamisoginiasim #pldamisoginianão #nikolasferreira #direita #esquerda #redpill #incel #erikahilton #bolsonaro #lula #brasil #trump #pt #pl

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A inflação moral progressista, por Pablo Ortellado

Se for necessário retrocessos, a ascensão de qualquer coisa não esquerdista (a dita "extrema #Direita"), revogação de "direitos" e até de alguns direitos civis, que isso seja o preço a pagar para acabar com esse regime totalitário de #Esquerda/#Woke 🚩 🏳️‍🌈 🏳️‍⚧️. gilvanmelo.blogspot.com/2026/03/a-in...

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Diante do desalento e da desesperança na sociedade brasileira, entendo que considerem que campanha de ódio da extrema #Direita seja dever cívico e moral. #Brasil 🇧🇷

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Diante do desalento e da desesperança na sociedade brasileira, entendo que considerem que campanha de ódio da extrema #Direita seja dever cívico e moral. #Brasil 🇧🇷

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 https://www.infomoney.com.br/politica/criacao-de-frente-parlamentar-para-impedir-ideologia-woke-avanca-na-camara-de-sp/

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Autor do projeto, o vereador Lucas Pavanato defende que a frente apresente uma "oposição" às pautas identitárias discutidas na Casa.

Leia mais no site do InfoMoney: www.infomoney.com.br/politica/cri...

Foto: Mozart Gomes/ Câmara Municipal SP

#LucasPavanato #Woke #CâmaraSP #Direita #Política

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A extrema #Direita brasileira tem de tudo. Até feminazi de direita. #Brasil 🇧🇷

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Ódio, big techs e extrema-direita: como opera engrenagem da misoginia Nas últimas semanas, uma série de casos de violência e ódio contra mulheres tomou conta dos noticiários e das redes sociais. E não podem ser interpretados como casos isolados: fazem parte de uma engre...

💢Ódio, big techs e extrema-direita: como opera engrenagem da misoginia

🚨Especialistas apontam motivações emocionais, econômicas e políticas

#ódio #raiva #misoginia #bigtechs #extremadireita #direita #racismo #política #ecônomia #emocional

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SENSACIONAL: PAULO PIMENTA FEZ BANQUEIRO GAGUEJAR NA CPMI... | Cortes 247
SENSACIONAL: PAULO PIMENTA FEZ BANQUEIRO GAGUEJAR NA CPMI... | Cortes 247 YouTube video by Cortes 247

Você acha que o pessoal da #Direita quer reescrever a #História ? -

www.youtube.com/watch?v=fYBc... -

Via Cortes 247 -

. Paulo Pimenta fez o CEO do Banco C6 Consignado, Artur Ildefonso #Azevedo, gaguejar na CPMI...

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Veja o primeiro vídeo do frei Gilson cantando a 9 anos atrás
Veja o primeiro vídeo do frei Gilson cantando a 9 anos atrás YouTube video by Conexão da fé e verdade

Hoje eu vi um lacrola fazendo este comentário sobre #FreiGilson e as pessoas que oram com o padre: "Não existe cristão de #Direita". Esse pessoal desse regime totalitário 🚩 é muito temperamental. youtube.com/shorts/OFehl... #YouTube #Woke #Esquerda 🚩 #IgrejaCatolica #Cristianismo ✝️ #Brasil 🇧🇷

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Quem despreza conhecimento realmente não sabe como funciona o país #ipva #imposto #governolula #impostoestadual #pedroca TikTok video by Zé Diogo

Ajude um otário a passar vergonha. Escolha dele. #política #brasil #IPVA #imposto #esquerda #Lula #capitalismo #direita #antifa #escola #educacao #educação #psicologia #meme #humor.

www.tiktok.com/@zediogopt/v...

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Powerpoint da Globo News com conexões de Daniel Vorcaro

Powerpoint da Globo News com conexões de Daniel Vorcaro

Paródia do powerpoint da Globo News com conexões de Daniel Vorcaro

Paródia do powerpoint da Globo News com conexões de Daniel Vorcaro

A #República 🚩 inteira não presta. No republicanismo não se salva nada. Da #Direita à #Esquerda 🚩. #Brasil 🇧🇷

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Deputada que fez blackface em SP declarou-se parda à Justiça Eleitoral A informação está no DivulgaCand, site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Nao falha. Sao corruptos, como seus eleitores:

#direita
#ladroes
#bolsonarismo

agenciabrasil.ebc.com.br/politica/not...

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Ela votou no #Mile|, mas parece eleitor do Flávi0 #Rachadinha #Chocolate, né?

bsky.app/profile/romu... - ou

Via @romulobdias.bsky.social‬ -

www.instagram.com/p/DWALtR7DreV/ -

RI @romulobdias_ -

. A #Desinformação e a #FaltaDeCognição dos eleitores da #Direita são iguais no mundo todo?

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Por que a #Mídia quase não fala dos R$ 470 mil em #Dinheiro vivo, achados na casa de Sóst3n3s #Cava|cant3 (#PL AL)?

Porque ele é da #Direita e evangélico ? -

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RI @desenholadino

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Via @coletivoosfofos.bsky.social‬ -

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A história política do continente sul-americano é marcada por uma recorrente interferência dos Estados Unidos e um movimento pendular, com domínio ora de governos mais à esquerda, ora de presidências mais à direita, além de certos momentos de equilíbrio entre os dois espectros políticos. Em 2011, por exemplo, no primeiro ano de Dilma Rousseff (PT) à frente do governo brasileiro, dez dos 12 presidentes sul-americanos eram vinculados à esquerda ou à centro-esquerda, com um centrista na Colômbia (Juan Manuel Santos) e uma liderança de centro-direita no Chile (Sebastián Piñera). Duas décadas antes, em 1991, com Fernando Collor (PRN, à época) no Planalto, oito dos países da região tinham presidentes vinculados à direita ou à centro-direita, com apenas três lideranças de centro-esquerda. Atualmente, com a posse do ultraconservador José Antonio Kast no Chile, os dois espectros estão em relativo equilíbrio: Argentina, Bolívia, Chile, Equador e Paraguai são governados pela direita, enquanto Brasil, Colômbia (que terá eleição no fim de maio), Guiana, Peru (que tem um presidente interino e terá eleições em abril), Suriname e Uruguai são comandados pela esquerda. A divisão tem suas consequências. Na Argentina de Javier Milei, um brasileiro condenado pela tentativa de golpe em 8 de janeiro recebeu asilo inédito. Na posse de Kast, o destaque para os brasileiros foi a presença do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) e a ausência do presidente Lula (PT), representado pelo ministro de Relações Exteriores, chanceler Mauro Vieira. Ainda que a eleição de uma onda de políticos de direita ou de esquerda em países sul-americanos não signifique necessariamente que as demais nações do continente vão seguir o exemplo, a história mostra que o contexto regional é capaz de influenciar o resultado. Para entender de que maneira o atual cenário na América do Sul influencia as eleições brasileiras deste ano, a **Agência Pública** apresentou essa questão a três especialistas na política do continente. Confira a seguir a visão dos internacionalistas consultados. ## Por que isso importa? * A posse do novo presidente do Chile, José Antônio Kast, alinhado ao discurso de extrema direita, deixa a América do Sul dividida entre governos mais progressistas ou mais conservadores. * A política nos países vizinhos tem influência nas eleições brasileiras, mesmo que de maneira indireta, segundo analistas. **Regina Nitsch Bressan, doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina (Prolam) da USP, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e especialista em Integração da América Latina** O que a gente viu em Valparaíso, [no Chile] com a posse do Kast, não foi apenas uma cerimônia diplomática, foi um ensaio para a eleição brasileira. A presença de Flávio Bolsonaro e a ausência de Lula cristalizam essa nova dinâmica na região. Diferente de 2022, quando Lula surfava em uma onda rosa – não como a do começo do século, mas um cenário um pouco mais ameno – temos agora um cenário de um pêndulo que bate forte à direita. O Flávio Bolsonaro estar lá e dizer ao eleitor brasileiro que o modelo conservador é a regra, não é exceção, é um baita ganho [para o campo da direita]. A foto do Flávio ao lado do Kast e do Milei serve para nacionalizar as promessas de sucesso que ele está plantando, como “prova” de que esse pode ser o melhor conceito para o Brasil. A decisão de Lula de não comparecer após o convite de Kast ao senador Flávio mostra que o Itamaraty e o Planalto decidiram que o custo doméstico da imagem superava o ganho diplomático, então Lula evitou a armadilha de ser figurante num evento dominado pela estética da nova direita. Mas essa ausência alimenta a narrativa da oposição de que o governo atual está isolado em uma vizinhança que tem mudado de cor. O risco para o PT é que a integração regional, antes uma vitrine, vire um flanco aberto para críticas de ineficiência ideológica. É importante dizer, a vitória de Kast foi decidida no binômio segurança mais imigração – os mesmos temas que pesquisas como Atlas e Datafolha mostram ser o calcanhar de Aquiles de Lula. A retórica de mão dura que agora emana de Santiago e Buenos Aires para cá, sobretudo com tanto apoio de Washington, pressiona muito o debate brasileiro para o campo da direita, não tem como ser diferente. A eleição de 2026 não vai ser apenas sobre a economia, vai ser sobre quem oferece a sensação de ordem, porque uma coisa que a gente tem discutido muito nos congressos internacionais, é como a questão da violência [no âmbito] doméstico é um ponto nevrálgico nas discussões políticas atuais. A gente tem a impressão, às vezes, que o continente está buscando isso a qualquer custo. Então, com a guinada do Chile, a situação muito tensa da Venezuela, o Brasil vai chegar em outubro com muitos desafios e se a direita vencer aqui, o projeto progressista de integração vai entrar numa hibernação profunda. Mas se o governo se mantiver aqui, o Brasil vira uma ilha de centro-esquerda que vai ser cercada por governos de ruptura da direita. É uma situação difícil, bem delicada. **Clarissa Franzoi Dri, doutora em ciência política pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade de Bordeaux, professora da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) e pesquisadora colaboradora do Observatório Político Sul-Americano.** A presença da extrema direita no poder em diversos países é uma realidade do mundo todo, não é uma característica só da América Latina. Na verdade, há uma divisão, a gente não tem uma maioria de governos da extrema direita hoje no continente. É verdade que as eleições no Brasil vão ser muito acirradas e polarizadas. O continente sempre tem uma influência, claro, mas eu não acho que o debate internacional é o ponto que mais vai pesar. Eu acho que as consequências econômicas dos eventos internacionais podem pesar mais do que a realidade política dos países vizinhos. Consequências da guerra do Irã, aumento nos preços, no custo de vida, no preço de combustíveis e alimentos. Isso pode ter mais presença no debate eleitoral do que as presidências argentina e chilena. O presidente Lula dialoga muito bem com todos os partidos políticos no poder, e dialoga muito bem, inclusive, com o presidente Trump, que não é de uma ideologia próxima à do governo brasileiro, muito pelo contrário. Ele procura seguir a linha de diálogo, de mediação com diferentes forças políticas, sem intervenção em interesses domésticos, como é a tradição diplomática brasileira. Isso não era uma realidade da presidência anterior. No caso do presidente Bolsonaro, a gente tinha um alinhamento grande com os EUA sob o primeiro governo Trump. Com a eleição do Biden, isso muda radicalmente, e o presidente Bolsonaro começa a fazer visitas ao presidente russo, por exemplo. Não é essa a prática do atual governo brasileiro, que se relaciona com Estados mais do que com presidentes. O chanceler brasileiro esteve na posse do presidente chileno, levou uma carta do presidente Lula. É natural que não haja uma proximidade ideológica entre eles, justamente porque são de alas ideológicas opostas, mas não há nenhum interesse do Brasil em se afastar dos vizinhos sul-americanos ou cortar relações nesse atual governo, diferente do que aconteceu no governo anterior. **Gustavo Menon, pós-doutor em Direitos Humanos pela Universidade de Salamanca, docente credenciado do Prolam/USP e professor da Universidade Católica de Brasília (UCB)** O cenário na região é de fragmentação política e desintegração econômica em meio a um mundo em conflagração. Do ponto de vista do plano internacional, diferentes tensões e conflitos difusos cada vez mais passam a dirigir a atuação das forças políticas na região. Quando nós olhamos para esse panorama mais amplo, [temos] a guerra na Eurásia [entre Rússia e Ucrânia], os conflitos que se espalharam pelo Oriente Médio e esse cenário de guerra comercial entre Estados Unidos e China. Quando a gente puxa os debates para a América Latina, vemos que essas correntes, essas plataformas políticas de extrema direita vem ganhando fôlego e vitalidade em um quadro que aponta exatamente para o crescimento desses projetos políticos. É o que aconteceu na Bolívia, após mais de 20 anos do [partido político socialista] MAS junto ao poder, essa guinada que presenciamos no Chile e o fortalecimento do campo bolsonarista frente à realidade brasileira. E sem mencionar a própria organicidade do fenômeno de Javier Milei na Argentina. Há um arco de forças heterogêneas que acabam, de certa forma, convergindo nesses projetos, que são muito conectados com ações extremistas. E vale notar que esse campo da extrema direita na região se conecta em grande medida a partir do espelhamento de algumas políticas e discursos chefiados por parte dos EUA. Há uma aderência em termos de programa político e econômico com o Trump e esse cenário acaba se dilatando para toda a América Latina. Nós temos outros casos, por exemplo, na América Central, de presidentes que estão muito antenados em agendas de cerceamento de direitos, com medidas de austeridade econômica e que seguem esse ideário articulado por parte de Washington. É o caso do governo de Nayib Bukele em El Salvador. A esquerda, por sua vez, tenta de certa forma adotar o discurso da soberania e da democracia para a conformação de frentes mais amplas que saiam em defesa [dessas bandeiras] nos países latino-americanos. Esse ano, como se sabe, é um ano decisivo frente à eleição presidencial no Brasil e na Colômbia, países atualmente governados por projetos mais à esquerda. Mas veja que o quadro é de fragilidades para esses setores, uma vez que nós presenciamos no início do ano essa política de ingerência dos EUA na América do Sul, que acabou culminando no sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Além disso, vale citar as fortes pressões por parte da Casa Branca indo em direção ao regime cubano, pressionando a ilha nesse cenário de fragilidades [em termos de] uma política mais ampla de soberania energética. Com a continuidade dessas guerras no plano internacional, é bem provável que esse cenário de agudização das contradições se reflita ainda mais na região. Em meio a esse mundo em conflagração, a América Latina, por ser essa região primária-exportadora-analógica no comércio internacional e por se encontrar nesse cenário de fragmentação política e desintegração econômica, [não tem] medidas mais amplas de cooperação, de orquestração regional e de integração que possam dar resposta efetivas a esse cenário, essa atmosfera de profundas incertezas e grandes instabilidades.

Como os novos presidentes sul-americanos podem influenciar as eleições no Brasil.
- bsapub
apublica.org/2026/03/como-presidentes...
#Portugus #Chile #Direita #Eleio #Poltica

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Essa é a verdadeira #direita e #extremadireita patriota do Brasil.🚨

É simples: tem parlamentares que trabalham para o povo e outros que atuam para proteger os amigos corruptos e manter seus próprios privilégios. O Congresso Nacional não pode abrigar quem atua contra a classe trabalhadora!

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ALENCAR SANTANA on Instagram: "ESCÂNDALO BOLSOMASTER - O banco do Bolsonaro e da extrema direita brasileira. Assista com atenção e compartilhe com todos os seus contatos." 43K likes, 2,216 comments - alencarbraga13 on March 5, 2026: "ESCÂNDALO BOLSOMASTER - O banco do Bolsonaro e da extrema direita brasileira. Assista com atenção e compartilhe com todos os seus contato...

#Roubalheira - O #Banco do B0Is0nar0 ( #PL RJ) e da extrema #Direita brasileira -

www.instagram.com/reels/DVhP-i... -

RI @alencarbraga13 - # B0Is0Master -

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Imerso em polêmicas, o Supremo Tribunal Federal (STF) está novamente nos holofotes das Eleições no Brasil. A pauta, desta vez, está menos associada a decisões sobre o andamento do processo eleitoral democrático – a exemplo do que ocorreu em 2022 – e mais conectada à imagem pessoal dos ministros da Corte. As recentes revelações sobre Daniel Vorcaro – dono do Banco Master e figura central de uma das maiores fraudes bancárias do país – abalaram ainda mais a relação entre legislativo e judiciário. De um lado, o Supremo tenta contornar o desgaste causado pela proximidade de dois ministros, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes do caso Master. Do outro, alas mais radicais do parlamento veem a oportunidade de inflar propostas de impeachment a integrantes do STF, diante da desaprovação popular que o escândalo causou. Mesmo com a tentativa de remediar a situação com a criação de um código de ética de conduta, como defendem os ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia, o desgaste institucional não será revertido de uma hora para outra e nem esquecido pelo eleitorado brasileiro, que, em outubro deste ano, decidirá quem comandará o país a partir de 2027. Nesse contexto, o STF poderá ser peça-chave nas urnas ao ser utilizado como arma de campanha eleitoral – compreende o constitucionalista Diego Werneck, professor associado do Insper e doutor em direito pela Universidade Yale, nos Estados Unidos. “Agora estamos muito centrados na direita pela conjuntura política dos últimos anos. Se tornou uma estratégia eleitoral. Mesmo que politicamente eles não consigam fazer um impeachment de um ministro do Supremo, eleitoralmente se tornou algo importante você falar que vai”, avalia. Em entrevista à **Pública** , o pesquisador explica como a falta de regras claras de conduta e transparência impactam diretamente nas relações entre os Poderes, além de comprometer a credibilidade da Corte frente à população brasileira. Werneck defende a autonomia e liberdade para as decisões do tribunal, mas frisa a importância de limites aos seus membros para evitar, entre outras questões, o avanço de pautas antidemocráticas no Congresso Nacional. Diego Werneck é professor associado do Insper e doutor em Direito pela Universidade Yale, nos Estados Unidos. **Confira a entrevista** **Em delimitação constitucional, qual o papel do STF hoje?** Essa é uma pergunta que não tem uma resposta única. Porque, para o desenho constitucional e por práticas e interpretações dos seus ministros desde a Constituição, o Supremo é uma instituição que tem múltiplos propósitos, cumpre funções variáveis dentro do nosso sistema. Funções que em outros países não estariam na mesma instituição. Acaba sendo a última instância recursal para questões que envolvem constitucionalidade, mas é muito flexível nessa exigência. O tribunal acaba podendo escolher quando quer tratar de qualquer outro tema. É um tribunal que tem se arrastado para brigas no Congresso, por conta da sua competência, envolvendo mandado de segurança e habeas corpus contra as mesas diretoras. […] Essas são competências que Oscar Vilhena Vieira escreveu [sobre] há uns 20 anos, fazem do STF também um tribunal de pequenas causas. Pequenas, porque envolvem disputas do dia a dia, disputas regimentais. E mais importante do que tudo isso, o Supremo é o grande tribunal penal do Brasil. **O Supremo tem um papel também de interpretação social sobre decisões do judiciário. Mas como dosar e estabelecer um limite a essas interpretações e decisões?** Para entender o papel que ele cumpre na política, na sociedade brasileira, é chave entender que ele se construiu com muita flexibilidade na interpretação da Constituição, das suas competências, de como aplicar regras de procedimento. Se você olhar as decisões dos ministros, mesmo quando eles não fazem tudo, eles quase sempre dizem que eles poderiam fazer. […] É um tribunal que há muito tempo sinaliza para fora, assim: “não se acanhe, traga a questão aqui e, mesmo que seja um pedido mais ousado, menos baseado do que você possa imaginar, a gente pode ser criativo… a gente pode rever nossos precedentes”. É um tribunal que, do ponto de vista jurídico, tudo é possível, [por isso] sinaliza que vale a pena você [se] arriscar. **O STF sempre foi alvo de críticas, mas nos últimos anos os ataques aumentaram, principalmente por parte da extrema direita. Os fatos atuais envolvendo a Corte dão mais combustível a isso?** Com certeza. O dilema que a gente vive no Brasil hoje é que duas coisas são verdade. O Supremo tem uma série de decisões, nos últimos 15 anos ou mais, que foram muito importantes para proteger direitos fundamentais. [Outras] que foram, mais recentemente, também muito importantes na pandemia para proteger a população brasileira. Nesse processo eleitoral tenso, da pandemia para cá, e no julgamento dos golpistas, foi importante para a democracia brasileira. Tudo isso é verdade! Mas também é verdade que é um tribunal profundamente disfuncional, que é um tribunal que dá muita liberdade para os seus ministros. [Para que eles] se quiserem, agirem como políticos, negociarem com políticos, se aproximarem de empresários, de maneira que o juiz não deveria; [liberdade para] virarem empreendedores políticos eles mesmos. **O ministro Dias Toffoli tomou decisões que, segundo investigadores e especialistas, protelaram as investigações sobre o caso Master. Mas ele tinha respaldo legal para isso. Essa autonomia, classificada muitas vezes como “ilimitada”, afeta a democracia?** São duas coisas aí. Primeiro, acho que os ministros do Supremo têm poder individual demais. O leque de coisas que um juiz sozinho deveria ser capaz de fazer deveria ser muito restrito. Ok, digamos que as regras sejam essas, ele tem poder para fazer isso, é uma escolha individual. Ele pode usar esse poder bem ou mal, mas é uma decisão para qual ele tem amparo em termos constitucionais. Mas qual é o problema? Olha o entorno. Ministro pode até estar fazendo uma coisa que tem embasamento legal, que tem uma controvérsia legítima legal, eu discordo, outro concorda. Os Tribunais vão desagradar as pessoas que vão achar que eles erraram. Isso acontece o tempo todo. Só que aí você usa esse poder para resolver uma questão controversa e o seu comportamento do entorno da decisão é um comportamento que não chama a atenção das pessoas para os seus argumentos, mas chama a atenção para outras motivações. Os ministros do Supremo, muitos deles, não todos, acabam sendo máquinas de fazer as pessoas prestarem atenção em coisas que não são os argumentos: pelo o que eles falam, com quem eles se encontram, com relações pessoais, econômicas, problemáticas. Há muitas decisões do Supremo que geram críticas e são absolutamente razoáveis. Você pode até discordar, não tem nada de absurdo, discordar é normal. O problema é com a instituição que, além de dar muito poder individual, dá muita liberdade para que os ministros usem esse poder individual, ao mesmo tempo, em que se comportam de jeitos próximos demais dos conflitos que têm de resolver. E fazem as pessoas se perguntarem o tempo todo: “beleza, ele está me dizendo que tem argumento, que tem competência para isso. Mas, olha que o que está acontecendo fora dos argumentos, olha o comportamento do ministro”. Isso é uma disfunção. **Você falou em liberdade. Essa liberdade implica em falta de transparência dos ministros? Pergunto isso porque outra polêmica envolve o ministro Alexandre de Moraes. Conversas obtidas pela PF mostrariam uma possível relação entre ele e Daniel Vorcaro.** O mais importante é a liberdade do juiz de decidir, isso que a independência judicial protege. Para proteger isso, a gente acaba tendo que tolerar, é inevitável, que o juiz tenha alguma margem de proteção, para alguns comportamentos que a gente pode não considerar os ideais. Imagina se fosse muito fácil punir um juiz do Supremo porque ele jantou com um político. Imagina o quanto isso poderia ser usado para intimidar esse juiz. Não deveria ser simples você disciplinar ministro do Supremo no seu comportamento, não deveria ser fácil e nem trivial. Porque isso ameaça a liberdade dele de decidir. Mas, tem vários graus dessa liberdade de comportamento. Olha o que você descreveu: primeiro é um problema de transparência. É tão básico que não consigo entender qual o argumento contrário. Se um ministro voa num jatinho, as pessoas têm que saber. Não precisa ser ilegal aceitar carona num jatinho, isso é uma outra questão. Mas a transparência me parece o ponto mais baixo dessa escala e me parece obrigatório. Por exemplo, se o ministro está dando uma palestra, quanto ele recebeu? Se você recebe R$ 100 mil para falar numa palestra, isso é relevante, as pessoas precisam saber que interesses estão pagando pelo seu tempo daquela forma, mesmo que não tenha nada de ilegal. […] A gente também pode concluir que alguns limites a gente tem que colocar. **Um código de ética rígido, como defendem o ministro Edson Fachin e a ministra Cármen Lúcia, mudaria isso?** Essa é uma pergunta muito importante. Ela deveria [ser encarada] como uma questão existencial sobre o Supremo. Porque se a resposta é “não”, isso nos revela um dado perturbador sobre o Supremo, de que é um tribunal que não gosta de regras, que não aceita limites. E o que é pior, não aceita limites sobre o comportamento. Uma coisa é você não aceitar limites sobre sua liberdade para decidir, isso é mais delicado. Mas você não aceitar limites sobre o seu comportamento, não aceitar limites de procedimento, isso é muito sério. Também há a posição de que não precisa ter regras porque as regras já são boas. Eu tendo a pensar que, se o Supremo seguisse as mesmas regras que cabem aos magistrados, em geral, já estaríamos bem. **Como você avalia o processo de escolha de um ministro do Supremo no Brasil?** O processo de escolha não vinha funcionando mal porque refletia muito o presidencialismo de coalizão, no sentido de que nenhum presidente conseguiu pegar a sua primeira opção ideal. Quando coloca a cabeça no travesseiro e pensa “nossa, a primeira pessoa que eu queria colocar é fulano”. No geral, desde 1988, eu diria, que foi um sistema que conseguiu impedir que presidentes fizessem isso. Mas não a ponto de impedir que esses presidentes tivessem a sua visão política, do que eles querem para o Brasil, no Supremo. Então, o presidente pode dizer “eu vou indicar um ministro negro, vou indicar uma mulher”. Ou como o ex-presidente Bolsonaro disse, tem que ter um ministro evangélico. **Em termos internacionais, o sistema de escolha de um ministro no Brasil se assemelha com outras democracias?** O nosso sistema é igual ao dos EUA. Não é um sistema tão comum nos desenhos mais recentes, mas, se a gente pega alguns tribunais com sistemas presidencialistas mais antigos, como Argentina e EUA, o Brasil está alinhado com esse sistema. Mas o que aconteceu nos EUA? Com um sistema bipartidário, o que aconteceu, nas últimas décadas, foi uma clara associação das indicações com os partidos. Então, os ministros têm uma posição ideológica mais clara, não tem muita surpresa. Um presidente democrata vai indicar alguém mais à esquerda no espectro político americano; e um presidente republicano mais à direita. No Brasil, o nosso sistema não gerou a mesma coisa. O nosso sistema, acho que está quebrando, porque as últimas indicações, de Temer para cá, são indicações que têm uma marca muito perigosa: a marca da lealdade pessoal, da proximidade pessoal do indicado a quem o indicou. Isso aconteceu com o Bolsonaro, aconteceu nas indicações do Lula. Não quer dizer que sejam indicações que não possam ter outros méritos, preenchem os requisitos, isso é outra questão. Mas tendo ou não notório saber e reputação ilibada, um tribunal não deveria ser visto como oportunidade para quem tem a faca e o queijo na mão colocar alguém com lealdade pessoal lá. **E estamos em ano eleitoral, como você vê a imagem do Supremo hoje na sociedade brasileira?** O Supremo pode ser um solucionador geral de problemas da política porque ele ouve lados diferentes, está disposto a conversar com lados diferentes. Esse era o tribunal que a gente tinha até recentemente. O que aconteceu nos últimos anos: o Congresso passou a ver o Supremo como próximo demais desse governo [atual]. Isso aconteceu por várias razões sobre como o Supremo atuou e [sobre] como o governo contou com o Supremo para várias coisas. E as pessoas começaram a olhar para o Tribunal como um ator que não é tão diferente dos outros [atores] políticos. Então como elas avaliam o tribunal? “Se o tribunal está entregando coisas que eu gosto, eu aprovo; se não está entregando coisas que eu gosto, eu desaprovo”. Por que seria um problema? Porque os tribunais precisam ter uma legitimidade que não seja só essa, que não seja só de quem concorda. Isso é o que protege [o judiciário] de ataques. Isso é o que faz as pessoas falarem “eu não concordo com o que o tribunal decidiu na semana passada, mas é muito importante ter uma instituição independente que decida contra mim”. Então, o apoio da população é muito importante para dificultar que políticos, cuja agenda seja capturar e controlar, façam isso. **Nesse sentido, você acredita que a imagem do Supremo virou arma para diferentes atores políticos?** Agora estamos muito centrados na direita pela conjuntura política dos últimos anos. Se tornou uma estratégia eleitoral. Mesmo que politicamente eles não consigam fazer um impeachment de um ministro do Supremo, eleitoralmente se tornou algo importante você falar que vai. É um dos efeitos colaterais do ex-presidente Bolsonaro. Ele fez isso, transformou as eleições de 2022 quase que num plebiscito, uma consulta popular sobre o Supremo e a juízes específicos, como Alexandre de Moraes, por exemplo. Tem eleitorado conservador que está insatisfeito com o Supremo por decisões substantivas, tem eleitorado que associa o tribunal a um desmonte da luta contra a corrupção, tem um eleitorado que vê um reflexo dos privilégios da magistratura brasileira, uma pauta de republicanismo. É preciso enfatizar: quem está insatisfeito com decisões específicas do Tribunal por discordar, esse é o eleitorado que da maneira como enxerga o Tribunal, tenho menos simpatia por essa indignação. Porque o Tribunal não está ali para decidir do jeito que você quer. Mas as pessoas que veem ali um tribunal que precisa de limites, que falta republicanismo, que falta transparência, essas têm uma pauta que me parece legítima. O problema é que como a pauta do impeachment está nas mãos da extrema direita, as coisas se misturam. O que eles querem é reformar o tribunal ou eles querem que esse tribunal passe a decidir do jeito que eles querem?

Após caso Master, STF pode virar “estratégia eleitoral” para direita, diz pesquisador.
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#Portugus #BancoMaster #Direita #Eleio #Poltica #STF

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#eleições2026
Presente da #direita

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O racismo não está apenas em atitudes individuais, mas no modelo de segurança pública que criminaliza territórios, corpos e a pobreza. Mudar isso exige formação, controle externo, políticas de prevenção e ruptura com a lógica do inimigo interno.

#Racismo #Segurança #Esquerda #direita

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Falha de anonimização no STF expôs ameaças de Vorcaro a Lauro Jardim | Observatório da Imprensa A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que determinou novamente a prisão de Daniel Vorcaro ganhou ampla repercussão ao revelar mensagens nas quais o banqueiro discutia a po...

Primário: é assim que o Supremo "protege" a identidade de pessoas ameaçadas pela máfia #Bolsomaster

#corruptos
#direita
#fraude
#banco
#bolsonaristas

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| Esilda Alciprete | 13 comments Sign in or join now to see posts like this one and more.

O escândalo do @bancomaster é majoritariamente de #DIREITA… Tem sim gente da esquerda que teve o nome envolvido como a turma da Bahia e o Lewandowski (mas são minoria).

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MAIS UM POLÍTICO DE DIREITA ENVOLVIDO NO ESQUEMA DO BANCO MASTER!

#bolsonarismo #bancomaster #acmneto #bolsonaro #direita
www.instagram.com/reel/DVvq_jG...

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Video

DE ARREPIAR! 🇧🇷🔥

Não há dúvidas de que esse filme será um sucesso! Dark House vai retratar a trajetória do presidente Jair Bolsonaro, um dos nomes mais marcantes da política bras recente.
Essa música já nos deu uma prévia da emoção que vem por aí.
#bolsonaro #direita #darkhorse

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André #M3ndonça ( #STF ) - Protegendo a #Direita no #Banco #Master ?

#Vorcaro, #Zettel, #Ibaneis, #Castro, Tarc1si0 de #Fre1tas, Roberto #Campos Neto, Ciro #Nogueira, Antônio #Rueda, André #Valadão , Nic0las #Ferr3|ra ...

bsky.app/profile/geuv... -

Via ‪@geuvar.bsky.social‬ - #Banco #Master -

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A imagem é um artigo intitulado "Não, Joel" de Celso Rocha de Barros, discutindo a política brasileira e a administração Bolsonaro. Aborda uma resposta a uma opinião sobre a moderação do Bolsonaroísmo e as implicações da candidatura de Flávio Bolsonaro.

A imagem é um artigo intitulado "Não, Joel" de Celso Rocha de Barros, discutindo a política brasileira e a administração Bolsonaro. Aborda uma resposta a uma opinião sobre a moderação do Bolsonaroísmo e as implicações da candidatura de Flávio Bolsonaro.

“A esmagadora maioria dos envolvidos no #casoMaster vem da #direita, inclusive da #direitagolpista”.
Celso Rocha de Barros (@npto)

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Por Que o Rock Nunca Foi de Esquerda (e Preparou o Caminho do Neoliberalismo)
Por Que o Rock Nunca Foi de Esquerda (e Preparou o Caminho do Neoliberalismo) YouTube video by Filipe Boni

Por que o #Rock 🎸 nunca foi de #Esquerda 🚩 (e preparou o caminho do #Neoliberalismo youtu.be/RaFJH1uaOeY?... via #YouTube 🖥 #Liberalismo #Conservadorismo #Direita

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MAGA? #direita #guerra
MAGA? #direita #guerra YouTube video by MrAutuori

MAGA? #direita #guerra
www.youtube.com/shorts/Nr4fF...

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OS ESTADOS UNIDOS ACELERAM SEU FIM
OS ESTADOS UNIDOS ACELERAM SEU FIM YouTube video by Felipe Durante

Aprende alguma coisa aí. #política #EUA / #USA #guerra #ira #capitalismo #direita #esquerda #socialismo #marxismo #comunismo #trabalho #midia.

www.youtube.com/watch?v=8e1D...

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