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#JornadaDeLutas
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_Foto: Luisa Medeiros e Rayz Yohan_ _Por Morgana Souza/ Comunicação do MST no RN Da Página do MST_ Munidos por muita disposição, ânimo e ao som de palavras de ordem, trabalhadores e trabalhadoras iniciam a marcha da Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária no estado, que ocupa mais uma vez a capital potiguar. Com início na zona norte de Natal, as famílias das oito brigadas em que o Movimento é organizado no Rio Grande do Norte, vindas de acampamentos e assentamentos, levam ao povo da cidade a mensagem da Reforma Agrária Popular. Como parte da programação da jornada, o Estado reafirma a importância de marchar, como forma de confirmar, mais uma vez, o compromisso e o diálogo abertos com toda a sociedade, sobretudo com a classe trabalhadora. _Foto: Luisa Medeiros e Rayz Yohan_ Além da importância política, a marcha deste ano traz o lema da jornada: “30 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás: por memória, justiça e Reforma Agrária Popular”, trazendo e honrando a memória dos Sem Terra que foram assassinados no dia 17 de abril de 1996, no Pará. A marcha segue com destino à Governadoria, no Centro Administrativo do Estado, em mais um ano de pressão para que a pauta que o Movimento reivindica há anos seja definitivamente atendida. _Foto: Luisa Medeiros e Rayz Yohan_ “Estamos na terceira marcha estadual da Reforma Agrária, reivindicando a agilização de processos históricos do nosso estado, a exemplo das terras do Baixo Açu, do complexo açucareiro e do DNOCS. Seguiremos em luta até que o Governo Federal e o Governo Estadual nos recebam e atendam nossa pauta” enfatiza Paulo Neto, da coordenação nacional do MST no RN. São 62 acampamentos e cerca de 5340 famílias que aguardam desapropriação de terras no estado, com acampamentos que já têm 21 anos com famílias organizadas e produzindo alimentos. Dentre as prioridades da nossa pauta, a principal é o assentamento imediato de nossas famílias! Continuaremos em luta em defesa da classe trabalhadora, contra a impunidade acerca dos crimes no campo e em busca da garantia da justiça social! _Foto: Luisa Medeiros e Rayz Yohan_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

MST realiza marcha em defesa da Reforma Agrária no RN.
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mst.org.br/2026/04/16/mst-realiza-m...
#Notcias #JornadaAbril2026 #JornadadeLutas #Marcha #RioGrandedoNorte

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_Foto: MST no Ceará_ _Da Página do MST_ Na manhã desta quinta-feira, 16 de abril de 2026, cerca de 300 trabalhadores e trabalhadoras do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) marcham pelo centro de Madalena e ocupam a Prefeitura Municipal. A ação é parte das mobilizações que vêm sendo realizadas no município desde a ocupação da Fazenda Córrego, na madrugada de ontem, envolvendo cerca de 500 famílias Sem Terra. A ocupação integra a Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agrária, que acontece em todo o país entre os dias 13 e 17 de abril, com o lema “Basta de violência contra os povos e a natureza! 30 anos de Carajás”. A jornada marca os 30 anos do Massacre de Eldorado do Carajás e reúne uma série de ações como ocupações, marchas e atos políticos em defesa da reforma agrária e da justiça no campo. Fotos: MST no Ceará Em Madalena, a mobilização na prefeitura tem como objetivo pressionar o poder público municipal a abrir diálogo com o Movimento e apresentar respostas concretas às demandas das famílias acampadas, especialmente no que se refere ao acesso à terra, moradia e políticas públicas para a população em situação de vulnerabilidade. Entre as pautas apresentadas pelo Movimento está também a melhoria da infraestrutura dos assentamentos do município, como investimentos em estradas que garantam o escoamento da produção e o direito de ir e vir, além do fortalecimento dos serviços públicos, especialmente nas áreas da saúde e da educação, assegurando atendimento digno às famílias camponesas. A ação reforça a continuidade da luta das famílias Sem Terra no Ceará, articulando a realidade local com a mobilização nacional que denuncia a violência no campo e cobra avanços efetivos na política de reforma agrária no país. _*Editado por Fernanda Alcântara_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

MST ocupa Prefeitura de Madalena, no Ceará.
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#Notcias #Cear #JornadaAbril2026 #JornadadeLutas

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Original post on ursal.zone

Ocupação do Incra em João Pessoa inicia Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária na PB.
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#Notcias #JornadadeAbril2026 #JornadadeLutas […]

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Original post on ursal.zone

Em denúncia contra a paralisia da Reforma Agrária, camponeses ocupam INCRA em Maceió nesta quarta (15).
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#Notcias #Alagoas #JornadaAbril2026 #JornadadeLutas […]

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_Marcha Estadual da Bahia em Jornada Nacional pela Reforma Agrária. Foto: Jonas Santos_ _Da Página do MST_ O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) inicia hoje (13), a **Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agrária Popular** , que segue até a próxima sexta-feira (17). Este ano, a jornada assume um caráter histórico ao marcar os 30 anos do Massacre de Eldorado do Carajás, ocorrido em 1996. Com o lema: O lema é: **“Em defesa da Reforma Agrária Popular: basta de violência contra os povos e a natureza”** , as atividades reafirmam a importância da memória como instrumento de resistência contra a violência no campo. O massacre, que resultou no assassinato de 21 trabalhadores rurais, permanece como um símbolo de impunidade no Brasil. Após três décadas, apenas dois comandantes da operação policial foram responsabilizados pelos crimes, enquanto o Estado brasileiro ainda falha na reparação das famílias. De acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), mais de 90% dos assassinatos no campo no Pará seguem impunes. Dando início às mobilizações, famílias do acampamento Irmã Rita ocuparam, no último dia 7, a Fazenda Prata, em Darcinópolis, no Tocantins. A ação denuncia que a área, que pertencente à União, foi palco do resgate de 102 trabalhadores em regime análogo à escravidão em 2022. O Movimento exige o confisco imediato do imóvel com base no Artigo 243 da Constituição Federal. Segundo a lei, propriedades rurais e urbanas de qualquer região do País em que forem localizadas exploração de trabalho escravo “**serão expropriadas e destinadas à reforma agrária e a programas de habitação popula** r”, sem a necessidade de indenização aos proprietários. _Acampamento Pedagógico da Juventude Sem Terra na Curva do S, no Pará. Foto: Ícaro Matos_ Na Bahia, a Marcha Estadual pela Reforma Agrária mobiliza mais de 2 mil pessoas em um trajeto de 120 quilômetros. O grupo partiu de Feira de Santana na quarta-feira (08) e segue em caminhada rumo a Salvador até o dia 17 de abril. A mobilização reafirma que “são 30 anos de impunidade, mas também de resistência”, como destaca a coordenação baiana. A ideia destas ações, segundo Ayala Ferreira, da direção nacional do MST, é pressionar a regularização fundiária por parte do Estado, com políticas de fiscalização _in loco_ para investigar quem verdadeiramente está nas áreas rurais, se essas áreas são de terra tradicional, de Reforma Agrária ou área de preservação e se as grandes propriedades estão cumprindo a função social e não somente para fins de especulação. > _A política de regularização fundiária deveria ter apontado a disponibilidade de terras que poderiam ser destinadas para a Reforma Agrária e para a demarcação de territórios tradicionais. Se não percebemos que isso ocorreu é porque essa tentativa fracassou em sua intenção, e precisamos avaliar isso”_ No Pará, o coração da jornada acontece na Curva do S, em Eldorado do Carajás, palco do massacre. A partir desta segunda-feira (13), 500 jovens iniciam o 20º Acampamento Pedagógico da Juventude Sem Terra Oziel Alves. A programação inclui oficinas, atividades de formação e a reconstrução do monumento em memória aos 21 lutadores assassinados. A programação paraense também conta com a marcha “A voz pela vida calará a ambição”, que partirá de Curionópolis hoje (13), com cerca de 3 mil participantes, retomando o trajeto interrompido pelas balas da polícia em 1996. A chegada na Curva do S está prevista para o **Dia Internacional da Luta Camponesa, 17 de abril**. A direção nacional do MST ressalta que o ato não é apenas um tributo ao passado, mas uma afirmação de necessidade presente. “**A Reforma Agrária é necessária no Brasil** “, enfatiza Ayala Ferreira, reforçando que a mobilização mantém vivo o sonho dos que tombaram na luta. O objetivo é denunciar o modelo do agronegócio baseado no latifúndio e na exploração. Para o Movimento, o Estado brasileiro construiu uma estrutura fundiária explosiva que prioriza grandes grupos econômicos em detrimento do povo. No Pará, essa realidade se traduz em um avanço desenfreado da mineração e da soja em territórios camponeses. A disputa pela terra hoje, no sul do estado, é uma questão de sobrevivência e dignidade. _Acampamento Pedagógico da Juventude Sem Terra na Curva do S, no Pará. Foto: Ícaro Matos _ A Jornada de 2026 propõe que a Reforma Agrária Popular seja vista como um projeto civilizatório para a Amazônia. “A Reforma Agrária Popular não é só distribuição de terra: é um projeto civilizatório para a Amazônia”, aponta a direção estadual no Pará. O Movimento demanda coragem política para enfrentar a desigualdade histórica e democratizar o acesso ao solo. “O Estado brasileiro precisa apresentar práticas de desenvolvimento econômico que não sejam de dependência de uma economia primária e exportadora, que tem condicionado nosso país a ser apenas o grande fazendão para o mundo”, lembra Ayala. “Reconhecemos que a política de Reforma Agrária não é apenas a resposta do Estado ao conflito instalado; acreditamos profundamente que um país soberano passa pela democratização da terra e dos bens da natureza”. Trinta anos após a tragédia na Curva do S, a pergunta central da luta pela terra permanece a mesma para o povo Sem Terra. O Movimento reafirma: **“a terra pertence a quem nela trabalha”** , transformando o luto de 1996 em combustível para a organização popular. A resistência segue firme nas bordas das fazendas improdutivas de todo o país. * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

MST inicia Jornada de Abril em memória aos 30 anos do Massacre de Carajás.
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#Notcias #30anosEldoradodoCarajs #JornadaAbril2026 #JornadadeLutas #Lutasemobilizaes

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#JornadaDeLutas 🏳️✊🏾 | Nesta sexta (14), mulheres do MAB se reuniram com a deputada Erika Kokay (PT-DF) para discutir a Jornada Nacional de Lutas em março e a exposição de arpilleras. Parceira de longa data, Erika reafirmou apoio à causa.
📷 Assessoria da Deputada Erika Kokay

Via @mabdistritofederal

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Jornada de Lutas do MST cobra Reforma Agrária para produção de alimentos saudáveis - MST Site oficial do MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, contendo informações sobre Reforma Agrária, Agroecologia e Agricultura Familiar e Camponesa.

Mobilizações do #MST em todo o país ocorrem entre os dias 23 e 27 de julho, na semana do trabalhador e da trabalhadora rural:

mst.org.br/2024/07/23/j...

#reformaagrária #jornadadelutas

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