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Cinciallegra, or cince, in English Tit (bird 😅) from the Paridae family.

#ornithology #birdwatching #titbird #cinciallegra #littlebird #joy #simplepleasures #nature #cince #cincia #snow #frommywindow #appenninomodenese #sestola #italy #paridae #chickadees

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Identifiquen diversos casos d’una malaltia minoritària transmesa per un donant de semen
#Salut #Societat #Cincia #HospitalValldHebron #Hospitals #Investigaci #Metges #Sexualitat #btvnoticies #Barcelona #beteve […]

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As mulheres contribuíram em importantes descobertas da história, desde a compreensão da estrutura do DNA às tecnologias que permitiram o desenvolvimento do Wi-Fi e do Bluetooth. Ainda assim, seguem enfrentando obstáculos e desigualdade de gênero no mundo da ciência. Entre elas estão desafios de financiamento, jornadas duplas e tentativas de silenciamento. Muitas pesquisadoras ainda precisam disputar não apenas espaço, mas também reconhecimento pelo próprio trabalho. Em entrevista ao **Pauta Pública** , a física Márcia Cristina Barbosa, fala sobre os desafios enfrentados pelas mulheres na produção científica e reflete sobre a importância de dar visibilidade e aproximar as conquistas e o conhecimento científico da sociedade. Reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e membro da Academia Brasileira de Ciências, Barbosa também destaca que o conhecimento científico enfrenta ataques, desinformação e disputas políticas. Para ela, a ciência passa a ser alvo justamente quando confronta interesses ou apresenta verdades incômodas. “Quando a ciência começa a dizer que fumar faz mal à saúde, ela vira inimiga. E, às vezes, ela incomoda, porque ela vai dizer que uma certa coisa que tem produção não funciona”, afirma. Leia os principais pontos da conversa e ouça o podcast completo abaixo. __ __ ## EP 206 Mulheres na ciência e as barreiras que ainda persistem – com Marcia Cristina Barbosa 6 de março de 2026 · Integrante da ABC, Márcia Cristina Barbosa, fala sobre os desafios enfrentados pelas mulheres na produção científica __ __ 0:00 -:– __15 __15 ______ ____ Veja mais episódios desta série **Como está hoje a presença das mulheres na ciência? Houve avanços?** As áreas biológicas e ciências sociais melhoraram muito. A área de física e da tecnologia mais _hard_[envolve disciplinas baseadas em observação sistemática e estudo do mundo natural], como as engenharias química e ambiental, também melhorou, mas aquela engenharia mecatrônica e a informática, elas ou ficaram iguais ou pioraram, porque se a mulher quer ir para a ciência, ela vai para onde ela vê mais espaço. O que a gente não conseguiu ainda? A gente não conseguiu o topo. Estou terminando um artigo em que a gente mostra que nos artigos mais citados, as mulheres estão em um percentual baixo até nas áreas onde elas são maioria, como na ciências sociais e na saúde. Essa bolha do cientista super, hiper reconhecido, a gente ainda não venceu. E, nesses artigos super citados, as mulheres também não estão nas posições principais. A gente precisa de mudanças no sistema, e mudanças que operem em vários níveis. Um movimento muito importante é o _Parent in Science_ , que tenta resolver a questão da parentalidade para mães e pais na ciência. Isso ajuda numa fase da carreira, ali pelos 30 anos. Mas o poder é outra coisa. O poder envolve um estereótipo do que é uma pessoa poderosa, e esse estereótipo foi construído na cabeça das pessoas. Eu ganhei um prêmio internacional importante, o L’Oréal-Unesco, e me reuni com outras cientistas premiadas. Muitas delas são cientistas excelentes, mas nem sempre têm consciência da questão de gênero. Em uma conversa, perguntei: o que uma mulher precisa para ser uma boa cientista? E disseram: tem que ser bem falante, decidida, impressionar as pessoas. Mas eu conheço vários físicos que falam olhando para o chão e têm carreiras brilhantes. Essas qualidades são exigidas das mulheres, não dos homens. Então, além de fazer ciência, a mulher precisa fazer um esforço extra, porque ela será sempre cobrada. Eu sabia que meu grupo tinha que ser muito bom. A gente não podia ser medíocre. Os homens podem ser medíocres, mas a gente não podia ser. O sistema te manda uma mensagem muito clara: você só vai chegar ao topo se se abandonar. E, se você se abandona, quando chega lá em cima não consegue mudar o sistema. Eu sempre tive um plano: subir sem deixar de ser quem eu sou, para poder transformar as coisas quando tivesse mais poder. Só que isso é muito difícil, porque você sofre críticas o tempo todo. **Qual é a relação entre o fortalecimento democrático e o fortalecimento da ciência, pensando no negacionismo e desinformação?** Se a gente olhar a história da ciência, nós nunca fomos muito bons em falar com o público. Isso é uma fraqueza dos cientistas. Durante muito tempo, a ciência esteve ligada aos faraós, depois à igreja, depois aos Estados e às empresas. Mas raramente falava diretamente com as pessoas. Mesmo assim, a ciência seguiu avançando porque produz conhecimento que, no mundo capitalista, vira produto. Então, é de interesse. Quando é que a ciência começa a apanhar? Primeiro, quando ela traz a verdade inconveniente, como “fumar faz mal à saúde”, aí ela vira inimiga. Ou quando ela começa a ter consciência. E,às vezes, ela incomoda, porque ela vai dizer que uma certa coisa que tem produção não funciona. Quando ela começa a fazer isso, ela confronta quem fez ela crescer. O capitalismo fez ela crescer, a revolução industrial fez crescer, o Estado fez ela crescer. E ela, aos pouquinhos, está se dando conta que ela tem que finalmente falar com as pessoas. Mas,cada vez que um cientista sai desse papel do acadêmico, formal, e vai falar com as pessoas, é atacado. E isso é ainda mais forte quando quem fala é uma mulher. A democracia é essencial para enfrentar esse cenário. Quando governos começam a atacar universidades, ciência e diversidade, isso enfraquece a capacidade de um país produzir conhecimento e se preparar para o futuro. **Como você avalia a cobertura da ciência pela mídia?** Eu sou a favor de uma coisa: cubram errado, mas cubram. Porque aí a gente tem espaço para dizer: não é assim, é assado. Mesmo quando as pessoas não entendem o método científico, isso abre espaço para explicar que não existe um único método, que cada área funciona de uma forma diferente. Isso precisa ser discutido na escola, precisa aparecer na mídia. A ciência é autorregulada. Às vezes, dois cientistas discordam, batem boca, defendem ideias diferentes, e isso faz parte do processo. No final, com o tempo, a gente chega a um consenso. Acho importante que jornalistas busquem boas fontes. Hoje existem iniciativas como a plataforma Bori, que ajudam a encontrar especialistas confiáveis. Mas, mesmo quando a cobertura erra, ainda assim é importante falar de ciência. Porque colocar ciência no debate público permite que o assunto seja discutido. E, na ciência, a verdade pode demorar um pouco, mas ela aparece.

Mulheres rompem barreiras na ciência, mas desafios persistem.
- bsapub
apublica.org/2026/03/mulheres-rompem-...
#Portugus #Cincia #Diversidade #Gnero #Mulheres

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## EP 206 Mulheres na ciência e as barreiras que ainda persistem – com Marcia Cristina Barbosa 6 de março de 2026 · Integrante da ABC, Márcia Cristina Barbosa, fala sobre os desafios enfrentados pelas mulheres na produção científica __ __ 0:00 -:-- __15 __15 ______ ____ Veja mais episódios desta série As mulheres contribuíram em importantes descobertas da história, desde a compreensão da estrutura do DNA às tecnologias que permitiram o desenvolvimento do Wi-Fi e do Bluetooth. Ainda assim, seguem enfrentando obstáculos e desigualdade de gênero no mundo da ciência. Entre desigualdades de financiamento, jornadas duplas e tentativas de silenciamento, muitas pesquisadoras ainda precisam disputar não apenas espaço, mas também reconhecimento pelo próprio trabalho. Às vésperas do 8M, Dia das Mulheres, Andrea Dip recebe no Pauta Pública a física Marcia Cristina Barbosa, professora titular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e membro da Academia Brasileira de Ciências. Ela fala sobre os desafios enfrentados pelas mulheres na produção científica e reflete sobre a importância de dar visibilidade e aproximar as conquistas e o conhecimento científico da sociedade.

Mulheres na ciência e as barreiras que ainda persistem – com Marcia Cristina Barbosa.
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O laboratório Cristália expandiu os negócios vendendo medicamentos usados no tratamento da covid, que incluiu a cloroquina, durante o governo Jair Bolsonaro – que propagandeava o remédio ineficaz contra o coronavírus. A empresa é a responsável pela produção da polilaminina, substância em fase de testes que se popularizou pela promessa de ajudar a restaurar os movimentos em pessoas com lesão na medula. Apesar de ser uma fornecedora antiga do Sistema Único de Saúde (SUS), as vendas da Cristália ao governo federal aumentaram 68% naquele período – passando de R$ 849,4 milhões entre 2015 e 2018 para R$ 1,4 bilhão entre 2019 e 2022, segundo dados do governo. A própria empresa divulgou que seu faturamento total foi de R$ 3 bilhões em 2020, primeiro ano da pandemia, com a produção de anestésicos e dos medicamentos para tratamento da covid. Foi durante essa bonança, em 2021, que a Cristália se tornou co-proprietária da polilaminina junto com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde atua a pesquisadora Tatiana Sampaio, a “mãe” da substância. A empresa afirma que já investiu R$ 100 milhões para produzir e comercializar o medicamento. Também solicitou as patentes nacional e internacional, que estavam em vias de serem perdidas pela UFRJ. Hoje, o fundador da Cristália, Ogari Pacheco, afirma que foi contra o uso do “tal kit para covid” e que nunca defendeu isso. Mas, quando contraiu a doença – e chegou a ser internado –, fez uso de cloroquina, da qual é fabricante, segundo _O Estado de São Paulo._ A Cristália foi um dos laboratórios credenciados pelo Ministério da Saúde para vender cloroquina ao SUS durante a pandemia. Um ofício de abril de 2020 assinado por Antonio Barra Torres, ex-diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aponta que a empresa dispunha de 377 mil comprimidos de difosfato de cloroquina em estoque e previsão de liberação de mais 1,3 milhão de comprimidos em 15 dias. ## Por que isso importa? * A polilaminina está sendo liberada em alguns pacientes via decisão judicial no país. Pelo menos 55 pedidos na Justiça foram aprovados. * Associações médicas e entidades científicas têm se manifestado pedindo cautela no uso da substância antes da finalização dos testes. Em nota, a empresa afirma que, durante a pandemia, também foi fornecedora do chamado “kit-intubação”, conjunto de sedativos, analgésicos e bloqueadores neuromusculares usados em pacientes graves que precisam de ventilação mecânica em UTIs. Segundo o laboratório, dos 30 medicamentos desse conjunto, 24 são produzidos pela companhia. A Cristália afirma que o kit-intubação foi o principal motivo do impacto no faturamento, mas não detalhou valores. Na época, contrariando a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Cristália foi uma das únicas fabricantes de cloroquina a não explicitar que o remédio não era recomendado para a covid. A empresa limitou-se a informar que “qualquer recomendação fora das especificadas na bula deve ser feita sob responsabilidade do médico, como ocorre com qualquer medicamento”. A outra exceção foi o Laboratório do Exército, que produziu o medicamento à pedido do governo. Agora, a resposta mudou. A empresa disse, em nota, que a cloroquina é utilizada “no tratamento de ataques agudos de malária, artrite reumatoide e lúpus eritematoso sistêmico. Nunca fornecemos o medicamento para tratamento de covid-19 ou qualquer outra doença que não esteja descrita na bula”. Acesse a íntegra da nota. A cloroquina fazia parte do chamado “tratamento precoce” defendido pela administração Bolsonaro, que só no primeiro ano da pandemia chegou a gastar R$ 90 milhões com esses medicamentos, antes mesmo de investir nas vacinas produzidas pelo Instituto Butantã. Pacheco tem histórico ligado ao bolsonarismo. Em 2018, ele foi eleito pelo DEM como 2º suplente do senador Eduardo Gomes (PL-TO), então líder do governo Bolsonaro no Senado. O empresário chegou a assumir a cadeira por quatro meses em 2022. Naquele pleito, foi um dos candidatos mais ricos do Brasil, com patrimônio declarado de R$ 407 milhões. Ele e outros executivos da Cristália doaram R$ 2,1 milhões para a campanha de Gomes, o que representa quase 90% do que ele arrecadou, segundo a _Repórter Brasil_. Ao veículo, ele disse que, apesar de ser suplente, teria um “sub-gabinete” junto à equipe de Gomes e seria responsável pelas questões ligadas à saúde. Segundo a empresa, naquele período Pacheco se afastou do laboratório e “se dedicou, no Senado, à formulação do projeto para a criação do Complexo Industrial da Saúde do país”. Em 2019, primeiro ano do governo Bolsonaro, o ex-presidente agraciou o aliado com uma visita à inauguração de uma planta da Cristália em Itapira, interior de São Paulo. E não poupou elogios a ele: “o espírito do Pacheco nos faz rejuvenescer, nos faz mais crente, mais objetivo e mais lutador”, disse Bolsonaro na ocasião. “É uma satisfação estar aqui. Há poucas semanas, adentrou meu gabinete o senhor Pacheco e o senador Eduardo Gomes, do Tocantins, e me fizeram esse convite. A minha agenda realmente é complicada, mas tínhamos um evento em São Paulo, e eu aproveitei para voltar um pouquinho para esse meu querido interior de São Paulo”, continuou. Apesar da proximidade com nomes da direita, Pacheco e sua empresa também têm trânsito com outras legendas. Executivos da companhia já fizeram doações a partidos como PT, PSDB e DEM. A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) também já esteve em um evento da Cristália, em 2013, quando chamou Pacheco de “um brasileiro valoroso”, que “sempre acreditou em nosso país”. No ano passado, o empresário foi recebido pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A empresa afirma que a visita de autoridades faz parte de eventos institucionais comuns e que diferentes presidentes e governadores já estiveram em suas instalações nas últimas décadas. ## **Polilaminina: a nova aposta** Polilaminina é estudada para tratar lesão medular, mas resultados ainda são iniciais Pacheco pode até negar o seu passado “cloroquiner”. Mas agora investe todas as fichas na polilaminina – que, apesar dos indícios promissores, ainda está em fase inicial de testes e não se sabe qual será a sua eficácia em humanos. “Agora, com a polilaminina, teremos a maior descoberta da ciência em décadas. Os benefícios são de tamanha ordem que, assim que a droga estiver disponível à população, terei cumprido minha missão na Terra”, afirmou o empresário à _IstoÉ Dinheiro._ A expectativa com o medicamento é tão alta que a Cristália está comprando uma nova unidade fabril em Jaguariúna (SP) para dar conta da possível demanda. “O laboratório Cristália está trabalhando para que a polilaminina esteja disponível de maneira democrática para todos os pacientes, incluindo os crônicos, o quanto antes. Os resultados dos testes em andamento guiarão o caminho para essa disponibilização”, disse a empresa em um comunicado. No programa Roda Viva, Tatiana Sampaio disse que a Cristália é responsável pela produção e comercialização do medicamento, que a empresa não interferiu em seu trabalho, e que a intenção de Pacheco seria vender a polilaminina ao SUS. No início deste ano, o Ministério da Saúde e a Anvisa anunciaram o início do estudo clínico de fase 1 para avaliar a segurança do uso da substância. Os testes serão realizados em cinco pacientes voluntários, com idades entre 18 e 72 anos, até 72 horas após sofrerem lesões entre as vértebras T2 e T10 da medula espinhal. Ainda haverá novas etapas e não há previsão de conclusão. Sampaio se tornou uma celebridade após os resultados iniciais de sua pesquisa, desenvolvida por quase 30 anos, viralizarem nas redes sociais. Elogiada tanto pela esquerda como pela direita, ela foi recebida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pediu prioridade para a pesquisa pelo Ministério da Saúde. A pesquisadora também recebeu elogios do provável opositor de Lula na disputa eleitoral de 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Flávio deu ênfase ao formato da proteína – que se parece com uma cruz – e disse que seu governo iria investir em “ciência de verdade”. Tanta euforia fez com que a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) emitissem um editorial conjunto pedindo “cautela” sobre a polilaminina. O conteúdo alerta que a substância ainda está sendo estudada e precisa cumprir os ritos científicos de segurança. Também recomendam que se evite judicialização ou exposição midiática prematura.

Cristália: laboratório da polilaminina vendeu cloroquina e fez fortuna sob Bolsonaro.
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#Portugus #Cincia #Covid19 #JairBolsonaro #Sade #SUS

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Brasileiro é escolhido entre 12 lideranças globais no maior congresso científico sobre HIV do mundo Selecionado entre 12 lideranças globais, o educador brasileiro acompanhou em Denver os avanços sobre PrEP de longa duração, novas estratégias terapêuticas e pesquisas sobre cura, e volta ao país com uma missão clara: traduzir ciência em política pública e informação acessível.

Brasileiro é escolhido entre 12 lideranças globais no maior congresso científico sobre HIV do mundo.
- bsmnja
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Descobreixen que un fàrmac antiobesitat pot ajudar a disminuir la glucosa i els greixos a la sang
#Salut #Societat #Alimentaci #Cincia #Investigaci #Medicaments #Medicina #Recerca #UniversitatdeBarcelonaUB #btvnoticies #Barcelona #beteve […]

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Celebrem el Dia de la Dona i la Nena a la Ciència a l'Escola Heura Els alumnes de 6è de l'Escola Heura han rebut la visita de la Verónica, una enginyera química i investigadora de la Universitat de Barcelona, en el marc del

Celebrem el Dia de la Dona i la Nena a la Ciència a l’Escola Heura
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El Castell dels Tres Dragons, al Parc de la Ciutadella, es convertirà en un eix de ciència El projecte de rehabilitació de l'edifici del Parc de la Ciutadella convertirà les tres plantes del castell en espais expositius i de divulgació científica.

El Castell dels Tres Dragons, al Parc de la Ciutadella, es convertirà en un eix de ciència
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Una expedició catalana, la primera missió de dones científiques per viure i investigar a l’Àrtic L'expedició recrearà les condicions extremes d’un viatge a Mart amb l'objectiu de fer recerca espacial i divulgar-ne els resultats.

Una expedició catalana, la primera missió de dones científiques per viure i investigar a l’Àrtic
#Cinciaitecnologia #Astronomia #Cincia #Dones #Recerca #btvnoticies #Barcelona #beteve beteve.cat/ciencia-i-tecnologia/exp...

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Saps que el futur de la investigació en humans té nom i es diu organoide? Un grup de científics liderats per l'IBEC investiguen com vèncer la paraplegia a través d'un organoide de medul·la espinal.

Un organoide de medul·la espinal obre una nova via per vèncer la paraplegia
#Cinciaitecnologia #Cincia #Investigaci #Medicina #Metges #btvnoticies #Barcelona #beteve beteve.cat/ciencia-i-tecnologia/org...

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Com serà la Missió Artemis II? Quatre astronautes, Reid, Victor, Christina i Jeremy, es preparen per viatjar fins a prop de la Lluna amb la missió Artemis II de la NASA. Aniran dins la nau

Com serà la Missió Artemis II?
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Expert en supercomputació: “Europa pot competir amb la Xina o els EUA si treballa unida”
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Jordi Valls presideix la Disputatio 2025 que enguany debat sobre la desconnexió entre ciència i societat
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Disputatio 2025 26/11/2025 | Imprimeix Temps estimat de lectura: 1 minut * Facebook * WhatsApp * Telegram * LinkedIn * Email

Disputatio 2025
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20 anys del Barcelona Supercomputing Center: “Volem seguir liderant el desenvolupament tecnològic”
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Què és la física quàntica? La ciència d'allò tan petit que no veiem però tan present al dia a dia La científica Alba Cervera explica de manera entenedora què és la física quàntica, que centrarà la 4a edició de la Biennal de la Ciència.

Què és la física quàntica? La ciència d’allò tan petit que no veiem però tan present al dia a dia
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Dr. García-Basteiro: "Ens hem de treure del cap la imatge del científic que viu entre provetes" L'Alberto García-Basteiro és professor d'Investigació a l'ISGlobal i metge adjunt de l'Hospital Clínic, i es dedica a fer recerca sobre la tuberculosi.

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AstraZeneca estrena seu a l'edifici Estel de Barcelona AstraZeneca estrena seu a l'edifici Estel de Barcelona i obre pas a una nova fase com a motor d'innovació biomèdica.

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La Biennal Ciutat i Ciència programa 130 activitats per apropar la física quàntica a la ciutadania La quarta edició de la Biennal Ciutat i Ciència tractarà la física quàntica i s'hi han programat 130 activitats.

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Dissenyen nanoanells de proteïnes que detecten i neutralitzen el virus de la covid Un equip de científics ha generat un nanomaterial de proteïnes amb forma d'anell capaç d'unir-se al virus de la covid, el SARS-CoV-2, i neutralitzar-ho.

Dissenyen nanoanells de proteïnes que detecten i neutralitzen el virus de la covid
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Jump
(Crested tit, Lophophanes cristatus)
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(Pentax k-1, 450mm f8 1/1250 ISO800)

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