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> Quer receber os textos desta coluna em primeira mão no seu e-mail? Assine a newsletter _Antes que seja tarde_ , enviada às quintas-feiras, 12h. Para receber as próximas edições, inscreva-se aqui. Eram favas contadas. O enfraquecimento do licenciamento ambiental no Brasil tinha alguns interesses muito claros por trás. Um deles era facilitar o asfaltamento de um trecho da BR-319, que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO), que corta uma das regiões mais preservadas da Amazônia. Trechos incluídos na nova lei foram redigidos sob medida para facilitar a obra polêmica por seu potencial de elevar o desmatamento no entorno. Pois passados dois meses que a Lei Geral do Licenciamento Ambiental entrou em vigor, o governo federal deu o pontapé para iniciar a pavimentação. A decisão não só contraria nota técnica do Ministério do Meio Ambiente, que mostra os riscos da obra inclusive para as metas climáticas do país, como se vale também de um dos dispositivos da lei que tinha sido vetado pelo presidente Lula. Como o veto acabou derrubado pelo Congresso, os setores do governo interessados na obra não perderam tempo. O Ministério dos Transportes e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) publicaram na segunda-feira (13) quatro editais abrindo licitação para contratar a empresa que fará as obras de pavimentação. Conforme muito bem explicado em reportagem de O Globo desta terça-feira (14), a medida se vale de um dispositivo previsto no artigo 8º, inciso 7º, da Lei Geral do Licenciamento, que prevê que não precisam de licenciamento ambiental empreendimentos com “serviços e obras direcionados à manutenção e ao melhoramento da infraestrutura em instalações pré-existentes ou em faixas de domínio e de servidão, incluídas rodovias anteriormente pavimentadas e dragagens de manutenção”. A premissa é que como a BR-319 foi construída originalmente nos anos 1970 e foi pavimentada – o chamado “trecho do meio” acabou sendo abandonado, tomado pela vegetação com o passar dos anos e hoje é basicamente uma estrada de terra esburacada –, a obra agora entraria nesse critério de “melhoramento” de “rodovias anteriormente pavimentadas”. Mas não é tão simples assim. Não é como consertar um asfalto que cedeu em uma rodovia consolidada que corta áreas urbanas. A BR-319 inteira tem quase 900 km. Os primeiros 200, a partir de Porto Velho, estão com asfalto, e os últimos 250, já chegando em Manaus, também. Mas tem o tal “trecho do meio”, de mais de 300 km, que é uma buraqueira só, de terra, que vira um atoleiro sem condições de tráfego no período de chuva. Ou seja, não vai bastar passar uma mão de asfalto por cima. É necessário basicamente reconstruir a rodovia. E isso, no entendimento do Ibama, que é o órgão licenciador, tem impacto potencial, demanda estudo de impacto ambiental (EIA) e precisa passar por um processo de três fases de licença. A análise da obra começou a ser feita há mais de dez anos, sempre sob muitos questionamentos. Só que no finzinho da gestão Bolsonaro, atropelando todos os pareceres contrários, uma licença-prévia (LP) foi concedida. Se, por um lado, para os moradores da região, para quem precisa trafegar pela estrada, o asfaltamento é uma necessidade real, por outro, uma obra sem os devidos cuidados e controles pode impulsionar uma nova onda de desmatamento na Amazônia, comprometendo a produção de chuvas e a regulação climática. Para muitos especialistas, pode ser a pá de cal a decretar o chamado ponto de não retorno da Amazônia, o colapso. É justamente esses riscos que um processo de licenciamento ambiental bem feito pode tentar evitar, ao estabelecer, por exemplo, condicionantes – como a criação de áreas protegidas –, que podem exercer um papel extra de proteção contra o desmatamento. O Dnit e o Ministério dos Transportes, ao lançarem mão do dispositivo da lei geral do licenciamento, tentam tratorar esse processo, como afirma Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima. Lembrando que o asfaltamento da BR-319 já é sujeito de um processo de licenciamento junto ao Ibama. O OC anunciou nesta quinta-feira (16) que vai entrar com uma Ação Civil Pública pedindo a anulação dos editais do Dnit. O entendimento é que eles violam a Constituição Federal e princípios do Direito Ambiental e do Direito Administrativo, além de representarem um enorme risco ao controle do desmatamento na Amazônia. “A Constituição estabelece que empreendimentos potencialmente causadores de significativo impacto ambiental precisam de EIA. E o EIA só existe no âmbito de licenciamento. Nesse processo da 319, o Ibama, que é a autoridade licenciadora, considerou esse asfaltamento como de significativo impacto, portanto, pediu o EIA”, explica Suely. Ou seja – todo o trâmite do licenciamento, em três fases, precisa ser seguido até o fim. Não dá para considerar que a obra pode agora pegar o fast track com base em uma interpretação da nova lei. “Interpretar o inciso 7º do artigo 8º da Lei Geral do Licenciamento de forma isolada pode parecer que o asfaltamento da BR-319 tá enquadrado na não sujeição do licenciamento, mas a interpretação em direito é sistêmica. Se tem um dispositivo na Constituição sobre o tema, é ele que vale, não importa o que diz a lei geral. Fora que não cabe ao Dnit dizer que se trata de um ‘melhoramento’. É a autoridade licenciadora que tem de qualificar cada empreendimento. Nesse caso, é o Ibama”, continua. O próprio processo anterior de licenciamento, porém, está sob contestação. A licença-prévia (LP), que é a primeira fase do processo, concedida no governo Bolsonaro, está sendo questionada na Justiça desde janeiro de 2024 pelo próprio Observatório do Clima, que alerta que o Ibama de Bolsonaro desconsiderou as análises do corpo técnico do Ibama que pediam mais cuidado com a obra. De acordo, mais uma vez, com Suely, os técnicos do órgão ambiental tinham alertado para os riscos de desmatamento. De fato, só a concessão da LP em 2022 já tinha feito o desmatamento especulativo no entorno da BR-319 dobrar. “Mesmo com as análises do Ibama terem alertado para o problema, foi concedida a licença-prévia sem condicionantes que garantam realmente o controle do desmatamento. Foi dado um atestado de viabilidade sem que essa viabilidade estivesse comprovada no processo”, diz a especialista – ela mesma uma ex-presidente do Ibama. Quer dizer, o licenciamento, em si, já estava paralisado. E agora os órgãos de transporte do governo federal tentam passar por cima disso e fazer a obra sem licenciamento nenhum. É o típico caso para validar os principais temores de cientistas e ambientalistas que, não à toa, tinham apelidado o projeto de lei de “PL da devastação”. Exemplifica tanto as brechas que foram criadas pela lei como dá uma ideia de como vão chover casos de judicialização daqui para frente.

Asfaltamento da BR-319, o primeiro atropelo da ‘lei da devastação’.
- bsapub
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#Portugus #Licenciamentoambiental #Meioambiente #Poltica

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Estava difícil terminar o seu artigo a tempo, então aproveite que o prazo foi prorrogado!

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Serragem de madeira é transformada em material resistente ao fogo O compósito não só é incombustível, como também contribui ativamente para apagar o fogo liberando vapor de água.

Serragem de madeira vira material resistente ao fogo.

O compósito não só é incombustível, como também contribui ativamente para apagar o fogo liberando vapor de água.

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#ciencia #tecnologia #meioambiente #madeira #construcaocivil

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Viagem à Lua e os lunáticos na Terra Giovana Girardi, Marina Amaral e Ricardo Terto analisam as conquistas científicas e os ataques à ciência

Viagem à Lua e os lunáticos na Terra.
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Inscrição :: 5º Congresso Internacional de Engenharia Ambiental INSCRIÇÕES: 3º Período vai até 08 de maio

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Previsão do tempo para o interior de #Teresópolis-RJ nesta quinta-feira, 16 de abril de 2026

#TVPessegueiros #tempo #natureza #mataatlântica #preservação #meioambiente #outono2026

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Homem com roupas sociais, segurando o livro "Visão ESG: Negócios Resilientes" de capa azul e branca, em uma livraria com teto azul e luzes brancas. Foto: Cecy Nogueira - Arte: Sofia Cingotta / PauliXNews.

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Se você acha que ESG é apenas sobre o meio ambiente, seu negócio está ficando para trás. 🌍⚠️

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Reparação Bacia do Rio Doce Mariana Barragem: Impactos e Soluções - Rompimento da barragem de Fundão, em Mariana A tragédia de Mariana, ocorrida em novembro de 2015 com o rompimento da barragem de Fundão, deixou um rastro devastador afetando comunidades e ecossistemas ao

A barragem de Mariana impactou profundamente a bacia do Rio Doce e exige reparação contínua. Leia: eueconomizoagua.com.br/reparacao-ba...
#MeioAmbiente #Samarco #Brasil

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Original post on ursal.zone

As digitais de Vorcaro, Zettel e do governo Zema na destruição da Serra do Curral em Minas.
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#Portugus #BancoMaster #DanielVorcaro #Meioambiente #Minerao #Poltica […]

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Conservação da Caatinga é prioridade ambiental, diz Ministro Capobianco ressaltou que o desmatamento excessivo da Caatinga tem contribuído para o avanço da desertificação

#GovernoLula:
“Conservação da #Caatinga é prioridade ambiental”, diz João Paulo Capobianco, ministro do #MeioAmbiente.
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Previsão do tempo para o interior de #Teresópolis-RJ nesta quarta-feira, 15 de abril de 2026

Dia Nacional da Conservação do Solo. Produção de couve em Andradas, no 2º Distrito

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Reforma Agrária pode perder 13,9 milhões de hectares para a mineração, aponta estudo Pesquisa mostra assentamentos sob pressão; maior parte está na região Norte

Reforma Agrária pode perder 13,9 milhões de hectares para a mineração, aponta estudo.
- bsmnja
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Falta de estações de monitoramento da qualidade do ar compromete diagnóstico da poluição no Brasil Brasil tem poucas estações de monitoramento do ar; na Amazônia, fumaça e falta de dados podem reduzir a expectativa de vida em até 3 anos

Falta de estações de monitoramento da qualidade do ar compromete diagnóstico da poluição no Brasil.
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Previsão do tempo para o interior de #Teresópolis-RJ nesta terça-feira, 14 de abril de 2026

Dia Mundial do Café. Produção agro familiar em Santa Rita, no 2º♥ Distrito

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Curso gratuito de legislação ambiental abre vagas para moradores de Barueri Participantes terão contato com temas como cidadania, preservação e prevenção de impactos ambientais.

Curso gratuito de legislação ambiental abre vagas para moradores de Barueri
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O Brasil já é conhecido como o “celeiro do mundo” e pode estar prestes a dar um novo salto. Pesquisadores brasileiros estão desenvolvendo plantas que podem crescer no espaço. E essa tecnologia pode ser decisiva para um mundo que precisa produzir alimentos em condições cada vez mais adversas, causadas pelas mudanças climáticas. A pesquisa integra o programa Artemis, o mesmo que encerrou sua segunda missão de viagem tripulada à Lua, nesta sexta-feira, 10 de abril, com o retorno de quatro astronautas à Terra. O Brasil pretende criar as bases para a produção de alimentos em “fazendas” extraterrestres para alimentar astronautas em missões. Chamada Rede Space Farming Brazil, a pesquisa é liderada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB) e cientistas de 22 instituições. A ideia é criar “superplantas” por meio da variabilidade genética, que tenham maior produtividade, resistência e valor nutricional, além de maior eficiência no uso de água e energia. A batata-doce e o grão-de-bico foram escolhidos para os testes na primeira fase do projeto, por precisarem de menos água e calor do que outras culturas. Outras plantas devem ser inseridas gradativamente, como as utilizadas na produção de remédios e fibras. “A adaptação dessas plantas possibilitará a seleção de novos genótipos mais adaptados às condições climáticas a serem enfrentadas nas próximas décadas, simulando artificialmente o que se prevê para temperatura e outros fatores ambientais no futuro”, afirma Alessandra Fávero, pesquisadora da Embrapa que coordena a pesquisa. ## Por que isso importa? * O programa Artemis teve início em 2012, liderado pelos Estados Unidos e mais sete países signatários. Atualmente, já são 56 países que assinaram acordo de cooperação. * Segundo auditoria da NASA, o programa já gastou, em 13 anos de existência, 93 bilhões de dólares. Fávero destaca que os protótipos poderão ser usados em áreas vulneráveis à crise do clima, seja em grandes centros urbanos ou em áreas rurais remotas. “É uma estratégia para auxiliar na segurança alimentar das populações locais”, continua. Coordenadora da pesquisa, Alessandra Fávero diz que protótipos auxiliarão na segurança alimentar global ## **O desafio de cultivar vida no “vazio” cósmico** Um dos maiores desafios para os pesquisadores é a construção de um invólucro que consiga proteger as plantas da radiação ionizante cósmica. Apesar de parecer um grande vazio escuro, o espaço é repleto de partículas minúsculas que viajam a velocidades altíssimas e, quando entram em contato com matéria, podem arrancar elétrons dos átomos, inviabilizando qualquer forma de vida como a conhecemos. Essas condições extremas estão sendo simuladas em laboratórios no Brasil. No ano passado, houve um primeiro teste em uma missão espacial análoga, ambiente terrestre com condições parecidas às de uma estação espacial. O experimento, bem-sucedido, ocorreu no Habitat Marte, espaço da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) que reproduz o planeta vermelho, com mudas de tomate que utilizam sistemas hidropônicos e aeropônicos – ambos sem uso de solo. Em abril de 2025, a Rede Space Farming Brazil enviou sementes de grão-de-bico e batata-doce em um foguete da Blue Origin, empresa comercial do bilionário norte-americano Jeff Bezos. Os alimentos ficaram expostos à microgravidade por cinco minutos, para depois passarem por uma análise genética. Em agosto, o grupo enviou outras plantas brasileiras, como morango e orquídeas, para a Estação Espacial Internacional (ISS). Segundo Fávero, a primeira fase do programa tem duração prevista de cinco anos, com simulações na Terra. A segunda fase prevê testes em órbita terrestre e, na terceira fase, experimentos em espaço profundo, como na Lua. ## **Da órbita lunar à floresta tropical** A ciência brasileira tem outra iniciativa para além da agricultura espacial: o país se prepara para a sua primeira missão lunar. Também como parte do programa Artemis, o Brasil está desenvolvendo o SelenITA, um nanossatélite que pretende ir à órbita da Lua e contornar o seu polo sul para estudar campos magnéticos e relevo. O nome é derivado da selenita, um tipo de cristal cujo brilho lembra o da lua. O nanossatélite será lançado na próxima fase do programa Artemis, prevista para 2028. As informações coletadas serão essenciais para futuras missões tripuladas à Lua, de acordo com a AEB. O projeto é realizado pelo Instituto de Tecnologia Aeronáutica (ITA) em parceria com a agência brasileira e a norte-americana Nasa. De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), os estudos relacionados ao SelenITA devem colaborar com o avanço em outras áreas, como o de sistemas embarcados espaciais, navegação orbital, telecomunicações em espaço profundo e sistemas de engenharia de energia. Esse tipo de tecnologia é usada em ferramentas do cotidiano, como o monitoramento via satélite da Amazônia, a vigilância de fronteiras e o compartilhamento seguro de informações sensíveis. “Iniciativas como a SelenITA viabilizam o desenvolvimento de tecnologias próprias, a capacitação de engenheiros e a consolidação de uma base industrial robusta. Além disso, contribuem para o estímulo à formação científica e ao engajamento de novas gerações em áreas estratégicas”, disse a Aeronáutica em resposta à **Agência Pública**. ## **O que significa o Brasil participar do programa Artemis** Assinado pelo Brasil em 2021, os acordos relacionados ao programa Artemis servem como um protocolo de intenções e salvaguardas entre nações e não estipula obrigações tecnológicas. “Eles regulamentam os fins pacíficos e não predatórios da exploração do sistema solar, em particular da Lua e de Marte. Os deveres do Brasil são os mesmos de outros países, similar ao que acontece na exploração da Antártida”, afirma o astrofísico Gabriel Rodrigues Hickel, da Universidade Federal de Itajubá (Unifei). Para o cientista, a participação do país no Artemis não deve trazer retorno imediato à população, mas sim à médio e longo prazo. “A tecnologia desenvolvida em função da corrida espacial entre 1950 e 1970 nos beneficia hoje com avanços que vão desde as telecomunicações via satélite até diagnósticos médicos mais eficazes”, afirma. Hickel destaca que um dos fatores mais promissores para o Brasil é a partir dos estudos realizados pela Embrapa. “Os resultados podem ser aplicáveis a terrenos áridos, menos férteis e sob condições de iluminação não ideais”, diz. “No caminho para obter espécies de plantas adequadas a ambientes espaciais, pode-se encontrar plantas mais produtivas para ambientes terrestres não ideais”, explica. Segundo a AEB, o país tem o cuidado de pautar suas ações relacionadas à exploração espacial pelos princípios do multilateralismo, com parcerias tanto com os Estados Unidos quanto com a China, como no programa CBERS, existente há mais de 30 anos. As prioridades do programa espacial brasileiro dividem-se em três frentes: a renovação da frota de satélites, o acesso autônomo ao espaço e a consolidação de seus centros de lançamento. O foco, de acordo com a AEB, é transformar o Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, em um polo comercial competitivo para o mercado global, ampliando a frequência de lançamentos iniciada com a empresa sul-coreana Innospace. Não há negociações em curso para o envio de um astronauta brasileiro ao espaço, pelo menos até 2030.

Programa Artemis: Brasil cria “superplantas” que servirão de alimento no espaço e na Terra.
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Previsão do tempo para o interior de #Teresópolis-RJ nesta segunda-feira, 13 de abril de 2026

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