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Com Lula e Pacheco, teremos chapa forte em MG, diz Marília Campos, pré-candidata ao Senado Em pré-campanha, Marília Campos reúne apoiadores em BH e apresenta sua agenda prioritária para o Senado…

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Com Lula e Pacheco, teremos chapa forte em #MinasGerais, diz Marília Campos, pré-candidata ao Senado.
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#architecture #heritage #landscape #nature #street #baroque

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_Ato político de assinatura. Foto: Agatha Azevedo_ _Por Agatha Azevedo Da Página do MST_ Em uma iniciativa considerada histórica, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) deu um passo inédito ao reconhecer a arte e a cultura como atividades produtivas no campo dentro da política social de desenvolvimento rural, a partir das linhas de Crédito Instalação. Na tarde da última sexta-feira (10), no assentamento Dênis Gonçalves, na Zona da Mata mineira, foi assinado o primeiro crédito voltado exclusivamente à produção artística em territórios da Reforma Agrária, beneficiando famílias vinculadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A ação pioneira viabiliza o financiamento de iniciativas como a produção de instrumentos musicais e artesanato a partir da cabaça, matéria-prima cultivada e trabalhada pelas próprias famílias assentadas. Mais do que incentivo econômico, a medida representa o reconhecimento institucional da arte como trabalho, renda e direito. Durante a cerimônia, a superintendente regional do INCRA em Minas Gerais, Neila Batista, destacou o caráter inovador da política e o compromisso com a realidade dos territórios. “A lei precisa caber na vida”, afirma. Segundo ela, a assinatura do crédito também inaugura um compromisso de convênio técnico para fortalecer o projeto no assentamento. “A gente vem construindo com esse conjunto de assentados que são ousados e nos desafiam a tornar as ações territoriais legais do ponto de vista institucional, e a lei precisa caber na vida e não ao contrário”, reafirma a superintendente. Ao projetar a arte como trabalho e direito, o crédito produtivo traz dignidade para quem produz a cultura do campo. Para Carolina Rodrigues, assentada contemplada pela política e dirigente do Coletivo de Cultura do MST na Zona da Mata, o momento marca uma virada histórica. “Entender que a arte e a cultura também são trabalho e direito é a única forma de garantir renda. Esse passo que damos aqui hoje é histórico”, afirma. _Carolina Rodrigues com produção de cabaça. Foto: Agatha Azevedo_ A iniciativa dialoga com uma demanda antiga dos movimentos do campo, que é o reconhecimento das múltiplas dimensões do trabalho rural, deixando de se reduzir à produção de alimentos saudáveis e abrindo possibilidades para contemplar áreas como arte, cultura, saúde e educação. Lua Oliveira, da direção estadual do Coletivo de Cultura do MST, reforça essa perspectiva. “A arte é trabalho. É histórico dizer da arte como trabalho e renda. Nós precisamos de uma linha produtiva para a cultura”, reforça a dirigente. ## Política pública com impacto territorial O projeto conta com apoio do Pró-Semeia, iniciativa que atua na implementação da política. O Pró-Semeia (Programa Nacional de Formação em ATER para Assentamentos de Reforma Agrária) é uma iniciativa federal, realizada pelo MDA, INCRA e UFG, que visa fortalecer a agricultura familiar e assentar a Reforma Agrária com desenvolvimento sustentável. O programa conecta institutos federais (incluindo o IFMG) a assentamentos, promovendo extensão rural, agroecologia e articulação com a Agenda 2030. Ana Luiza, representante do IFMG, parceiro local, destaca que o impacto vai além da renda. “O programa vai atingir as famílias na prática, mas também traz um olhar de desconstrução do que é renda no território.” Já Magda Steffens, da Coordenação-Geral de Educação, Arte e Cultura do Campo (INCRA), aponta para a necessidade de ampliar esse tipo de política. “Os créditos são para produção de trabalho e renda, mas a gente não quer só comida. Todas as dimensões humanas precisam ser contempladas”, contextualiza. Ela também enfatiza a importância de projetos protagonizados por mulheres e que resgatam saberes culturais: “A arte traz união e pertencimento.” ## Cultura, identidade e geração de renda _Ana Paula mostra sua produção. Foto: Agatha Azevedo_ Compreendendo a política pública como uma iniciativa pioneira que precisa se expandir no território, no estado e no país, o MST trouxe outras experiências de organização produtiva da cultura no assentamento, na voz de assentados e assentadas que produzem cultura em seus lotes. Segundo Elis Carvalho, da direção regional do MST, essa possibilidade de crédito que se abre a partir do lote da Carolina evidencia a relação entre cultura, identidade e economia nos territórios. “A arte, assim como o alimento, deveria ser um direito de todos e todas”, afirma, mostrando o artesanato produzido por ela mesma e explicando seu significado simbólico: “A cabaça é feminina, africana. É nossa identidade. Quando a gente abre uma cabaça, abre um universo.” Essa dimensão cultural se traduz em resultados concretos. No assentamento, a produção de kits musicais, com instrumentos como tambor, ganzá e chocalhos, já gerou renda significativa para as famílias. Uma das assentadas, conhecida como Nega, relata que a arte foi fundamental para manter a renda. “Nós fizemos a sacola musical e ela ajudou a construir minha casa e mudar minha vida. Na pandemia, a arte salvou minha vida”, conta. _Nega mostra artesanato produzido por ela. Foto: Agatha Azevedo_ Para as famílias Sem Terra, o financiamento do INCRA representa um divisor de águas. Carolina Rodrigues resume o significado da conquista e afirma o ineditismo do financiamento do INCRA para este projeto como “um primeiro passo para contemplar a arte que nasce da luta”. Durante o ato de assinatura, o artista plástico e assentado Anderson Augusto reforçou o papel transformador da arte no território. “A arte atinge onde a palavra não chega. Ela está junto da nossa necessidade de viver.” Ao reconhecer a cultura como parte estruturante da vida no campo, a política inaugura um novo paradigma para a Reforma Agrária brasileira, onde produzir também significa criar, expressar e afirmar identidades. _*Editado por Fernanda Alcântara_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Ação inédita do INCRA reconhece arte como trabalho e garante crédito produtivo em assentamento do MST.
- bsmst
mst.org.br/2026/04/13/acao-inedita-...
#Notcias #Artesanato #Incra #MinasGerais #Produo

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Mapa de Santana do Paraíso, Minas Gerais

Mapa de Santana do Paraíso, Minas Gerais

Foto de Santana do Paraíso, Minas Gerais

Foto de Santana do Paraíso, Minas Gerais

Foto de Santana do Paraíso, Minas Gerais

Foto de Santana do Paraíso, Minas Gerais

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📍 Santana do Paraíso, Minas Gerais
População: 48.286 paraisenses
#MinasGerais #Brasil

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Negligência do Estado deixa mortos na Zona da Mata Mineira As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata Mineira no último mês deixaram um rastro de mais de 70 mortos e 8 mil desabrigados.

Negligência do Estado deixa mortos e desabrigados na Zona da Mata Mineira.
- bsavdd
averdade.org.br/2026/04/negligencia-do-e...
#Brasil #JornalImpresso #Chuvas #EdioImpressa #Jav331 #MinasGerais

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Auxílio Reconstrução MG: pagamentos já começaram Auxílio Reconstrução de R$ 7.300 começa a ser pago a famílias afetadas pelas chuvas em MG. Veja quem tem direito e como receber.

#AuxílioReconstrução #MinasGerais #ChuvasMG #JuizDeFora #Ubá #BenefícioSocial #CaixaEconômica #Enchentes #AjudaDoGoverno #NotíciasMG
www.tmadicas.com.br/2026/04/auxi...

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Em seminário no Vale do Rio Doce, MST apresenta projeto de recuperação econômica da bacia.
- bsmst
mst.org.br/2026/04/10/em-seminario-...
#Notcias #BaciadoRioDoce #MinasGerais #PlantarrvoresProduzirAlimentosSaudveis […]

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Mapa de Toledo, Minas Gerais

Mapa de Toledo, Minas Gerais

Foto de Toledo, Minas Gerais

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📍 Toledo, Minas Gerais
População: 7.541 toledenses
#MinasGerais #Brasil

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Procura trabalho? Confira vagas de emprego do Sine BH nesta sexta Há oportunidades para trabalhadores com e sem experiência

Há oportunidades para trabalhadores com e sem experiência

hoje.vc/3jpu1

#emprego #vagas #oportunidades #minasgerais #belohorizonte #jornalhojeemdia

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Organizações da Bacia do Rio Doce se reúnem em Governador Valadares para debates sobre região.
- bsmst
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#Notcias #BaciadoRioDoce #Crimeambiental #CrimesdaVale […]

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_Foto: Agatha Azevedo_ _Por Agatha Azevedo Da Página do MST_ Na manhã desta quarta-feira (8), o Anfiteatro de Ciências Humanas da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) recebeu a abertura da XII Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária (JURA), com a presença de João Pedro Stedile, da Coordenação Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A atividade marcou o início de mais uma edição da Jornada, consolidada como espaço de articulação entre universidade e movimentos populares. Realizada um dia após a concessão do título de Doutor Honoris Causa pela UFJF, a palestra reuniu estudantes, militantes e pesquisadores em torno do debate sobre estratégias de enfrentamento à crise climática e ambiental. Em sua fala, Stedile destacou o papel central da classe trabalhadora do campo diante dos desafios impostos pelo modelo econômico vigente. “O futuro está nas mãos dos camponeses”, afirmou. _Foto: Agatha Azevedo_ Ao longo da exposição, o dirigente do MST relacionou a intensificação da crise climática ao avanço do agronegócio. Segundo ele, o atual modelo de produção agrícola está orientado pela lógica do lucro e não pelas necessidades da população. “O agronegócio não produz para necessidade da nossa população. Ele produz lucro”, disse. Para Stedile, enfrentar a crise ambiental exige reorganizar as formas de produção e fortalecer práticas como a agroecologia. Inspirando-se em reflexões do ex-presidente uruguaio Pepe Mujica, Stedile reforçou a incompatibilidade entre interesses populares e a lógica do capital. “Como diria Pepe Mujica, servir ao povo é incompatível com servir ao capital”, pontuou. Ele também destacou o papel do conhecimento construído a partir da vivência do povo brasileiro que enfrenta suas mazelas: “A luta social tem conhecimento”. Presente na atividade, Lua Oliveira, do Coletivo de Cultura do MST, reforça que a JURA é o espaço de troca de experiências entre campo e cidade. A militante conta que a Reforma Agrária permeia as desigualdades sociais do nosso país e que a JURA convoca a Universidade a viver e construir um mundo de transformações sociais. “Me lembro muito de um trecho do livro soviético Temperando o aço, que diz que é preciso apressar-se a viver porque qualquer casualidade trágica pode nos cortar o fio da existência. E nada mais justo do que viver em prol da luta pela liberdade da humanidade”, diz a militante. ## Cerimônia do título Honoris Causa _Foto: Agatha Azevedo_ A conferência, realizada um dia após a entrega do título Doutor Honoris Causa a Stedile, integrou um conjunto mais amplo de ações construídas ao longo de 26 anos de parceria entre a UFJF e o MST. Essa relação envolve processos de formação, pesquisas sobre a realidade do campo e iniciativas concretas como o Plantio Solidário, que fortalece a agroecologia, combate a fome e aproxima campo e cidade na região de Juiz de Fora. Outro destaque é o protagonismo das mulheres nas experiências organizativas e produtivas vinculadas ao Movimento. A concessão do título de Doutor Honoris Causa a Stedile, realizada na véspera, foi destacada como reconhecimento não apenas de uma trajetória individual, mas de um projeto coletivo de transformação social. A professora da UFJF e prefeita da cidade, Margarida Salomão, ressaltou que a homenagem reafirma o compromisso da universidade com “os valores democráticos, a luta coletiva e a busca por justiça social.” Em sua fala durante a cerimônia, Stedile dedicou a honraria à militância do Movimento. “As honrarias que recebi não são minhas pessoais, mas do coletivo de militantes que dedicam a vida por um Brasil mais igualitário”, afirmou. _Foto: Agatha Azevedo_ A XII JURA reafirma o papel das universidades públicas como espaços de produção de conhecimento comprometido com a realidade social. Para Cristina Bezerra, professora da UFJF, o título reforça o compromisso da Universidade com a luta coletiva e é o reconhecimento de uma relação de troca mútua. “Conceder o título de Honoris Causa é homenagear. Na pessoa de João Pedro, é reconhecer um Movimento que compôs a vida e revolucionou a relação com a Universidade. Foi essa parceria que fez com que a questão agrária se aprofundasse dentro dos cursos da Universidade”, reforça. Em um cenário de agravamento da crise climática, as ações da Universidade em torno da questão agrária se colocam como um espaço estratégico para a construção de alternativas, fortalecendo a agroecologia, a soberania alimentar e a defesa dos territórios. _*Editado por Fernanda Alcântara_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

“O futuro está nas mãos dos camponeses”, afirma João Pedro Stedile em UFJF.
- bsmst
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#Notcias #Educao #JURA2026 #MinasGerais #UFJF

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Mapa de Monte Alegre de Minas, Minas Gerais

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Foto de Monte Alegre de Minas, Minas Gerais

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Foto de Monte Alegre de Minas, Minas Gerais

Foto de Monte Alegre de Minas, Minas Gerais

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📍 Monte Alegre de Minas, Minas Gerais
População: 20.666 monte-alegrenses
#MinasGerais #Brasil

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Assim Minas Gerais leiloa suas escolas | Outras Palavras Governo mineiro vai à B3 para entregar 95 instituições a fundos especulativos. Iniciativa fecha um ciclo que inclui sucateamento, salários achatados e precarização. Fica clara necessidade de reformar Ensino por caminho oposto ao empresarial

Assim Minas Gerais leiloa suas escolas.
- bsoplvr
outraspalavras.net/alemdamercadoria/assim-m...
#AlmdaMercadoria #Charterschools #Educaopblica #Escola #Infraestrutura #Minasgerais #PPP #Precarizao #Privatizao #RomeuZema

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Coletânea de poemas sobre a história de #MinasGerais #livros #books #part1

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IPVA 2026: terceira parcela começa a vencer a partir de quinta-feira em Minas Calendário de pagamentos vai até o dia 15 de abril, de acordo com o final da placa

Calendário de pagamentos vai até o dia 15 de abril, de acordo com o final da placa

hoje.vc/3jpec

#ipva #mina #imposto #minasgerais #jornalhojeemdia

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Mapa de União de Minas, Minas Gerais

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Foto de União de Minas, Minas Gerais

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📍 União de Minas, Minas Gerais
População: 3.848 unienses
#MinasGerais #Brasil

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Mapa de Araçaí, Minas Gerais

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Foto de Araçaí, Minas Gerais

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📍 Araçaí, Minas Gerais
População: 2.224 araçaienses
#MinasGerais #Brasil

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Minas Gerais Upgrades Aeromedical Rescue with Airbus H145 Helicopters Minas Gerais Military Fire Corps enhances rescue operations with two Airbus H145 helicopters for medical transport and emergency response.

Minas Gerais Military Fire Corps added two Airbus H145 helicopters in 2025 to enhance aeromedical rescues across challenging terrain. The H145s support medical transport, winch rescues, and organ transport. #Airbus #MinasGerais #AeromedicalRescue
airpronews.com/2026/04/04/m...

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Mapa de Reduto, Minas Gerais

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📍 Reduto, Minas Gerais
População: 8.170 redutenses
#MinasGerais #Brasil

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26 anos de parceria popular: UFJF celebra a luta do MST com título Doutor Honoris Causa a João Pedro Stédile .
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‘Autoritarismo e Estado mínimo’: Simões é continuidade de Zema no governo de MG, dizem analistas Para analistas da política mineira, Matheus Simões (PSD), que tomou posse como governador do estado em 22 de março após Romeu Zema (Novo) renunciar ao cargo para concorrer às eleições presidenciais…

‘Autoritarismo e Estado mínimo’: Matheus Simões é continuidade de Romeu Zema no governo de #MinasGerais, dizem analistas.
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#ZemaNão
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Here are the #Top10 trending hashtags on #Bluesky the past hour:

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_Foto: Eulália Veloso_ _Por Alí Nacif Da Página do MST_ Entre os dias 26 e 28 de março de 2026, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), por meio do Setor de Produção, Cooperação e Meio Ambiente de Minas Gerais (SPCMA-MG), realizou o IV Encontro das Cooperativas da Reforma Agrária de Minas Gerais. A atividade aconteceu no Recanto Assis, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, reunindo representantes de cooperativas de todas as regiões do estado: Norte de Minas, Vale do Jequitinhonha, Vale do Rio Doce, Zona da Mata, Sul de Minas, Região Metropolitana e Triângulo Mineiro. O encontro foi convocado como parte do processo de organização do sistema cooperativista no estado, com o objetivo de construir alinhamentos estratégicos, fortalecer a produção de alimentos e projetar as tarefas do próximo período. Ao longo de três dias, as cooperativas realizaram debates sobre análise de conjuntura, massificação da agroecologia, ampliação da produção, acesso ao crédito e fortalecimento de ferramentas próprias de financiamento, além de momentos de integração e partilha como a Culinária da Terra e a Assembleia Geral da Cooperativa Camponesa Central de Minas Gerais (Concentra). _Foto: Alí Nacif_ Participaram do encontro as seguintes cooperativas: * Cooperativa Camponesa da Reforma Agrária de Uberlândia (Coopercampra) * Cooperativa Camponesa do Médio Rio Doce (Cooperuatu) * Cooperativa Camponesa do Vale do Jequitinhonha (Cooperjequi) * Cooperativa Camponesa Veredas da Terra Região Norte de Minas de Montes Claros * Cooperativa da Agricultura Camponesa da Região Metropolitana de BH (Cooperana) * **Cooperativa dos Camponeses Sul Mineiros (Camponesa)** * Cooperativa Regional de Cooperação Agrícola da Zona da Mata de MG (Cooperarça) * Cooperativa da Reforma Agrária e Agricultura Camponesa da Zona da Mata (Coopermatas) * Cooperativa de Produção Agroecológica e Cultura Camponesa na Zona da Mata de MG (Coopac) * Cooperativa de Produção Agroecológica Raízes da Terra da região Sul de Minas em Campo Belo * Cooperativa de Trabalho da Agricultura Camponesa de Minas Gerais (Coopertrac) * * * ## Avanço organizativo e construção da Reforma Agrária Popular O IV Encontro marca um novo momento da organização das cooperativas da Reforma Agrária em Minas Gerais. A última edição havia sido realizada em 2018, quando o estado contava com apenas três cooperativas organizadas. Desde então, como parte de um planejamento estratégico do MST, houve a ampliação para 12 cooperativas, consolidando uma rede em diferentes regiões do estado. A coordenadora da Concentra e dirigente do SPCMA-MG, Paula Ribeiro, destaca que o encontro cumpriu o papel de reunir essa base organizada para refletir coletivamente sobre os desafios atuais e avançar na construção da Reforma Agrária Popular. _Foto: Alí Nacif_ Os debates reafirmaram a necessidade de massificar a agroecologia, organizar as cadeias produtivas e ampliar a produção de alimentos saudáveis. As cooperativas são compreendidas como instrumentos centrais para materializar essas tarefas, articulando produção, organização econômica, formação política e melhoria das condições de vida das famílias assentadas. Também foi destacado o papel das cooperativas no cumprimento da função social da terra, ao garantir a produção de alimentos para o povo, em contraposição ao modelo do agronegócio, baseado na concentração de terras, no uso intensivo de agrotóxicos e na produção voltada à exportação. ## Cooperativismo como estratégia de enfrentamento ao agronegócio A coordenação nacional do MST reafirmou, durante o encontro, o cooperativismo como eixo estruturante da Reforma Agrária Popular. O coordenador nacional Fábio Nunes aponta que o encontro fortalece a unidade política e organizativa das cooperativas, ao mesmo tempo em que amplia a capacidade de atuação nos territórios. _Foto: Alí Nacif_ O processo de intercooperação, articulado pela Concentra, foi destacado como fundamental para impulsionar o desenvolvimento das cooperativas com base na economia solidária. Nesse sentido, o encontro consolidou diretrizes voltadas ao fortalecimento das cadeias produtivas e à ampliação da produção de alimentos em escala. Os debates também evidenciaram a centralidade da agroecologia, da agroindustrialização e da participação de mulheres e jovens nos espaços de produção e direção, como parte da construção de um novo modelo de desenvolvimento no campo. Diante de um cenário marcado pela concentração de terra e pela insegurança alimentar, o encontro reafirmou a necessidade de avançar na democratização do acesso à terra e no fortalecimento da agricultura camponesa como base para garantir alimento para o povo brasileiro. * * * ## Crédito, políticas públicas e ferramentas próprias O acesso ao crédito e às políticas públicas foi um dos principais temas debatidos. As cooperativas apontam dificuldades históricas para acessar recursos em instituições financeiras, o que limita o avanço da produção e da agroindustrialização nos assentamentos. Nesse contexto, o encontro promoveu diálogo com o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com foco na ampliação do acesso ao crédito e no fortalecimento de políticas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Ao mesmo tempo, foi reafirmada a importância da construção de ferramentas próprias da classe trabalhadora. A atuação da Crehnor foi destacada como estratégica para garantir acesso ao crédito adequado à realidade dos assentamentos, possibilitando que os recursos circulem e fortaleçam a produção de alimentos. A economista e coordenadora da Agência Digital PJ e PF da Crehnor Jaine Amorim ressalta que o crédito é um elemento transversal em todo o processo produtivo, desde o preparo da terra até a comercialização. Iniciativas como o Finapop Mineiro, construído em parceria com a Concentra, apontam caminhos para fortalecer o financiamento da produção agroecológica. _Foto: Alí Nacif_ O desafio colocado é ampliar o acesso ao crédito justo, fortalecer as ferramentas próprias e, ao mesmo tempo, garantir o acesso às políticas públicas como direito das famílias assentadas. * * * ## Gestão, crédito e organização produtiva na região metropolitana A partir da atuação no setor financeiro-administrativo da Coopertrac, Everton Abib avalia que o IV Encontro representa um avanço no fortalecimento do sistema cooperativista no estado. A atividade reafirma o acúmulo construído pelo MST **na massificação da agroecologia.** _Foto: Eulália Veloso_ O sistema cooperativista vem avançando a partir da produção de alimentos saudáveis para o conjunto da sociedade, como expressão concreta da agricultura camponesa. Nesse processo, a Concentra cumpre papel estratégico ao consolidar a intercooperação e fortalecer as cooperativas singulares, qualificando os processos de gestão, produção e desenvolvimento. A intercooperação tem possibilitado avanços no planejamento produtivo, no acesso a políticas públicas e ao crédito, contribuindo para investimentos em infraestrutura, insumos e melhoria da qualidade dos alimentos. Também se expressa no avanço da agroindustrialização, na qualificação do beneficiamento e na construção de processos logísticos compartilhados, ampliando o acesso aos mercados institucionais, públicos e feiras. O encontro também evidencia desafios. Entre eles, a necessidade de estruturar sistemas integrados de gestão, capazes de articular pessoas, recursos e processos. O fortalecimento das cooperativas passa pelo investimento permanente na formação política e na qualificação técnica da base, garantindo melhores condições de organização e atuação. No campo do crédito, apesar das dificuldades históricas de acesso, as cooperativas têm avançado com a combinação de políticas públicas, como o Pronaf e o Crédito Instalação, e ferramentas próprias construídas pelo MST, como o Finapop, em parceria com a Concentra e a Crehnor. Esse processo tem possibilitado desde pequenos investimentos produtivos nos lotes até a estruturação das cooperativas, fortalecendo a produção e a gestão coletiva nos territórios. ## Logística, mercados e cooperação na região metropolitana A partir da experiência na região metropolitana, Viktor Marques do Setor de Produção de Minas Gerais avalia que o encontro fortalece a intercooperação entre as cooperativas e contribui para identificar desafios e potencialidades comuns nos assentamentos de Minas Gerais. _Foto: Alí Nacif_ Os debates possibilitam a troca de experiências e a construção de estratégias integradas, avançando no planejamento produtivo, no beneficiamento e na comercialização de alimentos. O encontro também se consolida como espaço de sistematização dos desafios enfrentados pelas cooperativas e de construção de um planejamento estratégico coletivo, considerando a diversidade de realidades presentes no estado. No campo da logística e do acesso a mercados, o encontro contribui para visualizar estratégias integradas entre cooperativas que atuam na região metropolitana. A organização de rotas compartilhadas e a articulação entre diferentes iniciativas ampliam a viabilidade econômica, aumentam o volume de alimentos comercializados e reduzem custos operativos. Esse processo fortalece a gestão do armazenamento, transporte e distribuição, ampliando a capacidade das cooperativas de acessar mercados e garantir o escoamento da produção. * * * ## Unidade, produção e tarefas do próximo período O IV Encontro reafirma o avanço da organização das cooperativas da Reforma Agrária em Minas Gerais e aponta tarefas para o próximo período. Entre elas, o fortalecimento da intercooperação, a ampliação da produção de alimentos saudáveis, o avanço da agroecologia e a luta pelo acesso às políticas públicas. O encontro fortalece a unidade do sistema cooperativista e consolida as cooperativas como instrumento de organização da produção e de construção da Reforma Agrária Popular. Como parte dessa estratégia, o encontro também aponta a importância do fortalecimento da União Nacional das Cooperativas da Reforma Agrária Popular do Brasil (Unicrab) como ferramenta de articulação nacional. A construção da Unicrab amplia a integração entre as cooperativas em todo o país, fortalece a incidência sobre políticas públicas e potencializa a produção de alimentos saudáveis. A consolidação dessa articulação nacional fortalece a organização da classe trabalhadora no campo, amplia a capacidade produtiva das cooperativas e reafirma o compromisso com a produção de alimentos para o povo brasileiro e com a construção de um projeto popular para a agricultura. Foto: Alí Nacif _Foto: Alí Nacif_ _*Editado por Fernanda Alcântara_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Encontro em Minas Gerais reforça avanço do cooperativismo do MST.
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mst.org.br/2026/03/31/encontro-em-m...
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Mapa de Rio Vermelho, Minas Gerais

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Foto de Rio Vermelho, Minas Gerais

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Foto de Rio Vermelho, Minas Gerais

Foto de Rio Vermelho, Minas Gerais

Foto de Rio Vermelho, Minas Gerais

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📍 Rio Vermelho, Minas Gerais
População: 12.815 rio-vermelhenses
#MinasGerais #Brasil

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Mapa de Faria Lemos, Minas Gerais

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Foto de Faria Lemos, Minas Gerais

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📍 Faria Lemos, Minas Gerais
População: 3.239 faria-lemenses
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Mapa de Cássia, Minas Gerais

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Foto de Cássia, Minas Gerais

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📍 Cássia, Minas Gerais
População: 17.495 cassienses
#MinasGerais #Brasil

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