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#COMPORTAMENTO
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– Não confunda os termos sobre sexualidade. E muita gente não consegue entender… Sobre identidade / expressão / orientação sexual, em: SEXO = masculino ou feminino (determinado biologicamente). GÊNERO = papel social determinado pela fo…

#COMPORTAMENTO -
Sobre orientação, identidade e expressão sexual,
em: wp.me/p4RTuC-UON
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– Storytelling e a sua força. Eu sou fã de narrativas e histórias bem contadas, ajudando a entender contextos e reconhecendo pessoas. Como você leva as pessoas a terem uma percepção boa dos seus contos? Os usa nas redes sociais…

#COMUNICAÇÃO E #COMPORTAMENTO -
A força do #Storytelling,
em: wp.me/p4RTuC-V3r
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– Quem é o “Guarda-Chuva” no seu emprego ou na sua vida pessoal? Todos nós temos momentos de dificuldade no trabalho ou em casa. São fases, que podem ou não ser momentos ruins, depressão ou qualquer outra coisa. Compartilho essa ótima analogia sobre o “Gua…

#SOCIEDADE, #CARREIRA E #COMPORTAMENTO -
Quem é o seu “guarda-chuva” no dia-a-dia?
Em: wp.me/p4RTuC-KHU
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Niente scali per il chiurlo dell'Alaska che raggiunge in 10 giorni le remote cime della Nuova Zelanda Silenziosa e inesorabile, la canoa waka hourua col doppio scafo solca gli interstizi tra le onde lasciandosi alle spalle il mare dei ricordi e delle conoscenze pertinenti al mondo dai cui tronchi è st...

Niente scali per il chiurlo dell’Alaska che raggiunge in 10 giorni le remote cime della Nuova Zelanda
www.jacoporanieri.com/blog/?p=44180

#uccelli #volatili #creature #chiurli #natura #migrazioni #ecologia #comportamento #riproduzione #istinto #pacifico #mare #navigazione #volo #ambiente #biologia

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– Teoria e Prática. A imagem desta postagem reflete perfeitamente a realidade: algo ideal é conciliar a teoria e a prática! Estudantes nota 10 só se consagrarão no Mercado caso tenham a oportunidade de exercer o que e…

#COMPORTAMENTO -
A importância da #experiência,
em: wp.me/p4RTuC-ndY
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Uma das minhas memórias mais nítidas da minha avó não é uma imagem, e sim um ritual. Lembro dela atravessando o quintal devagar, banhada pela luz que entrava pelas frestas do portão enferrujado, cantarolando e conversando com as plantas como quem atualiza uma amiga íntima. O espaço não era grande, mas na minha cabeça de criança, parecia uma floresta particular. Sempre que precisava afastar um galho ou colher uma flor, ela pedia: “Licença, minhas queridas”. O pedido se repetia nos dias de poda, quando a tesoura e o inseticida entravam em cena. Nada ali era feito sem aviso, nem sem afeto. Crescer naquela casa despertou um lado místico em mim. Entre histórias, superstições e santos, aprendi cedo uma verdade: as plantas sentem. Os anos passaram. Minha avó já não caminha pelo quintal, mas o hábito de ter plantas por perto floresceu em mim, talvez como uma tentativa de mantê-la. Hoje, idealizo um apartamento cheio de verde, mas, na vida real, me adapto ao que é possível: espadas-de-são-jorge, cactos, jiboias. Plantas resistentes, que talvez estejam preparadas para lidar com o temperamento do seu dono. Por um tempo, tudo prosperou. Até que notei algo: minhas plantas pareciam sentir comigo. A comprovação veio com a morte do meu cacto mais antigo: Spike, o primeiro de seu nome, que não resistiu após um período de ansiedade. Antes dele, outras suculentas também se foram, apesar de todos os cuidados descritos nos manuais. Faltava algo que nenhum manual ensina: equilíbrio. Elas sobreviveram a possíveis afogamentos, mas não às minhas fases de desordem interna. Reparei que, nos dias de alegria, as folhas pareciam mais vivas. Não que as plantas exijam uma felicidade constante — muitas vezes, foram elas que me fizeram levantar da cama em dias de desânimo. Mas percebi que as mortes aconteciam quando eu me perdia em mim mesmo. O aviso vinha em tom de tragédia, quase teatral, quase shakespeariano. Nunca fui muito fã de Shakespeare, mas minhas plantas parecem gostar de uma boa tragédia. Talvez devesse apresentá-las a Homero, para variar o repertório. Cuidar de plantas é um exercício de autocuidado disfarçado. A vida adulta se parece com ter raízes na terra: receber nutrientes não basta. É preciso movimento, tempo e, acima de tudo, luz. Girassóis sabem disso. Nós esquecemos. Assumo a culpa pela partida de muitas que, como Spike, tentaram me lembrar de que a vida precisa de equilíbrio. Que viver exige claridade, mesmo para quem prefere a sombra. Pequenas vitórias — um bom diálogo, um banho demorado, o silêncio — funcionam como adubo. É assim que a gente germina de novo. Não concluo nada, porque crônicas raramente se concluem. Elas deixam sementes. Talvez minha avó já soubesse, quando pedia licença às plantas, que aquele gesto nunca foi só sobre folhas. Era, desde o princípio, um jeito de pedir licença para cuidar de si — e dos outros.

Spike, o cacto: o primeiro de seu nome.
- bsapub
apublica.org/2026/03/spike-o-cacto-o-...
#Portugus #Comportamento #Crnica #Cultura

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– Persistência, Teimosia e Sabedoria. Há conceitos que deveriam ser lembrados diariamente… Que consigamos ter discernimento deles! Veja abaixo:

#COMPORTAMENTO -
Sobre #persistência, #teimosia e #sabedoria,
Em: wp.me/p4RTuC-Bmr
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L'intreccio ereditario del passero che occulta le sue uova dentro un dedalo costruito su misura Frutti anomali che crescono in maniera indifferente sopra salici, pioppi ed ontani. Di color grigio-marrone, la scorza solida e compatta, la forma vagamente simile ad un otre. La cui imboccatura super...

L’intreccio ereditario del passero che occulta le sue uova dentro un dedalo costruito su misura
www.jacoporanieri.com/blog/?p=44142

#animali #uccelli #passeriformi #nidi #covata #uova #riproduzione #natura #ambiente #comportamento #biologia #scienza #europa #africa #asia #creature #evoluzione

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No Brasil, cerca de 140 milhões de mensagens são trocadas por dia apenas com o ChatGPT, segundo a OpenIA, responsável pela tecnologia de Inteligência Artificial (IA) que destaca que o país está entre os três que mais utilizam o recurso no mundo. Esse uso já se reflete nos campos do trabalho, da informação e do aprendizado. Mas o que acontece quando a IA passa a mediar também o campo simbólico, espiritual e religioso? Nesta temporada, _Diálogos para entender o que é real,_ o Pauta Pública convida o acadêmico e pastor Valdinei Ferreira para falar sobre o atual cenário de uso da IA relacionado à fé, desde usuários que acreditam estar de fato conversando com uma consciência de outra dimensão, até as situações mais corriqueiras, como a utilização da IA para criar sermões e pregações que são reproduzidas por pastores nas igrejas. Na entrevista ele fala como tem sido a adaptação para estes novos tempos e aponta os principais desafios e limites das tecnologias em relação às vivências humanas. De acordo Ferreira, o grande desafio é ajudar as pessoas a entenderem que existe um viés e que é preciso formar algum tipo de filtro crítico para que elas não sejam manipuladas pelas ferramentas de IA.” É difícil de entender e conseguir prever exatamente como as próprias igrejas e lideranças vão se posicionar em relação a isso […] e a gente tem uma falta de clareza de como as respostas são geradas. Então é bem difícil prever se isso pode recrudescer ainda mais o fundamentalismo.” Leia os principais pontos da conversa e ouça o podcast completo abaixo. __ __ ## EP 208 A fé que move algoritmos 20 de março de 2026 · Pastor e acadêmico, Valdinei Ferreira, fala sobre o encontro entre fé e inteligência artificial __ __ 0:00 -:– __15 __15 ______ ____ Veja mais episódios desta série **Você escreveu****um artigo****sobre como alguns pastores já utilizam a inteligência artificial para criar sermões, e como alguns fiéis também já consultam ferramentas como o ChatGPT, como uma espécie de oráculo. Gostaria de saber como a inteligência artificial pode transformar a experiência religiosa?** Eu tenho a impressão que [a IA] está transformando e transformará ainda mais a experiência religiosa. Há muitas frentes ou direções, mas ainda é difícil a gente conseguir mapear. Uma delas é o uso que os religiosos fazem da inteligência artificial para elaboração do conteúdo, seja do sermão, de outras orientações, uma fonte de consulta. Isso é parte da performance religiosa, não é a performance toda, porque buscar um sermão, pedir para elaborar um sermão na inteligência artificial é uma parte do sermão, outra parte é entregar esse sermão, performar. Outra é a dos fiéis. A coisa é tão dinâmica e surgem novas aplicações, atualizações. Por exemplo, eu menciono no artigo uma ferramenta PastorsAI, que foi desenvolvida por gente ligada à igreja, à teologia nos Estados Unidos, e é, inclusive, uma ferramenta que eu tenho recomendado também para alguns pastores, não para substituir o sermão. Porque na experiência religiosa, também tem esse elemento da inspiração pessoal, um tipo de jornada muito específica em que a leitura do texto bíblico é mediada pela experiência do pastor e, ao mesmo tempo, pela leitura das necessidades dos ouvintes, da comunidade. E tem a questão do tempo. Existem, de fato, muitos pastores que se dividem entre o trabalho religioso e uma outra atividade profissional. Então, isso pode ser um encurtamento na produção de conteúdo. Mas eu tenho, por exemplo, utilizado essa ferramenta, PastorsAI, que você toma o texto do sermão que você escreveu, sobe e ele gera uma série de produtos a partir do sermão. Por exemplo, um guia de estudos para a comunidade, posts para o Instagram, outras reflexões a partir do sermão e feitas com muita qualidade, com uma interação bíblica, com um diálogo com a própria teologia evangélica protestante. E, nesse sentido, é mais uma ferramenta que encurta e acelera processos. O que envolvia, por exemplo, ter uma equipe de comunicação. Essa equipe já fica mais reduzida. **Digamos que eu quero me comunicar com Deus, então vou fazer uma pergunta ali para o ChatGPT esperar que Deus se comunique comigo a partir dessa IA. Será que isso não pode endurecer ainda mais, por exemplo, o fundamentalismo religioso, aquela ideia das verdades absolutas, ou uma tendência desse cristianismo que vai ali mais para a direita?** É possível. Acho que o grande desafio é conseguir dialogar e ajudar as pessoas a entenderem que existe o viés, que você pode ter esse tipo de direcionamento e formar algum tipo de filtro crítico para que ela não tenha só uma confirmação ou só uma manipulação a partir da ferramenta. Mas é difícil de entender e conseguir prever exatamente para onde isso vai, o tipo de uso que vai ser feito, como que as próprias igrejas e lideranças vão se posicionar em relação a isso, porque as igrejas também são muito ciosas e os líderes em relação a um tipo de autonomia que os fiéis ganham, para que não diminua uma dependência da igreja, e a pessoa passe a ter uma dinâmica devocional, religiosa, que não passe pela instituição. Eu fico imaginando que é possível ter um prompt a partir das palavras de Jesus, ou que selecione somente os ditos de Jesus e formule as perguntas. Mas também não é só o texto literal, depende do contexto, do que é perguntado. E a gente tem uma falta de clareza de como funciona o texto. , como as respostas são geradas. Então é bem difícil prever o uso, se isso pode recrudescer ainda mais o fundamentalismo. Participei de um congresso de psicanálise no final do ano, e um dos temas era inteligência artificial, um congresso de psicologia analítica junguiana, e um dos palestrantes relatou uma experiência dele com a IA, pedindo que a IA se comportasse como determinado psicanalista. Aí resolvi fazer o meu experimento. Fiz um prompt para que a IA agisse como Jung e interpretasse os meus sonhos. E é muito interessante, porque o que ela está fazendo basicamente é acessando a literatura junguiana e construindo interpretações dos meus sonhos. Há coisas muito interessantes que são ditas, mas também é fácil perceber. Por exemplo, os dois últimos parágrafos têm sempre uma estrutura muito semelhante e uma estrutura de dizer alguma coisa muito agradável para mim, muito encorajador, estimulante. **Como você acha que o uso das _deepfakes_ , esses vídeos realistas criados com inteligência artificial, vai afetar ou piorar a circulação de notícias falsas, principalmente nos grupos das igrejas no WhatsApp, por exemplo. Já existem inclusive grupos de checagem específicos, como o ****coletivo Bereia****, que faz um trabalho super bacana de checagem de notícias no mundo cristão. Mas você acha que isso pode se tornar um problema, esse uso das _deepfake_ s nessas eleições? Elas podem piorar essa coisa das informações falsas circulando nesses grupos? E outra pergunta é como você vê o voto dos evangélicos nessas eleições? ** A impressão que eu tenho é que haverá, no segmento evangélico, um pouco mais de cautela, um pouco mais de moderação em relação ao que foi nas eleições de 2018 e de 2022. A razão pela qual eu penso que será assim é que [essa questão política ] tem consequências graves para as igrejas em termos de desgaste. Muitas pessoas que foram condenadas no 8 de janeiro, pelos atos golpistas no 8 de janeiro, são pessoas ligadas a igrejas evangélicas. Então, isso produziu um desgaste. E, por outro lado, acho que o governo Lula foi bem cauteloso nesse mandato em não alimentar, em não ter ações que pudessem fomentar a pauta dos costumes contra o governo. Não há fatos novos que possam, até onde eu tenho conhecimento, ser explorados como em 2018 ou 2022. Por exemplo, as igrejas não foram fechadas, continuam seguindo. Há alguns bolsonaristas que deixaram esse campo, evangélicos bolsonaristas, e estão migrando. Penso, por exemplo, no Otoni de Paula (MDB-RJ). Então, há esse movimento e eu tenho a impressão que isso será mais fraco do que nas outras eleições. O que não significa que não haja resistência à esquerda, eu acho que essa resistência ou cautela existe, mas eu não vejo a mesma onda tão forte como 2018 e 2022. Porém, podem surgir fatos novos e as coisas podem se modificar. Quanto à questão das _deepfakes_ , acho que tem um elemento muito difícil. Eu me lembro do livro do Umberto Eco, a _Viagem na Irrealidade Cotidiana_. Ele disse que seria difícil, que era difícil distinguir a cópia do original, no caso das obras de arte, e que às vezes poderia ficar igual ou até superior ao original. Com a tecnologia fica muito difícil, cada vez mais difícil fazer essa distinção do que é real e o que não é real, o que é feito, o que é construído artificialmente. Eu acho que essa fronteira vai ficar mais difícil. É difícil também porque as pessoas decidem o voto, a adesão política com base em fatores mais emocionais e irracionais e depois elas buscam os argumentos em um vídeo. Ele até pode ser interpretado como não real, mas se representa em alguma medida o que a pessoa acredita, ou retrata parte do que aconteceu na realidade, o resultado disso pode ser imprevisível, embalando essa irracionalidade que move as eleições de um jeito que a gente não viu ainda, que pode ter consequências eleitorais muito fortes. Então, eu acho que esse trabalho de checagem vai ser muito mais necessário, mas não sei também até que ponto ele resolve, porque o fato de receber no grupo, receber de alguém que se confia [pode bastar]. O sociólogo Paul Freston que usa uma expressão, em que ele usa a imagem de uma lavanderia como se fosse a fake news, que ao passar por alguém conhecido, a informação falsa é lavada e recebe um lastro de verdade, chegando para a pessoa como uma coisa autêntica. Esse é um desafio que a gente vai ter que esperar para saber o tamanho do estrago. Torço que não seja tão grande o estrago, mas acho que terá danos e a gente não sabe ainda como manejar isso.

Fé e IA: como as tecnologias estão transformando as experiências religiosas.
- bsapub
apublica.org/2026/03/fe-e-ia-como-as-...
#Portugus #Comportamento #IntelignciaArtificial #Religio #Tecnologia

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Certo dia eu estava na cama curtindo uma travessura casual, dessas diversões que nos fazem não pensar na própria vida. Era tarde de domingo e já varava a hora após dois jogos pegados, em que o delírio da torcida só foi ouvido no jogo de volta. Orgulho e vontade se retroalimentam pedindo prorrogação e casa cheia para aproveitar o momento. Ela curtia a preguiça da taça levantada, de olhos fechados, quando deslizei carinhos por sua lateral e a conchinha epilética a envolveu com a perna cabeluda, seguida daquele lento cheiro no pescoço, linguagem universal intraduzível: “De novo, de novo”. Ela riu: “Tu não mandou um Teletubbie agora, não, né?”, questionou admirada, gargalhando, ao encarar minha cara de Gato de Botas rebatendo: “Pô”. “Menino, tu é ariano, né?”, ponderou. Sou. E raiz. Daqueles seres injustiçados, pouco compreendidos, que enfrentam as consequências de não contratar um bom profissional de Relações Públicas coletivo. Minha arianice se mostrou desde muito cedo. Minha avó que o diga. Sou de uma família não tão grande, mas cheia de cromossomos XY. Apenas uma prima reinava soberana entre jovens catarrentos num offline século 20. Lembro de um almoço em que, já mais velhinha, nossa matriarca, rainha dos dois pesos e medidas, ralhava, grosseira, com minha prima, ajustando sua postura “moleca”, como ela descrevia, e a mandava ajudar com os pratos na cozinha. Na mesma cena, a quem quisesse ouvir, aconselhava os netos a levar amiguinhas para “debaixo do cajueiro”. “Foi assim que fizeram com a senhora, né, vó?”, disparei, propositalmente alto, para engasgos generalizados. Vovó cerrou os lábios, fechou as mãos, inclinou pra frente, vermelha, e, antes de explodir numa reprimenda histórica, olhou em volta, e gargalhou. “Foi”, admitiu. Gritaria. Virou chacota. Minha avó, a safada. Anedota familiar da velha que se um dia foi Virgem nem se lembrava mais. Minha mãe me bateu naquele dia “para aprender a respeitar os mais velhos”. O cinturão me encontrou impassível, diante de uma alma lavada. Desde cedo, percebi que não faria parte do meu repertório silenciar perante injustiças. Carneirinho, mas de chifres. A gente vai crescendo e se reconhecendo. Deixei de negar ser competitivo na adolescência. Certa vez, fiquei três dias sem beber água e só comendo bolacha apenas porque alguém, que já nem lembro o nome, lançou o desafio do torpedo. Mais que espinhas, garotos só têm mesmo é apreço por escatologia – e o concurso era pelo reinado do maior cagalhaço da vizinhança, cientificamente documentado. Fiz nascer uma obra de arte. Exuberante, afilado e aerodinâmico, como nunca antes – nem depois. Rendeu uma ida ao hospital que sequer valeu a pena, após a traumatizante e arbitrária desclassificação: com a baixa resolução das câmeras dos celulares da época, suspeitaram que o registro era enganoso, que seria um gato desfocado. Perdi o título, mas não o orgulho. Garfado, porém ainda mais capaz de impressionar. Aliás, essa é a questão mais recorrente de terapia na juventude. Arianos, como os demais humanos menos distintos, querem reconhecimento, ainda que enfrentando o mundo sem ligar para a opinião alheia. A missão de vida é mesmo brilhar. Estão aí para provar, de Lady Gaga a Tarantino, de Pedro Pascal a Anitta. São heróis nacionais, de Ayrton Senna a Paolla Oliveira! E nem me venha falar de Hitler, que ele era de Touro, eu pesquisei. Envelhecer é também se dominar e seguir rejeitando rótulos limitantes. É aprender a temperar sapos para engoli-los sem destruir o jantar de todo mundo. É segurar a onda, subverter a expectativa do impulsivo, do agressivo, e naturalizar a lógica de fazer por si mesmo. É correr na frente e abrir a porta pros que vêm depois (e a maioria só vem depois). Eu tenho meu alter ego carneirinho. Diálogo com ele em tom paternalista, quase condescendente, a cada resposta não dita, a cada murro não dado, a cada dose de paciência em esperar e ainda assim exibir um sorriso simpático. “Quem é o bom menino? Ê, muito bem, coisa linda”, digo, com tapinhas nas minhas próprias costas, como quem adestra um cão selvagem – que, bem sabemos, até pode morder, mas são os melhores amigos. Eu o chamo carinhosamente de buzinho, diminutivo de Belzebu. Hoje em dia, já velho, entendo claramente que qualquer um pode vestir a carapuça do satanáries na mesma medida que a do arianjo. Bom, sei que você estava curioso, mas naquele domingo, teve prorrogação. A bem da verdade, amistoso. É que parece que numa mistura de sadismo e vingança, a máquina humana foi desenhada para aprender a dar show quando o físico já não acompanha nem o orgulho, nem a vontade. Erro de engenharia. Bendito mesmo era Benjamin Button. Ariano gosta de palco, de vibração, torcida fazendo a _ola_ , placar elástico, mesmo quando ninguém contabiliza. Frustração nenhuma poderia ser maior que o universo disparando que, depois de um tempo, carneiro velho só serve mesmo pra casaco. Que culpa tenho eu de ser tão safado quanto vovó? E nem adianta brigar com a gerência. O Criador, claro, só pode ser de escorpião.

Favor só ler se for ariano.
- bsapub
apublica.org/2026/03/favor-so-ler-se-...
#Portugus #Comportamento #Crnica #Cultura

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Na #fesbe vamos realizar um curso de @bonsai-rx.org. Se você faz pesquisa no Brasil e usa o Bonsai, pfv me mande uma mensagem! Queremos saber um pouco sobre como foi a implementação, benefícios e problemas de implementar o sistema no seu projeto/lab!
#ciênciabrasil #comportamento #neurociência

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Anoa, il bufalo furtivo che riemerge dai primordi dell'Indo-Pacifico centrale Dopo la formula di rito pronunciata sull'imboccatura della caverna, l'artista di Leang Tedongnge si lasciò alle spalle i membri della sua comunità impugnando saldamente il ramo e il cesto con la polve...

Anoa, il bufalo furtivo che riemerge dai primordi dell’Indo-Pacifico centrale
www.jacoporanieri.com/blog/?p=44118

#animali #bovini #bufali #Sulawesi #indonesia #pacifico #creature #preistoria #pitture #grotte #biologia #comportamento #tassonomia #riproduzione #erbivori #foresta #isole #evoluzione

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Três filmes do Oscar revelam o espírito de uma época O Agente Secreto, Uma Batalha Após a Outra e Foi Apenas Um Acidente abordam o idealismo derrotado

Três filmes do Oscar revelam o espírito de uma época.
- bsapub
apublica.org/2026/03/tres-filmes-do-o...
#Portugus #Cinema #Comportamento #Cultura

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Video

Olhem com inteligência os exemplos, as falas, ações e ensinamentos dos Grandes Mestres que aqui estiveram; duvidamos que continuem acorrentados, pois a Inteligência é prerrogativa dos Filhos Universais!
BOA NOITE!

#evolução #liberdade #pensamentos #comportamento #Frases

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Era um dos primeiros dias do ano, daqueles inacabados, como se estivessem presos num limbo desde o Natal. Um tempo suspenso, em que a gente já não sabe se é quinta ou sábado, mas que carrega em si um clima de domingo permanente, onde a ansiedade da segunda é substituída pela espera de um ano inteiro que mal começou. Nesses dias, tudo parece exigir um sentimento, um equilíbrio. É preciso sentir, é preciso desejar; o recomeço imposto pelo calendário é uma armadilha. Mas dessa vez, não quis que fosse assim. Resolvi atravessar aqueles dias como se fossem quaisquer dias, embora estivesse completamente fora da rotina. Me propus a um ócio quase completo, um ato de desobediência às convenções sociais, apenas para ver o desfecho. O que acontece quando a gente se permite o nada? Acendi um cigarro. E no primeiro trago, a vida real, o aqui, o agora. A fumaça que desmanchava naquela tarde era como um pensamento efêmero. E a sua lentidão calma, quase silenciosa, representava bem a cidade naquele instante. O que eu ainda não sabia é que nesse movimento eu cometeria uma sucessão de pequenos erros. Não me lembro como o celular foi parar em minhas mãos – ele tem vontades próprias. O primeiro erro, quase ingênuo: buscar apenas distração numa rede de vídeos. Acomodei-me no sofá. Parecia o passatempo perfeito. Seriam horas perdidas com a fofura de cachorrinhos e lontras. Era só o que eu queria. Você já tentou não fazer nada? De verdade? Conectado às redes sociais, é impossível. Nunca subestime o algoritmo. Ele não é como a TV, que você abandona ligada por preguiça de alcançar o controle. O algoritmo é mais íntimo, mais perigoso. Ele sabe do seu tédio antes mesmo que você o sinta. E, quando ele percebeu minha disposição para o vazio, não me deu descanso: entregou o eco de outras solidões. De repente, saem os cachorrinhos e entra um melancólico vídeo sobre a beleza de não fazer nada protocolar por um período de férias. Milhares de curtidas. Centenas de comentários. E qual foi meu segundo erro? Mergulhar neles, buscando identificação como quem busca o mar em dia de calor. Ali, no caldo das opiniões alheias, a guerra: os que acusavam o isolamento e os que o santificavam. Senti o impulso de entrar na briga, de digitar minha verdade. “Gente, é só cada um fazer o que quer, não?”. Apaguei para não atiçar a fera do engajamento. As redes nos convidam a todo instante para um mergulho contínuo na validação mútua; você entra buscando se refrescar e, quando percebe, já está fundo demais, o que, sem cautela, nos afoga. Melhor seguir meu próprio conselho, sem precisar torná-lo público. Precisava apenas do cigarro. Fui para a janela; queria focar no mundo real. Mas a mente, essa traidora, já estava em chamas com aquelas micro dosagens de dopamina. Olhei para a tarde pacata lá fora e dei mais um trago. Puxei o ar fundo e respirei o silêncio que era a única coisa realmente minha naquele instante. E cometi meu único acerto: comecei a escrever. Porque, no fim, talvez seja assim que o nada vire algo que dá pra segurar. Percebi, então, que a minha vida inteira foi um estado de alerta. Aprendi a me calar para não criar ruído. Um silêncio que cansa. O mundo real, mesmo pacato, ainda permite esse respiro fora do mar agitado por estímulos incessantes. Ele exige esforço, mas é preciso escolhê-lo.

O ócio na era do algoritmo.
- bsapub
apublica.org/2026/03/o-ocio-na-era-do...
#Portugus #Comportamento #Crnica #Redessociais #Tecnologia

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– 6 Hábitos Curiosos de Steve Jobs. Steve Jobs foi uma das mentes mais produtivas e inovadoras atuantes no século XX. Junto com Henry Ford, Peter Drucker, Bill Gates ou outros caras geniais, revolucionaram o mundo da administração de…

#COMPORTAMENTO E #EMPREENDEDORISMO -
Os hábitos de #SteveJobs,
em: wp.me/p4RTuC-3wg
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O teatro do Sesc 24 de Maio foi palco do seminário “Contando o Brasil: Uma celebração do jornalismo que informa e mobiliza”, evento que celebrou os 15 anos da **Agência Pública** em parceria com o Sesc São Paulo. Centenas de pessoas participaram das três palestras realizadas na terça-feira, 10 de março. Jornalistas e convidados de diversas áreas debateram as ameaças ao jornalismo no Brasil e no mundo, como a atividade pode mobilizar a sociedade e quais são os caminhos possíveis para o futuro da profissão. Os debates reforçaram o papel essencial do jornalismo investigativo e independente na defesa da democracia e na produção de informação de interesse público. Em um momento de desafios para a profissão, que vão da desinformação aos ataques à imprensa, os participantes destacaram a importância de fortalecer iniciativas comprometidas com investigação, transparência e responsabilidade com o público. Confira abaixo como foram as conversas: Mesa de abertura do evento de 15 anos da Pública ## **Guerra ao jornalismo** A mesa de abertura do evento de 15 anos da **Agência Pública** , “Guerra ao jornalismo”, discutiu os desafios do futuro da profissão diante de ataques à imprensa, restrições à liberdade de expressão, transformação digital e crise de credibilidade. O debate, mediado por Natalia Viana, cofundadora e diretora executiva da **Agência Pública** , contou com a participação de Patrícia Campos Mello, jornalista da _Folha de S. Paulo_ e vencedora do prêmio Maria Moors Cabot; Daniela Lima, colunista, analista e apresentadora do _UOL_ e Nina Santos, secretária-adjunta de Políticas Digitais na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. As convidadas trouxeram os desafios enfrentados por mulheres jornalistas em um cenário cada vez mais hostil. Antes de ouvir as palestrantes, Natalia Viana destacou que trazer esse tema tinha como objetivo refletir sobre os desafios mais amplos da profissão. “Vocês são algumas das maiores jornalistas brasileiras. A intenção de falar desses ataques não é diminuir o trabalho de vocês, mas reconhecer que, justamente por suas trajetórias, podem nos ajudar a pensar perspectivas únicas sobre os desafios do jornalismo”, afirmou. Daniela Lima abriu sua participação relembrando alguns episódios de hostilidade que já sofreu. A apresentadora explicou que, como jornalistas, “sempre tendemos a pisar no calo de alguém”, e que, infelizmente, as ondas de linchamento virtual, discursos de ódio e violência digital têm se tornado parte recorrente da profissão, muitas vezes ancorados na misoginia. A jornalista Patrícia Campos Mello também relembrou episódios de ataques que marcaram sua trajetória profissional. A sua situação ganhou outra dimensão quando, depois de publicar uma reportagem investigativa em 2018, sobre os disparos em massa no WhatsApp durante as eleições, passou a ser alvo de uma violenta campanha de difamação e intimidação estimulada pelo chamado gabinete do ódio e por suas milícias digitais. “Era papo de ir dormir depois de publicar uma matéria e quando você acorda sua vida acabou”, relatou Patrícia. Para a jornalista, o episódio acabou funcionando como um “sinal verde” para que outros profissionais da imprensa também fossem atacados, especialmente aqueles que trabalhavam fora dos grandes centros e tinham menos proteção institucional. Para Nina Santos, esse tipo de ataque não é direcionado apenas a pessoas, mas a estruturas inteiras: ao jornalismo e ao acesso da sociedade à informação. “Por isso que do ponto de vista da sociedade é extremamente importante que haja jornalistas que enfrentem esses ataques, como a Patrícia e a Daniela”, defende. Ela ainda detalhou o trabalho da Secretaria de Comunicação, que envolve checagem de fatos, monitoramento de conteúdos digitais e articulação entre órgãos para combater a desinformação. Segundo Nina, há avanços importantes, como o ECA Digital e a criação do observatório de violência contra jornalistas no Ministério da Justiça. No entanto, desafios como a _tiktokização_ , a IA generativa e a centralização das decisões pelas Big Techs continuam a ameaçar a integridade do ecossistema de informação. Segundo avaliação das jornalistas, o ano eleitoral intensifica ainda mais essas ameaças. Daniela e Patrícia alertaram para a sensação de cerco que permeia as redações, principalmente para mulheres jornalistas que tendem a ser maioria, mas enfrentam riscos adicionais de misoginia e sexualização, agravados pelo uso de IA. Patrícia destacou ainda a influência dos EUA nas eleições do Brasil e o poder de convencimento dos influenciadores digitais durante o período eleitoral, capazes de “infiltrar mensagens e narrativas de forma indireta”. O ambiente digital pode ser apropriado de maneiras construtivas, mas exige regulação, responsabilização das Big Techs e engajamento da sociedade civil, defendeu Nina. “Precisamos de tomadores de decisão comprometidos com a pauta, e a sociedade civil precisa cobrar esses tomadores. Sim, podemos transformar o ambiente digital, mas só se estivermos unidos nessa missão”, afirmou. ## **Informação que mobiliza** A diretora-executiva da Pública Marina Amaral, a ativista Neon Cunha e o comunicador Raull Santiago durante a mesa “Informação que mobiliza” Com o tema “Informação que mobiliza”, a segunda conversa do dia reuniu a ativista Neon Cunha, referência na luta por direitos humanos e pessoas LGBTQIAPN+, e o comunicador e líder comunitário Raull Santiago. A mediação foi da jornalista Marina Amaral, cofundadora da Pública. O debate partiu de uma pergunta central: qual é a sociedade civil de hoje e que espaço o jornalismo ocupa dentro dela? Ao refletir sobre o papel da informação na mobilização social, Neon Cunha relembrou sua atuação na campanha que viabilizou a retificação de documentos de pessoas trans no estado de São Paulo sem exigência de laudo médico ou processo judicial. Na época, decidiu levar o debate para as páginas da Folha de S.Paulo, e não para veículos considerados progressistas. “Eu prefiro falar para os meus inimigos”, afirmou. Neon também avaliou que, por muito tempo, o padrão tradicional de comunicação funcionou como estratégia de manutenção de poder, limitando o espaço para narrativas que escapassem da centralidade branca ou da lógica do capitalismo como hegemonia. “O jornalismo […] é muito bem sucedido – pro bem ou pro mal, porque a democracia é frágil.” As críticas ao modelo tradicional de cobertura também apareceram na fala de Raull Santiago, morador do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Ele relatou como a repercussão de uma operação conduzida pelo governo de Cláudio Castro expôs os impactos de uma cobertura distante da realidade local. A ação policial que deixou 119 mortos ganhou destaque nacional após a divulgação de imagens de corpos nus empilhados na Praça da Penha. Além da violência, o episódio foi acompanhado por uma onda de desinformação. O ativista também trouxe à tona a falta de precisão jornalística que, muitas vezes limitada à entrada da comunidade, alimenta a tensão e o estigma sobre os moradores. Ao citar reportagens televisivas que anunciam tiroteios em favelas — especialmente no Complexo do Alemão — sem precisar o local exato da ocorrência, ele mostrou como uma informação vaga é suficiente para gerar consequências concretas para quem vive nessas comunidades: moradores restringem a circulação por medo, e o comércio local, que depende do movimento diário de mais de 150 mil pessoas, acaba fortemente afetado. Perguntas da plateia também ampliaram a conversa, entre elas como a imprensa pode se tornar uma aliada antirracista. Foi Neon a responsável por responder que o primeiro passo é ampliar o espaço de pessoas pretas dentro das redações. “Por mais apurada que a notícia seja, a vivência conta”, afirmou. Neon também defendeu que a cobertura jornalística incorpore a perspectiva da interseccionalidade nas pautas de direitos humanos. Pensando em como a mídia tradicional empurrou narrativas de minorias a marginalidade, contribuindo para a invisibilização desses grupos, o que se firmou como clima na mesa foi a aposta em um modelo de jornalismo que construa pontes e reduza a distância entre territórios, experiências e narrativas. ## **Novos Caminhos: Ainda Estamos Aqui** “A Pública sempre tentou achar formas de fazer o nosso jornalismo acontecer”, afirmou Bruno Fonseca sobre como a Agência Pública está em constante busca para fazer novos tipos de jornalismo com qualidade e seriedade, na mesa que fechou o primeiro dia de comemoração do aniversário de 15 anos da Pública no Sesc 24 de Maio. O debate, mediado por Bruno, que é jornalista e chefe de redação em São Paulo da Pública, contou com a presença do jornalista e professor da USP Eugênio Bucci, a jornalista e roteirista do documentário indicado ao Oscar “Democracia em Vertigem”, Carol Pires, além da sócia diretora na Alma Preta Jornalismo, Elaine Silva. Os convidados discutiram na mesa “Novos Caminhos: Ainda Estamos Aqui” quais os desafios contemporâneos do jornalismo, trouxeram os modelos emergentes de produção jornalística e qual o papel do jornalismo na reconstrução da confiança pública⁠. * Jornalista Carol Pires * Sócia diretora na Alma Preta Jornalismo, Elaine Silva * Jornalista Eugênio Bucci Carol Pires falou sobre sua experiência, passando pelo tempo em que fez análises no canal Greg News. Por causa da visibilidade e linguagem, ela considera que o que ela fez ali tinha muito mais impacto do que, por exemplo, o que ela escrevia em sua coluna para o New York Times. “Por piores que sejam as coisas, nós vivemos uma utopia: o projeto democrático”, definiu Eugênio Bucci para iniciar sua explicação de por que o jornalismo está sendo estrangulado atualmente e se existe saída para isso. Eugênio explica que se o jornalismo não funciona bem, por ser um serviço da democracia, a própria democracia acaba se enfraquecendo neste processo. Para o professor, o jornalismo está sendo asfixiado e todos correm grave risco de ficar sem a imprensa.“Eu quero trazer otimismo! Mas para fazer otimismo, é preciso conhecer os desafios e os problemas”, arrebatou Eugênio Bucci. Elaine Silva, a única não jornalista da mesa, falou sobre sua experiência dirigindo um veículo independente, a Alma Preta Jornalismo. Dentre todas as dificuldades que Elaine elenca em se fazer jornalismo investigativo, o mais caro e o mais importante é financiar as próprias investigações. Elaine explicou que a arrecadação do negócio que capitaneia hoje é 80% de filantropia, 10% de captação de doações e 10% de publicidade com marcas que não ferem os valores editoriais do veículo. “Furar a bolha e ser criativo é estar em lugares que eu ganho visibilidade e consiga sustentar nosso jornalismo”, acredita. Dentre os novos caminhos e formatos possíveis, Carol Pires cita como, ao longo do tempo, a audiência mudou sua forma de consumir notícias, passando de telejornais para as redes sociais e o hábito de usar telas. Neste novo lugar, a audiência se comporta de forma a procurar pessoas que comentem as notícias a partir de um gosto pessoal que combine com quem está assistindo. E agora, além de assistir a notícia e vê-la comentada, a audiência quer saber o que ela deve sentir a partir dali. “Muitas pessoas falam sobre como a extrema direita sabe usar melhor a linguagem das mídias digitais, mas o que acontece é que a própria linguagem das redes não exige profundidade, responsabilidade e a complexidade que a realidade pautada pelo jornalismo do projeto democrático entrega”, complementa Eugênio Bucci. Para fechar, Elaine Silva defende: “O impacto que o jornalismo deve perseguir é o da diversidade. Enquanto não houverem pessoas pretas exercendo cargos de liderança nas redações, haverá monopólio na comunicação.”

Agência Pública celebra 15 anos discutindo o futuro do jornalismo.
- bsapub
apublica.org/2026/03/agencia-publica-...
#Portugus #Comportamento #Democracia #Direitoshumanos #Jornalismo

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– A racionalidade se faz sempre necessária! O racional deve respeitar o emocional. Mas esse mesmo racional deve estar acima do emocional na tomada de decisões. Um pensamento interessante:

#COMPORTAMENTO -
A #racionalidade vs a #passionalidade,
Em: wp.me/p4RTuC-KoK
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– Avaliação de Caráter. Li em algum lugar que nem sei onde foi; só sei que é de uma verdade inegável: “O melhor indicador de caráter de uma pessoa, é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum”. Au…

#COMPORTAMENTO -
“O melhor indicador de caráter de uma pessoa, é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum”.
Em: wp.me/p4RTuC-147Z
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– Escreva, registre e faça valer a pena! É um recado para todos nós: que as coisas que expressamos tenham sentido, conteúdo e importância! Claro, as registremos para servir de exemplo:

#COMPORTAMENTO -
Deixe legados, especialmente registrados!
Uma mensagem, em: wp.me/p4RTuC-Kce
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– Alodoxafobia: o medo da opinião dos outros. Há diversos tipos de fobia. Uma deles é a alodoxafobia, que se refere à preocupação do que os outros pensam da pessoa. Nestes tempos de bullying, onde as pessoas se preocupam com a imagem e com as …

#COMPORTAMENTO -
Você tem medo da opinião alheia?
Em: wp.me/p4RTuC-B5S
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Dia desses, eu estava varrendo a casa e achei um escorpião galego enorme! Lukas ficou encantado, se acocorou pra olhar, maravilhado com aquele corpo inusitado, um misto de doideira de aranha, caranguejo e perigo. O encantamento meio inocente de Lukas mudou a minha perspectiva sobre o que geralmente significa encontrar um escorpião em casa (ou em qualquer canto). Fui do medo à piedade: o escorpião não tem culpa de ser escorpião, nem de carregar consigo um veneno letal. Depois, fui da piedade à filosofia: talvez o escorpião sequer saiba que é um escorpião, sequer saiba que seu corpo carrega um veneno letal. É como se ele, escondido numa fresta da porta, fosse a minha barata, e eu fosse uma GH que se mudou pro Ceará. Fui da filosofia à doidice completa: será que existe algo no corpo humano (ou seja, no meu corpo) que seja veneno letal para algum ser no universo? * De toda forma, o encontro com o escorpião foi trágico (sobretudo pra ele kkk), mas também muito rico em significado. No primeiro momento, o que pertence ao instinto, senti apenas a urgência de matá-lo, no melhor (ou pior) estilo “ou eu, ou ele”. Depois, quanto mais olhava pra ele, mais fui imaginando quem ele poderia ser, sua história única de vida, sua personalidade, que bichinhos ele teria comido na noite anterior, como tomou a decisão de se esconder naquela fresta, se ele já tinha matado um gato, uma criança, uma pessoa, se já era casado, se tinha filhos, quais eram os planos dele ou dela pra aquele dia, para seu futuro. Não sendo daqui e sem saber o que fazer, pedi pra Lukas ligar pro caseiro, o maravilhoso Seu Zé Maia, que, antes de ser caseiro, é pescador e filósofo. Ele respondeu prontamente: “Infelizmente, precisa matar, porque ele é venenoso”. O “infelizmente” me pegou e olhei pra Lukas, que estava com aquela cara de enterro, triste pelo pobre aracnídeo. Queríamos arrumar um jeito de salvar o bicho, mesmo tendo recebido a orientação de matá-lo, de alguém que não somente era nativo, mas também muito sábio. E aí vieram mais alguns minutos de elucubração: e se a gente varrer o animal pra longe? Não, cairia no terreno do vizinho. E se a gente simplesmente ignorar a presença do escorpião e deixar ele aí? Não, a gente podia esquecer que ele estava em casa e assustá-lo sem querer e levar uma picada – além disso, tem Chulé, o gato, para quem a picada seria mais dolorosa e letal. E se a gente botar o bicho num pote e soltar num terreno baldio? Lukas adorou a ideia – vale ressaltar que dois dias antes, ele tinha se recusado a matar uma barata do tamanho de um navio, porque ela estava lá na dela, tão grande e tranquila, dando seu rolê no jardim. Assim fizemos: pegamos um copo e um prato e, a partir daí, tudo aconteceu muito rápido. O objetivo inicial de Lukas era “orientar” o escorpião a entrar no prato e, depois, colocar o copo em cima. Quando tentou fazer isso, o bicho se encaralhou e, sabiamente, se escondeu debaixo das bordas do prato (que era fundo) e ficou andando em círculos em volta do prato, numa rapidez admirável, pra confundir seus predadores (a gente). Quando Lukas foi pegar no prato, o escorpião tentou picá-lo; não sei como não conseguiu, e foi aí, numa fração de segundo, que Lukas acabou matando o pobre. Foi horrível, ficamos arrasados, porque aquele foi um embate claramente desproporcional: dois humanos enormes, armados de chinelo e pau, contra um bicho que não pesa nem 10 gramas, não chega nem a 10 centímetros. * Aqui entra em cena uma coisa que qualquer humano é ótimo em fazer: inventar histórias pra justificar coisas na gente que a gente não gosta, ou que a gente fez e desaprova. Pra isso, perguntei ao Google se o escorpião amarelo era perigoso e, pra minha surpresa, ele é, e muito. Existem mais de 200 espécies de escorpião no Brasil, mas apenas quatro são perigosas, incluindo o “escorpião amarelo do nordeste”, que provavelmente era o que tinha lá em casa. Seu veneno é neurotóxico; causa dor intensa imediata e pode levar à morte por complicações cardíacas e respiratórias. É uma espécie urbana que se reproduz rapidamente, porque a fêmea não precisa de macho pra se reproduzir (essa parte eu amei!). Só em 2025, mais de 200 pessoas morreram no Brasil em decorrência da picada de escorpião! * Um dia antes do escorpião aparecer, tive uma conversa muito bonita com Seu Zé Maia, sobre a barata que Lukas não quis matar. Entre as muitas coisas bonitas que ele disse, uma me marcou bastante: “Adelaide, tudo o que vive quer viver”. * Difícil sair desse impasse moral. Só agora, semanas depois e escrevendo essas linhas, acho que consigo chegar numa pista que talvez me ajude a sair da sinuca de bico: o verbo “precisa” na frase “infelizmente precisa matar”. Numa outra, das muitas conversas que tivemos, enquanto ele abria com maestria e uma faquinha cega uns cocos que ele mesmo plantou e colheu, Seu Zé Maia filosofou sobre a precisão: sobre como é ela quem determina as escolhas das pessoas, sobretudo dos mais pobres, muitas vezes colocando-os em situações também moralmente desafiadoras, que os fazem tomar decisões questionáveis, mas que os ajudam a sair de um perrengue imediato. Seu Zé Maia concluiu dizendo que nem ele nem ninguém pode julgar decisões tomadas com base na precisão – é ela quem determina a escolha de quem não tem o que perder. Talvez esteja aí o X da questão: a precisão de matar o escorpião, já que ali era uma aposta entre viver e morrer (ou, pelo menos, sofrer muito ou nada). Vovó foi picada por um que estava escondido dentro do sapato dela e diz que foi a maior dor que ela sentiu na vida (e olhe que ela teve 16 filhos de parto normal!). * “Precisar” matar o escorpião me colocou diretamente em confronto mental com as histórias que as mulheres agricultoras de um vilarejo no sertão do Moxotó me contaram meses antes. Para elas, “cobra é cobra” e elas não têm muita cerimônia em assumir que o resultado do encontro com uma cobra é quase sempre a morte da bicha. Duas histórias em particular me chamaram a atenção: um dia, Dona Neusa foi trabalhar no mato, na coleta de caju. Levou a filha pequena, que ela não tinha com quem deixar, e deixou a menina brincando no chão. Certa hora, ela viu uma língua de cobra saindo por entre as folhas caídas ao redor da árvore, bem pertinho de onde a filhinha dela estava. Dona Neusa não teve dúvida: arrancou um galho de caju e deu na cobra até ter certeza de que a tinha matado. Quando retirou as folhas de cima, se deu conta, com certa tristeza, mas sem nenhum remorso, de que a cobra em questão era uma espetacular salamanta arco-íris da caatinga, uma cobra rara, em risco de extinção, que não tem peçonha e não representa nenhum perigo para humanos – além de ser belíssima, por ser iridescente, como o nome já indica. Em outro momento, Milena contou outra história espetacular: depois de amamentar seu filho recém-nascido, ela colocou um colchão no chão, na frente da casa, porque era uma noite de muito calor, e foram dormir. Ela acordou com uma cobra preta se aninhando perto dela e do bebê, confirmando, na visão dela, a lenda rural de que cobras pretas colocam a ponta do rabo (cobras têm rabo? Enfim, botam a pontinha do corpo) na boca do bebê, enquanto bebem o leite materno. No susto e no escuro, Milena gritou e seu marido matou o animal, pra só depois descobrirem que se tratava de uma cobra preta – um bicho de estonteante beleza e que, além de não ser perigosa para humanos, ainda por cima se alimenta de cobras venenosas, como a cascavel, ajudando no seu controle. * Ouvindo as histórias das mulheres, fiquei triste pelas cobras, mas a verdade é que, no ponto de politização em que me encontro, não posso mais cometer o erro de achar que sei melhor como viver num território, do que as pessoas que vivem nele. Assim, como forasteira citadina, que nunca tive que catar caju pra viver ou levar filhos nas costas pra trabalhar, eu tenho mais é ouvir e aprender, não ouvir e julgar. Não posso me dar ao luxo da decepção moralista, pois preciso simplesmente aceitar que não tenho nada a ver com isso. E tem mais: nesses dois exemplos, ainda que não se possa falar de “precisão” ao matar uma cobra, dá pra falar muito bem do instinto de sobrevivência e da reação impulsiva de proteger a cria contra qualquer ameaça, que é completamente compreensível. * No entanto, é impossível falar o mesmo sobre maus tratos e torturas intencionais, atos que nada têm a ver com a precisão sobre a qual Seu Zé Maia filosofou. Por isso, fazer justiça por Orelha, sobretudo tendo em vista as patacoadas do judiciário de Santa Catarina, não é fazer justiça só a um ser vivo em particular – a responsabilização precisa ocorrer como um marco civilizatório no nosso país.

Tudo que é vivo quer viver.
- bsapub
apublica.org/2026/03/tudo-que-e-vivo-...
#Portugus #Comportamento #Crnica #Violncia

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– Mantenha sua sobriedade! Li dias atrás, e não pude deixar de replicá-la: “O fanatismo, a droga e o poder deformam a mente”. Walter Sasso, pensador, no UOL. Imagem: autoria desconhecida, retirada da Web.

#COMPORTAMENTO -
"O #fanatismo, a #droga e o #poder deformam a #mente".
Em: wp.me/p4RTuC-t2f
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– Hábitos de pessoas felizes e de sucesso: E todos nós somos convidados a ter um comportamento pró-ativo, saudável, ético e descomprometido de vaidades. Gostei dessas dicas:

#COMPORTAMENTO -
Bons hábitos, em: wp.me/p4RTuC-V0s
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– Ser apoio e precisar de apoio. E não é uma grande realidade mostrada na figura abaixo? Somos apoio a muitos. Mas não é feio precisar de apoio…

#COMPORTAMENTO E #EMPATIA -
“Ser apoio” e “precisar de apoio”,
em: wp.me/p4RTuC-Kyq
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A moça indo pro tal do "job" com famoso e o namorado deixando no aeroporto sorrindo. O bizarro virou normal pra mim. "Job" virou nome gourmet, e tentam manipular as pessoas vendendo isso como "mulher empoderada". Uma tristeza a nossa inversão de valores. #React #Sociedade #Comportamento #Valores

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– Tenha iniciativa! Por quê deixar para depois? Comece a mudança já! É no “agora” que se dá o pontapé inicial para tudo na vida. Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, fa…

#COMPORTAMENTO -
Tenha inciativa para mudar!
Em: professorrafaelporcari.com/2024/03/11/t...
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– O que é Deboísmo? O que você pensa sobre ele? Já ouvi de algumas pessoas que elas costumam praticar o “deboísmo”, o estado de espírito em estar “de boa”. Acha que é brincadeira? A moda está se popularizando na Internet, tornando-se para …

#COMPORTAMENTO -
Você sabe o que é #Deboísmo?
Em: wp.me/p4RTuC-lEi
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Para saber mais, acesse nossa matéria: desinformante.com.br/celulares-hi...

#EducaçãoMidiática #CidadaniaDigital #Comportamento

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– Coisas que você tentará mudar e deverá desistir? Aconselhamentos de coisas que você insiste em fazer e que, muitas vezes, são necessárias de abdicação. Será que você concorda com elas? Servem para o trabalho e para a vida… Compartilho, abai…

#COMPORTAMENTO -
Coisas que você tentará mudar, só que…
Em: wp.me/p4RTuC-TRc
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