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#Machismo
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#vox #violencia #odio #xenofobia #bulos #fachas #racismo #robo #machismo 💩💩💩💩😲😲😯😯😤😤😤🤮🤮🤮🤯😰😨😨😨😡😡😡😡👇🏼😱😱😱🤢🤬🤬🤬

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Temu y la panadería Baker’s comparten el premio de FACUA al peor anuncio y más machista de 2025 FACUA ha otorgado el premio al Peor Anuncio y más machista de 2025 a dos campañas muy distintas, pero unidas por la polémica: la de Temu, por un localizador ...

Temu y la panadería Baker’s comparten el premio de @facua.org al peor y más machista anuncio de 2025. La asociación denuncia campañas que recurren al sexismo y a mensajes que normalizan conductas preocupantes. #Temu #Publicidad #Machismo

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#Temu y la panadería Baker's comparten el premio🏆 a El Peor (y #Más Machista) #Anuncio de 2025

@facua #machismo en la publicidad

La plataforma de venta online la que anunciaba un dispositivo geolocalizador insertado en la rueda de un coche con el reclamo "así podrás localizar a tu pareja". La […]

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El fútbol, ese ecosistema en que florecen cual primavera el #Racismo, el #machismo, la #homofobia y en definitiva el #fascismo

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Una marcha de hombres en México busca visibilizar y rechazar la violencia incel y el machismo En México, un grupo de hombres se ha organizado bajo el movimiento 'Batos contra la violencia incel' para manifestarse públicamente en contra del machismo y los comportamientos violentos asociados con las comunidades incel —una subcultura en internet caracterizada por su odio hacia las mujeres y su frustración sexual—. La iniciativa, que tuvo lugar en distintas ciudades del país, busca romper los estereotipos que relacionan la masculinidad con la agresión o la dominación, y propone una forma de ser hombre basada en la empatía, la corresponsabilidad y el respeto. Los manifestantes expresaron su rechazo a que el discurso de odio de algunos grupos en línea se extienda entre los jóvenes y afecte las relaciones sociales. También subrayaron la importancia de que los varones se impliquen activamente en la lucha feminista y en la prevención de la violencia de género. En los carteles podían leerse mensajes como “Ser hombre no es odiar mujeres” o “La violencia no nos representa”. Este tipo de acciones buscan abrir espacios de diálogo para redefinir la identidad masculina desde perspectivas más igualitarias y saludables, un tema cada vez más presente en el debate público latinoamericano. La marcha se ha interpretado como un gesto simbólico de autocrítica y una llamada a la responsabilidad colectiva frente al machismo estructural que aún persiste.

Una marcha de hombres en México busca visibilizar y rechazar la violencia incel y el machismo

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#machismo #incel #masculinidad

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Machismo:
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#Machismo

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O Projeto de Lei 896/2023 — conhecido popularmente como PL antimisoginia, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), **foi aprovado nesta terça-feira (24) no plenário do Senado por 67 votos a favor.** Não houve nenhum voto contrário ou abstenções por parte dos parlamentares presentes. Agora, o texto segue para apreciação da Câmara dos Deputados. O texto criminaliza a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) e o insere entre os crimes contidos na Lei do Racismo. O texto avançou na casa legislativa principalmente pela repercussão de casos recentes de violência contra mulheres. No ano passado, 1.568 ocorrências de feminicídios foram registradas no Brasil – um crime de gênero cometido, em praticamente 80% dos casos, por companheiros ou ex-parceiros das vítimas, segundo o relatório Retratos do Feminicídio no Brasil, recém-publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Houve, no entanto, uma mobilização e resistência ao projeto por parte de parlamentares bolsonaristas, que apresentaram recursos para adiar a votação do projeto. Nas redes e em apps de mensagens, publicações que se opõem ao PL apresentam dois eixos argumentativos principais. O primeiro sustenta que a aprovação da lei levaria à censura nas redes sociais. O segundo afirma que o texto imporia agendas ideológicas contrárias a valores tradicionais. Post no X rebate projeto de lei sobre misoginia Usuários também estão compartilhando trechos de outros projetos de leis ainda em discussão, como o PL 6194/2025, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), para atacar o tema e o PL 896/2023 — criando, assim, uma confusão entre as propostas. O texto protocolado pela parlamentar petista cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. Além disso, abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. O projeto aguarda ainda designação de relator na Comissão de Educação da Câmara. Mensagens no Instagram questionando a definição de ‘mulheres’ Autoras de outros projetos sobre o mesmo tema têm, inclusive, sido alvo de ataques nas redes. A deputada federal Carol Dartora (PT-PR), por exemplo, recebeu uma ameaça de morte por e-mail devido a propostas legislativas apresentadas pela parlamentar no combate à misoginia digital. Ela é autora do PL 1144/2026, cujo objetivo é alterar o Código Penal brasileiro para prever aumento de pena quando a associação criminosa “tiver por finalidade a produção, financiamento, organização ou difusão de conteúdos misóginos que incitem ou promovam violência contra mulheres, inclusive em redes sociais”. “Recebi um e-mail com ameaças de morte, ameaças de estupro, ataques racistas e uma sequência de violências que revelam o nível de barbárie que mulheres na política têm enfrentado no Brasil. Isso não é opinião, não é ‘ódio da internet’, não é divergência política. Isso é crime. Quem ameaça matar é criminoso. Quem ameaça estuprar é criminoso. Quem pratica racismo é criminoso”, afirmou a deputada, em um post no Instagram. **A Lupa explica as principais dúvidas sobre o projeto 896/2023, principal texto em discussão no Senado. Veja a seguir:** ## **O que diz o PL 896/2023?** O que o texto do PL 896/2023, faz, em termos jurídicos, é tipificar a misoginia como crime, inserindo-a no escopo da legislação já existente sobre discriminação.Ele afirma que a conduta “é o sentimento de ódio, repulsa ou aversão às mulheres”. “É uma forma extrema e repugnante de machismo, que deprecia as mulheres e tudo que é considerado feminino, podendo manifestar-se de diversos modos”. O PL altera a lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989 para incluir a misoginia entre os crimes resultantes de discriminação ou preconceito. Com isso, as penas previstas no artigo 20 — reclusão de até cinco anos e multa para quem “induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional — também passam a ser aplicadas à misoginia. Ao justificar a tramitação, a senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA) afirma que a atual legislação “não pune a disseminação de discursos misóginos” > **É importante mencionar:** o PL 896/2023 já havia sido aprovado nas Comissões de Direitos Humanos (CDH) e de Constituição e Justiça (CCJ), sob relatoria da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS). O texto do Senado não faz qualquer distinção entre mulheres cis ou trans. Senadora Ana Paula Lobato, autora do PL 896/2023 Na leitura de seu relatório no Plenário do Senado, nesta terça-feira (24), a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) afirmou que existe um “limbo jurídico” na definição de misoginia e que isso daria “margem a qualquer espécie de interpretação”, disse. Para enfrentar essa lacuna, o parecer incorporou ao projeto da senadora Ana Paula Lobato uma delimitação mais precisa de como o crime se configura. __ O que vem a ser a misoginia? A misoginia se traduz no ódio, na aversão, no desprezo extremo às mulheres, muitas vezes manifestado por meio de violência física e psicológica, difamação e injúria. É uma forma mais extrema de sexismo”. Soraya Thronicke Senadora (Podemos-MS) O relatório também registra: “A única concessão que se pode fazer, com relação às críticas que ouvimos sobre o projeto, situa-se no conceito de misoginia. Concordamos que deva ficar mais claro que, para existir misoginia, deve existir uma ‘exteriorização’ da conduta típica, seja por ação ou omissão, termo que se apresenta mais claro do que aquele que se usou no projeto (‘manifestação’ da conduta)”. Senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) Na prática, isso significa que a lei não pune pensamentos ou crenças misóginas em si, mas sim sua exteriorização em condutas concretas, como ofensas, discriminação ou incitação, previstas na legislação. Sobre as críticas de parlamentares sobre o projeto configurar em “censura”, a senadora Soraya Thronicke afirmou que a liberdade de expressão é um direito constitucional que possui supremacia sobre a legislação infraconstitucional. E que, portanto, esse não é o objetivo do projeto. “[Liberdade de consciência e de crença] são cláusulas pétreas que não podem ser mudadas”. ## **Qual a crítica ao texto?** O questionamento de parlamentares é de que o conceito de misoginia no texto pode ser considerado vago ou suscetível a diferentes interpretações, potencialmente gerando insegurança jurídica. Durante debate na CCJ, o senador Jorge Seif (PL-SC) questionou quem definiria o que é misoginia. “Um juiz, um militante, um partido? Será que um comentário crítico, uma discordância e um debate público ou até uma fala mal interpretada poderão se tornar crime a partir da aprovação dessa lei?”, afirmou. O senador Eduardo Girão (Novo-CE), por sua vez, apresentou emendas ao texto, para que “não alcance a crítica legítima, a divergência de opinião ou a manifestação de convicção moral ou religiosa”. A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), relatora do projeto, rejeitou as emendas. Senador Eduardo Girão apresentou emendas para restringir conceito de misoginia O relatório da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado rejeitou emenda que buscava restringir o conceito de misoginia e excluir do alcance penal manifestações de natureza artística, científica, jornalística, acadêmica ou religiosa. Segundo o texto, a Constituição já assegura a liberdade de expressão nesses campos, e uma norma penal não tem competência para suprimir ou limitar essas garantias. “As proteções constitucionais às liberdades de expressão artística, científica, jornalística, acadêmica ou religiosa não são nem aptas a serem revogadas pela norma penal, de modo que a emenda se torna absolutamente desnecessária”, diz trecho do relatório apresentado. A reportagem tentou contato por e-mail com o gabinete da senadora Ana Paula Lobato para que a senadora pudesse comentar sobre as críticas ao PL, **mas não houve retorno.** Em concordância com a fala da senadora Soraya Thronicke em plenário, o professor Leandro Reinaldo da Cunha, da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), diz que o texto do PL 896/2023, de forma geral, apenas insere a expressão misoginia no que já existe na lei atualmente vigente. “Considerando que a concepção técnica de misoginia é conhecida e consolidada, não há a necessidade de que a lei venha a defini-lo, não havendo, assim, que se falar em insegurança jurídica”, destaca. Essa leitura se conecta com a Lei nº 13.642/2018, conhecida como Lei Lola Aronovich, que já opera com a noção estabelecida de misoginia (“ódio ou aversão às mulheres”). O texto atribui à Polícia Federal a competência para investigar crimes virtuais que disseminem ódio ou violência contra mulheres. Segundo a lei, “quaisquer crimes praticados por meio da rede mundial de computadores que difundam conteúdo misógino, definidos como aqueles que propagam o ódio ou a aversão às mulheres”. ## **O que dizem as redes sobre o PL?** Em grupos de apps de mensagerias monitorados pela **Lupa** , o combate à misoginia é descrito como um “pretexto” para restringir manifestações nas redes, acompanhado de chamadas diretas à ação, como pressão sobre parlamentares e pedidos para barrar a votação. De acordo com as mensagens, se aprovado, o PL vai instituir “censura a pretexto de combater a ‘misoginia!’”. Contudo, as publicações não trazem qualquer explicação sobre em que contexto o projeto irá “censurar” as redes. “Na prática, pode ser usado de forma genérica e subjetiva para falsas acusações, apenas para satisfazer a sanha ideológica ativista jurídica que assola o Brasil, tornando-se arma de controle de discurso, censura, e destruição de valores morais já consolidados na sociedade”, diz trecho de mensagem que circula em grupo do Telegram com mais de 3,1 mil perfis distintos. Mensagem disseminada em grupo do Telegram com potencial alcance de 33,4 mil perfis distintos Os conteúdos sugerem que a proposta abriria ainda espaço para a adoção de critérios de autoidentificação de gênero na “definição legal de mulher”. Publicações no X (antigo Twitter) e no Reddit sugerem que a proposta não se limita ao enfrentamento da misoginia, mas representaria uma tentativa de impor valores contrários a concepções consideradas tradicionais, especialmente ligadas à família e à moralidade. As mensagens afirmam, sem contexto, que “qualquer um pode se declarar mulher e usar isso contra terceiros” e que o projeto “vai virar instrumento para acusações arbitrárias”. Mensagem disseminada no fórum Reddit Para o professor Leandro Cunha, toda refração a um projeto que tem por objetivo proteger a mulher e o feminino se sustenta em uma “sociedade estruturalmente machista”. Para ele, a tentativa de “manter as coisas como estão” é um mecanismo recorrente de quem se entende numa condição de poder sobre o outro. É o caso, por exemplo, das discussões relacionadas à sexualidade e gênero. __ Interpretações distorcidas sempre estão à disposição de quem tem o interesse de manipular a discussão. O que precisa ficar claro é que mulheres trans são mulheres, de sorte que não haveria a necessidade de inclui-las expressamente no texto. Evidente que a presença do termo trans tornaria mais claro que a distinção entre cis e trans não se sustenta, mas, ao mesmo tempo, acabaria gerando esse embate”. Leandro Reinaldo da Cunha Professor de Direito Civil da UFBA ## **Quais são as leis já existentes?** A legislação brasileira de proteção às mulheres na política e em ambientes online avançou significativamente nos últimos anos. Em 2025, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou uma emenda à Lei Maria da Penha expandindo sua cobertura para incluir casos de violência eletrônica. Não há uma lei específica que tipifique o crime de misoginia. Por outro lado, existem leis que visam prevenir e coibir a violência contra as mulheres. Dentre elas: * **Lei Maria da Penha (****Lei nº 11.340/2006****)** : o texto cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher; tipifica cinco tipos de violência: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. * **Lei Carolina Dieckmann (****Lei nº 12.737/2012****)** : define o que são crimes cibernéticos. Ela recebeu este nome pois, na época que o projeto tramitava, a atriz teve o computador invadido e fotos pessoais divulgadas por hackers. * **Lei do Feminicídio (****Lei nº 13.****1****04/2015****)** : altera o Código Penal e estabelece o feminicídio como circunstância que qualifica o crime de homicídio, quando uma mulher é morta em decorrência de violência doméstica e familiar. * **Lei Lola Aronovich (****Lei nº 13.642/2018****)** : atribui à Polícia Federal o poder de investigar crimes de misoginia na internet. * **Lei do Stalking (****Lei nº 14.132/2021****)** : torna crime o ato de “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade”. ## **Que outros projetos estão em tramitação?** Os projetos de lei que visam criminalizar a misoginia ou endurecer as punições contra essa prática dividem-se principalmente em propostas de alteração na Lei de Crimes de Preconceito (Lei nº 7.716/1989) e no Código Penal. Abaixo, seguem alguns exemplos de projetos: ### Inclusão na Lei de Crimes de Preconceito (Lei nº 7.716/1989)+ Estes projetos buscam equiparar a misoginia aos crimes de racismo e outras formas de discriminação já tipificadas: * PL 6149/2025: Inclui a misoginia como motivo de discriminação na lei. (Professora Luciene Cavalcante – PSOL/SP). * PL 8992/2017: Inclui a misoginia no rol de crimes de ódio desta lei. (Ana Perugini – PT/SP). * PL 1225/2021: Moderniza a disciplina sobre discriminação para incluir a questão de gênero, focando na misoginia. (Denis Bezerra – PSB/CE). ### Criação de Novos Tipos Penais e Agravantes (Código Penal)+ Propostas que criam artigos específicos ou aumentam penas para condutas misóginas: * PL 6075/2025 e PL 6733/2025: Criam o artigo 287-A para tipificar a promoção, incitação e divulgação de conteúdo misógino que estimule hostilidade ou violência. (Sâmia Bomfim – PSOL/SP e Amom Mandel – Cidadania/AM). * PL 988/2026: Tipifica a promoção organizada de conteúdos que incitem violência, discriminação ou desumanização de mulheres. (Duda Salabert – PDT/MG). * PL 1118/2026: Tipifica a promoção e difusão organizada de práticas que enaltecem a violência contra a mulher. (Socorro Neri – PP/AC). * PL 1144/2026: Prevê aumento de pena para associação criminosa voltada à difusão de conteúdos misóginos. (Carol Dartora – PT/PR). * PL 1085/2026: Tipifica a incitação à violência contra a mulher por discriminação de gênero. (Rosangela Moro – União Brasil/SP). * PL 914/2023: Estabelece a misoginia como uma qualificadora do crime de injúria (Art. 140). (Rubens Pereira Júnior – PT/MA)

Lei que criminaliza misoginia é aprovada no Senado sob ataques nas redes.
- bsapub
apublica.org/2026/03/lei-que-criminal...
#Portugus #Direitoshumanos #Justia #Machismo #Poltica #Senado #Violncia

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Vamos falar sobre o academachismo nos estudos sobre futebol? Debate sobre academachismo nos estudos sobre futebol e como disputas de legitimidade e poder influenciam a produção científica.

Vamos falar sobre o academachismo nos estudos sobre futebol?

Por Gustavo Andrada Bandeira

#Ludopédio #Arquibancada #Futebol #Machismo #Gênero

ludopedio.org.br/arquibancada...

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Jorge Azcón creyó que tenía algún valor político comentar el físico de Pilar Alegría y María Jesús Montero. Criticar el aspecto de un rival político demuestra poca inteligencia y falta de decoro. El problema es que esta mala praxis está a la orden del día #azcon #machismo #gordo #gordofobia #opinion

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https://www.infomoney.com.br/politica/misoginia-o-que-e-o-crime-de-odio-as-mulheres-e-o-que-muda-apos-projeto-no-senado/

https://www.infomoney.com.br/politica/misoginia-o-que-e-o-crime-de-odio-as-mulheres-e-o-que-muda-apos-projeto-no-senado/

O Senado aprovou na terça (24), por unanimidade, um projeto de lei que torna a misoginia crime equivalente ao racismo.

Leia mais no site do InfoMoney: www.infomoney.com.br/politica/mis...

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

#Misoginia #Machismo #Feminicídio #Política

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Y dejarán a ese sujeto salirse con la suya, su #machismo y #MalaEducación, @defensordelpueblo.es ? / Vía @tremending.bsky.social @publico.es

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¡No es tradición, es machismo!

#sagunto #machismo #feminismo #semanasanta #viñeta

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La exclusión de mujeres en la Semana Santa de Sagunto vulnera derechos de igualdad En Sagunto, la cofradía local ha rechazado permitir la participación de mujeres en la Semana Santa, manteniendo la tradición de que solo los hombres puedan desfilar. La votación del domingo resultó en 267 votos en contra frente a 114 a favor de modificar los estatutos para incluir a las mujeres, impidiendo así su participación plena. Este hecho ha provocado que el Ministerio de Turismo inicie los trámites para revocar la distinción de Fiesta de Interés Turístico Nacional otorgada en 2004, dado que la exclusión contradice el requisito de participación de toda la ciudadanía. Las mujeres continúan relegadas a labores de apoyo, como limpieza de la ermita o ayuda en el vestuario de los cofrades masculinos. Este caso refleja un problema más amplio de resistencia al cambio en cofradías tradicionales, pese a que ciudades como Sevilla o Málaga ya han logrado integrar a mujeres en sus procesiones. El Tribunal Constitucional ha confirmado en casos similares que las asociaciones privadas no pueden vulnerar derechos fundamentales de igualdad, incluso cuando se apoyan en tradiciones. La defensa de costumbres históricas no puede justificar la discriminación en una sociedad que aspira a ser igualitaria y libre, recordando que la Constitución prevalece sobre la tradición.

La exclusión de mujeres en la Semana Santa de Sagunto vulnera derechos de igualdad

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#machismo #igualdad #tradiciones

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Una tradición llamada machismo Las costumbres de una cofradía como la de Sagunto no sirven de argumento para vulnerar el derecho a la igualdad

elpais.com/opinion/2026.... Hasta el ñoco de la #tradición para justificar el #machismo y otras mierdas. Y barbaridades que se perpetúan en el tiempo. Y no hablemos de la tremenda escena a la puerta del templo que me avergüenza hasta a mí, que paso de Cofradías, de Semana Santa y de religiones.

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Feministas denuncian el uso indebido de fondos del Pacto de Estado contra la violencia machista La Organización de Mujeres de la Confederación Intersindical de STEs ha denunciado públicamente que se está realizando un uso indebido de los fondos del Pacto de Estado contra la violencia machista.

" #Feministas denuncian el #uso indebido de #fondos del #PactodeEstado contra la #ViolenciaMachista" short.do/DHCpQM | vía @efeminista.com #patriarcado #machismo #opresión #mujeres #desigualdad #discriminación #hombres #machistas #violencia #ViolenciasMachistas #ViolenciadeGénero #MachismoMATA

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El Gobierno retirará a la Semana Santa de Sagunt la declaración de 'Interés Turistico Nacional' por discriminar a las mujeres El Ministerio de Industria y Turismo inicia los trámites para retirar tras la votación de la cofradía de excluir a las mujeres incumpliendo las advertencias ministeriales

#Igualdad #Machismo
El Gobierno retirará a la Semana Santa de Sagunt la declaración de 'Interés Turistico Nacional' por discriminar a las mujeres www.eldiario.es/1_c7bc2d?utm...

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El Gobierno revocará la declaración de Fiesta de Interés Turístico Nacional de la Semana Santa de Sagunt tras rechazar la inclusión de mujeres 267 cofrades se pronunciaron expresamente en contra de la inclusión de las mujeres en la participación de las manifestaciones religiosas | Cadena SER

#Machismo #Igualdad #Mujer
cadenaser.com/comunitat-va...

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Estos bestias de Sagunto creen estar defendiendo algo valioso cuando normalizan el #machismo y la #exclusion

Tengo un nombre para ellos que no voy a escribir aquí.

Se va a escribir más sobre esto […]

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Discover the strange thing about male dreaming in the intellectual playground at 500ways.com/male-dreaming ( #dreaming, #sexuality, #sex, #men, #maleDreaming, #sleep, #fantasy, #masculine, #masculinity, #macho, #machismo)

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Violencia y acoso hacia profesoras en las aulas: un problema creciente En los últimos años, se ha observado un aumento preocupante de violencia y acoso hacia las profesoras en institutos, principalmente por parte de alumnos varones. Según testimonios de docentes con décadas de experiencia, los insultos, gestos obscenos y humillaciones se han intensificado, generando ansiedad, depresión y un desgaste significativo en su labor educativa. Las sanciones y la intervención de las familias a menudo no son suficientes, y en muchos casos se minimiza o culpa a las profesoras, lo que refuerza la sensación de desprotección. Este comportamiento no se limita a conflictos de disciplina habituales: refleja un problema de poder y desigualdad de género. Los alumnos aprenden que desafiar y humillar a una profesora les otorga estatus dentro del grupo, normalizando la misoginia y desplazando la autoridad femenina. Esta dinámica convierte el aula en un territorio en disputa, afectando la calidad de la enseñanza y el bienestar de las docentes. El artículo advierte que no se trata de un retroceso abstracto, sino de un problema concreto con consecuencias sociales y educativas, ya que educa a una generación en la que el respeto a la autoridad femenina es opcional. Se subraya la necesidad de proteger a las profesoras y garantizar que puedan ejercer su autoridad sin miedo.

Violencia y acoso hacia profesoras en las aulas: un problema creciente

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#machismo #violencia

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#Machismo

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El morbo que mata dos veces La cobertura sensacionalista de algunos medios de comunicación en el caso de Francisca Cadenas no solo revictimiza a una mujer y a su familia, sino que blanquea la violencia machista explicándola como...

"El #morbo que #mata dos veces" por Sandra Moreno Quintanilla short.do/sav-Sr | vía @eldiarioex.bsky.social #patriarcado #machismo #opresión #mujeres #desigualdad #discriminación #hombres #machistas #violencia #ViolenciaSexual #ViolenciasMachistas #ViolenciadeGénero #MachismoMATA #BASTAYA

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¿Por qué la violencia machista parece que no va con ellos? La violencia estructural contra las mujeres sigue sin ser percibida como un problema propio por muchos hombres. ¿Por qué? Les preguntamos

"¿Por qué la #ViolenciaMachista parece que no va con #ellos?" short.do/kQITK6 | vía @articulo14.bsky.social #patriarcado #machismo #opresión #mujeres #desigualdad #discriminación #hombres #machistas #violencia #ViolenciaSexual #ViolenciaVicaria #ViolenciadeGénero #MachismoMATA #BASTAYA

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La Guardia Civil investiga el asesinato de una niña de tres años a manos de su padre en Torrevieja El hombre, que se ha suicidado, había amenazado a su exmujer con hacer daño a la niña si ella no dejaba la relación que tenía con su actual pareja | Cadena SER

#TerrorismoMachista #Machismo #ViolenciaDeGénero
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Un hombre asesina a una mujer en plena calle en Zaragoza y se suicida posteriormente La Policía Nacional investiga el suceso, ocurrido a primera hora de la mañana en la calle Cardenal Cisneros, como un posible caso de violencia de género

#TerrorismoMachista #Machismo #ViolenciaDeGénero
Un hombre asesina a una mujer en plena calle en Zaragoza y se suicida posteriormente www.eldiario.es/1_c7aec9?utm...

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Las Migas en México: “Haremos canciones contra el machismo hasta que pare" El cuarteto de música popular española Las Migas sigue denunciando el machismo, problema que han señalado "a lo largo de siete discos”.

🎶 Las Migas en #México: “Haremos canciones contra el machismo hasta que pare"

🟣 “No las dejan vivir, no las dejan respirar” es la potente estrofa de 'Grito', la canción en la que denuncian el avance del #machismo

✍️ Ana Báez

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El #patriarcado no es una pequeñez.

#NuevasMasculinidades #machosfera #soledadmasculina #machismo

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Pete Hegseth's manly act is backfiring MAGA bros hoped the defense secretary would make them feel butch — with Iran war, he embarrasses them

Pete Hegseth’s manly act is backfiring

MAGA bros hoped the defense secretary would make them feel butch — with Iran war, he embarrasses them

www.salon.com/2026/03/13/p...

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ESSE CARA DIMINUÍA AS MULHERES E VIROU NOME DE RUA
Você, com certeza, conhece.
Enquanto As vítimas são esquecidas, muitos algozes receberam (e ainda recebem) homenagens. Perceba que o movimento redpill não vem de hoje.

#machismo #feminismo #saopaulo #redpill #curiosidades

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#machismo
#Christofascism
#callousness toward #life #PeteHegseth’s puerile displays of #Trump’s desire for a #warmonger worthy of the #manosphere; #malice #evil #SocialMedia video intersperses clips from #Hollywood movies such as #Braveheart, #Gladiator, #Superman & #TopGun w real-kill-shot footages

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