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#SENADO
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'El búnker del Senado y RTVE' | El Independiente de Granada

Mi columna en #ElIndependientedeGranada: "El búnker del #Senado y #RTVE"... El éxito de RTVE es el éxito de un modelo de país plural; el ataque del PP es el síntoma de una derecha que no tolera otra verdad que no sea la suya.
www.elindependientedegranada.es/politica/bun...

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PRI pone condiciones en Cancillería
Manuel Añorve señaló que su bancada analizará la ratificación de Roberto Velasco en la SRE y advirtió que no serán “cheque en blanco”.
El proceso abre debate en el Senado.
#PRI #Senado

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#SãoPaulo #Eleições2026 #Lula #Haddad #Tarcísio #SimoneTebet #Senado #Política #PolíticaBrasileira #Notícias #NotíciasDoDia

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#SãoPaulo #Eleições2026 #Lula #Haddad #Tarcísio #SimoneTebet #Senado #Política #PolíticaBrasileira #Notícias #NotíciasDoDia

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O Senado homenageou 15 pessoas (31/03) com a entrega do Diploma Bertha Lutz — prêmio concedido anualmente a quem contribuiu para a defesa dos direitos da mulher e das questões de gênero no país.
Foram 14 mulheres e um homem: o professor da FDUSP Heleno Torres.
shre.ink/LLmi
#fdusp #mulher #senado

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Presidência da República oficializa indicação de Jorge Messias ao Supremo | Ucho.Info

Presidência da República oficializa indicação de Jorge Messias ao Supremo #PresidenciadaRepublica #Lula #JorgeMessias #AGU #STF #LuisRobertoBarroso #aposentadoria #Senado #DaviAlcolumbre tinyurl.com/4dkjbr7u

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Noroña minimiza polémica
Gerardo Fernández Noroña descartó que los gritos contra Grecia Quiroz sean violencia política de género, generando debate en redes y entre legisladores.
El gesto entre risas avivó la controversia.
#Senado

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Copy BlueSky y X (150 caracteres)
Sin placas, sin pudor y sin vergüenza: así desfila la política mexicana.
politicaguru.com/politica-guru/gran-guru-...
#PolíticaGurú #Morena #CuauhtémocBlanco #Senado #MC

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Golpe al Senado: Trump rompe una tradición de 80 años para reforzar la Seguridad Nacional

https://youtu.be/gBAnRHun86o

#usa #trump #senado #seguridad #dhs #geopolitica #elecciones2026 #washington #congreso #iran #khamenei #israel #netanyahu #negociostv

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Sheinbaum respalda a Grecia Quiroz
La presidenta pidió solidarizarse con la alcaldesa y evitar expresiones que puedan interpretarse como violencia de género tras lo ocurrido en el Senado.
Llamado a mantener el respeto en el debate público.
#Sheinbaum #Senado

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Requerimentos de Alessandro Vieira aprovados na CPI | NE Notícias Comissão convoca Ibaneis, Cláudio Castro e Campos Neto, além da quebra de sigilo de pessoas físicas e jurídicas

Requerimentos de Alessandro Vieira aprovados na CPI | Comissão convoca Ibaneis, Cláudio Castro e Campos Neto, além da quebra de sigilo de pessoas físicas e jurídicas. #Senado

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#NACIONAL | 🔥 Tensión en el Senado: Claudia Sheinbaum llama a apoyar a Grecia Quiroz, quien señala a Raúl Morón por el asesinato de su esposo. ⚖️
Ella evita hablar de violencia de género.
#Noticias #México #Política #Senado #Justicia

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Antes de la mayoría del #PP de Feijóo en el #Senado

ya se planteaba que NO servía para nada más que pagar sueldazos a los elefantes viejos

Ahora, un motivo más para eliminar el Senado

Y lo de las Diputaciones, pues también, pero eso para otro charco

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Noroña negó haber azuzado el hostigamiento. Su defensa, sin embargo, lo hundió más en la polémica.
politicaguru.com/politica-guru/norona-nie...
#PolíticaGurú #Noroña #Senado #Morena #GreciaQuiroz

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Noroña responde a polémica
Gerardo Fernández Noroña negó haber provocado a Grecia Quiroz durante su visita al Senado.
Asegura que no inició las porras y rechaza señalamientos en su contra.
#Noroña #Senado

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El PP anuncia una comisión de investigación en el Senado sobre RTVE: "Propaganda 'sanchista' pagada por todos los españoles" La portavoz del Senado del PP, Alicia García, ha anunciado este lunes que aprovecharán su mayoría absoluta para poner en marcha una nueva comisión de investigación contra el Gobierno. Esta vez, por RT...

🔴El #PP anuncia una #Comisión de investigación en el #Senado sobre #RTVE: "Propaganda #Sanchista pagada por todos los españoles"

#OposiciónDeCasquería
#DesesperaciónPolítica
#LágrimasDeFacha

#OrganizaciónCriminal
#PatriotasDePulserita
#PpMafia🇪🇦🤮

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A semana em Brasília inicia com a Câmara dos Deputados esvaziada por decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Após um pedido formal dos líderes partidários, Motta suspendeu todas as votações e audiências públicas programadas. A motivação é o fim do período de janela partidária no dia 3 de abril, quando os deputados podem mudar de partido para concorrer às eleições, sem perder mandato. Contando com a ausência da maioria dos parlamentares em Brasília, as atividades presenciais e virtuais foram suspensas. Após o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubar a decisão que prorrogava a CPMI do INSS por 8 votos, a PEC 5/2026 é analisada na Mesa Diretora do Senado. Protocolada pelo senador Sergio Moro (PL-PR), a proposta de emenda obriga o comparecimento de investigados ou testemunhas em oitivas nas Comissões Parlamentares de Inquérito, assegurando o direito ao silêncio. As ausências de testemunhas e investigados foram alvos de críticas na CPMI do INSS. Também, no Senado, nesta terça-feira, 31 de março, o Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz será entregue à atriz Laura Cardoso. Conhecida por suas atuações em novelas como “Caminho da Índia” e “Mulheres de Areia”, Laura Cardoso será uma das 15 pessoas homenageadas por destaque na defesa dos direitos das mulheres e das questões de gênero no Brasil. No STF, o período de sessões virtuais no Plenário e nas Turmas da Corte começou na sexta-feira, 27 de março, e se estende até o dia 8 de abril. Os ministros devem julgar as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI) 7426 e 7462. Será analisada a resolução do Conselho Federal de Psicologia que veda o uso de crenças religiosas no exercício da psicologia e na forma de publicidade e propaganda da profissão. No último sábado, 28 de março, o ministro Cristiano Zanin suspendeu as eleições indiretas para governador do Rio de Janeiro, em decisão liminar. Ele também pediu destaque no julgamento sobre as regras da eleição-tampão que definirá o novo governador fluminense até o fim de 2026, após a renúncia de Cláudio Castro (PL). Por isso, a votação que ocorria no plenário virtual passará para o plenário presencial. A data desse julgamento ainda será definida pelo presidente da Corte, Edson Fachin. Simultaneamente, após a aprovação da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) na última quarta-feira (26), a Polícia Federal deve entrar em estado de greve nesta semana. Policiais federais pedem reajuste nos salários e mais valorização da profissão. A paralisação pode impactar as operações e investigações feitas pela PF já nos próximos dias. **Estão na agenda da semana de 30/2 a 3 de abril:** ## **DIREITOS HUMANOS** * **Senado** * **Tratamento de câncer (CASCANCER, 31/3, 14h):** Audiência Pública com transmissão pela internet debate sobre aprovações e registros de vacinas, medicamentos e terapias contra o câncer. * **Direitos para pessoas com Síndrome de Down (CDH, 30/3, 14h):** Comissão dos Direitos Humanos discute os direitos à educação, ao trabalho digno, ao acesso à saúde e a proteção contra preconceitos de pessoas com Síndrome de Down. ## **ECONOMIA** * **Senado** * **Benefícios aos adimplentes (CAE, 31/3, 10h):** Comissão discute o PL 1558/2022, que concede descontos e benefícios em dinheiro a pessoas adimplentes incluídas no Cadastro Positivo que usam recursos públicos e já pagaram 75% de suas dívidas. * **Fundos de financiamento de pesquisas (CAE, 31/3, 10h)** : Comissão debate a mudança da Constituição para instituir Fundo Constitucional Financeiro no Norte, Nordeste e um no Centro-Oeste, e permitir o financiamento de atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação de produtos com recursos desses Fundos. > _Agenda da semana da_** _Agência Pública_** _é um serviço apresentado aos leitores com base nas informações dos portais da Câmara, Senado e STF._

Janela partidária faz Hugo Motta segurar votações e Senado avalia obrigar presença às CPIs.
- bsapub
apublica.org/nota/hugo-motta-segura-v...
#Portugus #Agendadasemana #Poltica #Senado #STF

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‘Plan B’ llega con inconsistencias
En Diputados detectan un “error” en el documento enviado por el Senado, que incluye la revocación de mandato ya eliminada previamente.
Desde el PAN señalan una falla en el proceso legislativo.
#Senado

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“No sé a qué cicatriz se refiera Ricardo Monreal”: Presidenta Sheinbaum por presunta controversia con el PT - Hans Digital Recordó que lo esencial del 'Plan B' —eliminar privilegios, reducir regidurías y costos en congresos locales y Senado— se aprobó

🛑“No sé a qué cicatriz se refiera Ricardo #Monreal”: Presidenta #Sheinbaum por presunta controversia con el Partido del Trabajo México 👉Recordó que lo esencial del ‘Plan B’ —eliminar #privilegios, reducir #regidurías y costos en #congresos locales y #Senado— se aprobó

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Em #SP/SP irmão do presidente do #Senado #DavidAlcolumbre é #detido pela polícia com meio #milhão num carro de app. É do #SPGOV?

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Relatório da CPMI do INSS pede o indiciamento de mais de 200 pessoas :: Caldeirão Político Após sete meses de funcionamento, a CPMI do INSS iniciou a análise de seu relatório final nesta sexta-feira (27). Com cerca de 4 mil páginas, o texto elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar (União-AL) ...

O relatório propõe o indiciamento de mais de 200 pessoas, incluindo parlamentares, ex‑ministros, dirigentes de estatais e entidades associativas, além do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva.

#cpmidoinss #senado

www.caldeiraopolitico.com.br/noticia/8454...

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Original post on mstdn.social

Senadora Núñez (RN): “Si el Gobierno no reconoce su problema de comunicación, difícilmente va a poder enmendarlo” | vía #UChileRadio

radio.uchile.cl/2026/03/27/senadora-nune...

#estadoenquiebra […]

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🏛️💣 #PegaosEnLaMañana con @millymendezpr | Senado somete orden de desacato contra secretario de Hacienda

radioisla.tv/senado-somete-orden-de-d...

#ÁngelPantojas #documentos #Hacienda #información #JuanOscarMorales #Senado #ThomasRiveraSchatz

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🚨 O Senado deu um passo importante: aprova lei que criminaliza a misoginia! Um avanço essencial no combate ao ódio contra as mulheres. #Senado #DireitosDasMulheres

📖 Leia a matéria clicando no link - https://mrf.lu/8GHg

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“Las transformaciones nunca han sido fáciles”: Laura Itzel Castillo, tras aprobación parcial del 'Plan B' - Hans Digital La presidenta del Senado sostuvo que pese a que no se aprobó la reformar sobre la revocación de mandato, con la reforma que elimina privilegios se avanzó en la justicia social y la igualdad

🛑“Las transformaciones nunca han sido fáciles”: Laura Itzel Castillo, tras aprobación parcial del ‘Plan B’ 👉La presidenta del #Senado sostuvo que pese a que no se aprobó la reformar sobre la #RevocaciónDeMandato, con la reforma que elimina #privilegios se avanzó en la #JusticiaSocial y la #igualdad

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O Projeto de Lei 896/2023 — conhecido popularmente como PL antimisoginia, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), **foi aprovado nesta terça-feira (24) no plenário do Senado por 67 votos a favor.** Não houve nenhum voto contrário ou abstenções por parte dos parlamentares presentes. Agora, o texto segue para apreciação da Câmara dos Deputados. O texto criminaliza a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) e o insere entre os crimes contidos na Lei do Racismo. O texto avançou na casa legislativa principalmente pela repercussão de casos recentes de violência contra mulheres. No ano passado, 1.568 ocorrências de feminicídios foram registradas no Brasil – um crime de gênero cometido, em praticamente 80% dos casos, por companheiros ou ex-parceiros das vítimas, segundo o relatório Retratos do Feminicídio no Brasil, recém-publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Houve, no entanto, uma mobilização e resistência ao projeto por parte de parlamentares bolsonaristas, que apresentaram recursos para adiar a votação do projeto. Nas redes e em apps de mensagens, publicações que se opõem ao PL apresentam dois eixos argumentativos principais. O primeiro sustenta que a aprovação da lei levaria à censura nas redes sociais. O segundo afirma que o texto imporia agendas ideológicas contrárias a valores tradicionais. Post no X rebate projeto de lei sobre misoginia Usuários também estão compartilhando trechos de outros projetos de leis ainda em discussão, como o PL 6194/2025, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), para atacar o tema e o PL 896/2023 — criando, assim, uma confusão entre as propostas. O texto protocolado pela parlamentar petista cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. Além disso, abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. O projeto aguarda ainda designação de relator na Comissão de Educação da Câmara. Mensagens no Instagram questionando a definição de ‘mulheres’ Autoras de outros projetos sobre o mesmo tema têm, inclusive, sido alvo de ataques nas redes. A deputada federal Carol Dartora (PT-PR), por exemplo, recebeu uma ameaça de morte por e-mail devido a propostas legislativas apresentadas pela parlamentar no combate à misoginia digital. Ela é autora do PL 1144/2026, cujo objetivo é alterar o Código Penal brasileiro para prever aumento de pena quando a associação criminosa “tiver por finalidade a produção, financiamento, organização ou difusão de conteúdos misóginos que incitem ou promovam violência contra mulheres, inclusive em redes sociais”. “Recebi um e-mail com ameaças de morte, ameaças de estupro, ataques racistas e uma sequência de violências que revelam o nível de barbárie que mulheres na política têm enfrentado no Brasil. Isso não é opinião, não é ‘ódio da internet’, não é divergência política. Isso é crime. Quem ameaça matar é criminoso. Quem ameaça estuprar é criminoso. Quem pratica racismo é criminoso”, afirmou a deputada, em um post no Instagram. **A Lupa explica as principais dúvidas sobre o projeto 896/2023, principal texto em discussão no Senado. Veja a seguir:** ## **O que diz o PL 896/2023?** O que o texto do PL 896/2023, faz, em termos jurídicos, é tipificar a misoginia como crime, inserindo-a no escopo da legislação já existente sobre discriminação.Ele afirma que a conduta “é o sentimento de ódio, repulsa ou aversão às mulheres”. “É uma forma extrema e repugnante de machismo, que deprecia as mulheres e tudo que é considerado feminino, podendo manifestar-se de diversos modos”. O PL altera a lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989 para incluir a misoginia entre os crimes resultantes de discriminação ou preconceito. Com isso, as penas previstas no artigo 20 — reclusão de até cinco anos e multa para quem “induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional — também passam a ser aplicadas à misoginia. Ao justificar a tramitação, a senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA) afirma que a atual legislação “não pune a disseminação de discursos misóginos” > **É importante mencionar:** o PL 896/2023 já havia sido aprovado nas Comissões de Direitos Humanos (CDH) e de Constituição e Justiça (CCJ), sob relatoria da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS). O texto do Senado não faz qualquer distinção entre mulheres cis ou trans. Senadora Ana Paula Lobato, autora do PL 896/2023 Na leitura de seu relatório no Plenário do Senado, nesta terça-feira (24), a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) afirmou que existe um “limbo jurídico” na definição de misoginia e que isso daria “margem a qualquer espécie de interpretação”, disse. Para enfrentar essa lacuna, o parecer incorporou ao projeto da senadora Ana Paula Lobato uma delimitação mais precisa de como o crime se configura. __ O que vem a ser a misoginia? A misoginia se traduz no ódio, na aversão, no desprezo extremo às mulheres, muitas vezes manifestado por meio de violência física e psicológica, difamação e injúria. É uma forma mais extrema de sexismo”. Soraya Thronicke Senadora (Podemos-MS) O relatório também registra: “A única concessão que se pode fazer, com relação às críticas que ouvimos sobre o projeto, situa-se no conceito de misoginia. Concordamos que deva ficar mais claro que, para existir misoginia, deve existir uma ‘exteriorização’ da conduta típica, seja por ação ou omissão, termo que se apresenta mais claro do que aquele que se usou no projeto (‘manifestação’ da conduta)”. Senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) Na prática, isso significa que a lei não pune pensamentos ou crenças misóginas em si, mas sim sua exteriorização em condutas concretas, como ofensas, discriminação ou incitação, previstas na legislação. Sobre as críticas de parlamentares sobre o projeto configurar em “censura”, a senadora Soraya Thronicke afirmou que a liberdade de expressão é um direito constitucional que possui supremacia sobre a legislação infraconstitucional. E que, portanto, esse não é o objetivo do projeto. “[Liberdade de consciência e de crença] são cláusulas pétreas que não podem ser mudadas”. ## **Qual a crítica ao texto?** O questionamento de parlamentares é de que o conceito de misoginia no texto pode ser considerado vago ou suscetível a diferentes interpretações, potencialmente gerando insegurança jurídica. Durante debate na CCJ, o senador Jorge Seif (PL-SC) questionou quem definiria o que é misoginia. “Um juiz, um militante, um partido? Será que um comentário crítico, uma discordância e um debate público ou até uma fala mal interpretada poderão se tornar crime a partir da aprovação dessa lei?”, afirmou. O senador Eduardo Girão (Novo-CE), por sua vez, apresentou emendas ao texto, para que “não alcance a crítica legítima, a divergência de opinião ou a manifestação de convicção moral ou religiosa”. A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), relatora do projeto, rejeitou as emendas. Senador Eduardo Girão apresentou emendas para restringir conceito de misoginia O relatório da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado rejeitou emenda que buscava restringir o conceito de misoginia e excluir do alcance penal manifestações de natureza artística, científica, jornalística, acadêmica ou religiosa. Segundo o texto, a Constituição já assegura a liberdade de expressão nesses campos, e uma norma penal não tem competência para suprimir ou limitar essas garantias. “As proteções constitucionais às liberdades de expressão artística, científica, jornalística, acadêmica ou religiosa não são nem aptas a serem revogadas pela norma penal, de modo que a emenda se torna absolutamente desnecessária”, diz trecho do relatório apresentado. A reportagem tentou contato por e-mail com o gabinete da senadora Ana Paula Lobato para que a senadora pudesse comentar sobre as críticas ao PL, **mas não houve retorno.** Em concordância com a fala da senadora Soraya Thronicke em plenário, o professor Leandro Reinaldo da Cunha, da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), diz que o texto do PL 896/2023, de forma geral, apenas insere a expressão misoginia no que já existe na lei atualmente vigente. “Considerando que a concepção técnica de misoginia é conhecida e consolidada, não há a necessidade de que a lei venha a defini-lo, não havendo, assim, que se falar em insegurança jurídica”, destaca. Essa leitura se conecta com a Lei nº 13.642/2018, conhecida como Lei Lola Aronovich, que já opera com a noção estabelecida de misoginia (“ódio ou aversão às mulheres”). O texto atribui à Polícia Federal a competência para investigar crimes virtuais que disseminem ódio ou violência contra mulheres. Segundo a lei, “quaisquer crimes praticados por meio da rede mundial de computadores que difundam conteúdo misógino, definidos como aqueles que propagam o ódio ou a aversão às mulheres”. ## **O que dizem as redes sobre o PL?** Em grupos de apps de mensagerias monitorados pela **Lupa** , o combate à misoginia é descrito como um “pretexto” para restringir manifestações nas redes, acompanhado de chamadas diretas à ação, como pressão sobre parlamentares e pedidos para barrar a votação. De acordo com as mensagens, se aprovado, o PL vai instituir “censura a pretexto de combater a ‘misoginia!’”. Contudo, as publicações não trazem qualquer explicação sobre em que contexto o projeto irá “censurar” as redes. “Na prática, pode ser usado de forma genérica e subjetiva para falsas acusações, apenas para satisfazer a sanha ideológica ativista jurídica que assola o Brasil, tornando-se arma de controle de discurso, censura, e destruição de valores morais já consolidados na sociedade”, diz trecho de mensagem que circula em grupo do Telegram com mais de 3,1 mil perfis distintos. Mensagem disseminada em grupo do Telegram com potencial alcance de 33,4 mil perfis distintos Os conteúdos sugerem que a proposta abriria ainda espaço para a adoção de critérios de autoidentificação de gênero na “definição legal de mulher”. Publicações no X (antigo Twitter) e no Reddit sugerem que a proposta não se limita ao enfrentamento da misoginia, mas representaria uma tentativa de impor valores contrários a concepções consideradas tradicionais, especialmente ligadas à família e à moralidade. As mensagens afirmam, sem contexto, que “qualquer um pode se declarar mulher e usar isso contra terceiros” e que o projeto “vai virar instrumento para acusações arbitrárias”. Mensagem disseminada no fórum Reddit Para o professor Leandro Cunha, toda refração a um projeto que tem por objetivo proteger a mulher e o feminino se sustenta em uma “sociedade estruturalmente machista”. Para ele, a tentativa de “manter as coisas como estão” é um mecanismo recorrente de quem se entende numa condição de poder sobre o outro. É o caso, por exemplo, das discussões relacionadas à sexualidade e gênero. __ Interpretações distorcidas sempre estão à disposição de quem tem o interesse de manipular a discussão. O que precisa ficar claro é que mulheres trans são mulheres, de sorte que não haveria a necessidade de inclui-las expressamente no texto. Evidente que a presença do termo trans tornaria mais claro que a distinção entre cis e trans não se sustenta, mas, ao mesmo tempo, acabaria gerando esse embate”. Leandro Reinaldo da Cunha Professor de Direito Civil da UFBA ## **Quais são as leis já existentes?** A legislação brasileira de proteção às mulheres na política e em ambientes online avançou significativamente nos últimos anos. Em 2025, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou uma emenda à Lei Maria da Penha expandindo sua cobertura para incluir casos de violência eletrônica. Não há uma lei específica que tipifique o crime de misoginia. Por outro lado, existem leis que visam prevenir e coibir a violência contra as mulheres. Dentre elas: * **Lei Maria da Penha (****Lei nº 11.340/2006****)** : o texto cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher; tipifica cinco tipos de violência: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. * **Lei Carolina Dieckmann (****Lei nº 12.737/2012****)** : define o que são crimes cibernéticos. Ela recebeu este nome pois, na época que o projeto tramitava, a atriz teve o computador invadido e fotos pessoais divulgadas por hackers. * **Lei do Feminicídio (****Lei nº 13.****1****04/2015****)** : altera o Código Penal e estabelece o feminicídio como circunstância que qualifica o crime de homicídio, quando uma mulher é morta em decorrência de violência doméstica e familiar. * **Lei Lola Aronovich (****Lei nº 13.642/2018****)** : atribui à Polícia Federal o poder de investigar crimes de misoginia na internet. * **Lei do Stalking (****Lei nº 14.132/2021****)** : torna crime o ato de “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade”. ## **Que outros projetos estão em tramitação?** Os projetos de lei que visam criminalizar a misoginia ou endurecer as punições contra essa prática dividem-se principalmente em propostas de alteração na Lei de Crimes de Preconceito (Lei nº 7.716/1989) e no Código Penal. Abaixo, seguem alguns exemplos de projetos: ### Inclusão na Lei de Crimes de Preconceito (Lei nº 7.716/1989)+ Estes projetos buscam equiparar a misoginia aos crimes de racismo e outras formas de discriminação já tipificadas: * PL 6149/2025: Inclui a misoginia como motivo de discriminação na lei. (Professora Luciene Cavalcante – PSOL/SP). * PL 8992/2017: Inclui a misoginia no rol de crimes de ódio desta lei. (Ana Perugini – PT/SP). * PL 1225/2021: Moderniza a disciplina sobre discriminação para incluir a questão de gênero, focando na misoginia. (Denis Bezerra – PSB/CE). ### Criação de Novos Tipos Penais e Agravantes (Código Penal)+ Propostas que criam artigos específicos ou aumentam penas para condutas misóginas: * PL 6075/2025 e PL 6733/2025: Criam o artigo 287-A para tipificar a promoção, incitação e divulgação de conteúdo misógino que estimule hostilidade ou violência. (Sâmia Bomfim – PSOL/SP e Amom Mandel – Cidadania/AM). * PL 988/2026: Tipifica a promoção organizada de conteúdos que incitem violência, discriminação ou desumanização de mulheres. (Duda Salabert – PDT/MG). * PL 1118/2026: Tipifica a promoção e difusão organizada de práticas que enaltecem a violência contra a mulher. (Socorro Neri – PP/AC). * PL 1144/2026: Prevê aumento de pena para associação criminosa voltada à difusão de conteúdos misóginos. (Carol Dartora – PT/PR). * PL 1085/2026: Tipifica a incitação à violência contra a mulher por discriminação de gênero. (Rosangela Moro – União Brasil/SP). * PL 914/2023: Estabelece a misoginia como uma qualificadora do crime de injúria (Art. 140). (Rubens Pereira Júnior – PT/MA)

Lei que criminaliza misoginia é aprovada no Senado sob ataques nas redes.
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#Portugus #Direitoshumanos #Justia #Machismo #Poltica #Senado #Violncia

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¿Qué implica que Formentera tenga senador propio? Formentera queda a un paso de tener senador propio tras una reforma constitucional que rompe su unión electoral con Ibiza y refuerza su voz. Formentera está más cerca que nunca de elegir un senador pr...

¿Qué implica que Formentera tenga senador propio? #Formentera #Senado #Congreso #Constitucion #ReformaConstitucional #Ibiza #Baleares #Politica #España #Actualidad #IslasBaleares #26demarzo #FelizJueves #UltimaHora #Noticias donporque.com/formentera-t...

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#PRESIDENCIA | Tras la aprobación parcial del Plan B, @Claudiashein pidió analizar cómo votó cada partido. Destacó que el PT y otros grupos votaron en contra. 📢🏛️ #Noticias #México #Política #Senado #PlanB

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Red Eléctrica retuvo durante ocho meses los audios clave del apagón ante la comisión del Senado La Comisión del Senado que investiga el apagón del 28 de abril de 2025 ha recibido finalmente los audios de las conversaciones entre técnicos de Red Eléctrica y las principales compañías eléctricas, tras ocho meses de negativa por parte de la empresa semipública. Red Eléctrica, presidida por Beatriz Corredor, argumentó inicialmente que, al ser una sociedad anónima de capital mayoritariamente privado, no estaba legalmente obligada a facilitar los documentos solicitados por los senadores. Además, defendió que divulgar esta información podría vulnerar sus derechos fundamentales y afectar procesos judiciales. Las grabaciones muestran que los técnicos identificaron señales de fallo en la red días antes del apagón, alertando sobre oscilaciones de tensión y problemas asociados a la falta de inercia y la escasa presencia de energía nuclear. Estas advertencias fueron ignoradas o subestimadas, lo que contribuyó al colapso del sistema eléctrico, considerado el peor de la historia reciente en España. Durante su comparecencia ante el Senado, Corredor llegó a perder los nervios ante las preguntas sobre los audios, mientras que los técnicos confirmaban la existencia de fallos que podrían haberse evitado con los mecanismos disponibles. La negativa inicial de Red Eléctrica contrasta con la rápida disposición de Iberdrola y Endesa a entregar las grabaciones, evidenciando tensiones en la transparencia y gestión del operador estatal durante la crisis eléctrica.

Red Eléctrica retuvo durante ocho meses los audios clave del apagón ante la comisión del Senado

🤖 IA: Es clickbait ⚠️
👥 Usuarios: Es clickbait ⚠️

#redeléctrica #apagón #senado

Ver resumen IA completo:

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Senado aprueba en lo general el Plan B electoral; PT frena intento de adelantar revocación de mandato La mayoría oficialista en el Senado avanzó con la aprobación en lo general del llamado Plan B electoral impulsado por la presidenta Claudi...

📰 SENADO APRUEBA EN LO GENERAL EL PLAN B ELECTORAL; PT FRENA INTENTO DE ADELANTAR REVOCACIÓN DE MANDATO
#PlanB #ClaudiaSheinbaum #Senado #PolíticaMexicana
lasociedadtam.blogspot.com/2026/03/sena...

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