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#Agroecologia
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Día Mundial de la Lucha Campesina 2026: Soberanía alimentaria y agroecología urgentes El Día Mundial de la Lucha Campesina 2026 destaca la necesidad de reivindicar la soberanía alimentaria y la agroecología, enfatizando la crisis agrícola y climática que afecta al mundo rural. Se conmemoran 30 años de la masacre de Eldorado do Carajás, simbolizando la lucha por los derechos sobre ...

Este 17 de abril conmemoramos el Día Mundial de la Lucha Campesina 2026. Una fecha para reivindicar la soberanía alimentaria y la agroecología en medio de la crisis agrícola y climática. Recordamos a los héroes de Eldorado do Carajás y su lucha por la tierra. #SoberaniaAlimentaria #Agroecologia #...

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Este sábado estamos en nuestro Ecomercado Norte, av. Luis Miranda Dávalos, cerca a la estación de autobuses. Alimentos ecológicos de pequeña producción y de nuestra tierra.
#EcoMercado #agroecologia #RAG #ConsumoResponsable #productolocal #alimentosaludable #granada

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🌱 Presentem resultats de REGENSOL+ cap a una agricultura més resilient!
🍓 Resultats, casos d’èxit i debat sobre regeneració de sòls.

📅 30/04
📍 Masia Can Comas (El Prat) 

👉 Inscripcions: inforegensol@gmail.com

No us ho perdeu!

 #Regensòl #AgriculturaRegenerativa #Recerca #Horta #Agroecologia

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Por Um Mundo Melhor 45 Ganaderia Regenerativa Clima Agroecologia
Por Um Mundo Melhor 45 Ganaderia Regenerativa Clima Agroecologia YouTube video by Fernando Guida

#agro #sustentavel
#pecuaria regenerativa
#agroecologia

youtube.com/shorts/rUZg7...

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Ações de solidariedade no Rio Grande do Sul garantem abastecimento alimentar em situações de crise Mobilizações do Litoral Solidário da Rede Ecovida de Agroecologia contribuíram para minimizar os efeitos de eventos climáticos extremos

Ações de solidariedade no Rio Grande do Sul garantem abastecimento alimentar em situações de crise.
- bsmnja
midianinja.org/acoes-de-solidariedade-n...
#Agroecologia #Semcategoria

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Como o Sol pode transformar a vida no Semiárido brasileiro O Programa 1 Milhão de Tetos Solares defende a geração democrática de energia, em contraste aos grandes empreendimentos eólicos e...

O sol do Semiárido gera lucro e autonomia! ☀️
O Programa 1 Milhão de Tetos Solares, deve transformar a vida de agricultores no Semiárido com formação, queda de custos e renda extra.
Leia mais: agenciaeconordeste.com.br/semiarido/so...
#Semiarido #EnergiaSolar #Nordeste #Agroecologia

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Foto: MST _Da Página do MST_ No dia 1º de abril, no Assentamento Dom Tomás Balduíno em Goiás, famílias ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizaram uma ação de reflorestamento na área de uma nascente, reafirmando o compromisso com a preservação da água e o cuidado com a vida. A atividade integra uma agenda mais ampla do movimento que articula produção de alimentos e recuperação ambiental nos territórios da Reforma Agrária. O plantio de árvores no entorno da nascente é apontado pelos assentados como uma ação que vai além da dimensão ambiental. Trata-se de um ato coletivo e político que fortalece a agroecologia e contribui para garantir condições de vida às futuras gerações. A recuperação do chamado “olho d’água”, local onde o lençol freático aflora naturalmente à superfície e jorra do solo, impacta diretamente a proteção da terra, a melhoria da qualidade da água e o equilíbrio do ecossistema, especialmente no bioma Cerrado, um dos mais pressionados pela expansão do agronegócio no país. Foto: MST Com o uso de espécies nativas, a iniciativa busca recompor a biodiversidade local e restabelecer funções ecológicas essenciais, como a infiltração da água no solo e a manutenção dos ciclos naturais. A estratégia também favorece a produção de alimentos saudáveis no assentamento, ao integrar árvores e cultivos agrícolas em sistemas agroecológicos. A ação integra o plano “Plantar Árvores, Produzir Alimentos Saudáveis”, lançado nacionalmente pelo MST em 2020. A proposta prevê o plantio de 100 milhões de árvores ao longo de dez anos, combinando reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e produção de alimentos sem uso de agrotóxicos. A iniciativa é apresentada pelo movimento como uma resposta simultânea à crise ambiental e à insegurança alimentar. Foto: MST Foto: MST Ao conectar práticas locais com uma estratégia nacional, o MST afirma que o cuidado com a natureza é parte central da construção da Reforma Agrária Popular. No assentamento, a atividade foi organizada de forma coletiva, reforçando a ideia de que a recuperação ambiental e a produção de alimentos caminham juntas na construção de um novo modelo agrícola. A experiência no Dom Tomás Balduíno exemplifica como ações territoriais podem contribuir para agendas mais amplas de preservação ambiental, geração de renda e soberania alimentar. Iniciativas como essa seguem sendo multiplicadas em diferentes regiões do país, com o objetivo de semear vida e fortalecer os territórios da Reforma Agrária. Foto: MST Foto: MST * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Em Goiás, Assentamento Dom Tomás Balduíno refloresta nascente.
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#Notcias #Agroecologia #Reformaagrria

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AAAESAS – Associação dos Antigos Alunos da Escola Superior Agrária de Santarém promove jornadas sobre agroecologia em Santarém https://maisribatejo.pt/feed/ Santarém recebe a 16 de abril as primeiras Jornadas Técnicas da AAAESAS, dedicadas à agroecologia e à agricultura sustentável. O conteúdo AAAESAS – Associação dos Antigos Alunos da Escola Superior Agrária de Santarém promove jornadas sobre agroecologia em Santarém aparece primeiro em Mais Ribatejo.

AAAESAS – Associação dos Antigos Alunos da Escola Superior Agrária de Santarém promove jornadas sobre agroecologia em Santarém Leia maisribatejo.pt #Agroecologia #AgriculturaSustentável #Santarém #JornadasTécnicas #AAAESAS

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La agricultura ecológica en España alcanza récord histórico en 2025 y dispara su expansión La agricultura ecológica en España alcanza récord histórico en 2025, confirmando una tendencia que ya no es marginal ni alternativa, sino estructural dentro del sistema agroalimentario, con un crecimiento sostenido que combina expansión territorial, aumento de operadores y consolidación económica. Con 1,13 millones de hectáreas certificadas, lo que supone un incremento del 9,86 % respecto a 2024, el modelo ecológico no solo gana superficie, sino peso real en el mercado, impulsado por una demanda creciente y una transformación progresiva del sector primario hacia prácticas más sostenibles. En los últimos años, la superficie dedicada a cultivos ecológicos ha experimentado una expansión constante.

#agroecologia

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_Por Luiz Marques* Da Página do MST_ Um ponto de não retorno em uma floresta é aquele em que sua resiliência é vencida pela combinação das pressões que se exercem sobre ela. No caso da Amazônia, essas pressões são a supressão, degradação e fragmentação do tecido florestal, os incêndios, a biodiversidade, o empobrecimento dos solos, as secas, as inundações, tudo isso agravado pelas mudanças climáticas. Uma vez vencida essa resiliência, a floresta transita rapidamente para a morte ou para outro estado de equilíbrio, muito adverso à sua permanência. A resposta à pergunta que dá título a este artigo é clara: não é possível evitar um ponto de não retorno na floresta amazônica, mantida a atual composição do Congresso Nacional. A batalha pela Amazônia entrou em sua fase mais decisiva. Por isso, é imperativo se preparar para as eleições de outubro, unidos em torno da palavra de ordem: defender a Amazônia. Pois a Amazônia é, antes de tudo, um valor intrínseco e um componente maior da biosfera. De sua permanência dependem, além disso, a sobrevivência da sociedade brasileira e, em grande medida, a conservação do que resta dos equilíbrios planetários. É preciso, portanto, mandar de volta para casa todos os deputados e senadores que votaram a favor do “PL da Devastação” (Lei nº 15.300/2025), elegendo um Congresso comprometido com a Amazônia. **1. O estado atual da Amazônia** Para bem avaliar a extensão do que está em jogo nestas eleições, recapitulemos alguns dados sobre a Pan-Amazônia, a Amazônia Legal e as florestas brasileiras do bioma Amazônia: **(1)** A Pan-Amazônia abrange 7,8 milhões de km2. Nela vivem 47 milhões de pessoas, 2,2 milhões de indivíduos autóctones, 400 grupos étnicos e a maior biodiversidade do planeta. A bacia amazônica recobre cerca de 5,8 milhões de km².[1] Em 2021, cerca de 17% das florestas da Pan-Amazônia já haviam sido suprimidos, e outros 17% haviam sido degradados.[2] Segundo David Lapola e colegas, entre 2001 e 2018, 360 mil km2 das florestas da Pan-Amazônia “encontram-se sob alguma forma de degradação”. Contudo, “a inclusão de dados sobre secas extremas aumenta a estimativa da área degradada para 2,5 milhões de km², ou 38% da área das florestas remanescentes”.[3] **(2)** A Amazônia Legal brasileira, com cerca de 5 milhões de km2, compreende o bioma Amazônia, mais 37% do Cerrado e mais 40% do Pantanal em território brasileiro.[4] A Figura 1 mostra os acumulados de desmatamento na Amazônia Legal até 2007, em milhares de km2. **Figura 1 – Acumulado das áreas desmatadas na Amazônia Legal até 1980, 1987, 1990, 2000 e 2007 em milhares de km 2, segundo dados do Prodes/Inpe. **Fonte: Presidência da República. Casa Civil. Plano Amazônia Sustentável (PAS): Diretrizes para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Brasileira. Ministério do Meio Ambiente, 2008, p. 95. **(3)** A Figura 2 mostra a área desmatada ano a ano na Amazônia Legal entre 1988 e 2025. **Figura 2 – <a href=”http://<https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/app/dashboard/deforestation/biomes/legal_amazon/rates>.” type=”link” id=”Desmatamento da floresta primária na Amazônia Legal entre 1988 e 2025, em milhares de km2, com resolução mínima de 6,25 hectares e sem contabilizar perdas por incêndios. Os dados referem-se ao desmatamento entre 1º de agosto e 31 de julho de cada ano. **Fonte: TerraBrasilis, INPE, 2025 **(4)** No Brasil, o bioma Amazônia estende-se por uma área de quase 4,2 milhões de km².[5] Segundo Gilberto Câmara e colegas, “o desmatamento na Amazônia brasileira reduziu a cobertura florestal original de 402,7 milhões de hectares [4.027.000 km2] em 85,3 Mha [853 mil km2], de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais”.[6] **2. Lula e o empenho em frear o ecocídio** Como mostra a Figura 2, o desmatamento na Amazônia aumenta muito entre 1991 e 2004 e diminui em 83% entre 2004 e 2012. Com o novo Código florestal (2012), ele volta a crescer, acelerando-se a partir de 2019 na Pan-Amazônia e em especial no Brasil:[7] “ _O desmatamento intensificou-se substancialmente desde 2019 na bacia [amazônica], embora a taxas diferentes em cada país. A maior parte do desmatamento concentrou-se no Brasil, que perdeu cerca de 457.237 km² de florestas entre 1988 e 2020. Na Amazônia brasileira, o desmatamento anual entre 2019 e 2020 foi superior a 10.000 km², um nível não atingido desde uma década antes (2008)_ ”. Entre agosto de 2018 e julho de 2022, durante os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, a floresta primária amazônica brasileira perdeu 45.720 km2, uma área maior do que a do estado do Rio de Janeiro (43.750 km2)![8] A exemplo de seus dois primeiros mandatos, é grande mérito do terceiro mandato do presidente Lula ter reduzido o desmatamento amazônico a partir de 2023, freando o ecocídio perpetrado por Bolsonaro. De agosto de 2022 a julho de 2023, o desmatamento ainda atingiu 9.064 km2. Mas de agosto de 2023 a julho de 2024, ele caiu para 6.288 km2, e de agosto de 2024 a julho de 2025 diminuiu pela segunda vez, para 5.796 km². Uma enorme vitória! Mas ainda muito insuficiente, pois apenas nos últimos três anos – entre agosto de 2022 e julho de 2025 –, a Amazônia brasileira perdeu 21.121 km2, uma área quase equivalente à do estado de Sergipe (21.910 km2). Apenas entre agosto de 2024 e julho de 2025, a floresta amazônica brasileira perdeu mais 5.796 km², ou seja, quase quatro vezes a área total do município de São Paulo (1.521 km2)! É admissível perder um Sergipe de floresta amazônica a cada três anos e perder, a cada ano, uma área equivalente a quase quatro vezes o município de São Paulo? Como reportado acima, a área da cobertura florestal amazônica brasileira era, originalmente, de 4.027.000 km2. Dado que mais de 874 mil km2 (853 mil km2 + 21.121 km2) foram já suprimidos, então essa perda até julho de 2025 corresponde a 21,7% de sua área original. Isso posto, Luciana Gatti e colegas alertam que, até 2024, a porção nordeste da Amazônia a floresta já havia sido amputada em 38%, e a região sudeste, em 34%.[9] Essa parte leste da floresta já está cada vez mais difícil de recuperar, e essas perdas vulnerabilizam a floresta como um todo. **3. O agronegócio, vetor principal da destruição** Mais de 90% da destruição da floresta amazônica teve por objetivo a abertura de pastagens.[10] Nos seis anos dos governos Temer e Bolsonaro (2017-2022), essa abertura derrubou mais de 800 milhões de árvores, sendo que 17 mil km2 de florestas foram suprimidos perto de grandes frigoríficos atuantes na Amazônia:[11] _“Pesquisadores da consultoria AidEnvironment utilizaram imagens de satélite, registros de movimentação de gado e outros dados para calcular a perda florestal entre 2017 e 2022 em milhares de fazendas próximas a mais de 20 frigoríficos. Todas as unidades de processamento de carne pertenciam às três maiores exportadoras de carne bovina do Brasil: JBS, Marfrig e Minerva.”_ Além disso, 38% dos solos da América Latina estão degradados pelo desmatamento, por pastagens e por monoculturas, um processo agravado pela emergência climática.[12] No Brasil, os solos degradados perderam 1,4 bilhão de toneladas de carbono ou 5,13 bilhões de toneladas de CO2 (C = 3,67 CO2) em relação à capacidade de conservação do carbono orgânico nos 30 cm superficiais do solo sob a vegetação nativa.[13] **4. Novas ameaças sobre a Amazônia** Em janeiro de 2026, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), vinculado ao Ministério da Justiça, suspendeu a moratória da soja na Amazônia, em vigor há 20 anos. Essa suspensão, muito comemorada pelo agronegócio, deixa vulneráveis ao desmatamento mais 130 mil km2 de floresta.[14] Se ocorrer (e alguém duvida disso?), o desmatamento amazônico superará, enfim, uma área de superior a um milhão de km2, ou mais de 25% da área original da nossa floresta. Além disso, em 2026 os deputados e senadores do agronegócio planejam acelerar sua _Blitzkrieg_ contra a Amazônia e demais biomas brasileiros. Vejamos apenas três de seus projetos:[15] **(1)** PL nº 4.554/2025, alterando a Lei de Crimes Ambientais de forma a proibir o embargo cautelar de áreas desmatadas ilegalmente. **(2)** PEC 48, que muda a Constituição para implantar o absurdo marco temporal. **(3)** PL 3.358/2025, que propõe desembargar propriedades com base apenas na inscrição no Cadastro Ambiental Rural. Seja qual for a distância que separa a floresta amazônica de seu ponto de não retorno, essa distância será muito diminuída ou anulada se permitirmos que esses projetos prevaleçam. A vitória indígena no Tapajós, em fevereiro, pode e tem de ser o estopim de uma grande mobilização da sociedade brasileira em defesa das condições de habitabilidade de nosso país. **Esse texto não reflete necessariamente a opinião da Unicamp.** * * * Notas: [1] Cf. Marielos Peña-Claros, Carlos Nobre (co-diretores) e mais 29 cientistas, eds., _The Amazon Assessment Report 2025. Connectivity of the Amazon for a Living Planet_. Science Panel for Amazon, 2025. [2] Cf. Carlos Nobre, Andrea Encalada _et al.,__Science Panel for the Amazon_(SPA 2021), p. vii. [3] Cf. David M. Lapola _et al_., “The drivers and impacts of Amazon forest degradation”. _Science_ , 27 jan. 2023. [4] Cf. Presidência da República. Casa Civil. _Plano_ _Amazônia Sustentável (PAS)._ Ministério do Meio Ambiente, 2008. [5] Cf. Marcos Pivetta, “Múltiplos sistemas monitoram por satélite o desmatamento na Amazônia”. _Revista Pesquisa Fapesp_ , 334, 4 dez. 2023. [6] Cf. Gilberto Câmara _et al_., “Desafios do cumprimento da NDC brasileira no bioma Amazônia”. _Revista_ _CEBRI_ (Centro Brasileiro de Relações Internacionais), 1, 4, out-dez. 2022, baseado em dados do Incra, CAR/SFB, Funai, ICMBio e INPE. [7] Cf. SPA 2021, (cit.) p. 22. [8] Cf. Agosto de 2018 a julho de 2019 = 10.702,53 km2; agosto de 2019 a julho de 2020 = 10.354,19 km2; agosto de 2020 a julho de 2021 = 12.186,40 km2; agosto de 2021 a julho de 2022 = 12.477,52 km2. TerraBrasilis. Amazônia. [9] L. Gatti e colegas, “Como o desmatamento acelera as mudanças climáticas, aumenta os eventos extremos e provoca mortes, adoecimento e prejuízos no Brasil”. Nota técnica em apoio à Ação Direta de Inconstitucionalidade da Lei no 15.190, dezembro 2025 (inédito), a partir de um estudo em vias de publicação. [10] Cf. “Mais de 90% do desmatamento da Amazônia é para abertura de pastagem”. MapBiomas, 3 out. 2024. [11] Cf. Andrew Wasley _et al_., “Over 800 million trees felled to feed appetite for Brazilian beef”, _The Bureau of Investigative Journalism_ , _The Guardian_ , _Repórter Brasil_ , _The Forbidden Stories’ Bruno and Dom Project_ , 2 jun. 2023. [12] Cf. Raul Roberto Poppiel _et al_., “Soil health in Latin America and the Caribbean”. _Communications Earth & Environment_, 6, 141, 24 fev. 2025. [13] Cf. João Villela _et al_., “Soil carbon debt from land use change in Brazil”. _Nature Communications_ , 26 jan. 2026; Marcos Pivetta, “Avanço da agropecuária fez solos do Brasil liberarem 1,4 bilhão de toneladas de carbono”. _Revista Pesquisa Fapesp_ , março 2026. [14] Cf. Raoni Rajão _et al_., “Fim da Moratória da Soja coloca em risco 13 Mha na Amazônia”. UFMG, março 2026. [15] Cf. “Propostas legislativas do agro pioram desmonte socioambiental, trabalhista e civilizatório”. _ClimaInfo_ , 16 março 2026. _*_ Luiz Marques é professor aposentado e colaborador do Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp. _**Editado por Leonardo Correia_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Artigo | É ainda possível evitar um ponto de não retorno na Amazônia?.
- bsmst
mst.org.br/2026/03/28/artigo-e-aind...
#Artigos #Notcias #Agroecologia #Agronegcio #Artigo #DireitosHumanos

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Iniciativa de certificação participativa mostra a força da agroecologia na Amazônia Mato-grossense Repoama: um exemplo de que as soluções para enfrentar as mudanças climáticas e as desigualdades nascem dos territórios.

Iniciativa de certificação participativa mostra a força da agroecologia na Amazônia Mato-grossense.
- bsmnja
midianinja.org/iniciativa-de-certificac...
#AgriculturaFamiliar #Agroecologia #Alimentao #Semcategoria

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Iniciativa de certificação orgânica mostra a força da agroecologia na Amazônia Mato-grossense Repoama: um exemplo de que as soluções para enfrentar as mudanças climáticas e as desigualdades nascem dos territórios.

Iniciativa de certificação orgânica mostra a força da agroecologia na Amazônia Mato-grossense.
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#AgriculturaFamiliar #Agroecologia #Alimentao #Semcategoria

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Madrid: Seminario 'Cuando el #decrecimiento echa raíces: #Agroecología y autogestión en los territorios', con Marian Simón • EeA
En la universidad Complutense
15 de abril 2026 / 14:00

Para acceder al texto base de cada sesión o realizar cualquier consulta, contáctanos en asarias@ucm […]

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Produção agroecológica de bioinsumos em Sergipe aponta caminhos para a justiça climática Iniciativa liderada por famílias camponesas garante terra fértil preservação das sementes crioulas

Produção agroecológica de bioinsumos em Sergipe aponta caminhos para a justiça climática.
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#AgriculturaFamiliar #Agroecologia #Alimentao #Semcategoria

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La #Universidad de #Córdoba reúne a 30 instituciones de una decena de países para analizar el futuro de la #agroecología […]

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Nicaragua: Cooperativa Tierra de Maiz, agroecolog&iacute;a que florece (subs EN_FR) Conoce la Cooperativa Tierra de Maiz, una iniciativa de asociatividad del Instituto Agroecológico Latinoamericano “Iximulew” de Mesoamérica…

In the second video of the #ShigraVirtual Series, meet the Tierra de Maiz Cooperative, an initiative by the Latin American Agroecological Institute “Iximulew,” focused on Mesoamerica and the Caribbean.

#agroecology #agroecologia

Link: https://vimeo.com/1164646788
(Click CC to activate subtitles)

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The first video, released a month ago, features the Séne Gnetá Cooperative (Kognini) in Mali, which has 28 members including 10 women, alongside the Jékafo Cooperative (Narena), with 76 members including 40 women; both cooperatives have been operating in the country for 21 years.

#agroecology […]

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Original post on movimientos.social

LVC's ‘Shigra Virtual’ is a video library we are building to promote peasant agroecological principles, lessons, and experiences from our member organizations worldwide.

Each week, we release a video on LVC's social media channels, showcasing experiences from various peasant cooperatives […]

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Ya hemos pasado el ecuador del encuentro #NosPlantamos, que estamos desarrollando, en El Escorial (Madrid) esta red de colectivos sociales que trabaja por la #SoberaníaAlimentaria y la #agroecología.

www.tierra.org/agenda/vente-al-encuentr...

#Amigasdelatierra

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🔗 Lee el artículo completo y descubre cómo transitar hacia un modelo que regenera tu suelo y tu rentabilidad: sustraiak.coop/mas-alla-de-liebig-la-re...

#AgriculturaRegenerativa #SueloVivo #Biofertilizantes #Agroecología

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Card informativo. No centro, uma multidão compacta de mulheres caminha por uma rua urbana, sob um céu de nuvens esparsas; o cenário é dominado por bandeiras lilases e brancas erguidas e uma grande variedade de sombrinhas coloridas para proteção contra o sol. No canto superior esquerdo, há um selo amarelo com a palavra "AGROECOLOGIA". Na parte inferior, sobreposto à imagem, destaca-se um retângulo laranja com o título em letras pretas: "Marcha das Mulheres expõe violência e exalta direito à vida". Abaixo do título, centralizado na base do card, está o logotipo da "Eco Nordeste", composto pela palavra "ECO" em letras brancas e "nordeste" em verde cana, acompanhado por um ícone de sinal de transmissão

Card informativo. No centro, uma multidão compacta de mulheres caminha por uma rua urbana, sob um céu de nuvens esparsas; o cenário é dominado por bandeiras lilases e brancas erguidas e uma grande variedade de sombrinhas coloridas para proteção contra o sol. No canto superior esquerdo, há um selo amarelo com a palavra "AGROECOLOGIA". Na parte inferior, sobreposto à imagem, destaca-se um retângulo laranja com o título em letras pretas: "Marcha das Mulheres expõe violência e exalta direito à vida". Abaixo do título, centralizado na base do card, está o logotipo da "Eco Nordeste", composto pela palavra "ECO" em letras brancas e "nordeste" em verde cana, acompanhado por um ícone de sinal de transmissão

✊💜 17ª Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia
Luta pelo direito de viver em paz
🔗 agenciaeconordeste.com.br/agroecologia...
✍️📸 Maristela Crispim
#Agroecologia #MarchaDasMulheres #Nordeste #Caatinga

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Participem al pòdcast “Descobrint Collserola” per explicar el projecte de Can Soler - Fundació Els Tres Turons La Fundació Els Tres Turons ha participat recentment al pòdcast Descobrint Collserola, un espai dedicat a donar a conèixer iniciatives i projectes vinculats al Parc Natural de la Serra de Collserola. ...

🎧 Podeu escoltar el capítol complet aquí: els3turons.org/participem-a... #SalutMental #Collserola #CanSoler #Agroecologia #InclusióSocial

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Nos Plantamos, el movimiento por la soberanía alimentaria, celebra su III Encuentro por la agroecología y un mundo rural vivo Carabanchel net @carabanchelnet Del 13 al 15 de marzo el movimiento por la soberanía alimentaria Nos Plantamos, del que forma parte Amigas de la Tierra, organiza su encuentro anual en Carabanchel | Noticias | Información | Última Ho...

📌Nos Plantamos, el movimiento por la soberanía alimentaria, celebra su III Encuentro por la agroecología y un mundo rural vivo
carabanchel.net/nos-plantamo...
#Carabanchel #Madrid #agroecologia #IIIEncuentro #mundorural #NosPlantamos #soberaníaalimentaria

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¿Sabías que la contratación pública podría transformar lo que comemos?
Proponemos que comedores escolares y hospitales sean el motor de la agroecología en CyL.
Menos ultraprocesados, más soberanía alimentaria.
#SaludPublica #Agroecologia

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A una sala hi ha un públic assegut que mira i escolta quatre persones.

A una sala hi ha un públic assegut que mira i escolta quatre persones.

Des d'Artà i Còrdova, coneixem les innovacions al territori del #ComerçJust de Ses Terres i Setacor.

A #SantaEugènia ens ho expliquen pagesos i elaboradors ecològics, organitzat per @SaltraSenalla.

El Comerç Just també s'aplica al nord! […]

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Agricultura urbana pode aumentar a segurança alimentar Estudos apontam que a agricultura urbana orgânica e agroecológica pode ser tão produtiva quanto a rural

Agricultura urbana pode aumentar a segurança alimentar nas cidades

Estudos apontam que a agricultura urbana orgânica e agroecológica pode ser tão produtiva quanto a rural
#agricultura #agroecologia #agriculturaurbana

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Agricultura urbana pode aumentar a segurança alimentar Estudos apontam que a agricultura urbana orgânica e agroecológica pode ser tão produtiva quanto a rural

Agricultura urbana pode aumentar a segurança alimentar nas cidades

Estudos apontam que a agricultura urbana orgânica e agroecológica pode ser tão produtiva quanto a rural
#agricultura #agroecologia #agriculturaurbana

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Terreni sempre più "poveri", eventi estremi e attacchi di insetti alieni: ma le soluzioni ci sono #agricolturasostenibile #agroalimentare #Agroecologia #greenplanner #crisiclimatica
www.greenplanner.it/2026/02/23/c...

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Cartell anunciador de la celebració del 5è aniversari del supermercat cooperatiu Terranostra. Hi ha la il·lustració d'un pastís.amb cinc espelmes.

Cartell anunciador de la celebració del 5è aniversari del supermercat cooperatiu Terranostra. Hi ha la il·lustració d'un pastís.amb cinc espelmes.

🎂 Avui a @terranostra celebram els 5 anys de vida cooperativa!

Celebram l’èxit de l’esforç col·lectiu per la sobirania alimentària, la sostenibilitat agroecològica i la justícia social.

Vine avui a celebrar-ho!

Hi haurà degustació de productes […]

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Esta semana para el #ArbolDeLaEsperanzaMantenteFirme os traemos esta historia maravillosa desde #PuertoRico, donde una comunidad de una de sus islas q fue convertida por U$A en campo militar y contaminada con bombas fue recuperada por grupos de agroecología de su comunidad!

Te imaginas q […]

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