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Compromisso com a agroecologia marca início da II Feira da Reforma Agrária e Agricultura Familiar do MST no Tocantins.
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mst.org.br/2026/03/27/compromisso-c...
#Notcias […]

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_Previsão é de que projeto beneficie 200 jovens e adultos de forma direta. Foto: Alice Muniz/Divulgação_ Do Brasil de Fato Nesta segunda-feira (16), a Escola Estadual de Formação e Capacitação à Reforma Agrária (Esef), ligada ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), realizou o lançamento do projeto Campo-Cidade no assentamento Zumbi dos Palmares, localizado em Campos dos Goytacazes, norte fluminense. A iniciativa prevê a construção de uma agroindústria de beneficiamento de frutas e capacitação em economia solidária realizada em parceria com a Petrobras. “O projeto se articula no tripé geração de renda, sustentabilidade e direitos humanos. Ele está sendo executado em três municípios da região norte-fluminense: Macaé, São João da Barra e Campos dos Goytacazes”, explica a coordenadora-geral do projeto Livea Bilheiro. No núcleo 4 do assentamento Zumbi dos Palmares, em Campos, será instalada uma agroindústria de beneficiamento de frutas, para a transformação em polpa e geleias e alguns outros produtos como aipim e batata doce. “A ideia é que essa agroindústria atenda não só os assentados do assentamento Zumbi dos Palmares, mas também de outros assentamentos da região, fortalecendo a produção agroecológica e diversificando a produção na região, onde predomina o plantio de cana-de-açúcar”, acrescenta Bilheiro. O projeto também prevê a construção de centros de capacitação para a geração de renda e produção agroecológica de acordo com as especificidades de cada município. #### Dia histórico “Esse é o marco principal de valorizar esses 30 anos de resistência que o nosso povo no assentamento Zumbi dos Palmares, transformando essas terras que eram da usina São João, marcadas pelo trabalho análogo à escravidão, pela degradação ambiental”, disse a deputada Marina do MST (PT) ao **Brasil de Fato**. Na área onde se localiza o assentamento, a Usina São João, destinada ao beneficiamento de cana e abandonada desde a década de 1980. A ocupação realizada pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), uma das primeiras no estado, foi feita em 12 de abril de 1997. Em outubro do mesmo ano saía o documento de posse. “Vir aqui assinar essa parceria com MST neste dia é histórico. Marca também a retomada do papel social da Petrobras, nesse novo momento do governo federal – desde 2023 para cá. Temos muito a caminhar ainda e vamos caminhar com muitos outros atores de movimentos sociais”, disse o gerente executivo de Responsabilidade Social da Petrobras, José Maria Rangel. #### Memorial Ainda dentro do projeto está previsto a construção do Memorial Cambahyba, por meio da implantação de um portal interativo e da produção de vídeos educativos. O Parque Industrial da Companhia Usina Cambahyba foi palco de lutas recentes e antigas dos trabalhadores. No período da ditadura militar, o local serviu de espaço para incineração de corpos de 12 desaparecidos políticos. O Complexo faliu em 1995 e desde então o MST realizou ocupações na região para que essas terras de 3.500 hectares fossem destinadas à Reforma Agrária. Cícero Guedes, assentado em Zumbi do Palmares, coordenou a ocupação desta usina e foi assassinado em 2013 com 12 tiros. Dez anos depois, o governo federal concedeu a posse da terra para os ocupantes do terreno. A criação do Memorial é uma demanda dos assentados desde 2023, quando o assentamento foi criado. Editado por: Vivian Virissimo * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Escola do MST no RJ lança projeto que envolve agroindústria e geração de renda.
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mst.org.br/2026/03/18/escola-do-mst...
#Notcias #Agroindstria #Produo #Produoagroecolgica #ReformaAgrriaPopular #RiodeJaneiro

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_Ato de encerramento e doação entrega simbólica na I Feira da Reforma Agrária e Agricultura Familiar do Tocantins. Foto: Coletivo Tucum 04_ _Por Nadson Ayres_ _Da Página do MST_ A cidade de Palmas se prepara para sediar a **II Feira da Reforma Agrária e Agricultura Familiar** , evento que consolida o diálogo entre a produção camponesa e o público urbano no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho. O encontro reúne centenas de camponesas e camponeses vindos de territórios estratégicos como o Bico do Papagaio, Cantão, Médio Araguaia, Sudeste e Jalapão. A feira disponibilizará mais de 200 variedades de produtos, destacando a riqueza da biodiversidade local com itens como babaçu, jatobá, bacuri, buriti, açaí e o artesanato em capim dourado. O público poderá adquirir alimentos saudáveis, livres de veneno e cultivados sob práticas sustentáveis, que refletem a identidade das comunidades tradicionais do Tocantins. _Mulheres Unidas de Ponte Alta do Tocantins- Jalapão- Foto: Coletivo Tucum_ _Pilamento do coco babaçu. Foto: Coletivo Tucum_ O evento carrega o legado de sucesso da primeira edição, realizada em 2025, que mobilizou mais de 3 mil pessoas e resultou na comercialização de 7 toneladas de alimentos. Naquela ocasião, a feira foi marcada por fortes atos políticos e uma vasta programação cultural que uniu místicas e rodas de conversa. Para esta segunda edição, a expectativa é ampliar o alcance social e econômico, fortalecendo a rede de consumo consciente e o cooperativismo. Segundo Joice Santos, da coordenação nacional do MST, a iniciativa busca manter o incentivo às trabalhadoras e aos trabalhadores, reforçando a luta por igualdade nos territórios por meio da agricultura familiar. _Foto: Coletivo Tucum_ _Torra de farinha. Foto: Coletivo Tucum_ A programação deste ano destaca a diversidade do público participante, envolvendo mulheres extrativistas, acampados e assentados da Reforma Agrária, além de agricultores familiares e povos e comunidades tradicionais. No Espaço Cultural, os visitantes poderão desfrutar da “Culinária da Terra”, com pratos típicos da gastronomia camponesa, e acompanhar apresentações de artistas regionais e coletivos culturais. Estão previstas ainda oficinas e rodas de conversa sobre soberania alimentar, reafirmando o caráter formativo que marca o evento. A viabilização deste grande encontro é fruto de uma construção coletiva que prioriza o fortalecimento da agricultura familiar no estado. A realização da feira fica a cargo do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), do Instituto de Cooperação Solidária e da Cooperativa dos Agricultores da Reforma Agrária e de Pequenos Produtores (Cooperamazônia). O evento conta com o patrocínio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e recebe o apoio institucional fundamental do Incra, da Conab e da Prefeitura de Palmas, órgãos que atuam para garantir a estrutura necessária aos produtores. _Comercialização CooperAmazonia. Foto: Coletivo Tucum_ A II Feira da Reforma Agrária e Agricultura Familiar se estabelece como um território de resistência e denúncia dos impactos do latifúndio, do uso de agrotóxicos e da monocultura, ao mesmo tempo em que celebra alternativas viáveis de relação harmônica com a natureza. Ao transformar a capital em uma vitrine da agroecologia, o Movimento reforça o papel da agricultura familiar, das camponesas e dos camponeses como guardiões da biodiversidade do Cerrado e da Amazônia e provedores de alimentos de qualidade para a sociedade. O convite estende-se a toda a sociedade palmense para vivenciar essa troca de saberes e sabores que, para além do comércio, representa um projeto de futuro mais justo e sustentável para o Tocantins. ## Serviço **Feira Estadual da Reforma Agrária do Tocantins** **Data:** 27 a 29 de março **Horário:** 27/03 (10h às 00h); 28/03 (09h às 00h); 29/03 (09h às 12h) **Local:** Espaço Cultural – Área Verde 302 Sul, Avenida Joaquim Teotônio Segurado S/N, Plano Diretor Sul, Palmas/TO * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

II Feira Estadual da Reforma Agrária reúne camponeses em Palmas (TO).
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#Notcias #Agroecologia #Feiraestadual #Produo #Tocantins

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_Pequenas máquinas chinesas para agricultura camponesa sendo testadas no Maranhão. Foto: Eduardo Moura/MST no Maranhão_ A construção da primeira fábrica de máquinas agrícolas voltada exclusivamente para a agricultura familiar no Brasil foi confirmada nesta sexta-feira (6), com a assinatura de três contratos em Pequim. O projeto é fruto de uma parceria entre a Sinomach, principal indústria do setor de maquinário da China, e a empresa brasileira de ciência e tecnologia OZ Earth, tendo o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e a Prefeitura de Maricá, no Rio de Janeiro, como parceiros estratégicos. Em novembro de 2025, uma parceria tecnológica Brasil-China para a instalação da fábrica já havia sido celebrada na Comuna Pública Joaquín Piñero, em Maricá, com a presença de autoridades, lideranças do MST e uma comitiva chinesa. Na ocasião, João Pedro Stédile, um dos fundadores do MST, definiu o projeto como “um dia histórico para o Brasil” e destacou o arranjo societário inédito, reunindo poder público, empresas privadas e o movimento popular organizado em cooperativas, no que foi chamado de parceria público-privada e popular. Agora, o acordo para a instalação da fábrica foi assinado. Ao **Brasil de Fato** , Cedenir de Oliveira, dirigente do Setor de Produção do MST que acompanhou a assinatura em Pequim disse: “Hoje é um dia histórico para a luta camponesa-brasileira”. Para ele, o acordo vai muito além da mecanização agrícola: “A nossa luta, mais do que a conquista da terra, é desenvolver um projeto de nação. Um projeto de nação passa efetivamente pela industrialização do país”, afirmou. A fábrica será instalada no distrito de Ponta Negra, em Maricá, próxima à RJ-106, com investimento estimado em R$ 200 milhões e potencial de geração de até 500 empregos indiretos. Ela terá capacidade de produzir até 5 mil unidades por ano em modelos com potência de 25 e 50 cavalos, dimensionados para as necessidades da agricultura de pequena escala. As máquinas serão destinadas a associações e cooperativas de reforma agrária e da agricultura familiar tradicional, por meio de políticas públicas como o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e programas de compras estatais. Maria Gomes, Gerente Geral da Oz Máquinas, que acompanhou a assinatura, explicou que foram firmados três contratos: o contrato-mestre, que rege os parâmetros jurídicos e comerciais de toda a parceria; o contrato SKD, que define a importação dos componentes dos tratores; e o contrato da linha de montagem. “Essa parceria é a consolidação e a possibilidade de concretização de um projeto político tecnológico para a agricultura familiar: a mecanização”, disse. O SKD, sigla em inglês de “Semi Complete Knockdown” (parcialmente desmontado), é um modelo de comércio internacional em que o produto é exportado parcialmente desmontado, em grandes módulos e conjuntos prontos, para ser montado no país de destino. Após essa primeira etapa, com montagem no Brasil, o acordo prevê avançar para a nacionalização progressiva da produção, com meta de atingir ao menos 60% de conteúdo nacional, exigência da legislação brasileira para fins fiscais e financeiros. O advogado Samuel Asafe, que atuou nas negociações, detalhou esse horizonte: “Nós pretendemos conseguir fazer a nacionalização de peças do SKD e partes desse processo de industrialização que nós estamos desenvolvendo dentro da fábrica”. Para Maria Gomes, esse caminho em direção à autonomia tecnológica é o que diferencia o projeto de uma simples importação de equipamentos. “É a possibilidade não só de desenvolver nessa fase, de importar e desenvolver a fábrica, mas ir pensando na questão da autonomia tecnológica, olhando para o arranjo da nacionalização daquilo que é como produto nacional”, afirmou. A meta é que, ao longo dos primeiros três anos, a produção avance progressivamente em direção a um produto genuinamente nacional. A cooperação tecnológica inclui ainda a perspectiva de integração com sistemas digitais de agricultura e plataformas inteligentes, numa parceria que a gestora descreve como construída a partir de “fábricas com mais de cem anos de experiência produzindo modelos adaptados à agricultura familiar”. A Baobab, Associação Popular para a Cooperação Internacional, foi um elo central na articulação que tornou o projeto possível. Luiz Zarref, coordenador da entidade para a América Latina, avaliou que o acordo representa um modelo replicável para outros países do Sul Global. “Nós queremos que isso seja um aprendizado, uma lição para outras cooperações em outros países onde a agricultura camponesa está desenvolvendo seu projeto, seja de fortalecimento da sua agricultura tradicional, seja de luta pela reforma agrária popular, pela reforma agrária integral”, afirmou. Zarref situou o acordo no contexto mais amplo da cooperação Sul-Sul, em contraposição à lógica que associa o desenvolvimento tecnológico à indústria bélica: “As forças produtivas devem estar na mão do povo para produzir paz, para produzir cooperação, para produzir alimento, produzir soberania”. Cedenir de Oliveira reforçou essa perspectiva: “Enquanto o império estadunidense promove a guerra, a destruição, nós estamos dispostos, nessa relação com o Sul Global, a produzir relações de paz e de ajuda mútua”. Para Maria Gomes, a mecanização da agricultura familiar no Brasil não pode ser pensada apenas como aumento de produtividade. O país tem um setor de agricultura familiar com baixo índice de mecanização, em parte porque o desenvolvimento tecnológico historicamente privilegiou o agronegócio. O projeto busca reverter essa equação: “O nosso debate da mecanização não é a máquina como fim, mas como meio de desenvolvimento no campo, garantindo a produção agroecológica, a soberania alimentar, garantindo as outras dimensões da vida na possibilidade da produção de alimentos saudáveis, agroecológicos, base da alimentação da população brasileira a partir da agricultura familiar”. Entre os aspectos destacados estão ainda a redução da penosidade do trabalho no campo, a maior participação das mulheres na produção agrícola, a criação de condições para que a juventude rural permaneça no campo e a geração de empregos diretos e indiretos na fábrica. Editado por: Luís Indriunas/ BdF * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Brasil e China confirmam construção da primeira fábrica de máquinas em Maricá (RJ).
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#Notcias #BrasilChina #Maquinriochins #Mquinasagrcolas #Produo

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