Advertisement · 728 × 90
#
Hashtag
#artigos
Advertisement · 728 × 90
Original post on ursal.zone

Neste Dia Internacional do Livro Infantil, confira 7 livros antirracistas para crianças e adultos.
- bsmst
mst.org.br/2026/04/02/neste-dia-int...
#Artigos #Notcias #Coletivoterraraaeclasse […]

0 0 0 0
Preview
_Imagem: Divulgação_ _Por Marcelo Buzetto* Da Página do MST_ O dia 30 de março, na Palestina, é o Dia da Terra. Há exatos 50 anos, em 1976, o exército colonialista de Israel assassinou vários camponeses que protestavam contra o roubo de suas terras, a destruição das oliveiras e as ações ilegais do invasor sionista que, desde 1948, seguia avançando pelo território árabe que fica entre o Mar Mediterrâneo e o Rio Jordão. A luta pela terra, na Palestina, sempre esteve ligada intrinsecamente à luta anticolonialista e antiimperialista. Toda família Palestina sempre teve suas terras ameaçadas e/ou roubadas pelo colonialismo, seja turco-otomano, britânico ou israelense. São gerações lutando por direitos históricos e inalienáveis sempre destruídos por um poder político e militar estrangeiro. O Sionismo, colonialismo e imperialismo vem historicamente tomando as terras e transformando a Palestina em uma região de permanente conflito e inúmeras tensões, que afetam a Geopolítica da Ásia Ocidental. A luta pela terra, na Palestina, sempre teve um caráter anticolonialista e antiimperialista, pois os camponeses sempre foram parte fundamental da vanguarda política que construiu partidos, sindicatos e organizações político-militares para defender sua pátria do inimigo externo. Seja na Revolução de 1936/1939, ou na formação da Organização pela Libertação da Palestina (OLP), entre 1964/1969, com a formação das organizações da esquerda marxista Palestina, Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) e Frente Democrática para a Libertação da Palestina (FDLP). Ou ainda nos anos 80/90, com o surgimento do Hamas e da Jihad Islâmica, os camponeses palestinos sempre foram parte da base social dos movimentos de resistência. _Foto: Maria Silva_ Resistir na terra, resistir na defesa da pátria e do território são condições fundamentais para garantir uma alimentação saudável para esse heroico povo. E na luta pela terra e pelo território também se fizeram presentes os pescadores palestinos, principalmente em Gaza, pois são os “camponeses do mar”. Lutar pela terra, na Palestina ou no Brasil, é lutar por justiça social e também pelo controle nacional sob nossas riquezas, sobre a natureza, é defender a soberania nacional contra empresas como Cargill ou Belo Sun, que querem tomar as terras dos povos originários. Neste dia da terra, marcado por mobilizações em todo o mundo, fortalecemos a solidariedade com o povo palestino e todas as organizações da Resistência. Palestina Livre, do Rio Jordão ao Mar Mediterrâneo! _*Professor, militante do MST, autor do livro “A Questão Palestina: guerra, política e relações internacionais” (Editora Expressão Popular)._ _**Editado por Solange Engelmann_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

O Dia da Terra e a luta contra o colonialismo na Palestina.
- bsmst
mst.org.br/2026/03/30/o-dia-da-terr...
#Artigos #Notcias #Anticolonialismo #Antiimperialismo #DiadaTerra #Fimdogenocdio #PalestinaLivre

0 0 0 0
_Por Luiz Marques* Da Página do MST_ Um ponto de não retorno em uma floresta é aquele em que sua resiliência é vencida pela combinação das pressões que se exercem sobre ela. No caso da Amazônia, essas pressões são a supressão, degradação e fragmentação do tecido florestal, os incêndios, a biodiversidade, o empobrecimento dos solos, as secas, as inundações, tudo isso agravado pelas mudanças climáticas. Uma vez vencida essa resiliência, a floresta transita rapidamente para a morte ou para outro estado de equilíbrio, muito adverso à sua permanência. A resposta à pergunta que dá título a este artigo é clara: não é possível evitar um ponto de não retorno na floresta amazônica, mantida a atual composição do Congresso Nacional. A batalha pela Amazônia entrou em sua fase mais decisiva. Por isso, é imperativo se preparar para as eleições de outubro, unidos em torno da palavra de ordem: defender a Amazônia. Pois a Amazônia é, antes de tudo, um valor intrínseco e um componente maior da biosfera. De sua permanência dependem, além disso, a sobrevivência da sociedade brasileira e, em grande medida, a conservação do que resta dos equilíbrios planetários. É preciso, portanto, mandar de volta para casa todos os deputados e senadores que votaram a favor do “PL da Devastação” (Lei nº 15.300/2025), elegendo um Congresso comprometido com a Amazônia. **1. O estado atual da Amazônia** Para bem avaliar a extensão do que está em jogo nestas eleições, recapitulemos alguns dados sobre a Pan-Amazônia, a Amazônia Legal e as florestas brasileiras do bioma Amazônia: **(1)** A Pan-Amazônia abrange 7,8 milhões de km2. Nela vivem 47 milhões de pessoas, 2,2 milhões de indivíduos autóctones, 400 grupos étnicos e a maior biodiversidade do planeta. A bacia amazônica recobre cerca de 5,8 milhões de km².[1] Em 2021, cerca de 17% das florestas da Pan-Amazônia já haviam sido suprimidos, e outros 17% haviam sido degradados.[2] Segundo David Lapola e colegas, entre 2001 e 2018, 360 mil km2 das florestas da Pan-Amazônia “encontram-se sob alguma forma de degradação”. Contudo, “a inclusão de dados sobre secas extremas aumenta a estimativa da área degradada para 2,5 milhões de km², ou 38% da área das florestas remanescentes”.[3] **(2)** A Amazônia Legal brasileira, com cerca de 5 milhões de km2, compreende o bioma Amazônia, mais 37% do Cerrado e mais 40% do Pantanal em território brasileiro.[4] A Figura 1 mostra os acumulados de desmatamento na Amazônia Legal até 2007, em milhares de km2. **Figura 1 – Acumulado das áreas desmatadas na Amazônia Legal até 1980, 1987, 1990, 2000 e 2007 em milhares de km 2, segundo dados do Prodes/Inpe. **Fonte: Presidência da República. Casa Civil. Plano Amazônia Sustentável (PAS): Diretrizes para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Brasileira. Ministério do Meio Ambiente, 2008, p. 95. **(3)** A Figura 2 mostra a área desmatada ano a ano na Amazônia Legal entre 1988 e 2025. **Figura 2 – <a href=”http://<https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/app/dashboard/deforestation/biomes/legal_amazon/rates>.” type=”link” id=”Desmatamento da floresta primária na Amazônia Legal entre 1988 e 2025, em milhares de km2, com resolução mínima de 6,25 hectares e sem contabilizar perdas por incêndios. Os dados referem-se ao desmatamento entre 1º de agosto e 31 de julho de cada ano. **Fonte: TerraBrasilis, INPE, 2025 **(4)** No Brasil, o bioma Amazônia estende-se por uma área de quase 4,2 milhões de km².[5] Segundo Gilberto Câmara e colegas, “o desmatamento na Amazônia brasileira reduziu a cobertura florestal original de 402,7 milhões de hectares [4.027.000 km2] em 85,3 Mha [853 mil km2], de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais”.[6] **2. Lula e o empenho em frear o ecocídio** Como mostra a Figura 2, o desmatamento na Amazônia aumenta muito entre 1991 e 2004 e diminui em 83% entre 2004 e 2012. Com o novo Código florestal (2012), ele volta a crescer, acelerando-se a partir de 2019 na Pan-Amazônia e em especial no Brasil:[7] “ _O desmatamento intensificou-se substancialmente desde 2019 na bacia [amazônica], embora a taxas diferentes em cada país. A maior parte do desmatamento concentrou-se no Brasil, que perdeu cerca de 457.237 km² de florestas entre 1988 e 2020. Na Amazônia brasileira, o desmatamento anual entre 2019 e 2020 foi superior a 10.000 km², um nível não atingido desde uma década antes (2008)_ ”. Entre agosto de 2018 e julho de 2022, durante os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, a floresta primária amazônica brasileira perdeu 45.720 km2, uma área maior do que a do estado do Rio de Janeiro (43.750 km2)![8] A exemplo de seus dois primeiros mandatos, é grande mérito do terceiro mandato do presidente Lula ter reduzido o desmatamento amazônico a partir de 2023, freando o ecocídio perpetrado por Bolsonaro. De agosto de 2022 a julho de 2023, o desmatamento ainda atingiu 9.064 km2. Mas de agosto de 2023 a julho de 2024, ele caiu para 6.288 km2, e de agosto de 2024 a julho de 2025 diminuiu pela segunda vez, para 5.796 km². Uma enorme vitória! Mas ainda muito insuficiente, pois apenas nos últimos três anos – entre agosto de 2022 e julho de 2025 –, a Amazônia brasileira perdeu 21.121 km2, uma área quase equivalente à do estado de Sergipe (21.910 km2). Apenas entre agosto de 2024 e julho de 2025, a floresta amazônica brasileira perdeu mais 5.796 km², ou seja, quase quatro vezes a área total do município de São Paulo (1.521 km2)! É admissível perder um Sergipe de floresta amazônica a cada três anos e perder, a cada ano, uma área equivalente a quase quatro vezes o município de São Paulo? Como reportado acima, a área da cobertura florestal amazônica brasileira era, originalmente, de 4.027.000 km2. Dado que mais de 874 mil km2 (853 mil km2 + 21.121 km2) foram já suprimidos, então essa perda até julho de 2025 corresponde a 21,7% de sua área original. Isso posto, Luciana Gatti e colegas alertam que, até 2024, a porção nordeste da Amazônia a floresta já havia sido amputada em 38%, e a região sudeste, em 34%.[9] Essa parte leste da floresta já está cada vez mais difícil de recuperar, e essas perdas vulnerabilizam a floresta como um todo. **3. O agronegócio, vetor principal da destruição** Mais de 90% da destruição da floresta amazônica teve por objetivo a abertura de pastagens.[10] Nos seis anos dos governos Temer e Bolsonaro (2017-2022), essa abertura derrubou mais de 800 milhões de árvores, sendo que 17 mil km2 de florestas foram suprimidos perto de grandes frigoríficos atuantes na Amazônia:[11] _“Pesquisadores da consultoria AidEnvironment utilizaram imagens de satélite, registros de movimentação de gado e outros dados para calcular a perda florestal entre 2017 e 2022 em milhares de fazendas próximas a mais de 20 frigoríficos. Todas as unidades de processamento de carne pertenciam às três maiores exportadoras de carne bovina do Brasil: JBS, Marfrig e Minerva.”_ Além disso, 38% dos solos da América Latina estão degradados pelo desmatamento, por pastagens e por monoculturas, um processo agravado pela emergência climática.[12] No Brasil, os solos degradados perderam 1,4 bilhão de toneladas de carbono ou 5,13 bilhões de toneladas de CO2 (C = 3,67 CO2) em relação à capacidade de conservação do carbono orgânico nos 30 cm superficiais do solo sob a vegetação nativa.[13] **4. Novas ameaças sobre a Amazônia** Em janeiro de 2026, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), vinculado ao Ministério da Justiça, suspendeu a moratória da soja na Amazônia, em vigor há 20 anos. Essa suspensão, muito comemorada pelo agronegócio, deixa vulneráveis ao desmatamento mais 130 mil km2 de floresta.[14] Se ocorrer (e alguém duvida disso?), o desmatamento amazônico superará, enfim, uma área de superior a um milhão de km2, ou mais de 25% da área original da nossa floresta. Além disso, em 2026 os deputados e senadores do agronegócio planejam acelerar sua _Blitzkrieg_ contra a Amazônia e demais biomas brasileiros. Vejamos apenas três de seus projetos:[15] **(1)** PL nº 4.554/2025, alterando a Lei de Crimes Ambientais de forma a proibir o embargo cautelar de áreas desmatadas ilegalmente. **(2)** PEC 48, que muda a Constituição para implantar o absurdo marco temporal. **(3)** PL 3.358/2025, que propõe desembargar propriedades com base apenas na inscrição no Cadastro Ambiental Rural. Seja qual for a distância que separa a floresta amazônica de seu ponto de não retorno, essa distância será muito diminuída ou anulada se permitirmos que esses projetos prevaleçam. A vitória indígena no Tapajós, em fevereiro, pode e tem de ser o estopim de uma grande mobilização da sociedade brasileira em defesa das condições de habitabilidade de nosso país. **Esse texto não reflete necessariamente a opinião da Unicamp.** * * * Notas: [1] Cf. Marielos Peña-Claros, Carlos Nobre (co-diretores) e mais 29 cientistas, eds., _The Amazon Assessment Report 2025. Connectivity of the Amazon for a Living Planet_. Science Panel for Amazon, 2025. [2] Cf. Carlos Nobre, Andrea Encalada _et al.,__Science Panel for the Amazon_(SPA 2021), p. vii. [3] Cf. David M. Lapola _et al_., “The drivers and impacts of Amazon forest degradation”. _Science_ , 27 jan. 2023. [4] Cf. Presidência da República. Casa Civil. _Plano_ _Amazônia Sustentável (PAS)._ Ministério do Meio Ambiente, 2008. [5] Cf. Marcos Pivetta, “Múltiplos sistemas monitoram por satélite o desmatamento na Amazônia”. _Revista Pesquisa Fapesp_ , 334, 4 dez. 2023. [6] Cf. Gilberto Câmara _et al_., “Desafios do cumprimento da NDC brasileira no bioma Amazônia”. _Revista_ _CEBRI_ (Centro Brasileiro de Relações Internacionais), 1, 4, out-dez. 2022, baseado em dados do Incra, CAR/SFB, Funai, ICMBio e INPE. [7] Cf. SPA 2021, (cit.) p. 22. [8] Cf. Agosto de 2018 a julho de 2019 = 10.702,53 km2; agosto de 2019 a julho de 2020 = 10.354,19 km2; agosto de 2020 a julho de 2021 = 12.186,40 km2; agosto de 2021 a julho de 2022 = 12.477,52 km2. TerraBrasilis. Amazônia. [9] L. Gatti e colegas, “Como o desmatamento acelera as mudanças climáticas, aumenta os eventos extremos e provoca mortes, adoecimento e prejuízos no Brasil”. Nota técnica em apoio à Ação Direta de Inconstitucionalidade da Lei no 15.190, dezembro 2025 (inédito), a partir de um estudo em vias de publicação. [10] Cf. “Mais de 90% do desmatamento da Amazônia é para abertura de pastagem”. MapBiomas, 3 out. 2024. [11] Cf. Andrew Wasley _et al_., “Over 800 million trees felled to feed appetite for Brazilian beef”, _The Bureau of Investigative Journalism_ , _The Guardian_ , _Repórter Brasil_ , _The Forbidden Stories’ Bruno and Dom Project_ , 2 jun. 2023. [12] Cf. Raul Roberto Poppiel _et al_., “Soil health in Latin America and the Caribbean”. _Communications Earth & Environment_, 6, 141, 24 fev. 2025. [13] Cf. João Villela _et al_., “Soil carbon debt from land use change in Brazil”. _Nature Communications_ , 26 jan. 2026; Marcos Pivetta, “Avanço da agropecuária fez solos do Brasil liberarem 1,4 bilhão de toneladas de carbono”. _Revista Pesquisa Fapesp_ , março 2026. [14] Cf. Raoni Rajão _et al_., “Fim da Moratória da Soja coloca em risco 13 Mha na Amazônia”. UFMG, março 2026. [15] Cf. “Propostas legislativas do agro pioram desmonte socioambiental, trabalhista e civilizatório”. _ClimaInfo_ , 16 março 2026. _*_ Luiz Marques é professor aposentado e colaborador do Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp. _**Editado por Leonardo Correia_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Artigo | É ainda possível evitar um ponto de não retorno na Amazônia?.
- bsmst
mst.org.br/2026/03/28/artigo-e-aind...
#Artigos #Notcias #Agroecologia #Agronegcio #Artigo #DireitosHumanos

0 0 0 0
Preview
_Batalha de Cuito Cuanavale. Foto: Jeremy Harding/Reprodução_ _Por Judite Santos, Setor de Internacionalismo do MST Da Página do MST_ A Operação Carlota e Cuito Cuanavale articulam dois aspectos decisivos da guerra de independência angolana. A primeira simboliza a expressão de uma das mais longas travessias do internacionalismo cubano, que contribuiu de forma determinante para a derrota da ofensiva contrarrevolucionária e, consequentemente, para a vitória de Angola a partir de 1975; a segunda constituiu o ponto de inflexão que redefiniu a geopolítica da África Austral. Em meio a uma guerra civil de grandes proporções, desencadeada no processo de luta anticolonial contra o decadente regime português, confrontaram-se em solo angolano as potências da Guerra Fria: de um lado, as forças revolucionárias do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola), apoiadas por Cuba e pela União Soviética e, de outro, as forças contra-revolucionárias da UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola), sustentadas pela ingerência sul-africana nos conflitos regionais através das políticas de desestabilização financiadas pelos Estados Unidos, na dinâmica da Guerra Fria. Nesse contexto, a participação de Cuba no conflito angolano revelou-se decisiva. Tropas cubanas, muitas compostas por negros descendentes de africanos escravizados, lutaram ao lado das FAPLA (Forças Armadas Populares de Libertação de Angola), desempenhando papel central desde o início da guerra, passando por sucessivos combates, ora encarando derrotas, ora impondo vitórias, até os desdobramentos que culminaram na batalha final em Cuito Cuanavale. Ao conter o avanço inimigo para impedir o cerco à capital Luanda e enfrentar as forças regulares sul-africanas e contingentes mercenários, a solidariedade cubana não apenas contribuiu para assegurar a soberania angolana, como também alterou de maneira definitiva o equilíbrio de forças políticas e militares na região. ## A Batalha de Cuito Cuanavale No encontro dos rios Cuito e Cuanavale, a guerra irrompeu rasgando o silêncio da savana na província de Cuando Cubango, sudeste de Angola. Foi ali o palco de uma das mais decisivas batalhas da história africana contemporânea. Cuito Cuanavale tornou-se o epicentro de um confronto militar de grandes proporções, frequentemente descrito como um evento geopolítico de impacto duradouro e apontado por historiadores como um ponto de inflexão estratégico na redefinição do mapa político da região, sendo também apelidado de “Stalingrado Negro”. Considerada uma das mais transcendentais batalhas após a Segunda Guerra Mundial, Cuito Cuanavale foi determinante para o desfecho e consolidação dos processos independentistas na África Austral e contribuiu definitivamente para o colapso do regime de apartheid na África do Sul. Entre novembro de 1987 e março de 1988, uma intensa ofensiva militar deslocou o eixo da guerra angolana para o sul do país, aproximando-se da fronteira com a Namíbia, sob ocupação ilegal do exército sul-africano. Cuito Cuanavale encontrava-se sitiada pelas forças da UNITA e da SADF (Força de Defesa Sul-Africana), apoiadas pelos Estados Unidos em plena Guerra Fria. Em resposta, Cuba, em coordenação com o MPLA, organizou uma contraofensiva permanente para assegurar a definitiva vitória que levaria à independência total e completa de Angola. ## Ofensiva e estratégia militar: impactos históricos e geopolíticos Cuba, assim como nos dias atuais, convivia sob permanente ameaça de invasão por parte dos Estados Unidos. Ainda assim, a Revolução cubana não hesitou e, em um esforço de grande envergadura logística e militar, promoveu o envio massivo de tropas e equipamentos cruzando o Atlântico com parte da sua própria defesa nacional para prestar solidariedade à luta angolana. Um amplo contingente de unidades e meios de combate desembarcou em Angola, ocupando diferentes posições estratégicas para a realização da contraofensiva militar. As tropas foram posicionadas tanto no sudoeste, em direção à Namíbia, quanto para o leste, reforçando diretamente a defesa de Cuito Cuanavale. A unidade entre as FAPLA e as forças cubanas constituiu-se numa resistência capaz de enfrentar as forças sul-africanas, conforme define Fidel Castro: > _Um rio de unidades e meios de combate cruzou rapidamente o Atlântico e desembarcou na costa Sul de Angola para atacar pelo Sudoeste em direção à Namíbia, enquanto a 800 quilômetros pelo Leste, unidades especiais avançaram para Cuito Cuanavale e ali, em união com as tropas angolanas que recuavam, prepararam uma armadilha mortal às poderosas forças sul-africanas que avançavam em direção àquela base aérea. Nessa ocasião reuniram-se 55 mil soldados cubanos em Angola”_ > > (FIDEL CASTRO, 2005) A estratégia cubana baseou-se no emprego de meios antiaéreos, blindados, artilharia pesada e forças especiais, com o objetivo de conter o avanço inimigo e reverter a correlação de forças. Fidel Castro coordenou diretamente a ofensiva final a partir do comando em Havana, evidenciando, assim, o elevado grau de envolvimento político e militar da Revolução Cubana com o processo angolano. À medida que os combates se intensificavam, forças adicionais cubanas e angolanas avançavam rumo ao sul, pressionando as linhas inimigas e ampliando as condições para uma vitória estratégica. As sucessivas derrotas impostas às forças contrarrevolucionárias conduziram à abertura de negociações que resultaram no acordo tripartite entre Angola, Cuba e África do Sul. Os Estados Unidos tentaram de todas as maneiras excluir Cuba do processo de negociação, mas sua participação mostrou-se indispensável para a construção de uma solução final. Sem a presença de Cuba não haveria acordo de paz. As negociações realizadas ao longo de 1988 resultaram na pactuação para a retirada de todas as tropas estrangeiras dos territórios angolano e namíbio, incluindo as forças cubanas. Esse entendimento foi formalizado por meio do Protocolo de Brazzaville e do Acordo de Nova York, firmado em dezembro de 1988, estabelecendo-se, assim, um cronograma para a retirada das tropas com supervisão internacional do processo de paz, o que significou uma derrota político-militar importante ao regime racista de Pretória. O impacto da Batalha de Cuito Cuanavale ultrapassou o campo militar e contribuiu diretamente para a reconfiguração geopolítica da região com base em três processos simultâneos: a independência da Namíbia, o colapso decisivo do apartheid sul-africano e a consolidação da soberania angolana. ## O legado da solidariedade internacional cubana A mobilização de centenas de milhares de soldados que deixaram Cuba para lutar em solo angolano constituiu um marco histórico e simbólico de solidariedade, pois não só garantiu a vitória sobre Cuito Cuanavale, como consolidou uma das expressões mais emblemáticas do internacionalismo do século XX, sendo até os dias atuais a mais significativa missão internacionalista do povo cubano, na qual quase meio milhão de cubanos, entre militares e civis engajados em atividades técnicas e de saúde, participaram da gesta angolana que se estendeu por mais de uma década e meia, através da Operação Carlota entre 1975 e 1991. O legado da Revolução Cubana foi reconhecido por importantes lideranças africanas como Sam Nujoma e Nelson Mandela, que destacaram a solidariedade cubana como elemento fundamental para os processos de libertação no continente africano. > _A sua presença e os reforços enviados para a Batalha de Cuito Cuanavale têm uma importância verdadeiramente histórica. A derrota esmagadora do exército racista em Cuito Cuanavale foi uma vitória para toda a África! Essa derrota decisiva do exército racista em Cuito Cuanavale deu a Angola a oportunidade de desfrutar da paz e consolidar a sua soberania!”_ > > (MANDELA, 1991) Neste 23 de março, ao celebrar os 38 anos da Batalha de Cuito Cuanavale, devemos fazer memória ao legado dos combatentes heróicos, cubanos e angolanos, que elevaram a Batalha de Cuito Cuanavale à condição de marco histórico incontornável, simbolizando a convergência entre as lutas anticoloniais de libertação africana e a solidariedade internacional cubana. Hoje, Cuito Cuanavale permanece como memória viva, emblema de resiliência e altruísmo de um processo que redefiniu o curso da África Austral e imprimiu marcas duradouras nas relações entre Cuba e o continente africano. Cuba, a pequena grande ilha caribenha, que historicamente se fez presente ao levar sua solidariedade às guerras de libertação dos povos do mundo, hoje, mais do que nunca, necessita da solidariedade internacional para enfrentar o severo bloqueio econômico imposto pelo imperialismo estadunidense. Quando atravessou mares e oceanos — seja nas lutas anticoloniais, seja por meio de suas brigadas médicas no enfrentamento da pandemia da Covid-19 —, jamais o fez movida pela expectativa de retorno, ou seja, esperando benefícios em troca, mas sim por um princípio ético. Como afirmou Fidel Castro, no encerramento do Primeiro Congresso do Partido Comunista: > _Estão acostumados a pensar que quando um país faz algo é porque está procurando petróleo, ou cobre, ou diamante, ou algum recurso natural. Não! Não perseguimos nenhum interesse material, e é lógico que os imperialistas não o entendam. Estamos a cumprir um dever internacionalista elementar quando ajudamos o povo angolano!”_ > > (FIDEL CASTRO, 1975) Fiel à ética revolucionária, a pequena grande ilha que desafiou o império mais poderoso do mundo, dentro e fora de seu território, persiste na resistência cotidiana, reafirmando, diante das agressões imperialistas, que é precisamente sua resiliência que sustenta a dignidade e a altivez de seu povo. **_Editado por Fernanda Alcântara_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Cuito Cuanavale: o ponto de inflexão e libertação da África Austral.
- bsmst
mst.org.br/2026/03/24/cuito-cuanava...
#Artigos #Notcias #frica #fricadoSul #Angola #Cuba #Internacionalismo

0 0 0 0
Preview
A Ciência sob Ataque? A Infiltração da Apologética Cristã no Sistema de Revisão por Pares Matemática como disfarce para a apologética cristãO sistema de revisão por pares (peer review) é considerado o "padrão-ouro" da integridade científica, mas fontes recentes alertam para uma vulnerabili...

A Ciência sob Ataque? A Infiltração da Apologética Cristã no Sistema de Revisão por Pares

#religião

#ateísmo

#artigos

#publicações

www.jovempesquisador.com/post/a-ci%C3...

0 0 0 0
Preview
_Foto: Mídia Ninja_ _Por Dandara Stumer; B. Onça e Maria José*_ _Da Página do MST_ Oito anos após o assassinato de Marielle Franco e Anderson Silva, continuamos afirmando que o enfrentamento à violência contra as mulheres é uma luta de toda a sociedade. Dados do DIEESE (2026) mostram o que sentimentos com toda força em nossa pele: que os números crescentes de feminicídios na última década expressam uma realidade consequente de uma sociedade que tem como alicerce de seu projeto de poder as desigualdades estruturais, econômicas, políticas, sociais, raciais e de gênero. Portanto, combater o feminicídio e às violências contra meninas e mulheres precisa ser enfrentado como uma prioridade política, pois integra o nosso projeto de sociedade. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em 2025, foram registrados 1.548 feminicídios no Brasil, uma média de quatro casos por dia. Este número é 190% superior ao registrado 10 anos antes, quando houveram 534 casos registrados e o feminicídio não era tipificado como crime no Brasil. Entre 2015 e 2025, o crescimento foi contínuo: foram observadas, entre os anos de 2015 e 2016, um aumento de 46,1% e, entre 2016 e 2017, um percentual de 31,5%. As maiores altas coincidem com a ascensão da direita no Brasil, período em que ocorreu o desmonte das políticas voltadas à proteção das mulheres e foram impostas restrições orçamentárias pelo Teto de Gastos. Esses dados apontam para a necessidade de mudanças estruturais na sociedade. E a memória de Marielle Franco é um símbolo dessa luta coletiva, que inspira a lutar e enfrentar essa realidade produzida pela lógica de um sistema capitalista em crise, que segue avançando sob os nossos territórios, a natureza e os nossos corpos. Neste ano de 2026, a data do 8 de março foi demarcado pela Jornada Nacional de Lutas das Mulheres Sem Terra, que teve como o lema: Reforma Agrária Popular: enfrentar as violências, ocupar e organizar. Milhares de mulheres Sem Terra demonstrara sua fúria, se rebelaram, demonstrando mais uma vez que o projeto de Reforma Agrária Popular é um caminho para a construção de um outro projeto de país, que passa pela defesa da vida das mulheres e meninas e que o combate às violências perpassa as questões ambientais, de classe, de gênero e raça. Enfrentar as violências, ocupar e organizar foram gritos ecoados por todo o Brasil, com ações de denúncia, ocupações, marchas e protestos em todas as grandes regiões do país. Março continua em nós, e neste dia 14, após oito anos do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, os aromas de março se misturam entre mulheres do campo e da cidade, para ecoar que “**SOMOS TODAS MARIELLES**!” Reafirmamos a memória de luta e resistência de Marielle Franco. Eleita como vereadora com a quinta maior votação Municipal do Rio de Janeiro, em 2016. Em seu legado como parlamentar defendeu arduamente pautas como direitos das mulheres, atuando como presidente da Comissão de Defesa da Mulher, da população LGBTI+, da População Negra e dos Direitos Humanos. No dia 24 de fevereiro, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), após dois dias de julgamento, condenou os Irmãos Brazão pelo assassinato de Marielle e Anderson. Na época do crime, Domingos Brazão era Conselheiro do Tribunal de Contas do estado do Rio de Janeiro e Chiquinho Brazão era vereador do Município do Rio de Janeiro, ambos receberam uma sentença de 78 anos e 3 meses de prisão. A prisão dos mandantes do crime contra a vida de Marielle e Anderson trouxe justiça, mas não trouxe paz, pois estamos vendo a cada dia o aumento das cifras de feminicídio e de violência política contra nós mulheres, em especial as mulheres pretas! Não nos trouxe paz, pois, assim como Marielle, muitas mulheres continuam sendo os principais alvos da necropolítica brasileira. Quantas vereadoras, líderes comunutárias, militantes, estudiosas, operárias, mães de santo, defensoras ambientais, majés indígenas, camponesas, artistas populares não tiveram suas vozes caladas através da violência estatal e paralela? Damos um salve a Mãe Bernadete, Irmã Dorothy, Julieta Hernández. Maria do Espírito Santo, Nega Pataxó e tantas outras mulheres que ousaram desafiar o poder patriarcal, capitalista e racista! Por tudo isso, a **Jornada Nacional de Lutas das Mulheres Sem Terra** , que começou no dia 8 de março e segue espalhando seus aromas pelo país, vem avisar à sociedade brasileira que a Reforma Agrária Popular é reparação histórica, que defender a natureza, o fim da escala 6X1, combater o feminicídio, a fome e as desigualdades sociais são trincheiras para pavimentar a sociedade que queremos e pela qual lutamos: uma sociedade livre do patriarcado, do racismo, da exploração e das opressões! Em memória de Marielle Franco, reafirmamos o nosso compromisso com a luta contra as diversas formas de violências, por nossos corpos e territórios, livres da exploração e das opressões e pela Reforma Agrária Popular. _A luta é nossa força. A organização popular é o nosso chão, é o nosso caminho para a construção de uma sociedade justa, livre, solidária e socialista!_ **_Reforma Agrária Popular: enfrentar as violências, ocupar e organizar!_** **REFERÊNCIAS:** As múltiplas formas de violência contra a mulher Boletim Especial 8 de Março de 2026 – Dia Internacional da Mulher – DIEESE. Acesso em: 11 de março. Site: https://www.dieese.org.br/boletimespecial/2026/2026mulher.pdf _***** Militantes, educadoras e mulheres negras dos estados do Paraná, Pará e Minas Gerais, fazem parte do Coletivo Terra, Raça e Classe do MST_ _**Editado por Lays Furtado_ * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy

Amanhecer por Marielle e Anderson: trazemos conosco a marcha da libertação de todas e todos.
- bsmst
mst.org.br/2026/03/14/amanhecer-por...
#Artigos #Mulheres #Notcias #DireitosHumanos #Lutasemobilizaes

0 0 0 0
Post image
0 0 0 0
Robert Pattinson revela ter criado música durante as filmagens de The Batman Robert Pattinson comentou sobre a música eletrônica ambiente que produziu durante as filmagens de The Batman (2022), mas que nunca foi lançada. Em entrevista recente à GQ, o ator explicou que aproveitava os intervalos no set para trabalhar em composições próprias enquanto permanecia caracterizado como o herói da DC. Segundo Pattinson, a produção aconteceu de […]
0 0 0 0
Wolf Alice anuncia show em Finsbury Park O Wolf Alice foi anunciado como atração principal de um show em Finsbury Park, em Londres, marcando a maior apresentação da banda até o momento na cidade. O concerto acontece durante o verão europeu e integra a etapa final da divulgação do álbum “The Clearing”. O evento contará ainda com apresentações de The Last Dinner […]
0 0 0 0
Core. festival inicia montagem de line-up O core. festival inicia o cronograma para sua edição de 2026 e já sinaliza uma expansão ambiciosa. O evento retorna a Glasgow entre os dias 13 e 15 de novembro, prometendo uma edição mais ampla, mais intensa e ainda mais fiel à proposta de celebrar os limites da música extrema. Na quarta edição do festival, […]
0 0 0 0
Death Cab For Cutie confirma turnê e parceria com a ANTI- Records O Death Cab For Cutie confirmou uma grande turnê como atração principal pela América do Norte em 2026, marcando um novo e importante momento na trajetória da banda. O anúncio vem acompanhado da notícia de que o grupo de indie rock de Bellingham assinou contrato com a ANTI- Records para seus futuros lançamentos musicais, sinalizando […]
0 0 0 0
“Wish You Were Here”, do Pink Floyd, entra para o Clube do Bilhão no Spotify “Wish You Were Here”, uma das canções mais icônicas do Pink Floyd, ultrapassou neste fim de semana a marca de 1 bilhão de reproduções no Spotify, garantindo um lugar no seleto Clube do Bilhão da maior plataforma de streaming do mundo. O feito acontece em meio a um momento especialmente positivo para a banda britânica. […]
0 0 0 0
“Wish You Were Here”, do Pink Floyd, entra para o Clube do Bilhão no Spotify “Wish You Were Here”, uma das canções mais icônicas do Pink Floyd, ultrapassou neste fim de semana a marca de 1 bilhão de reproduções no Spotify, garantindo um lugar no seleto Clube do Bilhão da maior plataforma de streaming do mundo. O feito acontece em meio a um momento especialmente positivo para a banda britânica. […]
0 0 0 0
Dave Grohl anuncia novo álbum durante show na Austrália Durante um show realizado na Austrália, o Foo Fighters surpreendeu os fãs ao revelar novidades sobre o próximo álbum de estúdio da banda. O anúncio foi feito diretamente por Dave Grohl, que indicou um prazo aproximado para o lançamento do novo trabalho: antes de 17 de janeiro de 2027, data em que o músico completa […]
0 0 0 0
Dave Grohl anuncia novo álbum durante show na Austrália Durante um show realizado na Austrália, o Foo Fighters surpreendeu os fãs ao revelar novidades sobre o próximo álbum de estúdio da banda. O anúncio foi feito diretamente por Dave Grohl, que indicou um prazo aproximado para o lançamento do novo trabalho: antes de 17 de janeiro de 2027, data em que o músico completa […]
0 0 0 0
Portugal. The Man confirma shows no Brasil em maio O Portugal. The Man está oficialmente de volta ao Brasil. A banda norte-americana confirmou que trará a The Denali Tour para o país em maio deste ano, com duas apresentações já anunciadas. O grupo se apresenta em Curitiba, no dia 9 de maio, e em São Paulo, no dia 10 de maio, levando ao público […]
0 0 0 0
Portugal. The Man confirma shows no Brasil em maio O Portugal. The Man está oficialmente de volta ao Brasil. A banda norte-americana confirmou que trará a The Denali Tour para o país em maio deste ano, com duas apresentações já anunciadas. O grupo se apresenta em Curitiba, no dia 9 de maio, e em São Paulo, no dia 10 de maio, levando ao público […]
0 0 0 0
My Chemical Romance inicia turnê de 2026 com publicação misteriosa My Chemical Romance surpreendeu os fãs com uma publicação enigmática nas redes sociais poucas horas antes de iniciar sua turnê de 2026. A banda de New Jersey sobe ao palco do Estádio Nacional, em Lima, Peru, nesta noite de 25 de janeiro, mas já deixou o público em expectativa ao compartilhar um vídeo sem som […]
0 0 0 0
Banda Slipknot retira processo contra suposto cybersquatter após 25 anos de disputa O Slipknot desistiu voluntariamente do processo contra o domínio slipknot.com, segundo informações do Domainnamewire.com. Os advogados responsáveis pelo endereço haviam solicitado o arquivamento da ação, alegando que a banda não registrou o domínio dentro do prazo estabelecido. No dia seguinte, o grupo apresentou um pedido de demissão voluntária sem prejuízo, o que lhes permite retomar […]
0 0 0 0
Banda Slipknot retira processo contra suposto cybersquatter após 25 anos de disputa O Slipknot desistiu voluntariamente do processo contra o domínio slipknot.com, segundo informações do Domainnamewire.com. Os advogados responsáveis pelo endereço haviam solicitado o arquivamento da ação, alegando que a banda não registrou o domínio dentro do prazo estabelecido. No dia seguinte, o grupo apresentou um pedido de demissão voluntária sem prejuízo, o que lhes permite retomar […]
0 0 0 0
Franz Ferdinand confirma concerto no Ageas Cooljazz 2026 A banda escocesa Franz Ferdinand, formada em Glasgow, sobe ao palco do Ageas Cooljazz no dia 25 de julho de 2026, marcando a sua estreia no festival. O concerto terá como base o álbum mais recente, “The Human Fear”, lançado em janeiro de 2025, sem deixar de lado os clássicos que consolidaram o grupo no […]
0 0 0 0
Franz Ferdinand confirma concerto no Ageas Cooljazz 2026 A banda escocesa Franz Ferdinand, formada em Glasgow, sobe ao palco do Ageas Cooljazz no dia 25 de julho de 2026, marcando a sua estreia no festival. O concerto terá como base o álbum mais recente, “The Human Fear”, lançado em janeiro de 2025, sem deixar de lado os clássicos que consolidaram o grupo no […]
0 0 0 0
Tedeschi Trucks Band anuncia novo álbum “Future Soul” e extensa turnê A banda de blues rock Tedeschi Trucks Band, formada em Jacksonville, anunciou oficialmente o lançamento de seu sexto álbum de estúdio, intitulado Future Soul. O disco chega ao público no dia 20 de março, via Fantasy Records, e sucede o ambicioso I Am The Moon (2022), projeto lançado como um álbum quádruplo. Como prévia do […]
0 0 0 0
Tedeschi Trucks Band anuncia novo álbum “Future Soul” e extensa turnê A banda de blues rock Tedeschi Trucks Band, formada em Jacksonville, anunciou oficialmente o lançamento de seu sexto álbum de estúdio, intitulado Future Soul. O disco chega ao público no dia 20 de março, via Fantasy Records, e sucede o ambicioso I Am The Moon (2022), projeto lançado como um álbum quádruplo. Como prévia do […]
0 0 0 0
CRASHDÏET anuncia novo álbum Art Of Chaos Os veteranos suecos do sleaze rock Crashdïet lançaram o novo single “Satizfaction”, que inaugura oficialmente o próximo capítulo da carreira da banda. A faixa é a primeira amostra do álbum de estúdio “Art Of Chaos”, previsto para 8 de maio, via Ninetone Records. “Satizfaction” reúne os principais elementos que caracterizam o som do Crashdïet: energia […]
0 1 0 0
CRASHDÏET anuncia novo álbum Art Of Chaos Os veteranos suecos do sleaze rock Crashdïet lançaram o novo single “Satizfaction”, que inaugura oficialmente o próximo capítulo da carreira da banda. A faixa é a primeira amostra do álbum de estúdio “Art Of Chaos”, previsto para 8 de maio, via Ninetone Records. “Satizfaction” reúne os principais elementos que caracterizam o som do Crashdïet: energia […]
0 0 0 0
Violet Grohl filha de 19 de David Grohl assina com a Republic Records Violet Grohl, filha de 19 anos de Dave Grohl, assinou contrato com a Republic Records por meio de sua própria gravadora, Aurora Records. A jovem musicista, residente em Los Angeles, lançou oficialmente nas plataformas de streaming as faixas “THUM” e “Applefish”, que anteriormente estavam disponíveis apenas no Bandcamp. “THUM” apresenta uma sonoridade intensa e emocional, […]
0 0 0 0
Violet Grohl filha de 19 de David Grohl assina com a Republic Records Violet Grohl, filha de 19 anos de Dave Grohl, assinou contrato com a Republic Records por meio de sua própria gravadora, Aurora Records. A jovem musicista, residente em Los Angeles, lançou oficialmente nas plataformas de streaming as faixas “THUM” e “Applefish”, que anteriormente estavam disponíveis apenas no Bandcamp. “THUM” apresenta uma sonoridade intensa e emocional, […]
0 0 0 0
Jack Owen revela bastidores de sua saída do Cannibal Corpse Em uma nova entrevista ao The Growl Podcast, o ex-guitarrista do Cannibal Corpse, Jack Owen, refletiu de forma aberta sobre as circunstâncias que o levaram a deixar a banda em 2004, trazendo novos detalhes sobre um dos momentos mais decisivos de sua carreira. Segundo o músico, sua saída foi resultado de uma combinação de conflitos […]
0 0 0 0
Vídeo: Rob Zombie lança novo single e anuncia turnê com Marilyn Manson Rob Zombie está de volta em plena forma infernal. A lenda do rock e do metal lançou “(I’m a) Rock ’N’ Roller”, o terceiro single de seu aguardado novo álbum, The Great Satan, que chega ao público no dia 27 de fevereiro, via Nuclear Blast Records. Fiel à estética e ao som que construiu ao […]
0 0 0 0